Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

o significado do aniversário

D8FCHj-U8AAFZE-.jpg

cá em casa nunca houve o hábito de fazer festas de aniversário. eram coisas dispendiosas e manteve-se a tradição de apagar as velas e comer uma fatia de bolo, em família. há muitas fotografias desses tempos: eu a soprar as velas, ao lado do mano - e ele a soprar as velas do bolo dele, comigo a seu lado. o mano faz anos a 30 de maio e eu a 2 de junho. três anos de diferença e tantas diferenças. e uma sintonia estranha.

 

e eis que fiz 40 anos. é mesmo só um número, pois não sinto assim nada de diferente. para celebrar fui fazer 4 tatuagens, uma por cada década de vida (mentira, fui fazer 4 rabiscos pois fica-me mais em conta e o rapaz dá uso à agulha como deve ser). marquei a sessão com alguma antecedência pois precisava perceber se o que tinha no mealheiro chegava para o que queria fazer. não comentei com ninguém, mas percebendo que o mano estava de férias, mandei sms: "queres vir comigo? vou fazer umas tattoos?" ao que o mano respondeu que estava ocupado e não ia dar. 

 

mais tarde ele mandou uma foto com a razão da sua "ocupação": pois é, também ele tinha ido tatuar-se, sem dizer nada a ninguém. "somos mesmo irmãos". e somos. com tudo o que temos de diferente, há coisas que são muito nossas. 

 

os manos Sousa são assim: comemoram o aniversário em silêncio, com tatuagens ou com o que lhes apetecer. deixámos de soprar velas há uns anos, mas isso não significa que não haja outros momentos doces, em família. 

 

bebinca_bulabula.jpg

 

 

 

praticar o volunteering [ainda a propósito do dia internacional do voluntariado]

20162170_U57sa.jpg

 

Hoje em dia ninguém corre, pratica-se o running.

Não ficamos a ver o pôr-do-sol, vamos a uma sunset party.

E o voluntariado? Já não existe. Agora chama-se volunteering.

 

Vivemos uma era em que é comum inventarmos ou adaptarmos palavras para as coisas de sempre. E isso não tem nada de mal. É, por assim dizer, trendy.

 

O voluntariado, perdão, volunteering sempre fez parte da minha vida. E não é essencial que estejamos inscritos numa instituição para que tal aconteça: basta olharmos à nossa volta e estender a mão. Ver uma pedra na calçada, fora do sítio, e afastá-la para evitar que alguém em cadeira de rodas ou de muletas seja apanhado desprevenido. Ajudar uma pessoa a usar o multibanco. Participar numa campanha de recolha de alimentos da associação lá do bairro. São tantas as opções, concordam?

 

Há uns dois anos o meu irmão iniciou o voluntariado num albergue de acolhimento, para cães. O voluntariado com animais era, para mim, uma novidade: nunca tinha praticado. Curiosa como sou, acabei por visitar o albergue da UPPA – União Para a Protecção dos Animais e vocês nem imaginam o que aconteceu a seguir. Primeiro que tudo fiquei agradavelmente surpreendida com as instalações e as condições em que os UPPAlianos se encontram. Acabei por amadrinhar o Fred e a Ginger, dois manos que praticamente cresceram no albergue e procuram uma família. Depois – e como não sou de ficar de braços cruzados – ajudei num passeio e apaixonei-me pelo Félix, um patudo que me conquistou na primeira troca de olhares. E comecei a visitar o albergue com frequência, para ajudar nos passeios.

 

Até que um dia, num passeio com um grupo de voluntários, alguém me pergunta “então há quanto tempo és voluntária aqui?” E eu fiquei na dúvida. Bom, não era uma voluntária oficial, com regulamento assinado e essas coisas que fazem parte do procedimento da associação. Mas era voluntária de coração. Assim, nesse mesmo dia tomei a decisão de oficializar a minha relação com a UPPA e com os seus patudos para integrar uma equipa de voluntários com quem partilho o amor pelos animais.

