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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

quando dizer é fazer


em tempos trabalhei num banco. numa determinada altura desta "carreira" profissional desempenhava funções de front office e estava com mais dois colegas; um deles era o chefe lá da xafarica. não tinha telemóvel profissional e por isso não gostava de atender aquilo que pudesse ser um telefonema de trabalho, fora do horário de expediente. era esta a regra. claro, houve excepções. uma, para ser mais exacta. 
recordo-me que fiquei doente e havia um assunto que estava a meu cargo e que não consegui encaminhar para nenhum deles. o chefe ligou-me para resolver a questão: eu estava de baixa, atendi e resolvi a situação.
quando voltei ao trabalho reportei o sucedido, a quem de direito. por razões que não são para aqui chamadas, o chefe não apreciou que eu tivesse reportado a questão do telefonema. esclarecemos a situação e eu disse: "nota que a partir de hoje não te atendo mais o telefone, fora do horário e/ou quando estiver ausente por doença ou por férias." ele sorriu. pensou que eu estava a brincar ou a dizer algo que não iria cumprir.
e aconteceu: voltei a ficar doente, em casa. ele ligou. e eu não atendi.
 
"liguei-te, mas não atendeste"
 
(eu avisei, né?)
 
 
 
 

marcas humanas, demasiado humanas?

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a associação de marketing digital convidou-me para conversar um pouco sobre a minha experiência no mundo do marketing digital | social media

sugeri um tema que muito me agrada e que norteia o meu trabalho enquanto formadora e consultora na cultura digital: a humanização das marcas (e das pessoas?) 

 

conto convosco? 8 de maio, pelas 19h, no lux lisboa park 

 

podem saber mais AQUI

oh, the little things

 

esperar tem tanto de maravilhoso como de aflitivo. 

é maravilhoso esperar que chegues, no dia e na hora que marcámos. ou esperar pelo nascimento de uma sobrinha: as mãozinhas pequenas, o nariz, os cabelos, os pés. o cheiro a bebé.

é aflitiva a espera num hospital quando se dá entrada nas urgências. a espera para nos chamarem, a espera pelas análises e pelos exames. a espera pelo diagnóstico. esperar pelo autocarro que não sabemos bem a que horas passa e ter compromissos dali a nada. 

é maravilhoso esperar pela chegada daquela encomenda especial. é maravilhoso esperar pelo verão (excepto quando chove muito, vá). 

é aflitivo esperar pela resposta ao e-mail que enviámos com um orçamento. esperar pela transferência agendada e que tarda. esperar na fila do hipermercado - calha-me sempre a fila onde acaba o papel dos talões ou onde o cliente à frente apresenta 1001 talões de desconto. 

é maravilhoso esperar pela hora de início daquele concerto. é maravilhoso esperar pelo próximo capítulo - da série, do livro. 

é aflitivo esperar pelo momento em que vou esperar maravilhosamente por ti. 

 

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verbo conhecer

 

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[do lado de cá]

o que precisamos saber para dizer que sabemos quem (alguém) é? que dados, que informações, que histórias, que datas, que factos, que marcas, que sins, que nãos?

que perguntas podemos fazer? que perguntas devemos fazer? e há perguntas proibidas? 

 

[do lado de lá]

e o que dizer? tudo? umas coisas e outras? nada? ocultamos, e não mentimos. omitimos e não dizemos mentiras. 

respondemos a tudo? fugimos às respostas? adiamos a resposta? 

 

 

 (print screen do priberam)

podemos falar ao telefone? não, não podemos.

 

comprei o meu primeiro telemóvel aos 20 anos. era um nokia, super giro e até dava para trocar as capas. servia, sobretudo, para telefonar e trocar sms. 

hoje, o telemóvel é um instrumento de trabalho. diz o gary que é uma extensão do nosso corpo

 

the thing is: detesto que me liguem. sobretudo quando não combinamos uma hora aproximada. porquê? apresento algumas razões:

 

- quebra-me o ritmo de trabalho

como tenho tarefas diferentes para realizar durante o dia, é fundamental organizar a #ToDoList e o tempo. no fundo, vendo tempo aos meus clientes: o tempo para pesquisa, para desenhar estratégia, para escrever conteúdos, para esclarecer dúvidas, e por aí fora.

 

- não me permite organizar ou preparar os assuntos da conversa

 repito: durante o dia realizo tarefas diferentes e por isso a minha cabeça funciona por "gavetas". quando estou a tratar do assunto Y, tenho como apoio os rascunhos, as notas desse assunto. e se me ligam para falar do assunto X e eu não tenho esses documentos (ou e-mails por perto, por exº), sinto que não consigo responder da melhor maneira e resolver os assuntos telefonicamente.

 

- muitas vezes, aquele telefonema pode ser um e-mail 

eu respondo aos e-mails quando posso, com toda a atenção que aquela pessoa e aquele assunto merecem. 

 

de forma a poder controlar a minha gestão de tempo e de tarefas eliminei o meu número de telefone do facebook, do site e dos cartões de visita. eu sou uma das pessoas das quais o gary fala AQUI > 9min30 

 

há whatsapp, há facebook messenger (apenas no desktop, eliminei a app do telemóvel), há e-mail (acessível em tudo o que é aparelho). há imensas alternativas. telefonar é coisa do passado; é quase tão antigo como o fax. 

