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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

das boas notícias

 

tenho andado zangada com ao alive e já falei disso aqui. rendi-me ao sbsr - até anunciarem a mudança para o meco.

resultado? senti-me uma 'ssoa desalojada ao nível dos festivais de verão e este ano não comprei bilhete para nenhum deles; nem vou em trabalho, pois suspendi a minha colaboração como repórter de música. 

ontem o alive deu-me a volta: qual "ex" que volta a mandar mensagem, a dizer exactamente o que queremos ouvir. aquelas palavras que arrepiam a pele e nos deixam o coração acelerado. sem "beijinhos no pescoço", indo direitinho ao assunto. 

o alive segredou-nos ao ouvido: a doninha está de volta. e era tudo o que eu queria ouvir para voltar aos festivais de verão, em 2020. para voltar ao alive, onde já fui tão feliz

vamos? 

 

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éssebêésseérre 2018: o balanço

 

 

 

 

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eu já explico a fotografia. sim, há uma explicação! antes disso gostaria aqui de falar do super bock super rock deste ano. o cartaz era aquilo que toda a gente sabe, com poucos argumentos face ao alive (que acontece sempre na semana anterior). 

tendo em conta a quantidade de passatemos e a acção de oferta de 1000 bilhetes no dia 21, sábado, parecia-nos que as vendas dos bilhetes não tinham sido nada por aí além. 

 

podem visitar o site musicfest.pt e ler os meus artigos e espreitar as fotografias que o marco almeida tirou.

 

o balanço do #sbsr?

 

então é assim:

18,4 km = 34 557 passos

seis artigos, num total de 3 645 palavras 

um troll de estimação, no twitter (desde 2016)

 

conheci a Jules (imaginem só! julho de 2018 e eu a conhecer 'ssoas because blogging!) e encontrei uma mão cheia de 'ssoas amigas e outras assim p'ró conhecidas (adivinhem de onde? das redes!)

 

quanto à fotografia

a ideia foi recriar a fotografia de 2016. todavia, só havia uma fatia de pão nas imediações. assim sendo, a ideia foi do marco: "vais comer o bacon contra a parede". está bem. só que XARAAAM apareceu a outra fatia de pão. e o resultado está à vista. ficou um primor, não ficou?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

olá, eu sou a joana e deixei de ir ao alive

e sim, eu era aquela miúda que comprava o passe dos 3 dias, mesmo sem cartaz fechado, assim mesmo na loucura. motivo? a experiência do festival era (como diz a malta nova) TOP.

um festival urbano, com mais do que um palco e com um cartaz que acabava por se revelar daqueles que "sim senhor".

a última vez que marquei presença no alive foi em trabalho. a sala de imprensa é catita, sim. temos boas condições de trabalho. MAS.

MAS. o festival está impossível em termos de circulação. há demasiada gente no recinto. o acesso aos WC é um drama. e a saída, ao final da noite, com aquela caminhada via cril é insuportável.

um festival vive do cartaz - e também da experiência que proporciona. para isso contam as acessibilidades, as questões logísticas. 

 

portanto aquela 'ssoa que comprava o passe "just because" e que comprava as tshirts,em cada edição, desistiu do alive para se fidelizar ao éssebêésseérre - e só não se fideliza ao paredes de coura devido à distância e ao necessário investimento em deslocações e estadia. 

 

com tudo isto, se estiverem pelo #sbsr apitem, sim? 

 

 

#joananopaísdecoura

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a convite do musicfest.pt fui fazer a reportagem da 24ª edição do festival Paredes de Coura. 

já tinha ouvido falar - e muito - sobre este festival, com destaque para o local onde tudo acontece: um anfiteatro natural que é lindo de morrer.

perante esta oportunidade, fiz as malas e, na companhia do Marco Almeida, fiz uma mão cheia de kms até chegar a Paredes de Coura. só percebi como estavamos longe de Lisboa quando o Marco propõe um almoço em Vigo, Espanha - que ficava a 40 minutos. 

há muito tempo que não ficava hospedada numa pousada da juventude - e foi uma boa experiência, aquela que tivemos em Vila Nova de Cerveira: um quarto fixe, com o essencial, wc privativo, um pequeno almoço simples e funcionários super simpáticos.

ainda estou com algum sono para colocar em dia: afinal, depois do festival terminar há textos para redigir e/ou concluir e fotografias para editar, bem como redes sociais para alimentar. isso implica que a malta se deite pelas 4h ou 5h, para depois levantar entre as 10h e as 11h 

 

um dos momentos mais bonitos foi vivido no quintal da D. Laurinda, que abriu as portas da sua casa aos Crocodiles e ao público que assistiu a uma das Vodafone Music Sessions. não resisti a tirar esta fotografia com a D. Laurinda, o marido e o irmão. 

