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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

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ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

marcas humanas, demasiado humanas?

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a associação de marketing digital convidou-me para conversar um pouco sobre a minha experiência no mundo do marketing digital | social media

sugeri um tema que muito me agrada e que norteia o meu trabalho enquanto formadora e consultora na cultura digital: a humanização das marcas (e das pessoas?) 

 

conto convosco? 8 de maio, pelas 19h, no lux lisboa park 

 

podem saber mais AQUI

a formadora que gosta de ser formanda

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afirmei AQUI e volto a repetir: 

Vivemos um momento em que tudo muda, de forma muito rápida. A verdade é que Heraclito de Éfeso já tinha anunciado a mudança como a única constante da vida, há uns milhares de anos. Agora essa mudança é cada vez mais visível e atinge-nos de forma mais directa, nas pequenas (e grandes) coisas do quotidiano. ​A área do marketing digital, em particular, exige uma atenção diária a novos estudos, aos avanços tecnológicos – e também ao contexto, ao momento. Nesse sentido, a formação é essencial, para abrir horizontes e treinarmos a nossa atenção ao que se passa à nossa volta. Também é fundamental para que saibamos marcar a diferença no nosso trabalho, para criarmos uma linha que nos identifique e com a qual nos identificamos. 

O marketing digital é um mundo: nesta área podemos desenvolver-nos de formas muito diferentes e também contactar com pessoas que têm percursos diferentes. É bom fazer formação para afinarmos a nossa própria postura, aprender com os outros olhares e perspectivas sobre o mesmo.

 

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e foi essa a razão que me levou a ser formanda, durante um fim-de-semana intenso. foi duro - e compensou todos os minutos.

sou uma formadora que gosta de ser formanda. enquanto freelancer é FUNDAMENTAL actualizar conhecimentos e aprender com os outros. parto do princípio que os outros têm algo para me ensinar, algo que pode acrescentar valor ao meu trabalho e também à minha postura enquanto 'ssoa humana. 

podemos falar ao telefone? não, não podemos.

 

comprei o meu primeiro telemóvel aos 20 anos. era um nokia, super giro e até dava para trocar as capas. servia, sobretudo, para telefonar e trocar sms. 

hoje, o telemóvel é um instrumento de trabalho. diz o gary que é uma extensão do nosso corpo

 

the thing is: detesto que me liguem. sobretudo quando não combinamos uma hora aproximada. porquê? apresento algumas razões:

 

- quebra-me o ritmo de trabalho

como tenho tarefas diferentes para realizar durante o dia, é fundamental organizar a #ToDoList e o tempo. no fundo, vendo tempo aos meus clientes: o tempo para pesquisa, para desenhar estratégia, para escrever conteúdos, para esclarecer dúvidas, e por aí fora.

 

- não me permite organizar ou preparar os assuntos da conversa

 repito: durante o dia realizo tarefas diferentes e por isso a minha cabeça funciona por "gavetas". quando estou a tratar do assunto Y, tenho como apoio os rascunhos, as notas desse assunto. e se me ligam para falar do assunto X e eu não tenho esses documentos (ou e-mails por perto, por exº), sinto que não consigo responder da melhor maneira e resolver os assuntos telefonicamente.

 

- muitas vezes, aquele telefonema pode ser um e-mail 

eu respondo aos e-mails quando posso, com toda a atenção que aquela pessoa e aquele assunto merecem. 

 

de forma a poder controlar a minha gestão de tempo e de tarefas eliminei o meu número de telefone do facebook, do site e dos cartões de visita. eu sou uma das pessoas das quais o gary fala AQUI > 9min30 

 

há whatsapp, há facebook messenger (apenas no desktop, eliminei a app do telemóvel), há e-mail (acessível em tudo o que é aparelho). há imensas alternativas. telefonar é coisa do passado; é quase tão antigo como o fax. 

 

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ah! aproveito para partilhar este livro que é só genial e uma lição de assertividade daquelas XXL. as 'ssoas vão comprar, ler e instagramar só para ficar bem. e vão ler e achar: ai que bruto que é o senhor. não é isso, é assertividade. e é ter os pés bem assentes na terra. 

 

 

 

 

 

> netting up

o pedro vieira foi aos states aprender cenas e trouxe consigo um conceito novo (para mim e para ele, na altura).

netting up.

quem explica isto bem é o Nicholas Kusmich, neste vídeo AQUI. e fala daquilo que sentia (e sinto um bocadinho, mas estou a treinar isso) enquanto freelancer: se não tivesse muito trabalho, muitos clientes, trabalhar de domingo a domingo, sentia que "hey as coisas não estão a correr bem". tinha que andar sempre ocupada. e não podia ter tempo para descansar, ai não, não.

errado.

