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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

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ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

promoção da obesidade ou da auto-estima?

cosmopolitan

nas últimas semanas vi esta imagem ser partilhada pelas redes sociais com comentários negativos, outros positivos. a modelo chama-se Tess Holliday e é uma rapariga bem anafada. super roliça, diria eu.  

diz a Tess numa entrevista que foi preciso pesar o que pesa hoje para gostar verdadeiramente de si. como não posso dialogar com a Tess, sobre isto, deixo aqui alguns pensamentos para colocar à vossa análise crítica.

 

os padrões de beleza são padrões: ou seja, servem para dizer que a mulher "perfeita" mede 86, 60, 86. serve também para irmos a uma loja de roupa, pedir um 42 ou um 44 e ouvirmos: desculpe, não temos números grandes. servem para justificar coisas como "gordura é formosura". servem para justificar a presença de mulheres roliças em pinturas de outros séculos. os padrões têm o seu lugar e a sua função.

 

a Tess vai DE encontro aos padrões de beleza instituídos? se sim, que padrões são esses e quem os dita? se não, que padrões são esses e quem os dita? 

 

a Tess está a promover a obesidade? tanto como eu, com 1,54mt e com 75kg, não? é que, segundo as tabelas, sou obesa. e passeio-me por aí e tal. devia ficar em casa? bem sei que não vou chegar à capa da cosmopolitan...

 

a Tess trabalha como modelo, com o corpo que tem. diz ela que se sente bem assim. terá consciência dos riscos que corre, em termos de saúde? assim espero. prefere o peso a mais a uma vida infeliz? é lá com ela. trabalha como modelo, foi convidada para capa da revista e aceitou. deve ser odiada por isso? não me parece.

 

deste ponto de vista só vemos o peso a mais da Tess: não sabemos como está o seu colesterol ou as suas análises hormonais. pasmem-se: há obesos com resultados de análises que fazem a inveja de muitos magros. 

 

tenho mais perguntas do que certezas, face a este caso que abalou o mural de alguns amigos, no facebook. se a modelo fosse mais leve, não teria abalado tanto, né? 

 

só para fechar o assunto cocó

recordam-se da powerbank em forma de cocó? e do filme que foi because não funcionava, foi substituída e não funcionava, de novo?

pois bem, a custo, após encontrar uma pessoa que soube dar atenção ao caso, no chat do site da empresa, o cocó foi devolvido - e o dinheiro também.

 

final feliz. e a insania.com na lista de "não voltar a fazer compras aqui".

PROCURA-SE

o repto é lançado pela joana martins, no seu blog:

 

O preconceito está tão enraizado na forma como nos moldam para este encaixe de sociedade que chegamos a ignorar que os pré-conceitos nos limitam na liberdade de criar, sentir e lutar. 

Por isso tive uma ideia. 

PROCURA-SE: 

  • Bons comunicadores que não tenham medo/receio/pudor/vergonha/repulsa em contar na primeira pessoa a SUA própria história sobre preconceito 
  • Gente que não se importe de ser gravada e de conversar comigo 
  • Pessoas de coração aberto 

 A minha noção de preconceito sobre este ou aquele assunto pode estar totalmente errada. Eu também sou preconceituosa! Por isso quero contar com pessoas que saibam explicar-me qualquer história que tenham tanto pelo lado mais introspetivo como pelo lado mais bem-disposto. 

E quando penso em preconceito estou a falar de um espectro amplo de ideias pré-concebidas. A cor da pele, uma religião menos enraizada na nossa sociedade, a orientação sexual são temas que nos vêm imediatamente à cabeça, mas há muitos mais. As profissões que desempenhamos, a forma como amamos, como comemos, como nos mexemos, como superamos obstáculos, como nos ajudamos… Quero conhecer tudo isso. E quero que consigamos explicar, finalmente!, uns aos outros as coisas que são verdade sobre os preconceitos que os outros têm sobre nós e as que são absolutamente surreais! 

 

 

para saberem mais sobre este projecto, peço que visitem o blog da joana e, caso tenham dúvidas, cheguem à fala com a própria.

