#cenasfixespara
VER, PENSAR, CHORAR, RIR

quando fui ver o Joker já muito se tinha escrito sobre o filme. elogios, muitos. comentários menos elogiosos, outro tanto.
tenho um encanto pelo actor joaquin phoenix e confesso que tinha expectativas altas com a sua performance. conheço pouco da história da BD e do Joker em si - só mesmo de filmes como o Batman ou a Suicide Squad. por isso, não estava preocupada com os pormenores da história ser ou não ser fiel à BD. a intenção era ver um filme e pronto.
saí da sala sem saber o que pensar ou o que dizer sobre o filme. há ali muita coisa que vai além do Joker. há um Arthur Fleck que vive num mundo onde não há lugar para os loucos, pois há uma maioria de "não loucos" (será?) que determinam o que é e o que não é normal.
há uma história que alguém me contou ou que li, não sei precisar, sobre a loucura e que diz muito sobre o Fleck.
um homem passeava nos jardins de um manicómio e aproximou-se das grades. do outro lado, passava uma pessoa. o homem interpelou essa pessoa e perguntou: "desculpe incomodar, mas como é que vocês vivem aí dentro?"
