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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

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ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

olá, sábado!

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depois de um mês inteiro a trabalhar aos sábados voltei à rotina do voluntariado. não foi fácil acordar cedo ao sábado, pois a semana anterior foi muito intensa exigente: muitas horas de formação, assuntos pendentes para resolver (e uma TPM desgraçada).

 

já tinha saudades do albergue: da Mel e dos outros amigos. no tempo em que estive fora aconteceram adopções e também houve lugar à perda de alguns amigos, já séniores, por motivos de saúde. é difícil regressar ao albergue e não ver por lá o Benjamim, a Nina, o Toy pois o motivo não foi a adopção. a solução é arregaçar as mangas e continuar a apanhar o cocó, a limpar, a lavar, a brincar e a namorar com o Fuga que é só o cão mais doce da vida:

 

 

o Fuga é um cavalheiro e dá-se muito bem com pessoas. é impecável nos passeios (confesso que tenho saudades de o passear) e partilha a sua box com duas amigas que ainda são um pouco medrosas. 

 

já vos falei do Fuga na #terceiraoportunidade e hei-de continuar a falar. este miúdo giro merece mesmo uma família que o possa adoptar e permitir-lhe uma vida confortável, longe do stress que é um albergue ou um canil - espaços que deveriam ser sempre de transição. 

 

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ah. e ontem encontrei o verdadeiro poop emoji. lindo, não é? 

 

 

 

 

 

"hey, tu aí, tájafazer?"

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"o meu nome é Stark, e o teu?"

o Stark é um fofo. é preto e tem umas meias brancas calçadas nos pés, apesar da meia branca já ter passado de moda, como sabemos. mas como andamos por aí numa de revenge of the 90's podemos dizer que o Stark está super na moda.

esta bolinha de pêlo está na UPPA - União Para a Protecção dos Animais para adopção, desde 2014. ou seja, há tempo demais. 

 

adoptar um cão adulto? 

se há por aí dúvidas sobre as boas razões que existem para adoptar um cão adulto, talvez este artigo possa dissipá-las: 10 razões para adoptar um cão adulto

 

não posso adoptar, mas gostaria de ajudar o Stark - é possível?

claro que sim! poderás apadrinhar o Stark e contribuir com um valor mensal para que a UPPA possa garantir o bem estar deste patudo. também poderás ajudar divulgando o Stark (ou outro animal que se encontre num abrigo para adopção) ou até com voluntariado no albergue ou no canil mais perto de ti. se ainda não fizeste os teus planos para 2019, estás a tempo! 

há várias maneiras de ajudar estes patudos: eu, por exemplo, uso o meu blog para lhes dar espaço, na esperança de que aí desse lado do écran se encontre a família que possa adoptar estes amigos de quatro patas!

 

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fotografias de arquivo da UPPA - União Para a Protecção dos Animais

pesquisem no twitter / instagram por #uppa_animais

+ informações sobre o Stark no site da associação

para adoptar: uppa.adoptantes@gmail.com

para apadrinhar: uppa.apadrinhamento@gmail.com

 

"o nome dela é Jenifer, eu encontrei ela no tinder" - só que não!

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não, o nome dele não é Jenifer e também não o conheci no tinder - o nome é Tattoo e conheci este rapaz no albergue da UPPA - União Para a Protecção dos Animais. 

não é minha namorada meu namorado, mas poderia ser

mas ela ele faz umas paradas 

que eu não faço com você

 

ok, agora a sério. o Tattoo é um cão que já teve a sua dose de sofrimento e chegou a perder a fé na humanidade. recuperou-a no albergue da UPPA e agora o que precisa mesmo é de uma terceira oportunidade, para viver com uma família que o compreenda e que o respeite. 

será que é desta, Tattoo? 

 

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fotografias de arquivo da UPPA - União Para a Protecção dos Animais

pesquisem no twitter / instagram por #uppa_animais

+ informações sobre o Tattoo no site da associação

para adoptar: uppa.adoptantes@gmail.com

para apadrinhar: uppa.apadrinhamento@gmail.com

 

 

 

Zippy: uma miúda cheia de boas energias

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como é a Zippy?

a Zippy é aquela pessoa do grupo de amigos que está sempre com vontade de dar mais uma volta, de "beber mais um copo" antes de ir para casa. tem uma energia inesgotável, é super bem disposta e sorridente, como podem ver nas fotografias. adora passear e uma boa dose de mimos. 

 

qual é a história da Zippy?

