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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

para quem tem cão ou gato (e não só)

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o desafio é partilhar a minha experiência com animais: a experiência que tenho desde miúda e aquela que adquiri com o voluntariado na UPPA. mensalmente podem ler artigos sobre os mais variados temas: qual o espaço ideal para o meu cão, que cuidados ter com a vacinação e desparasitação, histórias de voluntariado, momentos felizes e momentos tristes.

 

há de tudo um pouco, ali mesmo, no site do intermarché.

 

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é toda uma vida de blogger #sqn

 

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quem nunca fez uma piada com as típicas fotografias das bloggers, que atire a primeira pedra. ou que apanhe o primeiro cocó. sim, tenho para mim que as 'ssoas bloggers desta vida andam sempre a olhar para o chão para ver bem se há cocó de cão e para apanhar.

raramente se deixam fotografar como eu: de saca de ração vazia na mão, para a recolha, e um saco de cocós, daqueles pretos, na outra.

 

sobre o poop-collecting-look:

tshirt web summit (trouxe umas seis, eram grátis)

calças impermeáveis pretas, decathlon (estão rotas, vou ter que investir noutras)

galochas pretas, decathlon 

saco de ração vazio, 10kg, active pet 

 

 

 

 

 

dar um pouco, receber tanto e muito

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a uppa comemora dez anos de existência no próximo dia 3 de dezembro. faz parte da minha há 3 (serão 4?) e têm sido muitos os bons momentos que por lá tenho vivido. também há os menos bons, sim. 

 

big brother is watching me

 

o voluntariado na uppa é algo que partilho com o meu irmão - aliás, é por culpa do mano que sou voluntária na uppa. ele deu o primeiro passo e eu fui visitando o albergue até que comecei a dedicar parte do meu tempo à uppa. há várias formas de ajudar: já passei pela equipa de recepção aos voluntários, à gestão do fb, do ig e do tw (tenho muito orgulho em ter impulsionado a criação da conta) ou do e-mail da comunicação. como o tempo é escasso tive que escolher a tarefa que mais gozo me dá. e aquilo que mais gosto de fazer na uppa implica acordar bem cedo aos sábados e rumar até à terrugem para apanhar cocós, lavar, fazer comida, dar medicação, namorar com os patudos. isso implica organizar a minha vida (pessoal e profissional) para poder dispender de um dia da semana para estar com a Ginger, Mel, o Fred, a Brave, o Fuga e mais uma mão cheia de miúdos irresistíveis. quando trabalho aos sábados não consigo ir ao albergue e as saudades apertam - as saudades dos cães, mas também do trabalho em equipa, com o mano e os outros voluntários.

 

félix, riva, mel, ginger, brave, fred: nomes com "rosto"

 

a minha primeira contribuição para a uppa passou pelo apadrinhamento do fred. o fred é só o miúdo mais fofo da vida. infelizmente não me é possível adoptá-lo, pois cá em casa o friqui dog é quem mais ordena nestas coisas das energias e comportamentos - e um pinscher é um pinscher, certo? 

assim, foi o félix (na foto) que me conquistou e se tornou no uppaliano adoptado cá de casa: tinha a energia certa para lidar com o friqui e o farrusco (que faleceu durante o verão). 

mas houve (há) outros uppalianos que me conquistaram. a ginger, a mana do fred, que me fez sentir pela primeira vez aquela sensação de "mas mas ela vai ser adoptada. eu quero muito que isso aconteça. mas mas vou deixar de a ver." a riva, o meu primeiro desafio "à séria". a mel, a riqueza mais boa da vida, com a sua maneira única de ser e de estar. a brave, a melhor amiga do fred (de dois fred, aliás). o fuga, que é só o rapaz mais bem educado da uppa. o sky. a júlia e o seu olhar bicolor. a matilde, que foi adoptada e está fantástica. a beijoqueira grosy. o charmoso gaby (que saudades do grandalhão). a pucca. a nárnia. o horácio. e há também os uppalianos que já faleceram 

 

perder tempo? nada disso. investir tempo. receber tanto e muito

 

ser voluntária tem alguns riscos: já fui mordida, já me esbardalhei à grande, já fui picada por vespas. mas o benefício é maior do que tudo isto.

perceber que mudamos a vida daqueles cães, muitos deles perdidos e sem fé na humanidade, é a maior recompensa de todo este trabalho. 