 

Quando desenvolvemos trabalho neste tipo de voluntariado damo-nos conta de que há, efectivamente, muitas histórias inacreditáveis de maus tratos para com os animais. Há coisas que até nos parecem tão irreais e sinónimo de ausência de humanidade que custa a acreditar que são verdade. Todavia, o olhar de dor nos patudos confirma o pior cenário. Como voluntários, o nosso papel passa por restaurar a fé na humanidade àqueles patudos que não escolheram o destino que pessoas menos humanas lhes deram. Temos de lhes provar que há pessoas, humanas, que podem proporcionar-lhes mimos, comida, conforto, passeios e um verdadeiro lar.

 

O voluntariado – desculpem, é a força do hábito… O volunteering é uma prática que faz bem à alma, aumenta os níveis de colagénio, elimina cabelos brancos, torna a pele mais firme e reforça os tecidos do coração e da alma. Deveria constar nas receitas médicas para manter os índices de boa disposição e auto estima elevados.

 

E, repito, acontece sem muitas vezes termos consciência dele, de forma “oficial”. E ainda bem que assim é.

 

Já agora, caso estejam pela zona de Sintra e tenham algumas horas livres aos sábados de manhã, juntem-se à equipa de voluntários da UPPA. Para dar início ao processo enviem um e-mail para uppa.voluntariado@gmail.com

 

texto publicado em 2015, nas Capazes 

sam, ézomaior!

os bilhetes foram comprados há muito, muito tempo. nas últimas semanas só ouvia sam smith para que as letras não me falhassem no concerto de ontem, no altice arena. o último concerto da tour e o seu último concerto com 25 anos.

o sorriso de sam é contagiante. na segunda música já pedia ao público que se levantasse. conversou e confessou a sua felicidade por estar em Portugal, pela segunda vez - que é uma primeira, pois a anterior aconteceu num festival. dançou, incentivou à dança. agradeceu pelo sucesso e pela excelente banda que o acompanha. 

a sala estava cheia - de pessoas, de emoções, de gritos histéricos, de telemóveis que iluminaram várias músicas.

 

momentos bonitos? bom, houve muitos. destaco a writings on the wall, like i can, restart, stay with me e pray. 

 

e o que este senhor me faz lembrar o george michael? por falar nisso, só faltou mesmo ESTA. 

 

espreitem AQUI as fotografias da Rita Carmo.

comemorar o dia dos irmãos be like

 

DafhAHEX4AMWxMg.jpg

na terça feira passada assinalou-se o dia dos irmãos. não sei se foi um daqueles decretos da rádio comercial ou se é mesmo uma efeméride a nível nacional / internacional. e eu passei 7h desse dia na companhia do meu irmão. não foi algo planeado, foi até uma surpresa para ambos. não houve refeição partilhada, mas foi bastante emocionante. 

acordei e deparei-me com um enorme mau estar e verifiquei que tinha sangue na urina. liguei para a minha médica a quem descrevi os meus sintomas (as dores são horríveis, pior que isto só dor de dentes ou de ouvidos!). "o mais certo é ser uma infecção urinária, tens que ir ao hospital". e como não me sentia bem para conduzir, o meu irmão foi comigo. 

da entrada à triagem a coisa aconteceu de forma rápida (uma hora talvez). o pior foi a espera pelas análises e pelo exame. saí de lá sem saber bem se me havia de sentar, deitar ou rebolar no chão, mas com medicação milagrosa que em poucas horas me fez sentir bem. foi a minha primeira vez no hospital beatriz ângelo (loures) e só posso salientar a forma como fui atendida pela equipa médica. o carinho e a atenção para com os outros pacientes foi sempre evidente.

e o mano não arredou pé. 

 

há quem combine jantar ou cinema com o irmão; os manos Sousa "combinam" coisas à última da hora. 

dar um pouco, receber tanto e muito

tumblr_p08m1bMBfC1qhzqx6o1_500.jpg

 

a uppa comemora dez anos de existência no próximo dia 3 de dezembro. faz parte da minha há 3 (serão 4?) e têm sido muitos os bons momentos que por lá tenho vivido. também há os menos bons, sim. 