 

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ah! aproveito para partilhar este livro que é só genial e uma lição de assertividade daquelas XXL. as 'ssoas vão comprar, ler e instagramar só para ficar bem. e vão ler e achar: ai que bruto que é o senhor. não é isso, é assertividade. e é ter os pés bem assentes na terra. 

 

 

 

 

 

> netting up

o pedro vieira foi aos states aprender cenas e trouxe consigo um conceito novo (para mim e para ele, na altura).

netting up.

quem explica isto bem é o Nicholas Kusmich, neste vídeo AQUI. e fala daquilo que sentia (e sinto um bocadinho, mas estou a treinar isso) enquanto freelancer: se não tivesse muito trabalho, muitos clientes, trabalhar de domingo a domingo, sentia que "hey as coisas não estão a correr bem". tinha que andar sempre ocupada. e não podia ter tempo para descansar, ai não, não.

errado.

 

sucesso versus qualidade

na verdade, não estava a ser bem sucedida, pois trabalhava horas, demasiadas horas numa semana e não descansava, não produzia sempre com a qualidade que eu desejo. com a qualidade que me diferencia dos outros. que constitui a minha mais valia. 

há muita pressão interna para estarmos sempre a trabalhar, com medo do dia seguinte e da possibilidade de ficar sem trabalho. 

há pressão externa, também. há uma ideia subliminar associada aos empresários por conta própria e aos trabalhadores independentes: temos que estar sempre a trabalhar, temos que estar sempre a produzir e a responder aos pedidos dos nossos clientes. 

não, não temos.

os clientes também têm que nos respeitar e nós temos que criar as regras, de início, para construirmos canais de comunicação fluídos, ajustados às necessidades do cliente - e também às tarefas, ao fee acordado. 

 

acrescentar & gerar valor

 

há projectos que são mais do mesmo, não trazem valor ao cliente, não trazem valor ao nosso currículo. sempre que posso (entenda-se, sempre que o meu fee mensal global não fica afectado), rejeito esses projectos. e é esse o caminho a seguir, pois há outras pessoas que podem aprender com esse projecto (precisam da experiência, por exemplo) e eu tenho que canalizar a minha energia em aprofundar conhecimentos e gerar valor. 

 

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 gestão do tempo

 

todos os dias aprendo um bocadinho mais sobre a gestão do tempo e a necessidade de tomar controlo sobre a minha vida. se estivesse a escrever no final do ano, diria que a minha resolução passa por investir bem o meu tempo, em termos de trabalho e também a nível pessoal. é um trabalho diário e exige pequenas mudanças - que são enormes e por isso devem ser desdobradas em mais pequenas. 

 

btw, falei-vos de mudança AQUI, no podcast com a elsa e a sónia. chegaram a ouvir? 

 

 

 

 

:: i just kant ::

 

(atentem, vem aí um super cliché)

a vida é feita de decisões difíceis. (viram, viram?)

desde há umas semanas para cá que dormia mal, que não conseguia produzir como devia, que andava agastada. a tese. sim, muitas leituras feitas, sim, muitos rascunhos. mas e a tese? e o prazo a aproximar-se? e os dias sempre curtos para tudo?

a tese.

a decisão.

pensei, pensei. passei horas a tentar dormir, sempre a pensar nisto. 

e decidi assumir que não tenho as condições necessárias para concluir a tese. falta energia, motivação, tempo. falta a estabilidade que a vida de freenlancer não me dá. 

era bom que fosse possível suspender a vida durante um mês para me dedicar 100% a isto. era bom, mas como não vai dar, é melhor reconciliar-me com a realidade.

 

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até já, kant. prometo que não te vou fechar numa gaveta para sempre. voltarei a ti. noutra altura.

a tua,

 

joana rita 

 

sê a mudança que queres ver na balança

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não é novidade para  ninguém que sou uma 'ssoa roliça. sempre fui gorda, sempre tive peso a mais para a minha altura (que é mínima, vá). estou reconciliada com isso, no sentido em que sei que tenho limitações: um sistema hormonal meio avariado, um problema de hipoglicémia, méniere e outras coisas mais. 

há muitos anos que sou seguida por uma nutricionista, a sandra, e temos como premissa não levar os números da balança demasiado a sério. atendemos ao volume, à qualidade do que como, às rotinas, ao ciclo menstrual, ao volume que sentimos e que a roupa "acusa". nos últimos meses a balança tem sido um problema, para mim. não me sinto confortável com o peso que ela acusa - embora não o sinta, no meu dia-a-dia. e há ali umas calças que quero voltar a vestir, entendem? 

portanto, estamos em missão #joanamenoscinco - quero perder 5 kgs nos próximos dois meses. sim, com calma, pois sei que o meu organismo é manhoso e habitua-se a tudo, rapidamente. e depois deixa de "responder". com a ajuda da sandra desenhei um plano alimentar. algo novo, para surpreender o organismo e obrigá-lo a dar resposta (isto é, a perder peso).

não vos digo quanto peso, nem quanto vou pesar no final desta aventura. os números não são mesmo o mais importante. aviso-vos quando voltar a vestir aquelas calças - combinado? 

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