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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

dos dias cheios

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um dos meus objectivos para 2018 é trabalhar menos. sim, ser freelancer obriga-nos a trabalhar um bocadinho mais do que o emprego 9/17h. são muitas as horas passadas a criar e manter vivos os contactos que nos trazem trabalho e projectos motivadores.

assim, e como não tenho férias à séria desde 2013, tracei este objectivo. netting up: menos trabalhos, mas com mais qualidade e com honorários que me façam sentir valorizada.

 

o equilíbrio é difícil, pois há aqueles projectos que me falam ao coração e que não consigo recusar. e depois? bom, depois tenho ali uns dias super cheios e ando a mil. mas é um cansaço bom, sabem?

nos últimos tempos houve um pouco de tudo: oficinas de filosofia no jardim de infância, uma conferência na Universidade Nova de Lisboa, a IMSHAREConf, redacção de artigos sobre os melhores amigos, ghostwriting e o OK para dois projectos novos, aliciantes. escrevi um texto sobre o Bourdain e percebi que sou uma nódoa nisso dos obituários. 

again, os dias vão parecer curtos, de tão cheios que vão ficar.

talvez não saiba viver de outra forma.  

ah! descobri uma série nova que é super divertida: GIRLBOSS. claro, é netflix. tem episódios curtos e uma banda sonora "que sim senhor". a não perder. 

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despedi-me de maio, disse olá a junho

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maio, querido maio 

 

maio é mês de maria - e não só. cá por casa é mês de aniversários: de mamãe e do mano. não somos as 'ssoas mais entusiastas com os aniversários, temos a nossa maneira de lidar com a coisa. 

como se pode ver pela foto, eu lido sempre com charme e com a mão na anca. 

 

it's joana, bitch 

maio trouxe consigo a necessidade de tomar uma decisão importante; de assumir que houve decisões no passado que não foram assim tão fixes. e como não posso ficar presa a isso para sempre, peguei nas minhas coisinhas e fiz-me à vida. 

escolher é sempre difícil, sempre. não há volta a dar. mas só assim conseguimos seguir em frente. eu sei, é um super cliché.

 

 

 

 

aquele café inesperado 

 

a vida é um lugar estranho e proporciona-me uns encontros inesperados. e reveladores.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

outro cliché

mais uma voltinha, mais uma viagem, mais uma "tareia" daquelas que me faz bem - ao corpo e à alma. btw, o corpo está 13 kgs mais leve. aqueles calções já servem, aquelas calças também. e já comprei calças no número abaixo.

 

 

 

 

olá, junho 

junho é o mês do verão e do meu aniversário. chegou com pouco calor (lamentável!) e com a promessa de bastante trabalho. e formações - daquelas em que eu me sento no lugar de formanda, sabem?

 

 

 

it's friendzone or kissing zone, baby

 

"39 and single". 

já reforcei os cremes com colagénio, para a cara,  e amanhã vou investigar um para o corpitxo. "vai malandra" e afins - é esse o mote para os 39, como quem caminha para a ternura dos 40.

 

obrigada por estarem desse lado, sintonizados neste blog, a ouvir desabafos, vitórias, reclamações, elogios, coisas boas e outras que nem por isso. tudo isso faz parte da (minha) vida e este blog é dos melhores arquivos que tenho dela.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

um dia

«O meu futuro namorado ouve as músicas que lhe envio, gosta de Fernando Pessoa, não se importa de conduzir o meu carro violeta, usa um Mac, leva-me ao cinema e ao teatro, lê-me crónicas do Lobo Antunes, conhece todos os recantos da minha alma, faz-me perguntas pertinentes, deixa-me a pensar, deixa-me escolher a música para acompanhar o jantar, cozinha para mim, sai comigo para dançar, planeia viagens surpresa, sabe que não gosto que me mexam no cabelo, acredita em unicórnios, mira-me enquanto durmo, detesta as manhãs, respeita o meu mau humor matinal, escreve maravilhosamente, usa barba, sabe dar palmadas, beija divinamente, adora as minhas curvas, admira-me com orgulho e deixa-se admirar por mim, não é o tal e nem eu sou a tal para ele, adapta-se a mim e eu e a ele, sabe pôr-me no meu lugar, tem sentido de humor e não é perfeito. É isso.» 

