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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

ano após ano, fica a pergunta: o que é que falha?

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todos temos na memória as imagens chocantes dos incêndios em Pedrogão Grande. neste documentário, do Público, percebemos como é que aquela tragédia mudou a vida das pessoas que perderam um familiar, que trazem marcas no corpo, para sempre, daquele dia de inferno. 

assistimos a uma demissão, ao anunciar de medidas de prevenção e de protecção. houve inquéritos. havia muitas perguntas no ar.

a serra de monchique está a arder há 5 dias e se não fosse o twitter creio que não teria noção da verdadeira dimensão do incêndio. a comunicação social, as televisões e as rádios, estão a comunicar com um delay considerável.

já em 2003 a serra foi fustigada por um grande incêndio: não é novidade para ninguém que a zona é susceptível de arder e que os acessos são péssimos. 

ano após ano, as imagens de inferno repetem-se. e há pessoas que ficam sem os seus bens, sem o seu sustento. bombeiros e civis correm risco de vida. há famílias desesperadas.

o que é que falha? 

não sou bombeira de bancada, muito menos ministra do planeamento ou coisa que o valha. custa-me pensar que a burocracia leva a melhor, que as decisões se adiam, sabendo que o verão acontece, todos os anos e que temos que considerar as vagas de calor como uma possibilidade. é verão, bolas.

 

 

a fotografia é do João Porfírio 

ghosting

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a reflexão é do valério romão e "reza" assim: 

 

"As redes sociais vieram revolucionar a forma como fazemos negócios, como acedemos à informação ou como ouvimos música. Mas acabaram por mudar, ainda que mais subtil e gradualmente, a forma como nos relacionamos. Por um lado, alargaram o campo de possibilidades: a nossa presença online permite-nos não depender do corpo e da sua geografia existencial para encetar ou manter contacto com alguém. Habituámo-nos a dispor de duas formas de apresentação distintas: no Facebook (e restantes redes sociais) e pessoalmente. Uma não exclui nem complementa a outra. São dois mundos que – embora por vezes se possam sobrepor – têm uma existência perfeitamente independente."

 

compreendo a crítica, ainda que considere que hoje em dia o online e o offline é tudo muito ONLIFE e fica difícil separar uma da outra. mas adiante. o que nos traz aqui é o ghosting. nunca ouviram falar? eu já tinha sido vítima ainda isto não tinha nome. 

 

"Ghosting é a palavra escolhida para o fenómeno que consiste em determinado sujeito eclipsar-se numa relação. É o equivalente contemporâneo a “ir comprar tabaco” e a forma mais eficiente de alguém se ver livre de um compromisso sem as consequências que advêm de verbalizá-lo. Sem conversas, sem justificações, sem lágrimas. A forma como já tínhamos higienizado da morte da vida contemporânea estendeu-se agora aos finais de relação. Para quê perder tempo e apanhar uma camada de nervos quando dispomos do silêncio para anunciar a nossa saída de cena? No máximo um “não sei o que te dizer” ou “deixo-te as chaves” e o outro que resolva as ambiguidades de sentido. É fácil. É tudo fácil."

 

é tudo fácil: continuamos a ser amigos no facebook, mas fazemos unfollow. ou bloqueamos certas publicações. desactivamos as notificações no instagram e fazemos mute no twitter.

claro que no meio de tudo isto não atendemos o telefone nem sequer respondemos às mensagens no whatsapp.

não é uma atitude exclusiva das relações com sede no digital. é uma atitude exclusiva de 'ssoas que não têm carácter, que não sabem resolver as coisas, enfrentar a verdade, assumir que erraram ou que foram alvo de erro.

a verdade é uma coisa tramada. 

 

éssebêésseérre 2018: o balanço

 

 

 

 

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eu já explico a fotografia. sim, há uma explicação! antes disso gostaria aqui de falar do super bock super rock deste ano. o cartaz era aquilo que toda a gente sabe, com poucos argumentos face ao alive (que acontece sempre na semana anterior). 

tendo em conta a quantidade de passatemos e a acção de oferta de 1000 bilhetes no dia 21, sábado, parecia-nos que as vendas dos bilhetes não tinham sido nada por aí além. 

 

podem visitar o site musicfest.pt e ler os meus artigos e espreitar as fotografias que o marco almeida tirou.

 

o balanço do #sbsr?

 

então é assim:

18,4 km = 34 557 passos

seis artigos, num total de 3 645 palavras 

um troll de estimação, no twitter (desde 2016)

 

conheci a Jules (imaginem só! julho de 2018 e eu a conhecer 'ssoas because blogging!) e encontrei uma mão cheia de 'ssoas amigas e outras assim p'ró conhecidas (adivinhem de onde? das redes!)

 

quanto à fotografia

a ideia foi recriar a fotografia de 2016. todavia, só havia uma fatia de pão nas imediações. assim sendo, a ideia foi do marco: "vais comer o bacon contra a parede". está bem. só que XARAAAM apareceu a outra fatia de pão. e o resultado está à vista. ficou um primor, não ficou?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

> #ThisIsTwitter

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julgo que já denunciei por aqui o meu amor pelo twitter. ando pela rede do passarinho azul desde 2009 e até agora o saldo tem sido muito positivo - a nível pessoal e a nível profissional. a todos os níveis (sim, esse também).