 

a uppa - união para a protecção dos animais comemora 10 anos. parabéns, uppa. é bom fazer parte desta família unida por uma causa.

 

 

para conhecer a uppa: http://uppa.pt

 

 

 

 

 

 

 

:: when the going gets tough the tough get going ::

para quem acompanha o blog, o meu twitter, instagram ou facebook, é fácil perceber onde passo alguns dos sábados da minha vida: na uppa. 

há já alguns anos que sou voluntária nesta associação. aos sábados rumo até sintra, ali para os lados da terrugem, para estar com alguns cães que ainda não tiveram a felicidade de encontrar uma família. 

vocês já conhecem a mel, o fred, a brave. e certamente se lembram da ginger, da riva e do gabriel. são CÃOpanheiros que marcam a minha relação com a uppa, pela empatia e pelos laços que se vão criando. 

 

o copo meio vazio 

 

os dias de voluntariado não são sempre bonitos: começa logo pelo facto de termos que apanhar muita merda, bem cedo pela manhã. faço parte da equipa de tratadores e essa é uma das tarefas que nos compete, além da lavagem, da medicação e da preparação da comida. depois há os imprevistos normais num albergue com quase 90 cães: uns arrufos entre patudos, uma mangueira que se estraga, uma coleira que se desaperta. há ainda as situações mais difíceis, como termos que nos despedir de um patudo, para sempre. 

 

e depois há outro tipo de imprevistos: já fui mordida, já caí e já fui picada por vespas (ou abelhas, nem sei). nem vou falar das nódoas negras que descubro ao domingo e à segunda. 

 

o copo meio cheio

 

parece muito mau, não é? fazer voluntariado e sujeitar-me a isto tudo? sim. sempre que posso, lá estou. aliás, já é mais um compromisso do que outra coisa. e há uma lista enorme de aspectos positivos que pesam sempre mais do que os negativos. quais? bom, há o exercício físico, de que fala a jonas. há o sorriso da mel quando vê o meu carro a chegar. há a alegria do fred quando vou passar uns minutos à box, para namorar com ele. há ainda o privilégio de ver cães que chegam ao albergue assustados e sem qualquer fé na humanidade, a ganhar confiança, semana após semana. há o espírito de equipa entre os voluntários. há ainda a oportunidade de partilhar uma coisa com o meu irmão, de termos algo que podemos fazer juntos. há a amizade que se cria com alguns voluntários. 

isso pesa mais do que as mordidas, as picadas ou as quedas. mesmo que estas ponham em risco a integridade das minhas tatuagens. 

 

se quiserem saber mais sobre o voluntariado na #uppa_animais informem-se através do e-mail uppa.voluntariado@gmail.com 

 

 

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amiga-me e cabify rescue: das várias formas de ajudar os animais

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são duas iniciativas diferentes, com uma causa em comum: partilhar animais para adopção e associações que trabalham diariamente na recolha e recuperação de animais.

 

a plataforma AMIGA-ME é da responsabilidade do grupo Intermarché e destina-se às associações que aqui encontram um espaço de partilha dos animais que estão a seu cargo; e também a quem procura um amigo canino ou felino. para saberem mais, podem visitar este link. 

 

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além de nos transportar de um lado para o outro, a cabify vai transportar informação sobre animais que se encontram num albergue para adopção. a iniciativa chama-se cabify rescue e terá lugar durante todo o mês de novembro. 

 

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em dezembro passam 4 anos desde que conheci o Félix, na UPPA. foi amor ao primeiro passeio. no mês seguinte estava a viver cá em casa, na companhia do Friqui e do Farrusco. 

como me apaixonei por outros cães, na UPPA, e não posso adoptar mais, tornei-me voluntária. assim, aos sábados, o Fred, a Brave e a Mel são um bocadinho meus. 

 

a adopção não é algo que se faz de ânimo leve: não podemos esquecer que este amigo vai precisar de nós em vários momentos. preparei este artigo com uma check list que me parece fundamental rever na tomada de decisão da adopção. 