 

a Zippy - ou Zippy-Maria como gosto de lhe chamar - é aquele caso "típico" do cão que foi abandonado na rua, entregue a si próprio. felizmente, a UPPA - União Para a Protecção dos Animais deu-lhe a segunda oportunidade e acolheu-a no albergue, em 2014.

 

 

gostava tanto que a futura família da Zippy estivesse aí, desse lado do écran, a ler esta história e a enviar um e-mail para ir conhecer esta miúda ao albergue da UPPA. será que é desta, Zippy-Maria?

 

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fotografias de arquivo da UPPA - União Para a Protecção dos Animais

pesquisem no twitter / instagram por #uppa_animais

+ informações sobre a Zippy no site da associação

para adoptar: uppa.adoptantes@gmail.com

para apadrinhar: uppa.apadrinhamento@gmail.com

 

 

chama-se Salomé e está na UPPA há tempo demais

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quem é a Salomé?

a Salomé chegou à UPPA - União Para a Protecção dos Animais e trazia "brindes" consigo, que é como quem diz, estava grávida.

os seus filhotes foram adoptados e a Salomé ainda continua no albergue à espera da sua família-metade.

esta patuda é uma jóia de moça, simpática e tranquila. aprecia um bom passeio e gosta de apanhar banhos de sol.

 

procura-se família

é uma das cadelas que sempre conheci na UPPA: está no albergue desde 2014 e por isso digo que é há tempo demais.

será que está aí, desse lado, a família que vai dar a #terceiraoportunidade à Salomé? 

 

 

 

fotografias de arquivo da UPPA - União Para a Protecção dos Animais

pesquisem no twitter / instagram por #uppa_animais

+ informações sobre a Salomé no site da associação

 

para adoptar: uppa.adoptantes@gmail.com

para apadrinhar: uppa.apadrinhamento@gmail.com

sobre a #terceiraoportunidade

desde há uns meses para cá tenho divulgado as histórias por detrás da vida de alguns cães que conheço na UPPA - União Para a Protecção dos Animais, e que estão no albergue "há tempo demais". 

 

através das publicações que fiz com a tag #terceiraoportunidade apresentei-vos o Ben, a Júlia, a Boba, a Quinoa, a Happy, a Esperança, o Filipe, a Yara, o Fuga, o Fred e a Tapinhas. como eles há muitos cães adultos que aguardam num canil ou num albergue pela oportunidade de ter uma casa, uma família. 

 

a adopção de um cão adulto conhece muitos pontos a favor, um deles é a gratidão do animal para connosco.

 

hoje não vos trago uma história nova nem um apelo específico. hoje o apelo é: se estão a pensar adoptar um cão visitem um canil ou um albergue para conhecer os animais que por lá andam. não tenham o preconceito da idade e deixem que o "click" entre vocês e o cão aconteça.

 

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e se não podem adoptar, podem sempre apadrinhar um destes animais ou até fazer voluntariado no canil ou albergue mais perto de vós. há muitas formas de ajudar: também podem comprar um caderno/bloco de linhas #uppa_animais - custa 4 patinhas e pode ser enviado via ctt (acresce portes). info: uppa.encomendas@gmail.com

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o glorioso Ben aguarda pela #terceiraoportunidade

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senhoras e senhores, eis o Ben. o Ben é um peluche muito fofo, mas em forma de cão. adora passeios e tem um comportamento calmo quando vai esticar as patas. como é charmoso q.b. vive na sua box na companhia de duas miúdas giras e caninas. 

 

 

como é o Ben? 

 

o Ben é o verdadeiro cãopanheiro: gosta de abraços e de uma boa brincadeira. está na UPPA - União Para a Protecção dos Animais, desde 2014 e ainda não apareceu a família que o possa fazer feliz. será que está aí, desse lado? 

para saber mais sobre a história do Ben, podem visitar o site da UPPA. dele só posso dizer maravilhas e que, quando entro na box, só apetece mesmo amarfanhá-lo muito. 

 

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para saber mais sobre o Ben, para apadrinhar ou adoptar, entrem em contacto com a UPPA. caso a vossa visita calhe num dos meus "turnos" de tratadora-voluntária, terei muito gosto em conhecer-vos e em levar-vos a passear com o glorioso Ben(fica).

