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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

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ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

em busca d'o sonho da razão

 

partimos em direcção ao teatro do bairro alto. final do dia, temperatura quente. saímos na estação do rossio, para degustar qualquer coisa no starbucks e fazer render a caminhada. subimos as escadinhas que nos levam ao largo do carmo (FARDAS!). caminhámos até à rua luz soriano, em busca do (já vos tinha dito?) teatro do bairro alto. mas só encontrámos o teatro do bairro.
após tocar à campaínha e interromper (UPS) um ensaio, lady bug toma consciência de que não está no sítio certo.
«é praticamente do lado oposto» - disse o simpático senhor. ok, subir, ir até ao príncipe real, passar o largo de são mamede... um pouco antes do rato. aí vamos nós. sim, saímos de casa bastante cedo para nos perdermos.
caminhar e procurar as indicações para o teatro da cornucópia [explicou-nos o senhor que o teatro do bairro alto e a cornucópia são um só, vá. e que a confusão com o teatro do bairro era «normal»].
caminhar. e nada de indicações. encontrar na rua um simpático moço (actor, por sinal) que nos deu a dica de um «atalho» que nos leva ao teatro cujo edifício marca o início de uma nova rua: o teatro da cornucópia.
missão cumprida: apesar destes «desencontros», chegámos a horas para o ensaio de imprensa.
Luís Miguel Cintra, Dinarte Branco e Leonor Salgueiro dão voz e corpo ao sonho da razão.
ver esta peça foi lembrar algumas aulas de filosofia, fazer perguntas, procurar respostas, recordar o passado, imaginar o futuro.
na categoria de «recomendo vivamente».
[ e a cereja no topo do bolo? ter a oportunidade de estar à conversa com Luís Miguel Cintra. que senhor!]
valeu TÃO A PENA chegar a casa com quatro bolhas nos pés (sandálias que ainda não tinham feito a rodagem a sério, neste verão).
adormeci e sonhei. sem razão, apenas SONHEI.
e num instante, o despertador tocou.

 

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