 

sucesso versus qualidade

na verdade, não estava a ser bem sucedida, pois trabalhava horas, demasiadas horas numa semana e não descansava, não produzia sempre com a qualidade que eu desejo. com a qualidade que me diferencia dos outros. que constitui a minha mais valia. 

há muita pressão interna para estarmos sempre a trabalhar, com medo do dia seguinte e da possibilidade de ficar sem trabalho. 

há pressão externa, também. há uma ideia subliminar associada aos empresários por conta própria e aos trabalhadores independentes: temos que estar sempre a trabalhar, temos que estar sempre a produzir e a responder aos pedidos dos nossos clientes. 

não, não temos.

os clientes também têm que nos respeitar e nós temos que criar as regras, de início, para construirmos canais de comunicação fluídos, ajustados às necessidades do cliente - e também às tarefas, ao fee acordado. 

 

acrescentar & gerar valor

 

há projectos que são mais do mesmo, não trazem valor ao cliente, não trazem valor ao nosso currículo. sempre que posso (entenda-se, sempre que o meu fee mensal global não fica afectado), rejeito esses projectos. e é esse o caminho a seguir, pois há outras pessoas que podem aprender com esse projecto (precisam da experiência, por exemplo) e eu tenho que canalizar a minha energia em aprofundar conhecimentos e gerar valor. 

 

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 gestão do tempo

 

todos os dias aprendo um bocadinho mais sobre a gestão do tempo e a necessidade de tomar controlo sobre a minha vida. se estivesse a escrever no final do ano, diria que a minha resolução passa por investir bem o meu tempo, em termos de trabalho e também a nível pessoal. é um trabalho diário e exige pequenas mudanças - que são enormes e por isso devem ser desdobradas em mais pequenas. 

 

btw, falei-vos de mudança AQUI, no podcast com a elsa e a sónia. chegaram a ouvir? 

 

 

 

 

podcast, disse ela - ou melhor, dissemos nós!

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estive com a sónia costa e a elsa fernandes, nos estúdios da U.Porto Media Innovation Labs para conversarmos sobre mudanças profissionais e desafios.

conheci a sónia há uns anos, numa das primeiras formações que fiz em social media. a elsa conheci através do twitter. actualmente partilhamos a mesma casa, no que à formação diz respeito: somos formadoras na flag: a sónia e a elsa, no porto, eu em lisboa. 

em novembro do ano passado estivemos juntas no websummit onde partilhámos conversas, desabafos e perspectivas sobre a vida de quem trabalha em marketing digital, como nós. 

 

 

as pessoas gostam, no geral, de ouvir histórias de sucesso e ignoram muito o trabalho que o sucesso dá, um trabalho que é diário e exige bastante energia. é um clássico: adoram resultados e esquecem o(s) processo(s).

para quem visita este blog com frequência sabe que partilho as coisas boas e as menos boas - com estas procuro aprender e (sor)rir. 

as conversas da sónia e da elsa abordam um pouco de tudo: o sucesso e os fracassos que fazem parte do caminho. sim, assumimos um tom optimista, de quem gosta de ver o copo (de gin, de tinto) meio cheio.

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visitem o site Podcast, disse ela. e aproveitem para ouvir as outras conversas que por lá "andam" 

com um brilhozinho nos olhos

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o título é descaradamente furtado ao grande-e-muy-enorme sérgio godinho. não é uma inspiração, é furto - pois o roubo implica violência.

rumei (rumámos) até à casa (caixa, vá) da música para ouvir o sérgio. não o via ao vivo desde um concerto longíquo, em cem soldos (no festival bons sons). é uma simpatia, de sorriso rasgado e com uns 72 anos que "sim senhor". 

a banda que o acompanha é, só, cinco estrelas e meia. adoptava o baterista e o baixista, assim, só naquela. 

ouvi canções novas, do álbum nação valente e ainda aqueles êxitos intemporais, que me acompanham há tanto tempo. que fazem parte da minha banda sonora de vida. com um brilhozinho nos olhos ouvi e cantei a letra, de uma ponta à outra. a letra ganhou outro sentido, ganhou outras memórias, outros cheiros, outros olhares.

 

Com um brilhozinho nos olhos
Metemos o carro
Muito à frente muito à frente dos bois
Ou seja fizemos promessas
Trocámos retratos
Traçámos projectos a dois
Trocámos de roupa trocámos de corpo
Trocámos de beijos tão bom é tão bom
E com um brilhozinho nos olhos
Tocamos guitarra
Pelo menos a julgar pelo som

 

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o dia era de chuva e de frio, mas houve ali um momento ou outro de céu azul, só para não desanimar. e ainda deu para tirar uma fotografia ou outra digna de instagram. 

 

"os dias estão bons, há sol, e depois tu chegas e começa a chover".

 

se não te importares que chova, eu volto.

