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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

olá, eu sou a joana e deixei de ir ao alive

e sim, eu era aquela miúda que comprava o passe dos 3 dias, mesmo sem cartaz fechado, assim mesmo na loucura. motivo? a experiência do festival era (como diz a malta nova) TOP.

um festival urbano, com mais do que um palco e com um cartaz que acabava por se revelar daqueles que "sim senhor".

a última vez que marquei presença no alive foi em trabalho. a sala de imprensa é catita, sim. temos boas condições de trabalho. MAS.

MAS. o festival está impossível em termos de circulação. há demasiada gente no recinto. o acesso aos WC é um drama. e a saída, ao final da noite, com aquela caminhada via cril é insuportável.

um festival vive do cartaz - e também da experiência que proporciona. para isso contam as acessibilidades, as questões logísticas. 

 

portanto aquela 'ssoa que comprava o passe "just because" e que comprava as tshirts,em cada edição, desistiu do alive para se fidelizar ao éssebêésseérre - e só não se fideliza ao paredes de coura devido à distância e ao necessário investimento em deslocações e estadia. 

 

com tudo isto, se estiverem pelo #sbsr apitem, sim? 

 

 

cada um tem a sua [bagagem emocional]

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nela guardamos os medos, as memórias do que correu mal. guardamos também aquilo que gostaríamos de viver de novo. há de tudo, na bagagem emocional, desde a certeza de que cometemos erros no passado e que o mais certo é repetir alguns no futuro. faz parte. somos todos um bocadinho dory e temos memória de peixe.

tomar decisões e fechar gavetas - eis duas coisas que me aliviam o peso da bagagem emocional. a par disso, o começar. o abrir portas a quem chega de novo, seja um projecto profissional, a companhia de um amigo que não se vê há muito tempo ou conhecer alguém novo. 

 

 

dos dias cheios

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um dos meus objectivos para 2018 é trabalhar menos. sim, ser freelancer obriga-nos a trabalhar um bocadinho mais do que o emprego 9/17h. são muitas as horas passadas a criar e manter vivos os contactos que nos trazem trabalho e projectos motivadores.

assim, e como não tenho férias à séria desde 2013, tracei este objectivo. netting up: menos trabalhos, mas com mais qualidade e com honorários que me façam sentir valorizada.

 

o equilíbrio é difícil, pois há aqueles projectos que me falam ao coração e que não consigo recusar. e depois? bom, depois tenho ali uns dias super cheios e ando a mil. mas é um cansaço bom, sabem?

nos últimos tempos houve um pouco de tudo: oficinas de filosofia no jardim de infância, uma conferência na Universidade Nova de Lisboa, a IMSHAREConf, redacção de artigos sobre os melhores amigos, ghostwriting e o OK para dois projectos novos, aliciantes. escrevi um texto sobre o Bourdain e percebi que sou uma nódoa nisso dos obituários. 

again, os dias vão parecer curtos, de tão cheios que vão ficar.

talvez não saiba viver de outra forma.  

ah! descobri uma série nova que é super divertida: GIRLBOSS. claro, é netflix. tem episódios curtos e uma banda sonora "que sim senhor". a não perder. 

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um dia

«O meu futuro namorado ouve as músicas que lhe envio, gosta de Fernando Pessoa, não se importa de conduzir o meu carro violeta, usa um Mac, leva-me ao cinema e ao teatro, lê-me crónicas do Lobo Antunes, conhece todos os recantos da minha alma, faz-me perguntas pertinentes, deixa-me a pensar, deixa-me escolher a música para acompanhar o jantar, cozinha para mim, sai comigo para dançar, planeia viagens surpresa, sabe que não gosto que me mexam no cabelo, acredita em unicórnios, mira-me enquanto durmo, detesta as manhãs, respeita o meu mau humor matinal, escreve maravilhosamente, usa barba, sabe dar palmadas, beija divinamente, adora as minhas curvas, admira-me com orgulho e deixa-se admirar por mim, não é o tal e nem eu sou a tal para ele, adapta-se a mim e eu e a ele, sabe pôr-me no meu lugar, tem sentido de humor e não é perfeito. É isso.» 

 

a partir DAQUI

 

 

 

 

 

 

eu e as tshirts <3

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vocês sabem que eu não resisto a tshirts "que dizem coisas". e que não resisto à série La Casa de Papel. agora imaginem o dois em um!

passei ali pela Megaphone e rendi-me a este modelo nairobiano que fica "a matar" com as minhas calças camufladas (e com o macacão vermelho, hum?). ok, e também não consegui resistir a uma com unicórnios. vidas, né?

 

o serviço é 5 estrelas: pela rapidez, pela qualidade do algodão e da impressão. além disso, conseguimos acompanhar o estado da encomenda e da entrega, ao momento. 

 

(e havia gomas na encomenda. G-O-M-A-S)

S A F E

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vi a RITA, alegremente, até ao final da III temporada. depois decidi mudar de ares - e de língua. o dinamarquês já me estava a agastar um bocadinho. encontrei SAFE, com o Michael C Hall (que, para mim, será sempre o Dexter ou o gajo dos Sete Palmos de Terra) e uma mão cheia de bons actores.

a I temporada está aí: com acção, muito mistério e um excelente desempenho dos actores. são só 8 episódios, de 40 minutos cada. e sim, dá vontade de ver um, outro e outro.

 

 

:: r i t a ::

 

 

"Nesta série de comédia dramática dinamarquesa, a independente e assertiva professora Rita é adorada pelos seus alunos, mas parece ter menos êxito com os adultos."

 

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depois de Broadchurch, esta é a série que estou a acompanhar na netflix. fala-se dinamarquês e isso obriga-nos a estar mesmo atentos às legendas. ao princípio soava a algo muito, muito estranho. depois, habituamo-nos à sonoridade. 

algures, num dos episódios, Rita diz: "já me lembro por que me tornei professora: foi para proteger as crianças dos seus pais" - acreditem, professores assim (também) fazem falta.

quando for grande quero ser como a Rita - mas sem filhos. já não vou a tempo.

 

marcas humanas, demasiado humanas?

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a associação de marketing digital convidou-me para conversar um pouco sobre a minha experiência no mundo do marketing digital | social media

sugeri um tema que muito me agrada e que norteia o meu trabalho enquanto formadora e consultora na cultura digital: a humanização das marcas (e das pessoas?) 

 

conto convosco? 8 de maio, pelas 19h, no lux lisboa park 

 

podem saber mais AQUI

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