e vão 7!

SETE anos de Bárbara no [meu] mundo ![]()
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SETE anos de Bárbara no [meu] mundo ![]()
uma vez na Covilhã e tendo em conta o meu hábito de andar a pé pelas cidades, aldeias e afins: claro que tinha que fazer a rota da arte urbana.
a Câmara disponibiliza um mapa, no site do munícipio. e lá fui eu, a subir, a descer, vira aqui, vira ali, em busca das peças - ou a ser surpreendida por elas, ao virar da esquina. ainda assim, acabei por pedir ajuda a algumas pessoas para localizar o mocho, do bordalo ii e a tecedeira, da tamara alves. eram duas peças das quais tinha referência e queria MUITO vê-las ao vivo.
também foi interessante verificar que andei à procura de um vhils que já não existe: a chuva, o vento e o passar do tempo deram lugar a uma parede onde "era uma vez um vhils".

foram 8,5 km a andar, com direito a almoço na Telepizza (hey, eu merecia!) com a bela da Super Bock a acompanhar. é que os 8,5 km não são "a direito".
senhoras e senhores, até me doíam ajancas, à noite! e se não fosse o casamento e a festa na tenda, por baixo da janela do meu quarto, no hotel PuraLã, acho que teria adormecido num ápice. uma vez que o "aperta aperta com ela" e a felicidade dos noivos e convidados transbordava em som pela periferia foi impossível descansar pois de insonorizados os quartos do PuraLã têm pouco. uma experiência em hotel que tinha TUDO para correr bem, mas ficou estragada, na última noite.
aconselho, vivamente, o passeio pela covilhã: as pessoas são muito simpáticas e há muitos locais de interesse. o mercado municipal é acolhedor e o cheiro dos legumes, das frutas, ainda não fica registado nas fotografias.


eu já explico a fotografia. sim, há uma explicação! antes disso gostaria aqui de falar do super bock super rock deste ano. o cartaz era aquilo que toda a gente sabe, com poucos argumentos face ao alive (que acontece sempre na semana anterior).
tendo em conta a quantidade de passatemos e a acção de oferta de 1000 bilhetes no dia 21, sábado, parecia-nos que as vendas dos bilhetes não tinham sido nada por aí além.
podem visitar o site musicfest.pt e ler os meus artigos e espreitar as fotografias que o marco almeida tirou.
o balanço do #sbsr?
então é assim:
18,4 km = 34 557 passos
seis artigos, num total de 3 645 palavras
um troll de estimação, no twitter (desde 2016)
conheci a Jules (imaginem só! julho de 2018 e eu a conhecer 'ssoas because blogging!) e encontrei uma mão cheia de 'ssoas amigas e outras assim p'ró conhecidas (adivinhem de onde? das redes!)
a ideia foi recriar a fotografia de 2016. todavia, só havia uma fatia de pão nas imediações. assim sendo, a ideia foi do marco: "vais comer o bacon contra a parede". está bem. só que XARAAAM apareceu a outra fatia de pão. e o resultado está à vista. ficou um primor, não ficou?

falava com a Sandra, a minha nutricionista sobre a vitória que foi vestir aqueles calções. e veio-me à memória estas calças de ganga, que não visto há uns 3, talvez 4 anos. adoro o corte, adoro o tecido, mas não conseguia enfiar-me lá dentro.
há um ano e tal fiz uma limpeza ao armário e sei que separei algumas calças que na altura não me serviam para despachar para a Zélia (que faz re-utilização de tecidos e de roupas). pensei: nunca mais me meto dentro disto. MAS. MAS! deixei ficar este par. só naquela. quem sabe? hum?
ontem vesti as ditas cujas. vesti mesmo. até à cintura. apertei o botão. o fecho. e conseguia respirar. tão bom!
ainda não me sinto confiante para sair com as calças à rua: é que marcam ali o pneu, sabem? e vou esperar que o volume diminua mais um bocadito para ganhar essa confiança.
estas não precisam de cinto. mas há outras que sim, precisam. e o cinto precisou de furos. pedi ao mano para fazer mais um furo: e ele fez mais três. cheio de confiança, hein, manu lindu?

lembram-se de vos ter falado daquelas calças e DAQUELES calções? pois, já servem e já precisam de cinto. maravilha, não é?
esta semana há visita à nutricionista. um mês depois, vamos avaliar o peso. pelo meio houve sushi e pizza, uma meia torrada e batata frita do pacote. em cada semana há sempre um dia para a asneira.
e agora, com o tempo mais quente (eh pah, não comentem!) já sabe bem a gelatina, que tenho feito com fruta (mirtilos ou framboesas).
baby steps. e a estrelinha que me guie!