 

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a minha vida é um intervalo entre um mayweather e um mcgregor

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dia do cão: em forma líquida e sólida - para todos os gostos

para celebrar o dia do cão, antecipei um passeio com o félix the dog. a hora escolhida foi só a pior de sempre e o passeio foi curto, devido ao calor.

à noite, a comemoração também inclui um cão de raça líquida. sim, o jovem é daqueles que coloca salada no gin. e eu respeito isso, desde que me ele me encha o copo e haja tónica de qualidade no frigorífico.

 

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passear contigo, amar e ser feliz 

o sábado estava reservado à uppa e incluiu um passeio com os miúdos mais giros do pedaço: o fred e a brave. estão ambos para adopção - e não precisam de ser adoptados em conjunto. o passeio a dois, ou melhor, a três, acontece pelo facto de eu ter dois amores e não ter a certeza de qual eu gosto mais. 

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 sem problema: cheguei a casa com os dois rins. mas duvidei.

depois de 8h em modo voluntariado, o corpo estava mesmo a pedir uma noite na discoteca. bom, não estava, mas a verdade é que quem manda aqui sou eu. e, de vez em quando, gosto de fazer de conta que sou uma jovem de 20 e poucos anos. conhecem o metropolisclub? pois eu também não conhecia. o espaço fica no centro comercial imaviz, mesmo em frente ao edifício da pt. 

entramos num edifício cheio de vazio, isto é, com lojas e lojas fechadas. temos que descer as escadas: ouve-se música muito lá ao fundo. tememos pela vida: se eu tivesse que imaginar um sítio onde fosse provável entrar > beber qualquer coisa > adormecer > acordar na rua, sem um rim - esse espaço existe e é o centro comercial imaviz, perto da meia-noite. a descrição não é exagerada. a confiança na humanidade (em particular, no a.), fez com que eu caminhasse de peito aberto, pronta para as balas que dali pudessem vir. 

enfim, nada disso aconteceu. pelo contrário: foi uma noite entre êxitos dos anos 80 e dos anos 90, com muita dança pelo meio. confesso que 2h depois já estava muito um bocadinho estafada. lembrei-me que quem tem 20 e poucos anos é ele e não eu. dei o meu melhor, acreditem. de tal forma que cheguei a casa, tomei um duche, vesti o pijama e dormi um sono muito merecido. antes disso, espreitámos o resultado do combate entre os senhores maywheater e mcgregor, uma metáfora bonita para o dia que estava a acabar: o a. cheio de energia, como é próprio de quem tinha dormido até às 14h30 ainda não tem 30 anos e eu a desejar que o último round acabasse para ir para casa.

 

voldemort e companhia (i)limitada 

na manhã tarde seguinte houve ronha e preguiça. e estivemos a ver o harry potter (pois, há um gap geracional entre nós). à noite, mais uma celebração líquida do dia do cão. 

a segunda-feira trouxe consigo uma coisa chamada realidade e cera quente (foi dia de depilação, entenda-se).

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i like to move it - mas estava mais em modo arrastaiting my ass

a dever algumas horas de sono à minha cama, com a energia de um maywheater que aniquiliou um macgregor (ou seja, a arrastar-me com calma e muito estilo), lá subi para cima da elíptica, perante uma audiência louca de entusiasmo. ou então não.

ainda não são 21h e já estou cheia de sono. escolhas  e consequências, joana rita. 

uma aula solidária, de yoga - no próximo domingo

 

a  professora Carla continua a ajudar os amigos caninos da uppa, promovendo aulas de yoga, no último domingo do mês.

para participar só precisamos de um bilhete que se traduz em algo essencial para o dia-a-dia do albergue: detergentes (lava-tudo), lixivia, arroz, ração, desparasitantes externos e internos. 

a próxima aula será na quinta da granja, em benfica, junto ao centro comercial colombo. levem roupa confortável, colchão de prática ou toalha de praia e boa disposição!

 

tomem nota:

domingo, 27 de agosto, das 11h às 12h

parque hortícola da quinta da granja (estrada de benfica) 

 

*

 

em Julho, eu e o Félix participámos na aula. bom, na verdade, aproveitámos para passear no jardim e tirar umas fotografias à malta. 

 

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