Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

dias de [inserir festividade a gosto]

16733891_WoZan.jpeg

 

cá em casa as tradições são coisas menos tradicionais. o dia do pai há muito que deixou de ter significado para mim, pois o meu pai sempre foram a minha mãe e o meu mano. e para estas duas metades de mim, todos os dias são dias deles.

há 8 - quase 9 - que sou o "outro pai" do Santiago. acho que já terei explicado esta história por aqui.

e ontem o Santiago preparou-me esta pequena surpresa:

 

tumblr_o4b3rzCUgO1qhzqx6o1_500.jpg

 

 

 

 

 

liberdade

filosofar em Maputo - e recordar Abril

 

 

filosofar com os "meus" atletas de Taekwondo

 

 

conversar com quem gostamos de ler

 

 

 

viajar, conhecer, cheirar, pisar

 

 

 

ouvir boa música, em boa companhia

 

manifestar(-me)

 

 

tatuar (na pele)

 

 

 

escolher

 

 

 

sentir (borboletas)

 

(por isto e por muito mais) GRATA POR TERES ACONTECIDO, ABRIL DE 74

da série "coisas que me preocupam"

leia-se o post d'A Gaja:
«Andava eu a matar tempo no instagram quando me deparo com a seguinte aberração: a foto de um miúdo, pré-adolescente, deitado numa cama de hospital, com ar meio knocked out, quiçá da anestesia. Vou ver de quem é o perfil e fico de queixo caído. A foto (que fazia parte de um conjunto de fotos da mesma situação) tinha sido tirada pelo pai do miúdo, que fez questão de documentar para a posteridade a entrada e saída do filho da operação de remoção do apêndice.

Tal como a maioria de vocês, seres adultos e pensantes, eu também tenho lá em casa, guardadas em gavetas, fotografias pouco abonatórias, que os meus pais vão buscar de vez em quando para mostrar como eu já era mal comportada quando era miúda e, basicamente, para me envergonharem.
Mas aquelas fotos, a não ser que tenham pernas, não irão mais longe do que o móvel da sala. O mesmo não acontece com as imagens nas redes sociais.

Antes de postarem na rede o vosso rebento todo cagado de papa, de fraldas ou a fazer uma birra descomunal, parem e pensem: "quando ele tiver idade para perceber e vir as 15000 fotos e os 300 mil posts que eu escrevi sobre ele, incluindo dissertações sobre o tamanho dos cocós e sobre as dificuldades a matemática, será que vai gostar?"
Se se detiverem uns 5 segundos nesta pertinente questão talvez poupem, num futuro não muito distante, muito dinheiro em consultas de psicoterapia. Just sayin'.»
partilhei o post com uma amiga minha, de quem gosto muito, e que deu á luz uma das minhas mini-pessoas-humanas preferidas de sempre. e que usa o seu facebook para partilhar (quase) tudo sobre a vida do filho.
a ideia é construir um álbum de fotografias do crescimento do filho. nada que a mãe Sabel não tivesse feito comigo. a diferença é que os meus álbuns estão ali, nas gavetas do móvel, e este está num album do facebook, online e disponível para consulta e download dos amigos da mãe. desta forma denunciam-se hábitos e rotinas da vida da criança, momentos especiais e conjuntos de roupa escolhidos pela mãe e que não abonam a favor da imagem da criança.
estamos a falar de deixar registado na internet algo que é íntimo, o crescimento do nosso filho. a sua identidade. a sua cara - e a forma como se altera ao longo do tempo. lamento, mas não compreendo. sim, eu também já terei postado 2 ou 3 fotografias das minhas crianças, aqui mesmo neste blog. mas são discretas e contam-se pelos dedos aquelas em que se consegue ter acesso à cara da criança.
«assim partilho o crescimento com as pessoas que estão longe» - bom, eu julgo que há aqui um egoísmo latente. uma necessidade de mostrar aos outros "sou um óptimo pai e vejam só como o meu filho está lindo". sim, ainda bem que está. e uma falta de respeito pela imagem da criança, que não tem, ainda, noção do alcance deste tipo de partilhas.
«não há-de ser nada. e se ele depois quiser, quando crescer, pode apagar» - este argumento também é inocente. uma vez na internet, não controlamos onde os conteúdos possam ir parar. as pessoas podem descarregar as fotografias. podem guardá-las. e depois nós apagamos - mas apagamos o quê?
conheço muitos pais que nunca publicaram uma única fotografia dos filhos no facebook. imprimem fotografias e fazem albuns (hey, o disco rígido pode ir ao ar! e o facebook pode morrer!) e as pessoas que lhe são próximas continuam a acompanhar o crescimento das crianças. impressionante, não é?  
o que pensam vocês, caros leitores?
mais sobre este assunto AQUI

Mais sobre mim

foto do autor

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2008
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D