 

 

 

ano após ano, fica a pergunta: o que é que falha?

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todos temos na memória as imagens chocantes dos incêndios em Pedrogão Grande. neste documentário, do Público, percebemos como é que aquela tragédia mudou a vida das pessoas que perderam um familiar, que trazem marcas no corpo, para sempre, daquele dia de inferno. 

assistimos a uma demissão, ao anunciar de medidas de prevenção e de protecção. houve inquéritos. havia muitas perguntas no ar.

a serra de monchique está a arder há 5 dias e se não fosse o twitter creio que não teria noção da verdadeira dimensão do incêndio. a comunicação social, as televisões e as rádios, estão a comunicar com um delay considerável.

já em 2003 a serra foi fustigada por um grande incêndio: não é novidade para ninguém que a zona é susceptível de arder e que os acessos são péssimos. 

ano após ano, as imagens de inferno repetem-se. e há pessoas que ficam sem os seus bens, sem o seu sustento. bombeiros e civis correm risco de vida. há famílias desesperadas.

o que é que falha? 

não sou bombeira de bancada, muito menos ministra do planeamento ou coisa que o valha. custa-me pensar que a burocracia leva a melhor, que as decisões se adiam, sabendo que o verão acontece, todos os anos e que temos que considerar as vagas de calor como uma possibilidade. é verão, bolas.

 

 

a fotografia é do João Porfírio 

ghosting

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a reflexão é do valério romão e "reza" assim: 

 

"As redes sociais vieram revolucionar a forma como fazemos negócios, como acedemos à informação ou como ouvimos música. Mas acabaram por mudar, ainda que mais subtil e gradualmente, a forma como nos relacionamos. Por um lado, alargaram o campo de possibilidades: a nossa presença online permite-nos não depender do corpo e da sua geografia existencial para encetar ou manter contacto com alguém. Habituámo-nos a dispor de duas formas de apresentação distintas: no Facebook (e restantes redes sociais) e pessoalmente. Uma não exclui nem complementa a outra. São dois mundos que – embora por vezes se possam sobrepor – têm uma existência perfeitamente independente."

 

compreendo a crítica, ainda que considere que hoje em dia o online e o offline é tudo muito ONLIFE e fica difícil separar uma da outra. mas adiante. o que nos traz aqui é o ghosting. nunca ouviram falar? eu já tinha sido vítima ainda isto não tinha nome. 

 

"Ghosting é a palavra escolhida para o fenómeno que consiste em determinado sujeito eclipsar-se numa relação. É o equivalente contemporâneo a “ir comprar tabaco” e a forma mais eficiente de alguém se ver livre de um compromisso sem as consequências que advêm de verbalizá-lo. Sem conversas, sem justificações, sem lágrimas. A forma como já tínhamos higienizado da morte da vida contemporânea estendeu-se agora aos finais de relação. Para quê perder tempo e apanhar uma camada de nervos quando dispomos do silêncio para anunciar a nossa saída de cena? No máximo um “não sei o que te dizer” ou “deixo-te as chaves” e o outro que resolva as ambiguidades de sentido. É fácil. É tudo fácil."

 

é tudo fácil: continuamos a ser amigos no facebook, mas fazemos unfollow. ou bloqueamos certas publicações. desactivamos as notificações no instagram e fazemos mute no twitter.

claro que no meio de tudo isto não atendemos o telefone nem sequer respondemos às mensagens no whatsapp.

não é uma atitude exclusiva das relações com sede no digital. é uma atitude exclusiva de 'ssoas que não têm carácter, que não sabem resolver as coisas, enfrentar a verdade, assumir que erraram ou que foram alvo de erro.

a verdade é uma coisa tramada. 

 

entra calor, agosto. ou: entra calor, a gosto

sobre a vaga de calor de que tanto se fala, aqui fica um artigo sobre os mitos em torno dos protectores solares. parece que o óleo de côco não vai dar para garantir protecção. o artigo foi recomendado por um médico que sigo no twitter, o andré. confesso que desconhecia o blog mas até fiz "subscrever" para ir recebendo as novidades. 

