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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

"joana, onde trabalhas?" / "joana, o que fazes?"

já falei algumas vezes da dificuldade que tenho em dizer o que faço. a verdade é que faço muitas coisas e todas elas têm algo em comum: as perguntas. depois, todas essas coisas acontecem em espaços muito diferentes e até posso trabalhar a partir de um qualquer jardim.

 

encontrei o Nuno Conceição num desses jardins a partir do qual posso trabalhar. aliás, quando o conheci pedi-lhe 5 minutos para ligar o router, o pc e fazer uma publicação cuja aprovação tinha chegado naquele momento. foi depois disso que começámos a conversar sobre quem sou, o que faço e também sobre o site que a ActiveMedia está a preparar (e que está lindo!).

 

depois, o Nuno apontou-me sua máquina fotográfica e o resultado foi este: 

 

 

contacta o Nuno e marca a tua sessão fotográfica: a minha aconteceu no jardim, mas o Nuno, tal como eu, trabalha em sítios diferentes 

ferramentas indispensáveis para um freelancer

trabalho como freelancer: entenda-se: sou uma 'ssoa recibos verdes. as minhas áreas de trabalho são a filosofia, a comunicação e social media. nesta última área tem havido uma grande procura nos últimos tempos: há empresas a investir na formação dos seus recursos humanos; há quem veja aqui uma possibilidade para mudar de vida.

 

grande parte das pessoas que conheço e que trabalham em social media têm o percurso típico: vão trabalhar para uma agência, são canivetes suiços (fazem tudo e mais um par de botas) e depois vão subindo. uns tornam-se head of qualquer coisa, outros chief of outra coisa. 

 

o meu percurso foi atípico: licenciei-me em filosofia, comecei a trabalhar num banco e durante esse tempo fui estudando outras coisas. pelo caminho criei um projecto de filosofia para crianças e criatividade e por necessidade de o comunicar acabei por criar um blog e uma presença noutras redes como o facebook ou o twitter. isso fez com que começasse a desenvolver competências para a criação de conteúdos. ao mesmo tempo, fui colaborando com alguns sites, redigindo textos. fiz muito trabalho pro bono antes de começar a ser paga para criar e gerir presenças online. esse trabalho pro bono foi fundamental, pois serviu de cartão de visita para outros projectos. 

 

quando surgiu a oportunidade de sair do banco, havia dois cenários possíveis: apostar na filosofia para crianças ou na comunicação / social media. acabei por seguir os dois. construí o meu caminho a pulso, sem cunhas; fiz uso da minha rede de contactos para passar a palavra e para me apresentar ao mercado. valeu-me todo um trabalho de networking que começou muito antes do momento de saída do banco.

 

que ferramentas são indispensáveis na vida de um freelancer? 

 

não vos vou falar de apps nem de coisas do género. fala-vos de outras coisas que, a meu ver. são bem mais importantes do que outras coisas que se podem "baixar" para o smartphone. ora tomem nota:

 

foco

é preciso saber bem o que queremos, para não dispararmos em todas as direcções. a nossa energia e o nosso tempo devem ser bem empregues. os dias só têm 24h, não é?

 

resiliência

nada acontece de um dia para o outro e é preciso persistir. não baixar os braços. se não conseguirmos aquele projecto, hey, podemos tentar outro.

 

noção

pés bem assentes na terra: isto não é chegar, fazer um curso no atelier digital e pumba já está. vão chover clientes. mais uma vez, a formação é importante, mas também os contactos que se vão construindo e a construção da nossa própria marca pessoal. 

 

ética 

não pode valer tudo só para ter mais um projecto: se não sabemos desempenhar aquelas tarefas ou corresponder ao que o cliente pede, mais vale dizer que não e passar a bola a quem domina mais do que nós.

 

humanidade

temos de nos lembrar que somos humanos e trabalhamos com humanos. a sensibilidade para comunicar, para perguntar e investigar o que esperam de nós é essencial para podermos desempenhar bem as tarefas e atingirmos resultados - depois de definidos os nossos objectivos.

 

estratégia 

sabendo bem onde querem chegar, toca a desenhar o mapa da estratégia e das consequentes tácticas. olhem para o mapa, revejam, melhorem, eliminem coisas. o mapa não é o território e há que atender ao contexto e àquilo que acontece à nossa volta. 

 

*

também ajuda dedicar umas horas ao voluntariado, para desligar e re-ligar no dia seguinte. faço isso há uns anos, no albergue da UPPA - união para a protecção dos animais. 

 

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olá, eu sou a joana e deixei de ir ao alive

e sim, eu era aquela miúda que comprava o passe dos 3 dias, mesmo sem cartaz fechado, assim mesmo na loucura. motivo? a experiência do festival era (como diz a malta nova) TOP.

um festival urbano, com mais do que um palco e com um cartaz que acabava por se revelar daqueles que "sim senhor".

a última vez que marquei presença no alive foi em trabalho. a sala de imprensa é catita, sim. temos boas condições de trabalho. MAS.