 

fotografias de arquivo da UPPA - União Para a Protecção dos Animais

pesquisem no twitter / instagram por #uppa_animais

 

+ informações sobre o Ben no site da associação

 

para adoptar: uppa.adoptantes@gmail.com

para apadrinhar: uppa.apadrinhamento@gmail.com

 

 

 

a #terceiraoportunidade está de volta em 2019

no ano passado iniciei aqui uma rubrica, às terças, a terceira oportunidade: 

terceira oportunidade resulta da necessidade de partilha de animais que, após abandono ou resgate, ganharam uma segunda oportunidade num canil ou num albergue. esperam agora pela TERCEIRA oportunidade, ou seja, do encontro com a família que possa adoptar, de forma feliz e responsável.

há muitos animais para adopção.

há muitos canis e albergues que diariamente trabalham no sentido de recuperar esses animais. falo sobretudo de cães, tal não é a minha proximidade com esta realidade, enquanto voluntária na UPPA União Para a Protecção dos Animais. 

 

tive oportunidade de vos apresentar o Fred, a Tapinhas, o Fuga, a Yara, a Happy, a Quinoa, o Filipe, a Boba, a Esperança e a Júlia.

a divulgação continua e em breve apresentar-vos-ei alguns amigos de quatro patas que se encontram na UPPA - União Para a Protecção dos Animais desde 2014. 

espero que estes patudos encontrem a sua família-metade em breve!

 

kuka

 

 

praticar o volunteering [ainda a propósito do dia internacional do voluntariado]

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Hoje em dia ninguém corre, pratica-se o running.

Não ficamos a ver o pôr-do-sol, vamos a uma sunset party.

E o voluntariado? Já não existe. Agora chama-se volunteering.

 

Vivemos uma era em que é comum inventarmos ou adaptarmos palavras para as coisas de sempre. E isso não tem nada de mal. É, por assim dizer, trendy.

 

O voluntariado, perdão, volunteering sempre fez parte da minha vida. E não é essencial que estejamos inscritos numa instituição para que tal aconteça: basta olharmos à nossa volta e estender a mão. Ver uma pedra na calçada, fora do sítio, e afastá-la para evitar que alguém em cadeira de rodas ou de muletas seja apanhado desprevenido. Ajudar uma pessoa a usar o multibanco. Participar numa campanha de recolha de alimentos da associação lá do bairro. São tantas as opções, concordam?

 

Há uns dois anos o meu irmão iniciou o voluntariado num albergue de acolhimento, para cães. O voluntariado com animais era, para mim, uma novidade: nunca tinha praticado. Curiosa como sou, acabei por visitar o albergue da UPPA – União Para a Protecção dos Animais e vocês nem imaginam o que aconteceu a seguir. Primeiro que tudo fiquei agradavelmente surpreendida com as instalações e as condições em que os UPPAlianos se encontram. Acabei por amadrinhar o Fred e a Ginger, dois manos que praticamente cresceram no albergue e procuram uma família. Depois – e como não sou de ficar de braços cruzados – ajudei num passeio e apaixonei-me pelo Félix, um patudo que me conquistou na primeira troca de olhares. E comecei a visitar o albergue com frequência, para ajudar nos passeios.

 

Até que um dia, num passeio com um grupo de voluntários, alguém me pergunta “então há quanto tempo és voluntária aqui?” E eu fiquei na dúvida. Bom, não era uma voluntária oficial, com regulamento assinado e essas coisas que fazem parte do procedimento da associação. Mas era voluntária de coração. Assim, nesse mesmo dia tomei a decisão de oficializar a minha relação com a UPPA e com os seus patudos para integrar uma equipa de voluntários com quem partilho o amor pelos animais.

 

Quando desenvolvemos trabalho neste tipo de voluntariado damo-nos conta de que há, efectivamente, muitas histórias inacreditáveis de maus tratos para com os animais. Há coisas que até nos parecem tão irreais e sinónimo de ausência de humanidade que custa a acreditar que são verdade. Todavia, o olhar de dor nos patudos confirma o pior cenário. Como voluntários, o nosso papel passa por restaurar a fé na humanidade àqueles patudos que não escolheram o destino que pessoas menos humanas lhes deram. Temos de lhes provar que há pessoas, humanas, que podem proporcionar-lhes mimos, comida, conforto, passeios e um verdadeiro lar.

 

O voluntariado – desculpem, é a força do hábito… O volunteering é uma prática que faz bem à alma, aumenta os níveis de colagénio, elimina cabelos brancos, torna a pele mais firme e reforça os tecidos do coração e da alma. Deveria constar nas receitas médicas para manter os índices de boa disposição e auto estima elevados.

 

E, repito, acontece sem muitas vezes termos consciência dele, de forma “oficial”. E ainda bem que assim é.

 

Já agora, caso estejam pela zona de Sintra e tenham algumas horas livres aos sábados de manhã, juntem-se à equipa de voluntários da UPPA. Para dar início ao processo enviem um e-mail para uppa.voluntariado@gmail.com

 

texto publicado em 2015, nas Capazes 

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