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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

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ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

uma regra

 

maria-vai-com-as-outras-totebag

as regras servem para nos orientarmos, para evitarmos o caos e a sensaçao de estar perdida. por exemplo, numa comunidade online, no trabalho de equipa, na gestão da nossa casa com outra pessoa, na gestão do nosso orçamento mensal, num projecto, num desafio - é importante haver regras.

 

"vou correr todos os dias pela manhã"

"vou ler 10 páginas do livro todas as noites"

"vou comer menos hidratos de carbono"

"comunicamos via slack e via e-mail"

"só começo o trabalho quando receber 30% do valor total"

"só compro mais livros quando ler pelo menos um"

"não vou usar o telemóvel enquanto conduzo"

 

> estas são algumas regras que já me passaram pela cabeça. são importantes para me focar e para coordenar os projectos, as rotinas, a vida. é bom ter regras, sim. ainda assim, há excepções que, devidamente contextualizadas, podem ter tanto ou mais sentido do que a regra em si. sem desculpas esfarrapadas, mas sim com o olhar consciente de quem fez o que achou melhor, naquele momento. por vezes, não cumprir regras pode ter consequências menos simpáticas: há uns anos por não ter parado numa passadeira para um peão passar, fui multada. e estive uns anos sem poder infringir de forma grave ou muito grave, pelo risco de ficar sem carta. MAS eu até paro sempre nas passadeiras. ou quase sempre, vá. mais uma vez, sem desculpas esfarrapadas - com contexto e a perfeita noção de que não somos perfeitos, há que integrar o incumprimento da regra e procurar evitar no futuro, se isso nos traz contrangimentos. tal como escreveu a Rita, não é o fim do mundo.

 

 

*

 

a Carolina lançou este desafio à comunidade que a segue; cheguei à Carolina através da Rita da Nova e aqui estou eu, a responder ao desafio!

Acredito que, cada vez mais, precisamos de olhar para o nosso umbigo de uma forma mais crítica, de refletir sobre o que fazemos de bom e de errado, de nos conhecermos um bocadinho melhor e de termos objetivos concretos a curto prazo. Conhecermos os nossos defeitos e as nossas qualidades, percebermos quem realmente faz a diferença na nossa vida e quais os espaços onde nos sentimos mais sossegados é essencial para trabalharmos a nossa tranquilidade e a nossa paz interior.

 

 

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