 

big brother is watching me

 

o voluntariado na uppa é algo que partilho com o meu irmão - aliás, é por culpa do mano que sou voluntária na uppa. ele deu o primeiro passo e eu fui visitando o albergue até que comecei a dedicar parte do meu tempo à uppa. há várias formas de ajudar: já passei pela equipa de recepção aos voluntários, à gestão do fb, do ig e do tw (tenho muito orgulho em ter impulsionado a criação da conta) ou do e-mail da comunicação. como o tempo é escasso tive que escolher a tarefa que mais gozo me dá. e aquilo que mais gosto de fazer na uppa implica acordar bem cedo aos sábados e rumar até à terrugem para apanhar cocós, lavar, fazer comida, dar medicação, namorar com os patudos. isso implica organizar a minha vida (pessoal e profissional) para poder dispender de um dia da semana para estar com a Ginger, Mel, o Fred, a Brave, o Fuga e mais uma mão cheia de miúdos irresistíveis. quando trabalho aos sábados não consigo ir ao albergue e as saudades apertam - as saudades dos cães, mas também do trabalho em equipa, com o mano e os outros voluntários.

 

félix, riva, mel, ginger, brave, fred: nomes com "rosto"

 

a minha primeira contribuição para a uppa passou pelo apadrinhamento do fred. o fred é só o miúdo mais fofo da vida. infelizmente não me é possível adoptá-lo, pois cá em casa o friqui dog é quem mais ordena nestas coisas das energias e comportamentos - e um pinscher é um pinscher, certo? 

assim, foi o félix (na foto) que me conquistou e se tornou no uppaliano adoptado cá de casa: tinha a energia certa para lidar com o friqui e o farrusco (que faleceu durante o verão). 

mas houve (há) outros uppalianos que me conquistaram. a ginger, a mana do fred, que me fez sentir pela primeira vez aquela sensação de "mas mas ela vai ser adoptada. eu quero muito que isso aconteça. mas mas vou deixar de a ver." a riva, o meu primeiro desafio "à séria". a mel, a riqueza mais boa da vida, com a sua maneira única de ser e de estar. a brave, a melhor amiga do fred (de dois fred, aliás). o fuga, que é só o rapaz mais bem educado da uppa. o sky. a júlia e o seu olhar bicolor. a matilde, que foi adoptada e está fantástica. a beijoqueira grosy. o charmoso gaby (que saudades do grandalhão). a pucca. a nárnia. o horácio. e há também os uppalianos que já faleceram 

 

perder tempo? nada disso. investir tempo. receber tanto e muito

 

ser voluntária tem alguns riscos: já fui mordida, já me esbardalhei à grande, já fui picada por vespas. mas o benefício é maior do que tudo isto.

perceber que mudamos a vida daqueles cães, muitos deles perdidos e sem fé na humanidade, é a maior recompensa de todo este trabalho. 

 

a uppa - união para a protecção dos animais comemora 10 anos. parabéns, uppa. é bom fazer parte desta família unida por uma causa.

 

 

para conhecer a uppa: http://uppa.pt

 

 

 

 

 

 

 

:: when the going gets tough the tough get going ::

para quem acompanha o blog, o meu twitter, instagram ou facebook, é fácil perceber onde passo alguns dos sábados da minha vida: na uppa. 

há já alguns anos que sou voluntária nesta associação. aos sábados rumo até sintra, ali para os lados da terrugem, para estar com alguns cães que ainda não tiveram a felicidade de encontrar uma família. 

vocês já conhecem a mel, o fred, a brave. e certamente se lembram da ginger, da riva e do gabriel. são CÃOpanheiros que marcam a minha relação com a uppa, pela empatia e pelos laços que se vão criando. 

 

o copo meio vazio 

 

os dias de voluntariado não são sempre bonitos: começa logo pelo facto de termos que apanhar muita merda, bem cedo pela manhã. faço parte da equipa de tratadores e essa é uma das tarefas que nos compete, além da lavagem, da medicação e da preparação da comida. depois há os imprevistos normais num albergue com quase 90 cães: uns arrufos entre patudos, uma mangueira que se estraga, uma coleira que se desaperta. há ainda as situações mais difíceis, como termos que nos despedir de um patudo, para sempre. 

 

e depois há outro tipo de imprevistos: já fui mordida, já caí e já fui picada por vespas (ou abelhas, nem sei). nem vou falar das nódoas negras que descubro ao domingo e à segunda. 

