voltar ao lugar onde e com quem somos felizes

encontrar aquele amigo de sempre, partilhar estórias e novidades. tristezas e alegrias.

levar os totós a alcobaça e aproveitar para ouvir a minha banda portuguesa preferida de todo o sempre, "em casa". the gift, sim. foi muito, muito bom. emociono-me sempre com o "fácil de entender", danço, choro, sorrio. é tão bom ver que a banda se entrega à música, ao público.
as músicas dos The Gift acompanharam tanto e muito alguns dos momentos mais importantes da minha vida. e depois, em palco, são sempre surpreendentes. esta tour, ALTAR, prima pela simplicidade na forma de estar em palco, mas com pormenores que são maiores, ainda que muito discretos.
e foi muito, muito bom ir ver um concerto just for the fun, sem ter que escrever reportagem.
toda uma liberdade só para sentir. sem ter que tomar notas ou prestar atenção ao alinhamento.

dias de puro egoísmo: livros, e o M da Mónica Mendes.

e aquela miúda mais gira, claro. a mais bonita. a mais doce, não fosse Mel, o seu nome

yoga na companhia do kendrick. a internet estava completamente louca com este DAMN.

e a autenticidade. ser autêntico é um compromisso para connosco. não tem nada a ver com os outros.
