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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

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ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

éssebêésseérre 2018: o balanço

 

 

 

 

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eu já explico a fotografia. sim, há uma explicação! antes disso gostaria aqui de falar do super bock super rock deste ano. o cartaz era aquilo que toda a gente sabe, com poucos argumentos face ao alive (que acontece sempre na semana anterior). 

tendo em conta a quantidade de passatemos e a acção de oferta de 1000 bilhetes no dia 21, sábado, parecia-nos que as vendas dos bilhetes não tinham sido nada por aí além. 

 

podem visitar o site musicfest.pt e ler os meus artigos e espreitar as fotografias que o marco almeida tirou.

 

o balanço do #sbsr?

 

então é assim:

18,4 km = 34 557 passos

seis artigos, num total de 3 645 palavras 

um troll de estimação, no twitter (desde 2016)

 

conheci a Jules (imaginem só! julho de 2018 e eu a conhecer 'ssoas because blogging!) e encontrei uma mão cheia de 'ssoas amigas e outras assim p'ró conhecidas (adivinhem de onde? das redes!)

 

quanto à fotografia

a ideia foi recriar a fotografia de 2016. todavia, só havia uma fatia de pão nas imediações. assim sendo, a ideia foi do marco: "vais comer o bacon contra a parede". está bem. só que XARAAAM apareceu a outra fatia de pão. e o resultado está à vista. ficou um primor, não ficou?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(o meu) kit essencial para os festivais de verão

 

o verão não chegou, mas os festivais já se fazem ouvir, fim-de-semana sim, fim-de-semana sim. não tenho experiência em festivais que exigem acampamento, pelo que este não será o artigo ideal para ler, caso seja essa a vossa premissa.

 

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planear a ida e a volta

é importante planear bem a hora de ida, bem como a de volta. os transportes públicos podem ser uma boa opção, mas é melhor investir algum tempo a investir nos horários. 

caso a escolha seja a do transporte próprio, verifiquem possibilidades de estacionamento nas imediações. se o estacionamento for pago, levem moedas e/ou instalem a aplicação da emel (em lisboa).

roupa e calçado confortável

num festival passamos algumas horas em pé e nem sempre temos uma cadeira limpa para nos sentarmos: o chão pode ser o local ideal para descansarmos. nada como levar uma roupa confortável, bem como um par de ténis com alguma rodagem e que garantidamente não nos vão moer os pés. quanto ao look mais ou menos fashion, fica uma dica: evitem as tshirts dos ramones ou dos guns. os senhores não estar em nenhum dos festivais deste verão, em portugal. aconselha-se um agasalho, pois a noite traz uma brisa que pode arrefecer o decote mais generoso. 

smartphone, power bank e o respectivo cabinho

para estarmos em contacto, para irmos ao instagram quando o concerto está chato, para largar uns disparates no twitter: o telefone e uma bateria extra são elementos FUNDAMENTAIS no kit do festivaleiro!

poop bags (eu explico!!) e toalhitas 

a experiência de ir a uma casa de banho durante o festival é digna de vários capítulos de uma história que cheira mal. desculpem, mas é assim mesmo. há uns anos passei horrores nos WV portáteis do bons sons. no alive são filas e filas e depois a porta não se segura e não há papel higiénico. mais dramático, quando se é mulher o estamos em pleno ciclo menstrual: os WC não têm caixotes do lixo. e depois é aquilo que se sabe e que me escuso a descrever aqui. por esse motivo, coloco sempre na mochila um rolo de sacos para os cocós do cão que me servem de caixote do lixo. e claro, as toalhitas (ou dodots) são parte integrante da mochila e/ou mala à tiracolo. 

tampões para os ouvidos, óculos de sol e o protector solar. e preservativos.

para nos proteger do som - mesmo que seja a nossa banda preferida, hey, isto é coisa para nos arreliar o tímpano! - e para nos proteger do sol: tampões nos ouvidos, óculos de sol e não sair de casa sem o protector solar. um chapéu giro e fashion também fará maravillhas.

e sim, perservativos because é melhor prevenir do que DST ou pílula do dia seguinte, certo? 

trocos (sim, dinheiro a sério, notas e moedas!)

ainda que haja atm nos festivais, a verdade é que ter trocos connosco poderá poupar-nos tempo nas filas.  

mala à tiracolo & carteira 

vacilo entre a escolha da mochila e da mala à tiracolo. esta última tem como vantagem ter tudo "à mão". 

na vossa carteira levem apenas o essencial: o documento de identificação, a carta de condução e o cartão de dador de sangue (sim, caso tenham um acidente, dá jeito saber o tipo de sangue. desculpem lá o tom demasiado realista da coisa!). caso escolham os transportes públicos, levem o passe ou o bilhete já carregado. não vão precisar dos cartões de desconto nem do cartão de sócio do vosso clube de futebol.