 

o copo meio cheio

 

parece muito mau, não é? fazer voluntariado e sujeitar-me a isto tudo? sim. sempre que posso, lá estou. aliás, já é mais um compromisso do que outra coisa. e há uma lista enorme de aspectos positivos que pesam sempre mais do que os negativos. quais? bom, há o exercício físico, de que fala a jonas. há o sorriso da mel quando vê o meu carro a chegar. há a alegria do fred quando vou passar uns minutos à box, para namorar com ele. há ainda o privilégio de ver cães que chegam ao albergue assustados e sem qualquer fé na humanidade, a ganhar confiança, semana após semana. há o espírito de equipa entre os voluntários. há ainda a oportunidade de partilhar uma coisa com o meu irmão, de termos algo que podemos fazer juntos. há a amizade que se cria com alguns voluntários. 

isso pesa mais do que as mordidas, as picadas ou as quedas. mesmo que estas ponham em risco a integridade das minhas tatuagens. 

 

se quiserem saber mais sobre o voluntariado na #uppa_animais informem-se através do e-mail uppa.voluntariado@gmail.com 

 

 

tumblr_oywu9bjkIH1qhzqx6o1_500.jpg

 

 

 

 

uma aula solidária, de yoga - no próximo domingo

 

a  professora Carla continua a ajudar os amigos caninos da uppa, promovendo aulas de yoga, no último domingo do mês.

para participar só precisamos de um bilhete que se traduz em algo essencial para o dia-a-dia do albergue: detergentes (lava-tudo), lixivia, arroz, ração, desparasitantes externos e internos. 

a próxima aula será na quinta da granja, em benfica, junto ao centro comercial colombo. levem roupa confortável, colchão de prática ou toalha de praia e boa disposição!

 

tomem nota:

domingo, 27 de agosto, das 11h às 12h

parque hortícola da quinta da granja (estrada de benfica) 

 

*

 

em Julho, eu e o Félix participámos na aula. bom, na verdade, aproveitámos para passear no jardim e tirar umas fotografias à malta. 

 

20431426_1458107887601207_171532394367272449_n.jpg

 

20476570_1458108004267862_7286000214327716521_n.jp

 

:: 19 ::

1014474_1446742525566482_5526200961405266112_n.jpg

 

18488201_Lys6a.jpeg

 

em 1998, a cadela dos pais de um amigo teve uma ninhada. pouco tempo antes, o meu avô tinha tido um avc, ficando com a fala afectada. como passava muito tempo na horta, sozinho, precisava de uma companhia com quem falar. o Farrusco entrou, assim, na nossa vida.

entretanto, a minha avó faleceu. uns tempos depois, o meu avô adoeceu e o Farrusco veio morar cá para casa. viveu com os cães que fizeram parte da minha durante estes 19 anos. foi sempre muito sociável, com pessoas e cães. 

enjoava quando andava de carro. ir ao veterinário era uma tortura. gostava de todos os tipos de fruta. tinha mau hálito. aturou o Friqui Dog e o seu mau feitio. o Félix e a sua energia imparável. 

nos últimos meses, o Farrusco deixou de andar, de ver, de ouvir. mas comia bem: às 19h começava a ladrar para jantar. estava consciente, mas muito debilitado. o Félix e o Friqui foram sempre uns amores: aqueciam-no, dormiam com ele. à sua maneira, cuidavam dele. 

 

uma despedida nunca é fácil. e nestes momentos pensamos sempre que ter animais de estimação é doloroso. quando morrem é doloroso. ficam os 19 anos, as boas memórias e algumas fotografias.

 

já tenho saudades. 

 

dupla f e f 002.JPG

 

:: doggy style ::

tumblr_otun559oKB1qhzqx6o1_500.jpg

 

tumblr_otuybgwWZ61qhzqx6o1_500.jpg.png

 

tumblr_otwkhmdcjt1qhzqx6o1_500.jpg

 

tumblr_oturp5mHo91qhzqx6o1_500.jpg

 

tumblr_otv7nyOTbY1qhzqx6o1_500.jpg

 

espero que o título do post vos tenha feito clicar no link e possam, agora, ver estas fotografias que resumem o meu fim de semana, em modo doggy style.

incluiu baldes de merda, pêlos de cão espalhados pela roupa, passeios, lambidelas - e a melhor companhia do mundo, o mano e o morais.

e não venham cá com coisas: o título não é enganoso. se é coisa que não falta aos DOGgy da uppa é o style!

 

 

Mais sobre mim

foto do autor

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2008
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D