alguém me dizia hoje que viveu um momento tão marcante no passado domingo que parece que tudo o que ficou para trás PUFSHQUE! desapareceu!
realmente «sofro do mesmo mal»... quando me dizem: então esse joelho? estás melhor? eu respondo, na boa, não me dói... - refiro-me ao momento instantâneo em que a cena se passa, pois tudo o que está para trás... está para trás!
há gavetas que se abrem e que se fecham e há pós que se limpam, outros que teimam em ficar
a memória do momento que parece sempre instantâneo
(sim tipo mousse) e presente (no sentido de oferta, de prenda)
e isto vinha a propósito do quê? ahhh já sei! do pó das minhas botas... aspirei-as, limpei com pano «húmedo», voltei a limpar, apliquei graxa neutra, escovei
e agora BRILHAM
tal como aquele momento, que é instantâneo, presente e brilhante