MAS. o festival está impossível em termos de circulação. há demasiada gente no recinto. o acesso aos WC é um drama. e a saída, ao final da noite, com aquela caminhada via cril é insuportável.

um festival vive do cartaz - e também da experiência que proporciona. para isso contam as acessibilidades, as questões logísticas. 

 

portanto aquela 'ssoa que comprava o passe "just because" e que comprava as tshirts,em cada edição, desistiu do alive para se fidelizar ao éssebêésseérre - e só não se fideliza ao paredes de coura devido à distância e ao necessário investimento em deslocações e estadia. 

 

com tudo isto, se estiverem pelo #sbsr apitem, sim? 

 

 

cada um tem a sua [bagagem emocional]

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nela guardamos os medos, as memórias do que correu mal. guardamos também aquilo que gostaríamos de viver de novo. há de tudo, na bagagem emocional, desde a certeza de que cometemos erros no passado e que o mais certo é repetir alguns no futuro. faz parte. somos todos um bocadinho dory e temos memória de peixe.

tomar decisões e fechar gavetas - eis duas coisas que me aliviam o peso da bagagem emocional. a par disso, o começar. o abrir portas a quem chega de novo, seja um projecto profissional, a companhia de um amigo que não se vê há muito tempo ou conhecer alguém novo. 

 

 

dos dias cheios

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um dos meus objectivos para 2018 é trabalhar menos. sim, ser freelancer obriga-nos a trabalhar um bocadinho mais do que o emprego 9/17h. são muitas as horas passadas a criar e manter vivos os contactos que nos trazem trabalho e projectos motivadores.

assim, e como não tenho férias à séria desde 2013, tracei este objectivo. netting up: menos trabalhos, mas com mais qualidade e com honorários que me façam sentir valorizada.

 

o equilíbrio é difícil, pois há aqueles projectos que me falam ao coração e que não consigo recusar. e depois? bom, depois tenho ali uns dias super cheios e ando a mil. mas é um cansaço bom, sabem?

nos últimos tempos houve um pouco de tudo: oficinas de filosofia no jardim de infância, uma conferência na Universidade Nova de Lisboa, a IMSHAREConf, redacção de artigos sobre os melhores amigos, ghostwriting e o OK para dois projectos novos, aliciantes. escrevi um texto sobre o Bourdain e percebi que sou uma nódoa nisso dos obituários. 

again, os dias vão parecer curtos, de tão cheios que vão ficar.

talvez não saiba viver de outra forma.  

ah! descobri uma série nova que é super divertida: GIRLBOSS. claro, é netflix. tem episódios curtos e uma banda sonora "que sim senhor". a não perder. 

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um dia

«O meu futuro namorado ouve as músicas que lhe envio, gosta de Fernando Pessoa, não se importa de conduzir o meu carro violeta, usa um Mac, leva-me ao cinema e ao teatro, lê-me crónicas do Lobo Antunes, conhece todos os recantos da minha alma, faz-me perguntas pertinentes, deixa-me a pensar, deixa-me escolher a música para acompanhar o jantar, cozinha para mim, sai comigo para dançar, planeia viagens surpresa, sabe que não gosto que me mexam no cabelo, acredita em unicórnios, mira-me enquanto durmo, detesta as manhãs, respeita o meu mau humor matinal, escreve maravilhosamente, usa barba, sabe dar palmadas, beija divinamente, adora as minhas curvas, admira-me com orgulho e deixa-se admirar por mim, não é o tal e nem eu sou a tal para ele, adapta-se a mim e eu e a ele, sabe pôr-me no meu lugar, tem sentido de humor e não é perfeito. É isso.» 

 

a partir DAQUI

 

 

 

 

 

 

eu e as tshirts <3

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vocês sabem que eu não resisto a tshirts "que dizem coisas". e que não resisto à série La Casa de Papel. agora imaginem o dois em um!

passei ali pela Megaphone e rendi-me a este modelo nairobiano que fica "a matar" com as minhas calças camufladas (e com o macacão vermelho, hum?). ok, e também não consegui resistir a uma com unicórnios. vidas, né?

 

o serviço é 5 estrelas: pela rapidez, pela qualidade do algodão e da impressão. além disso, conseguimos acompanhar o estado da encomenda e da entrega, ao momento. 

 

(e havia gomas na encomenda. G-O-M-A-S)

S A F E

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vi a RITA, alegremente, até ao final da III temporada. depois decidi mudar de ares - e de língua. o dinamarquês já me estava a agastar um bocadinho. encontrei SAFE, com o Michael C Hall (que, para mim, será sempre o Dexter ou o gajo dos Sete Palmos de Terra) e uma mão cheia de bons actores.

a I temporada está aí: com acção, muito mistério e um excelente desempenho dos actores. são só 8 episódios, de 40 minutos cada. e sim, dá vontade de ver um, outro e outro.

 

 

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