julgo que já denunciei por aqui o meu amor pelo twitter. ando pela rede do passarinho azul desde 2009 e até agora o saldo tem sido muito positivo - a nível pessoal e a nível profissional. a todos os níveis (sim, esse também).
80% dos meus projectos profissionais, enquanto freelancer, têm ou tiveram origem num contacto feito via twitter. é uma rede onde o networking se pratica diariamente e onde podemos falar com as pessoas, directamente, sem hierarquias, sem e-mail para a secretária ou para um "geral" ou "info".
e depois, há tudo o resto. a vida, senhoras e senhores.
há os amigos que fazemos, pois encontramos alguém que partilha os mesmos interesses do que nós. dois desses amigos estão comigo nesta fotografia: o Pedro e o Basílio. a vida nem sempre nos permite a presença "ao vivo e a cores" e o twitter faz o favor de nos juntar, diariamente. para rir, para partilhar informação, para discordar, para concordar. e, sobretudo, para dizer muito, mas muito disparate.
o twitter é fixe. o twitter é feito de 'ssoas humanas, como estes dois.

não era uma vingança, pois não havia cegueira.
era uma espécie de jogo para que a pessoa X pudesse provar um pouco do seu próprio veneno.
iniciei o plano. ri-me muito com as possibilidades que o plano me dava.
coloquei várias hipóteses em cima da mesa. estava a divertir-me, muito.
abandonei o plano because ricky gervais.
"what goes around comes around" - and karma is a bitch ![]()

um dos meus objectivos para 2018 é trabalhar menos. sim, ser freelancer obriga-nos a trabalhar um bocadinho mais do que o emprego 9/17h. são muitas as horas passadas a criar e manter vivos os contactos que nos trazem trabalho e projectos motivadores.
assim, e como não tenho férias à séria desde 2013, tracei este objectivo. netting up: menos trabalhos, mas com mais qualidade e com honorários que me façam sentir valorizada.
o equilíbrio é difícil, pois há aqueles projectos que me falam ao coração e que não consigo recusar. e depois? bom, depois tenho ali uns dias super cheios e ando a mil. mas é um cansaço bom, sabem?
nos últimos tempos houve um pouco de tudo: oficinas de filosofia no jardim de infância, uma conferência na Universidade Nova de Lisboa, a IMSHAREConf, redacção de artigos sobre os melhores amigos, ghostwriting e o OK para dois projectos novos, aliciantes. escrevi um texto sobre o Bourdain e percebi que sou uma nódoa nisso dos obituários.
again, os dias vão parecer curtos, de tão cheios que vão ficar.
talvez não saiba viver de outra forma.
ah! descobri uma série nova que é super divertida: GIRLBOSS. claro, é netflix. tem episódios curtos e uma banda sonora "que sim senhor". a não perder.







maio é mês de maria - e não só. cá por casa é mês de aniversários: de mamãe e do mano. não somos as 'ssoas mais entusiastas com os aniversários, temos a nossa maneira de lidar com a coisa.
como se pode ver pela foto, eu lido sempre com charme e com a mão na anca.
maio trouxe consigo a necessidade de tomar uma decisão importante; de assumir que houve decisões no passado que não foram assim tão fixes. e como não posso ficar presa a isso para sempre, peguei nas minhas coisinhas e fiz-me à vida.
escolher é sempre difícil, sempre. não há volta a dar. mas só assim conseguimos seguir em frente. eu sei, é um super cliché.
a vida é um lugar estranho e proporciona-me uns encontros inesperados. e reveladores.
mais uma voltinha, mais uma viagem, mais uma "tareia" daquelas que me faz bem - ao corpo e à alma. btw, o corpo está 13 kgs mais leve. aqueles calções já servem, aquelas calças também. e já comprei calças no número abaixo.
junho é o mês do verão e do meu aniversário. chegou com pouco calor (lamentável!) e com a promessa de bastante trabalho. e formações - daquelas em que eu me sento no lugar de formanda, sabem?
"39 and single".
já reforcei os cremes com colagénio, para a cara, e amanhã vou investigar um para o corpitxo. "vai malandra" e afins - é esse o mote para os 39, como quem caminha para a ternura dos 40.
obrigada por estarem desse lado, sintonizados neste blog, a ouvir desabafos, vitórias, reclamações, elogios, coisas boas e outras que nem por isso. tudo isso faz parte da (minha) vida e este blog é dos melhores arquivos que tenho dela.
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...a hardcore fofo e a jewels don't shine.
é muito amor, muito palavrão, muito tough love.
às vezes perco a cabeça e compro mesmo uma merda para mim. ou duas.
o "estimo bem que te fodas" é um clássico da jewels. e fica-me tão bem.
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