 

*

caso se estejam a preparar para ir ao sbsr, tal como eu, verifiquem a lista de objectos proibidos. lembrem-se que há revista à entrada do festival e não vale a pena levar aquilo que será barrado. para consultar os horários deste (e de outros festivais) aconselho-vos a visitar o site musicfest.pt - estarei presente no sbsr como repórter, pelo terceiro ano consecutivo. é um daqueles voluntariados que se fazem por amizade e por gosto à escrita. e mal posso esperar pelo dia 19 de julho e pelo tributo ao zé pedro (e sim, vou comprar uma das tshirts mai'lindas!), pelo slow j e pelo sr clementine. 

 

olá, eu sou a joana e deixei de ir ao alive

e sim, eu era aquela miúda que comprava o passe dos 3 dias, mesmo sem cartaz fechado, assim mesmo na loucura. motivo? a experiência do festival era (como diz a malta nova) TOP.

um festival urbano, com mais do que um palco e com um cartaz que acabava por se revelar daqueles que "sim senhor".

a última vez que marquei presença no alive foi em trabalho. a sala de imprensa é catita, sim. temos boas condições de trabalho. MAS.

MAS. o festival está impossível em termos de circulação. há demasiada gente no recinto. o acesso aos WC é um drama. e a saída, ao final da noite, com aquela caminhada via cril é insuportável.

um festival vive do cartaz - e também da experiência que proporciona. para isso contam as acessibilidades, as questões logísticas. 

 

portanto aquela 'ssoa que comprava o passe "just because" e que comprava as tshirts,em cada edição, desistiu do alive para se fidelizar ao éssebêésseérre - e só não se fideliza ao paredes de coura devido à distância e ao necessário investimento em deslocações e estadia. 

 

com tudo isto, se estiverem pelo #sbsr apitem, sim? 

 

 

sam, ézomaior!

os bilhetes foram comprados há muito, muito tempo. nas últimas semanas só ouvia sam smith para que as letras não me falhassem no concerto de ontem, no altice arena. o último concerto da tour e o seu último concerto com 25 anos.

o sorriso de sam é contagiante. na segunda música já pedia ao público que se levantasse. conversou e confessou a sua felicidade por estar em Portugal, pela segunda vez - que é uma primeira, pois a anterior aconteceu num festival. dançou, incentivou à dança. agradeceu pelo sucesso e pela excelente banda que o acompanha. 

a sala estava cheia - de pessoas, de emoções, de gritos histéricos, de telemóveis que iluminaram várias músicas.

 

momentos bonitos? bom, houve muitos. destaco a writings on the wall, like i can, restart, stay with me e pray. 

 

e o que este senhor me faz lembrar o george michael? por falar nisso, só faltou mesmo ESTA. 

 

espreitem AQUI as fotografias da Rita Carmo.

com um brilhozinho nos olhos

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o título é descaradamente furtado ao grande-e-muy-enorme sérgio godinho. não é uma inspiração, é furto - pois o roubo implica violência.

rumei (rumámos) até à casa (caixa, vá) da música para ouvir o sérgio. não o via ao vivo desde um concerto longíquo, em cem soldos (no festival bons sons). é uma simpatia, de sorriso rasgado e com uns 72 anos que "sim senhor". 

a banda que o acompanha é, só, cinco estrelas e meia. adoptava o baterista e o baixista, assim, só naquela. 

ouvi canções novas, do álbum nação valente e ainda aqueles êxitos intemporais, que me acompanham há tanto tempo. que fazem parte da minha banda sonora de vida. com um brilhozinho nos olhos ouvi e cantei a letra, de uma ponta à outra. a letra ganhou outro sentido, ganhou outras memórias, outros cheiros, outros olhares.

 

Com um brilhozinho nos olhos
Metemos o carro
Muito à frente muito à frente dos bois
Ou seja fizemos promessas
Trocámos retratos
Traçámos projectos a dois
Trocámos de roupa trocámos de corpo
Trocámos de beijos tão bom é tão bom
E com um brilhozinho nos olhos
Tocamos guitarra
Pelo menos a julgar pelo som

 

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o dia era de chuva e de frio, mas houve ali um momento ou outro de céu azul, só para não desanimar. e ainda deu para tirar uma fotografia ou outra digna de instagram. 

 

"os dias estão bons, há sol, e depois tu chegas e começa a chover".

 

se não te importares que chova, eu volto.

 

 

:: b e i j a - m e :: i m i n e n t e ::

pela segunda vez, o jardim municipal de oeiras acolheu o festival iminente. a ideia é de alexandre farto (mais conhecido por vhils) e traduz-se num espaço onde é possível apreciar peças de arte urbana e instalações artísticas, bem como desfrutar de concertos. um dos espaços dos concertos é uma pista de carrinhos de choque - o que, só por si, torna logo o evento memorável.

 

são apenas 3000 os bilhetes que se vendem para cada um dos dias do festival: nesta edição, os bilhetes esgotaram rapidamente. comprei para sexta e sábado, com dois objectivos específicos. orelha negra e branko, respectivamente. 