 

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foi uma aventura bonita, com óptimos momentos, para recordar. há sempre caras conhecidas na sala de imprensa  e isso dá-nos a sensação de que somos uma grande família

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não sei se volto a Paredes de Coura: nem sequer penso muito nisso. esta experiência já foi maravilhosa e, até ver, não fui sequer afectada pela gastroenterite de que todos falam, o que é uma mega win.

 

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agora é altura de detox: nestas lides, come-se muito pão com tudo e batata frita - além de abusar um pouco no alcóol. faz parte da aventura.

 

e o festival seguinte? o Avante, em Setembro. vemo-nos por lá?

 

éssebêésseérre

mais uma voltinha, mais uma viagem.

mais um festival de verão e uma missão #musicfestpt cumprida: falo-vos do SBSR, que aconteceu há dias no Parque das Nações. foi a minha primeira vez neste festival, desde que se mudou para aquele espaço.

não sei se estou convencida - enquanto "cliente". continuo a ser fã do Alive, mas este começa a irritar-me por ser "mais gente do que pessoas". já o SBSR tem a "vantagem" de estar limitado à lotação do MEO Arena. 

como jornalista, ambos (os dois) foram boas experiências, pela equipa com a qual trabalhei e pelas condições na sala de imprensa. 

 

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 espreitem as reportagens e galerias fotográficas em www.musicfest.pt 

 

 

 

outra forma de viver o #nosalive2016

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sou cliente assídua do Alive, desde 2008

é aquele festival para o qual compro o passe dos 3 dias, ainda o cartaz não está completo - e vais com quem? bom, vou comigo mesma. é já uma tradição tropeçar em amigos e conhecidos e por isso nem me preocupo com companhia: encontro-a por lá

gosto do espaço, do facto de ser um festival urbano, da proximidade com a minha casa, do recinto e do facto de manter um espírito efectivamente festivaleiro - ao contrário do RiR que é mais um parque de diversões

 

2016 marcou a minha estreia como jornalista e isso mudou profundamente a forma como vivo o festival: passo mais horas na sala de imprensa e as visitas aos palcos são esporádicas: agora são sete e se queremos partilhar o que acontece com os leitores, há que dar corda aos ténis

depois há o trabalho de equipa e a enorme parvoíce entre mim, o Marco e o Francisco - os dois fotógrafos que fizeram muitos kms durante estes três dias (e uma sala de imprensa bem catita, com máquina de imperial ali mesmo, à mão de semear!)

 

escrevi cerca de 3900 palavras durante estes três dias. dormi pouco: ao mesmo tempo, há que conjugar este trabalho com os outros que tenho (copywriter, community manager, formadora). 

 

andei menos pelo festival e não consegui (re)encontrar amigos - excepção feita para o Bruno Rodrigues e a sua cara-metade, ambos muito grávidos e bem dispostos! 

 

registei uma selfie em falta desde o RiR, com o Jorge Botas - e consta que me apanharam em "trabalho", ao som do Agir (ou seja, a dançar!) 

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foram três dias intensos, sim. toda uma nova experiência no que ao meu festival de música preferido diz respeito.

 

sei que hoje estão todos sintonizados na final do #euro2016: eu lembrei-me que me falta fazer um trabalho de filosofia social e política, para a pós-graduação. auch. o prazo termina... hoje!

até já! 

 

da falta de noção. e de ritmo.

as 'ssoas que vão aos concertos e aos festivais e dançam fora de ritmo deveriam ser fiscalizadas por autoridades competentes. 
uma espécie de emel, que garantisse que todos se mantinham dentro dos tempos da música. 

"ó phsstói, a senhora. o que é isso, hum? a abanar a anca de forma acelerada. olhe que assim tenho que a autuar."

"e o senhor aí? a bater o pezinho no solo de guitarra? isso é uma contra ordenação muito grave. os seus documentos, pf!"