80% dos meus projectos profissionais, enquanto freelancer, têm ou tiveram origem num contacto feito via twitter. é uma rede onde o networking se pratica diariamente e onde podemos falar com as pessoas, directamente, sem hierarquias, sem e-mail para a secretária ou para um "geral" ou "info". 

e depois, há tudo o resto. a vida, senhoras e senhores.

há os amigos que fazemos, pois encontramos alguém que partilha os mesmos interesses do que nós. dois desses amigos estão comigo nesta fotografia: o Pedro e o Basílio. a vida nem sempre nos permite a presença "ao vivo e a cores" e o twitter faz o favor de nos juntar, diariamente. para rir, para partilhar informação, para discordar, para concordar. e, sobretudo, para dizer muito, mas muito disparate. 

o twitter é fixe. o twitter é feito de 'ssoas humanas, como estes dois. 

 

 

despedi-me de maio, disse olá a junho

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maio, querido maio 

 

maio é mês de maria - e não só. cá por casa é mês de aniversários: de mamãe e do mano. não somos as 'ssoas mais entusiastas com os aniversários, temos a nossa maneira de lidar com a coisa. 

como se pode ver pela foto, eu lido sempre com charme e com a mão na anca. 

 

it's joana, bitch 

maio trouxe consigo a necessidade de tomar uma decisão importante; de assumir que houve decisões no passado que não foram assim tão fixes. e como não posso ficar presa a isso para sempre, peguei nas minhas coisinhas e fiz-me à vida. 

escolher é sempre difícil, sempre. não há volta a dar. mas só assim conseguimos seguir em frente. eu sei, é um super cliché.

 

 

 

 

aquele café inesperado 

 

a vida é um lugar estranho e proporciona-me uns encontros inesperados. e reveladores.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

outro cliché

mais uma voltinha, mais uma viagem, mais uma "tareia" daquelas que me faz bem - ao corpo e à alma. btw, o corpo está 13 kgs mais leve. aqueles calções já servem, aquelas calças também. e já comprei calças no número abaixo.

 

 

 

 

olá, junho 

junho é o mês do verão e do meu aniversário. chegou com pouco calor (lamentável!) e com a promessa de bastante trabalho. e formações - daquelas em que eu me sento no lugar de formanda, sabem?

 

 

 

it's friendzone or kissing zone, baby

 

"39 and single". 

já reforcei os cremes com colagénio, para a cara,  e amanhã vou investigar um para o corpitxo. "vai malandra" e afins - é esse o mote para os 39, como quem caminha para a ternura dos 40.

 

obrigada por estarem desse lado, sintonizados neste blog, a ouvir desabafos, vitórias, reclamações, elogios, coisas boas e outras que nem por isso. tudo isso faz parte da (minha) vida e este blog é dos melhores arquivos que tenho dela.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

um dia

«O meu futuro namorado ouve as músicas que lhe envio, gosta de Fernando Pessoa, não se importa de conduzir o meu carro violeta, usa um Mac, leva-me ao cinema e ao teatro, lê-me crónicas do Lobo Antunes, conhece todos os recantos da minha alma, faz-me perguntas pertinentes, deixa-me a pensar, deixa-me escolher a música para acompanhar o jantar, cozinha para mim, sai comigo para dançar, planeia viagens surpresa, sabe que não gosto que me mexam no cabelo, acredita em unicórnios, mira-me enquanto durmo, detesta as manhãs, respeita o meu mau humor matinal, escreve maravilhosamente, usa barba, sabe dar palmadas, beija divinamente, adora as minhas curvas, admira-me com orgulho e deixa-se admirar por mim, não é o tal e nem eu sou a tal para ele, adapta-se a mim e eu e a ele, sabe pôr-me no meu lugar, tem sentido de humor e não é perfeito. É isso.» 

 

a partir DAQUI

 

 

 

 

 

 

a minha vida dava um filme indiano

 

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imagem retirada DAQUI

 

depois da infecção urinária, eis que sou alvo de uma trinca por parte de um dos canídeos lá da uppa. ossos do ofício, bem sei. sem stress: ainda havia antibiótico a circular no meu organismo.

como não me faltava mais nada, acordei com um leve torcicolo que, dois dias depois, me deixou com dores e quase sem que conseguir mexer. depois de uma tentativa de alívio à base de adalgur, lá fui à corrida para o osteopata, que me alinhou a direcção em meia hora.

toda uma colecção de moléstias [adoro esta palavra] à qual se juntou uma reacção (histérica!) do meu organismo a uma picada de insecto (?). valha-me são fenistil!

o que me consola é saber vamos todos morrer, um dia.

 

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e contra isso, nada a fazer. a não ser sorrir.

 

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(ricky gervais, humanity @ netflix) 

 

 

 

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