houve vestido de noiva, houve atraso da noiva, houve um drone a recolher imagens, houve gin, houve comida - houve festa e as pessoas estavam felizes #win
foi uma festa bonita e foi super fixe ter partilhado este dia com os noivos, com o mano e amigos que fiz no Taekwondo (sem nunca ter praticado... e esta hein?)
o pior foi a segunda-feira... casamentos ao domingo dão cabo da 'ssoa humana!
a convite do musicfest.pt fui fazer a reportagem da 24ª edição do festival Paredes de Coura.
já tinha ouvido falar - e muito - sobre este festival, com destaque para o local onde tudo acontece: um anfiteatro natural que é lindo de morrer.
perante esta oportunidade, fiz as malas e, na companhia do Marco Almeida, fiz uma mão cheia de kms até chegar a Paredes de Coura. só percebi como estavamos longe de Lisboa quando o Marco propõe um almoço em Vigo, Espanha - que ficava a 40 minutos.
há muito tempo que não ficava hospedada numa pousada da juventude - e foi uma boa experiência, aquela que tivemos em Vila Nova de Cerveira: um quarto fixe, com o essencial, wc privativo, um pequeno almoço simples e funcionários super simpáticos.
ainda estou com algum sono para colocar em dia: afinal, depois do festival terminar há textos para redigir e/ou concluir e fotografias para editar, bem como redes sociais para alimentar. isso implica que a malta se deite pelas 4h ou 5h, para depois levantar entre as 10h e as 11h
um dos momentos mais bonitos foi vivido no quintal da D. Laurinda, que abriu as portas da sua casa aos Crocodiles e ao público que assistiu a uma das Vodafone Music Sessions. não resisti a tirar esta fotografia com a D. Laurinda, o marido e o irmão.
foi uma aventura bonita, com óptimos momentos, para recordar. há sempre caras conhecidas na sala de imprensa e isso dá-nos a sensação de que somos uma grande família
não sei se volto a Paredes de Coura: nem sequer penso muito nisso. esta experiência já foi maravilhosa e, até ver, não fui sequer afectada pela gastroenterite de que todos falam, o que é uma mega win.
agora é altura de detox: nestas lides, come-se muito pão com tudo e batata frita - além de abusar um pouco no alcóol. faz parte da aventura.
e o festival seguinte? o Avante, em Setembro. vemo-nos por lá?
se te queres juntar a esta equipa de "apanhadores de pokémons-felpudos", envia um e-mail para uppa.voluntariado@gmail.com - estamos a recrutar voluntários de bom coração e com algumas horas para dispender nos passeios com os amigos UPPAlianos
é aquele festival para o qual compro o passe dos 3 dias, ainda o cartaz não está completo - e vais com quem? bom, vou comigo mesma. é já uma tradição tropeçar em amigos e conhecidos e por isso nem me preocupo com companhia: encontro-a por lá
gosto do espaço, do facto de ser um festival urbano, da proximidade com a minha casa, do recinto e do facto de manter um espírito efectivamente festivaleiro - ao contrário do RiR que é mais um parque de diversões
2016 marcou a minha estreia como jornalista e isso mudou profundamente a forma como vivo o festival: passo mais horas na sala de imprensa e as visitas aos palcos são esporádicas: agora são sete e se queremos partilhar o que acontece com os leitores, há que dar corda aos ténis
depois há o trabalho de equipa e a enorme parvoíce entre mim, o Marco e o Francisco - os dois fotógrafos que fizeram muitos kms durante estes três dias (e uma sala de imprensa bem catita, com máquina de imperial ali mesmo, à mão de semear!)
escrevi cerca de 3900 palavras durante estes três dias. dormi pouco: ao mesmo tempo, há que conjugar este trabalho com os outros que tenho (copywriter, community manager, formadora).
andei menos pelo festival e não consegui (re)encontrar amigos - excepção feita para o Bruno Rodrigues e a sua cara-metade, ambos muito grávidos e bem dispostos!
registei uma selfie em falta desde o RiR, com o Jorge Botas - e consta que me apanharam em "trabalho", ao som do Agir (ou seja, a dançar!)
foram três dias intensos, sim. toda uma nova experiência no que ao meu festival de música preferido diz respeito.
sei que hoje estão todos sintonizados na final do #euro2016: eu lembrei-me que me falta fazer um trabalho de filosofia social e política, para a pós-graduação. auch. o prazo termina... hoje!
namoro à distância: cada uma de nós na ponta oposta da trela.
aproximação? só com biscoito.
depois alguns mimos e brincadeiras.
festas ao entrar na box.
e jogos com duas bolas de ténis - agora com três.
e passeios longos em que eu falo com a Mel e ela vai lá na vida dela, a explorar o mundo e, de vez e quando, pára, olha para trás e corre na minha direcção: quer mimo.
never dog walk alone
estou apaixonada por esta miúda e a culpa é do Morais. olha, é uma relação a três. e resulta!
que é como quem diz: a imitar o mano mai'velho, desde mil nove e setenta e nove.
as fotografias foram tiradas com 2 ou 3 anos de diferença. mas a personagem principal é a mesma. chama-se Mel e é uma miúda que conquistou um lugar no meu tempo de voluntariado, na #uppa_animais. rendi-me aos seus encantos e graças ao Morais tive a oportunidade de me aproximar dela. é uma cadela com um temperamento especial - mas acreditem em mim: é doce, como o Mel (à sua maneira).
todos os dias são um desafio e cada passeio revela um lado da Mel que eu desconhecia - só e apenas por que ainda não tinha parado para investir algum tempo nela. acho que estamos a ficar amigas e acredito que posso restaurar-lhe a fé que ela um dia perdeu na humanidade. tudo isto é possível pelo trabalho em equipa que se faz na UPPA, em que os voluntários mais experientes vão passando conhecimento aos mais maçaricos - eu era uma maçarica até há uns tempos atrás. lá está, aprendi com os "Mestres" e também eu tenho evoluído muito, no que à relação com os animais diz respeito.
ainda tenho muito para aprender - sobretudo a respeitar regras e assim. e a ser assertiva. estou a fazer o meu melhor, acreditem.
obrigada, Morais: se não fosses tu e o desafio que me lançaste eu hoje não estaria tão contente por conhecer "essa miúda linda...."
fomos ao cinema, eu e a B - sim, só eu e a B. já tínhamos ido algumas vezes, mas sempre com a mãe - afinal, é uma forma de fazermos coisas juntas. hoje a mãe não pôde ir e o plano era uma tarde de madrinha e afilhada. a B. nunca tinha ido ao cinema só comigo, nunca tinha andado no meu carro... era tudo novo. quando me viu, deu-me um abraço. depois do pai colocar a cadeirinha no meu carro ficámos prontas para esta aventura.
quem me conhece sabe que os meus carros (este é o segundo que tenho) servem de "armazém" de muitas coisas. inclusivé de memórias. a B. descobriu uma máscara da Pepa, do seu segundo aniversário (nota: a B. fez 4 anos há umas semanas). ficou prometido que lhe daria a Pepa, assim como o frasco de bolinhas de sabão que anda comigo na mala (don't ask!).
vimos o snoopy, não comprámos pipocas e no caminho para casa imaginámos pizzas daquelas que não há: pizzas de "curássante", de crocodilos, de morangos, de barbies... e acabámos por comprar uma com fiambre e cogumelos, pronto. a cara de desilusão da B. quando viu que, no continente, não havia mesmo pizza de "curássante". um pacote de gomas para fazer a surpresa ao pai e ainda uma rápida visita ao Kioko (ou Tioko) que faz cócegas com o seu bigode.