 

beija-me burro

 

na sexta aproveitei aproveitámos para ir conhecer o beija-me burro, um restaurante do qual já tinha ouvido falar há algum tempo e que me ficou no ouvido pelo nome (claro!!). o espaço é muito agradável e o atendimento é 5*. quanto à carta, posso dizer que há pratos com nomes muito catitas e que as sobremesas são só divinais. eu optei pela sobremesa especial beija -me burro e fiquei a babar-me pela sobremesa que o andré carlos manuel escolheu: um cheesecake enfrascado com ananás grelhado. que maravilha. as batatinhas beija-me burro são, na verdade, batatonas (pelo tamanho). optámos por duas frigideiras (a dele, ovo escalfado com tirinhas de lulas e creme de cogumelos e cenas e camarão salteado com azeite, gengibre e lima. maravilha!) 

 

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ORELHA-muito-enorme-NEGRA

de barriga muito aconchegada (e a promessa de regressar ao restaurante) rumámos até ao iminente, onde ainda tocavam os throes + the shine - que são SÓ senhores para fazer uma enorme festa. 

visitámos a instalação na estufa fria e rapidamente nos arrependemos dos 3min e picos que passámos a contemplar um vídeo de um senhor que cavaca um buraco para enfiar a cabeça, qual avestruz. a nossa vida nunca mais vai ser a mesma, pois esse tempo é irrecuperável - tal como o tempo passado na fila, para entrar no espaço.

no recinto eram várias as peças de arte urbana que davam cor ao festival. bordalo II, vhils e draw são alguns dos artistas cujas obras podiam ser contempladas. 

o concerto de orelha foi mesmo muito bom. o novo álbum não desilude e os rapazes sentem-se que nem peixes na água, quando estão em palco. 

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Branko, um Draw e 'ssoas 

 

no sábado chegámos mesmo a tempo de ouvir o pequeno regula. não sendo apreciadora do estilo, deixei o andré carlos manuel a curtir a essa para ir comprar uma cerveja. 

aproveitei para dar mais um passeio pelo recinto, na companhia da mónica. e encontrei um aristóteles. *pulinhos*

 

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o concerto de branko foi muito bom: já não o via em palco desde o alive (há 3 anos?) e foi uma noite dançante e divertida. o branko divertiu-se MESMO e isso é meio caminho andado para o público se divertir também. 

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a noite terminou com enchufada, na pista, e xinobi e moulinex, no palco. pelo meio encontrámos o nuno e a maria, e ainda o draw, que fez questão de deixar mais uma obra, daquelas temporárias, na minha pele. para recordar o nosso encontro em 2015

 

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foi um super fim-de-semana: pelo meio ainda estive a filosofar com os atletas do Taekwondo SMDC e hoje, domingo, pouco ou nada fiz além de abrir uma garrafa de cabeça de toiro e fazer uma tosta mística.

voltar ao lugar onde e com quem somos felizes

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encontrar aquele amigo de sempre, partilhar estórias e novidades. tristezas e alegrias. 

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levar os totós a alcobaça e aproveitar para ouvir a minha banda portuguesa preferida de todo o sempre, "em casa". the gift, sim. foi muito, muito bom. emociono-me sempre com o "fácil de entender", danço, choro, sorrio. é tão bom ver que a banda se entrega à música, ao público. 

as músicas dos The Gift acompanharam tanto e muito alguns dos momentos mais importantes da minha vida. e depois, em palco, são sempre surpreendentes. esta tour, ALTAR, prima pela simplicidade na forma de estar em palco, mas com pormenores que são maiores, ainda que muito discretos.

e foi muito, muito bom ir ver um concerto just for the fun, sem ter que escrever reportagem.

toda uma liberdade só para sentir. sem ter que tomar notas ou prestar atenção ao alinhamento. 

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dias de puro egoísmo: livros, e o M da Mónica Mendes. 

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e aquela miúda mais gira, claro. a mais bonita. a mais doce, não fosse Mel, o seu nome

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 yoga na companhia do kendrick. a internet estava completamente louca com este DAMN.

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e a autenticidade. ser autêntico é um compromisso para connosco. não tem nada a ver com os outros. 

 

éssebêésseérre

mais uma voltinha, mais uma viagem.

mais um festival de verão e uma missão #musicfestpt cumprida: falo-vos do SBSR, que aconteceu há dias no Parque das Nações. foi a minha primeira vez neste festival, desde que se mudou para aquele espaço.

não sei se estou convencida - enquanto "cliente". continuo a ser fã do Alive, mas este começa a irritar-me por ser "mais gente do que pessoas". já o SBSR tem a "vantagem" de estar limitado à lotação do MEO Arena. 

como jornalista, ambos (os dois) foram boas experiências, pela equipa com a qual trabalhei e pelas condições na sala de imprensa. 

 

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 espreitem as reportagens e galerias fotográficas em www.musicfest.pt 

 

 

 

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