 

a partir DAQUI

 

 

 

 

 

 

i'll be dancing on my own

 

li os artigos da especialidade. a coisa só teria sentido com confiança, datas, momentos bem planeados e que permitissem criar memórias. com muita comunicação, muita partilha: no final do dia eram as palavras ditas e as não ditas que faziam a diferença.

segui as recomendações à risca. partilhei-as, assumi-as. levei isto a sério, com esforço e dedicação. e humor, claro. escrevi tudo. escrevi demais, talvez. um dia deixei de o fazer. consta que nem deu conta.

dei tempo e espaço. a distância não me preocupava, o tempo entre os momentos que podíamos criar para nós - esse sim, era sempre longe demais. 

faço um esforço - sim, isto de amar também dá trabalho - para nunca levar as experiências do passado para aquela que vivo no presente. as pessoas não se comparam e, pensando bem, o falhanço das relações anteriores permite a do presente. talvez por isso me magoe tanto ouvir o "eu sempre fui assim" ou "este era o hábito" ou "desde sempre". um compromisso exige que haja adaptação, de ambas as partes. um compromisso exige compromisso. exige dizer e fazer. 

 

it takes two to tango. i guess i'll be dancing on my own.

 

agora é cicatrizar. escrever ajuda (-me).

 

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a minha vida dava um filme indiano

 

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imagem retirada DAQUI

 

depois da infecção urinária, eis que sou alvo de uma trinca por parte de um dos canídeos lá da uppa. ossos do ofício, bem sei. sem stress: ainda havia antibiótico a circular no meu organismo.

como não me faltava mais nada, acordei com um leve torcicolo que, dois dias depois, me deixou com dores e quase sem que conseguir mexer. depois de uma tentativa de alívio à base de adalgur, lá fui à corrida para o osteopata, que me alinhou a direcção em meia hora.

toda uma colecção de moléstias [adoro esta palavra] à qual se juntou uma reacção (histérica!) do meu organismo a uma picada de insecto (?). valha-me são fenistil!

o que me consola é saber vamos todos morrer, um dia.

 

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e contra isso, nada a fazer. a não ser sorrir.

 

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(ricky gervais, humanity @ netflix) 

 

 

 

comemorar o dia dos irmãos be like

 

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na terça feira passada assinalou-se o dia dos irmãos. não sei se foi um daqueles decretos da rádio comercial ou se é mesmo uma efeméride a nível nacional / internacional. e eu passei 7h desse dia na companhia do meu irmão. não foi algo planeado, foi até uma surpresa para ambos. não houve refeição partilhada, mas foi bastante emocionante. 

acordei e deparei-me com um enorme mau estar e verifiquei que tinha sangue na urina. liguei para a minha médica a quem descrevi os meus sintomas (as dores são horríveis, pior que isto só dor de dentes ou de ouvidos!). "o mais certo é ser uma infecção urinária, tens que ir ao hospital". e como não me sentia bem para conduzir, o meu irmão foi comigo. 

da entrada à triagem a coisa aconteceu de forma rápida (uma hora talvez). o pior foi a espera pelas análises e pelo exame. saí de lá sem saber bem se me havia de sentar, deitar ou rebolar no chão, mas com medicação milagrosa que em poucas horas me fez sentir bem. foi a minha primeira vez no hospital beatriz ângelo (loures) e só posso salientar a forma como fui atendida pela equipa médica. o carinho e a atenção para com os outros pacientes foi sempre evidente.

e o mano não arredou pé. 

 

há quem combine jantar ou cinema com o irmão; os manos Sousa "combinam" coisas à última da hora. 

verbo conhecer

 

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[do lado de cá]

o que precisamos saber para dizer que sabemos quem (alguém) é? que dados, que informações, que histórias, que datas, que factos, que marcas, que sins, que nãos?

que perguntas podemos fazer? que perguntas devemos fazer? e há perguntas proibidas? 

 

[do lado de lá]

e o que dizer? tudo? umas coisas e outras? nada? ocultamos, e não mentimos. omitimos e não dizemos mentiras. 

respondemos a tudo? fugimos às respostas? adiamos a resposta? 

 

 

 (print screen do priberam)

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