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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

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ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

dar um pouco, receber tanto e muito

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a uppa comemora dez anos de existência no próximo dia 3 de dezembro. faz parte da minha há 3 (serão 4?) e têm sido muitos os bons momentos que por lá tenho vivido. também há os menos bons, sim. 

 

big brother is watching me

 

o voluntariado na uppa é algo que partilho com o meu irmão - aliás, é por culpa do mano que sou voluntária na uppa. ele deu o primeiro passo e eu fui visitando o albergue até que comecei a dedicar parte do meu tempo à uppa. há várias formas de ajudar: já passei pela equipa de recepção aos voluntários, à gestão do fb, do ig e do tw (tenho muito orgulho em ter impulsionado a criação da conta) ou do e-mail da comunicação. como o tempo é escasso tive que escolher a tarefa que mais gozo me dá. e aquilo que mais gosto de fazer na uppa implica acordar bem cedo aos sábados e rumar até à terrugem para apanhar cocós, lavar, fazer comida, dar medicação, namorar com os patudos. isso implica organizar a minha vida (pessoal e profissional) para poder dispender de um dia da semana para estar com a Ginger, Mel, o Fred, a Brave, o Fuga e mais uma mão cheia de miúdos irresistíveis. quando trabalho aos sábados não consigo ir ao albergue e as saudades apertam - as saudades dos cães, mas também do trabalho em equipa, com o mano e os outros voluntários.

 

félix, riva, mel, ginger, brave, fred: nomes com "rosto"

 

a minha primeira contribuição para a uppa passou pelo apadrinhamento do fred. o fred é só o miúdo mais fofo da vida. infelizmente não me é possível adoptá-lo, pois cá em casa o friqui dog é quem mais ordena nestas coisas das energias e comportamentos - e um pinscher é um pinscher, certo? 

assim, foi o félix (na foto) que me conquistou e se tornou no uppaliano adoptado cá de casa: tinha a energia certa para lidar com o friqui e o farrusco (que faleceu durante o verão). 

mas houve (há) outros uppalianos que me conquistaram. a ginger, a mana do fred, que me fez sentir pela primeira vez aquela sensação de "mas mas ela vai ser adoptada. eu quero muito que isso aconteça. mas mas vou deixar de a ver." a riva, o meu primeiro desafio "à séria". a mel, a riqueza mais boa da vida, com a sua maneira única de ser e de estar. a brave, a melhor amiga do fred (de dois fred, aliás). o fuga, que é só o rapaz mais bem educado da uppa. o sky. a júlia e o seu olhar bicolor. a matilde, que foi adoptada e está fantástica. a beijoqueira grosy. o charmoso gaby (que saudades do grandalhão). a pucca. a nárnia. o horácio. e há também os uppalianos que já faleceram 

 

perder tempo? nada disso. investir tempo. receber tanto e muito

 

ser voluntária tem alguns riscos: já fui mordida, já me esbardalhei à grande, já fui picada por vespas. mas o benefício é maior do que tudo isto.

perceber que mudamos a vida daqueles cães, muitos deles perdidos e sem fé na humanidade, é a maior recompensa de todo este trabalho. 

 

a uppa - união para a protecção dos animais comemora 10 anos. parabéns, uppa. é bom fazer parte desta família unida por uma causa.

 

 

para conhecer a uppa: http://uppa.pt

 

 

 

 

 

 

 

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