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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

"o projecto perdeu viabilidade"

 

 

lamento.

no TR vivi momentos muito felizes. lancei um livro, fiz uma curta de cinema em parceria com o Mário Pires, uma exposição de fotografia... e, acima de tudo, fiz amigos, conheci pessoas humanas fantásticas e assisti a verdadeiras obras de teatro.

 

lamento que projectos como este, com a capacidade de elevar a cultura e de a levar a todos, não consigam sobreviver. lamento.

gostava muito que o mecenas tivesse aparecido e o desfecho desta "peça" fosse diferente. espero que as portas das salas 1, 2, 3 e 4 se abram de novo.

 

até já, TR. levo as pessoas que aí conheci comigo, junto ao coração.

 

 

 

 

 

33

cedo demais, pukanino. eras um grande, grande actor. tive a oportunidade de privar contigo algumas vezes, no Teatro Rápido. o Mário registou este momento  e os nossos sorrisos. no dia mundial do sorriso a tua família, os teus amigos não conseguiram sorrir. 33 anos. cedo demais, pukanino. cedo demais!

a cultura. e a culturazinha.

tive a oportunidade de frequentar uma oficina de escrita criativa, com uma escritora do momento. confesso que não fazia ideia quem seria a senhora, nunca tinha ouvido falar dela: pelo menos, não tinha fixado o seu nome. fiquei impressionada com a quantidade de livros que já escreveu: é bom saber que numa sociedade de informação acelerada ainda há muita coisa que me escapa: ou seja, há muito por descobrir.

 

às páginas tantas falava-se de cultura, do acesso a esta para o cidadão comum. criticamos o português que consome tudo o que é museu no estrangeiro, mas que nunca entrou num Museu Nacional de Arte Antiga, por exemplo. e de facto, nós desprezamos um bocadinho o que é nosso. talvez por acharmos que aqui está tudo sempre à mão, vamos adiando as visitas e acabamos por conhecer mais quando vamos visitar Barcelona ou Londres, do que propriamente em Lisboa ou no Porto.

 

a conversa continuou. a dada altura, veio a questão do futebol e dos festivais de música: os estádios estão sempre cheios e os festivais esgotam. verdade, mas isso não é - também - cultura? tive que intervir. e dizer que não concordo com essa postura de que a cultura tem que ser uma coisa intelectualóide por si. o futebol também é cultura, a música também. e disse ainda «eu faço um esforço para ir a um festival de música, no verão, porque para mim isso também é cultura. e adoro assistir a jogos de futebol no estádio, e vou ao teatro»

 

atrás de mim estava sentado um actor conhecido - mas confesso que também não sei o seu nome. ele tocou-me no ombro e disse: então e diga lá qual foi a última peça de teatro que viu?

eu virei-me para trás e disse: só nos últimos 15 dias? vi o Coriolano no TNDM II e as 4 peças em cena neste mês no Teatro Rápido.

 

e o senhor disse: «ah muito bem».

 

exacto. muito bem. felizmente ainda consigo ter acesso à cultura, nas suas mais diversas manifestações: começo a fazer um mealheiro ALIVE em Julho, para o no seguinte poder estar presente no festival. quando tenho o dinheiro para o bilhete, começo a fazer o mealheiro do pocket money para gastar no festival. sempre que um amigo falha a presença no estádio da Luz, eu aproveito o red pass dele para aplaudir os pukaninos. aproveito os dias do espectador para ir ao teatro por metade do preço; no Teatro Rápido tenho acesso PRESS (porque em troca escrevo artigos para a Rua de Baixo que não são remunerados - sim, é voluntariado!). tenho um cartão de cinema que acumula pontos e me permite ir ao cinema por 5€. desta forma, procuro que a cultura não me falte "à mesa". toda a espécie de cultura. a de massas e a outra.

 

além disto, apesar de ter uma licenciatura, duas pós graduações, um mestrado e artigos publicados em revistas e livros (na área da Filosofia, ainda por cima!) estou a aprender a dançar kizomba e gosto de sair à noite para dançar.

 

se calhar não devia, né? sendo eu (supostamente) uma intelectualóide...

 

e já agora, das últimas vezes que fui ao TNDMII as sessões estavam esgotadas - afinal, isso não acontece só nos festivais ou nos concertos.

ainda sobre o TNDM II e a reclamação

 

no dia seguinte ao sucedido, ligou-me a responsável das relações externas do Teatro. impecável, pediu imensas desculpas 1) pela atitude dos técnicos e 2) pelo facto do Livro de Reclamações não estar disponível no momento. disponibilizou-se para me fazer chegar o Livro, onde quer que eu estivesse, coisa que recusei, pelo facto de me ser garantido que a minha queixa seria considerada e reportada a quem de direito. confesso que não iria voltar ao Teatro só para fazer a reclamação, uma vez que o atendimento da equipa foi por demais atencioso e correspondente à imagem que eu tenho do TNDM, onde vou enquanto público e enquanto press.

 

só vos digo que se o TNDM tivesse Livro de Elogios iria lá deixar o meu agrado à forma como a minha reclamação foi conduzida.

 

Lady Bug at Lisbon City - dia #2

eis-nos chegados à data agendada para o segundo dia de passeio por Lisboa. acabou por ser apenas uma manhã, pois outros compromissos já agendados não permitiram que o dia fosse todo dedicado à cidade que me viu nascer.
a partir do Terreiro do Paço, caminhámos até ao Museu Militar que se revelou uma agradável surpresa. não tínhamos noção da beleza das salas, da tamanho do museu, daquilo que lá podíamos encontrar. a entrada custou 3eur/pessoa e demos o dinheiro por muito bem entregue.
dali, partimos em busca do Museu do Fado, que não visitámos. preferimos investir o tempo e o dinheiro (outra entrada a 3eur/pessoa) no Panteão Nacional, que para além de ser uma obra arquitectónica espantosa, tem uma vista sobre a cidade que é simplesmente maravilhosa. o dia estava cheio de sol e foi muito agradável ver Lisboa a partir dali.
tínhamos como objectivo estar na zona da baixa pelas 13h30m/14h para assistir ao Teatro das Compras, pelo que optámos por almoçar num restaurante de seu nome Sardinha, onde fomos muito bem servidos: na qualidade e no preço. 24 eur : 3 = 8 eur (prato, café e umas imperiais para refrescar a alma).
dali rumámos até à baixa onde assistimos a duas peças de teatro que tiveram lugar em lojas de comércio tradicional. houve, ainda, tempo para uma coreografia com as manequins.
a próxima visita já está agendada, falta só mesmo escolher um dos roteiros.
o

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