 

vá, protejam-se lá em condições.

despedi-me de maio, disse olá a junho

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maio, querido maio 

 

maio é mês de maria - e não só. cá por casa é mês de aniversários: de mamãe e do mano. não somos as 'ssoas mais entusiastas com os aniversários, temos a nossa maneira de lidar com a coisa. 

como se pode ver pela foto, eu lido sempre com charme e com a mão na anca. 

 

it's joana, bitch 

maio trouxe consigo a necessidade de tomar uma decisão importante; de assumir que houve decisões no passado que não foram assim tão fixes. e como não posso ficar presa a isso para sempre, peguei nas minhas coisinhas e fiz-me à vida. 

escolher é sempre difícil, sempre. não há volta a dar. mas só assim conseguimos seguir em frente. eu sei, é um super cliché.

 

 

 

 

aquele café inesperado 

 

a vida é um lugar estranho e proporciona-me uns encontros inesperados. e reveladores.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

outro cliché

mais uma voltinha, mais uma viagem, mais uma "tareia" daquelas que me faz bem - ao corpo e à alma. btw, o corpo está 13 kgs mais leve. aqueles calções já servem, aquelas calças também. e já comprei calças no número abaixo.

 

 

 

 

olá, junho 

junho é o mês do verão e do meu aniversário. chegou com pouco calor (lamentável!) e com a promessa de bastante trabalho. e formações - daquelas em que eu me sento no lugar de formanda, sabem?

 

 

 

it's friendzone or kissing zone, baby

 

"39 and single". 

já reforcei os cremes com colagénio, para a cara,  e amanhã vou investigar um para o corpitxo. "vai malandra" e afins - é esse o mote para os 39, como quem caminha para a ternura dos 40.

 

obrigada por estarem desse lado, sintonizados neste blog, a ouvir desabafos, vitórias, reclamações, elogios, coisas boas e outras que nem por isso. tudo isso faz parte da (minha) vida e este blog é dos melhores arquivos que tenho dela.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

S A F E

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vi a RITA, alegremente, até ao final da III temporada. depois decidi mudar de ares - e de língua. o dinamarquês já me estava a agastar um bocadinho. encontrei SAFE, com o Michael C Hall (que, para mim, será sempre o Dexter ou o gajo dos Sete Palmos de Terra) e uma mão cheia de bons actores.

a I temporada está aí: com acção, muito mistério e um excelente desempenho dos actores. são só 8 episódios, de 40 minutos cada. e sim, dá vontade de ver um, outro e outro.

 

 

comemorar o dia dos irmãos be like

 

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na terça feira passada assinalou-se o dia dos irmãos. não sei se foi um daqueles decretos da rádio comercial ou se é mesmo uma efeméride a nível nacional / internacional. e eu passei 7h desse dia na companhia do meu irmão. não foi algo planeado, foi até uma surpresa para ambos. não houve refeição partilhada, mas foi bastante emocionante. 

acordei e deparei-me com um enorme mau estar e verifiquei que tinha sangue na urina. liguei para a minha médica a quem descrevi os meus sintomas (as dores são horríveis, pior que isto só dor de dentes ou de ouvidos!). "o mais certo é ser uma infecção urinária, tens que ir ao hospital". e como não me sentia bem para conduzir, o meu irmão foi comigo. 

da entrada à triagem a coisa aconteceu de forma rápida (uma hora talvez). o pior foi a espera pelas análises e pelo exame. saí de lá sem saber bem se me havia de sentar, deitar ou rebolar no chão, mas com medicação milagrosa que em poucas horas me fez sentir bem. foi a minha primeira vez no hospital beatriz ângelo (loures) e só posso salientar a forma como fui atendida pela equipa médica. o carinho e a atenção para com os outros pacientes foi sempre evidente.

e o mano não arredou pé. 

 

há quem combine jantar ou cinema com o irmão; os manos Sousa "combinam" coisas à última da hora. 

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