 

 

:: s l o w i n g :: d o w n ::

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foram duas semanas intensas - e que pareceram imensas: muitas oficinas de filosofia (no jardim de infância, com os 1º e 2ºs ciclos), formação com agentes educativos e o trabalho do dia-a-dia para assegurar.

fevereiro trouxe o fim de dois projectos, de forma inesperada. para uma 'ssoa freelancer isto é coisa para nos fazer abanar o mundo, pois são dois "ordenados" que deixam de entrar na conta, mensalmente. nestas alturas ficamos a pensar nos "não" que dissemos pois não havia tempo para mais e estávamos a contar com estes projectos - ou, pelo menos, nada indicava que iam acabar.

é março, mês da primavera, mês de escrita e de novos começos - assim o espero. 

hoje é sexta-feira (eu sei, eu sei! precisavam MESMO que vos lembrasse disso) e eu vou ali, de fim-de-semana, pois também mereço parar, beber um ou dois gin e namorar um bocadinho. 

 

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(fica muito mal este post com crianças e gin, assim no mesmo texto? bem, pode ser que gere tráfego aqui para o blog. vou escrever mais umas coisas impactantes para promover o engajamento... ora então: diogo piçarra, festival da canção, coruja da super bock, sexo [hey, o sexo é a coisa que mais vende!!], mulher assassina marido com a faca da cozinha...) 

 

 

 

 

"mas queremos dizer sim"

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sentada no chão, rodeada de crianças com uns 6, 7 anos, ouvia uma das pequenas a explicar o que se queria dizer "falar ao contrário". 

nós dizemos não, mas queremos dizer sim - afirmava a pequena filósofa. por momentos viajei, na minha cabeça, para alguns dos momentos em que disse não e queria mesmo-mesmo-mesmo dizer sim. confesso: arrependo-me de um ou outro "não" desses. não me tiram o sono, mas pesam, quando vêm à memória. rapidamente pensei: agora não há nada a fazer. chorar? não vale a pena. lamentar-me? não vale a pena. voltar atrás? não vai dar. suspendi a viagem e dediquei toda a minha atenção ao presente. 

estivemos a investigar as razões para que isso aconteça.

damn it. lá viajei eu de novo. 

 

 

"então, tudo bem?"

 

há projectos que nos apaixonam desde o primeiro minuto. quando a ideia surge só pensamos em vê-la crescer, dar os seus primeiros passos. queremos estar lá em todos os minutos. partilhar os bons e maus momentos. dar-lhe a mão. damos tempo, damos dedicação. não há "mas". é só estar lá. a ideia, pah, a ideia é tão boa e capaz de gerar tantas e muitas coisas. envolvemos os outros, aqueles de quem gostamos, nesta ideia. eles colocam as mãos na massa. e é tudo bonito. estamos felizes. estamos lá pelas 'ssoas, não é verdade? e, para o bem e para o mal: as 'ssoas. chega o momento em que essas 'ssoas fazem o que diziam que não iriam fazer. e, depois de sugarem o teu tempo e a tua energia, continuam caminho, sem ti. agora já não fazes falta. "não és a tal". e é assim que aquele projecto (que tanto me apaixonou, que me fez caminhar, que me desafiou, que me fez crescer, que me deu asas) passa da categoria de "namoro intenso" para "se passar por ti na rua, tanto me faz, mas pergunto então tudo bem porque sou uma miúda educada". 

já não sinto nada.

foi bonito, sim. deixou de ser. 

 

 

 

 

: s : l : o : w : l : y :

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cidade do porto, duas amigas e vários dedos de conversa. um fino, uma pizza e um café. falar sobre mudança, a atitude positiva de quem não desiste, de quem persiste, de quem insiste - que é possível fazer aquilo que nos faz felizes (mesmo com dias de merda). 

andar numa cidade que não é a minha, como se a conhecesse desde sempre. apanhar o comboio e vestir uma rotina que não é minha, como se fosse. chegar a casa (à tua) e sentir que é um bocadinho minha. escolher o vinho para beber e vestir uma roupa sexy só para te agradar (entenda-se, um pijama de algodão, com unicórnios). 

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frango de churrasco, batatas fritas e uma gaveta no frigorífico cheia de super bock: o que é que uma miúda pode pedir mais, no dia de são valentim? 

nem um postal com corações, nem um ramo de flores, nem nada digno do instagram. [that's how i like it ]

 

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alinhavar ideias à volta das relações públicas. preparar formação. ler. fazer chá. ver a chuva lá fora a cair. e a vontade de voltar a casa. 

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home is where wifi is - e isso, definitivamente, não acontece nos comboios da cp. 

 

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e eis que chega o fim-de-semana, em casa, na aldeia. com um tacho de ervilhas patrocinado pela mãe Sabel, com um félix aos saltos, um friqui anti-social e um kioko cheio de sono. sair para trabalhar um bocadinho, de manhã e fazer planos com a mai'nova.

faltou a energia para visitar a mel, na uppa. 

 

devagar, devagarinho, slowly

 

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