visitar standERs de 'tomóveis é terapêutico e faz rir. juro. desde o senhor que me foi avaliar a ervilha e perguntou «mas é para avaliar com ou sem iguana?» [o Piggy está no tablier do carro, a servir de apoio à via verde], ao senhor que me perguntou 3x «mas tem a certeza que não quer AC?» [malta, o AC num carro custa 900 eur. é muito dinheiro pah], passando pelo senhor que me diz «olhe que o rádio já está incluído e não há maneira de eliminar do preço base» [eu disse ao moço que queria a versão mais básica de todas!], e o moço que me diz «o O City não traz nada, AC nem jantes de liga leve»[oiça, desde que tenha um motor e pneus, serve, é só um carro tá?] mesmo que não chegue a fechar qualquer um destes negócios, já valeu a pena pelas pessoas que encontrei nos standERs (mexi aqui no teclado e este post ficou em itálico e não sei como eliminar isto, portanto, leiam de cabeça inclinada tá?)
o Piggy é, agora, o meu companheiro de estrada. porque o Santiago já não precisa dele. «mas o que é precisar?» - o Santiago não me soube responder, do alto dos seus 5 anos. mas voltarei a perguntar. um dia destes.
há dois meses e picos que vertiginei. ora, há dois meses e picos que não conseguia ouvir música no rádio do carro, assim naquele volume alto e estridente, de forma a disfarçar a minha voz de cana rachada.
ontem o mundo foi presenteado com um momento karaoke na minha ervilha como há muito não se ouvia!
a culpa foi da Antena 3 e deste momento que antecipa o próximo domingo.
e vocês não têm a noção como me soube bem: janelas abertas, rádio no máximo e:
eis a Camila e o Bernardo, nas mãos da mamãe Sabel e do... bom, sem comentários. o tempo passa a correr e ainda ontem eu, com o meu bólide acabadinho de comprar, marcava presença no casamento dos seus pais. ainda ontem admirava os caracóis lindos da princesa. ainda ontem eu fui escolher o fato de baptizado do Bernardo.
B.: Joana, porque é que tens papeis agarrados à antena do teu carro?
lady B.: bom, não são papéis. são fitas de casamentos.
uma delas tem... 9 anos? oh deuses. o tempo corre. (estou a repetir-me, eu sei).
foi dia de palmilhar os albuns de fotografias e de relembrar as estórias por detrás das mesmas. sim, há uns anos nós até revelavamos fotografias e fazíamos albuns a sério, daqueles em formato papel. hoje a era digital «roubou-nos» essa sensação, o tacto das fotografias.
à pergunta da Camila, se eu sou a prima ou a tia dela... deixei-a escolher. sendo madrinha do seu mano, o título de tia ou prima é-me indiferente, já que faço parte da sua vida para sempre.
a Camila escolheu tia. that's fine by me. e agora toca a lavar os dentes e vestir o pijama, que a noite ja vai longa.