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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

Ice, Ice, baby!

 

o Ice chegou à #uppa_animais em 2015, através do Canil Municipal de Sintra.

na altura trazia uma companheira, a Matilde. foram companheiros de box durante algum tempo até que a Matilde foi adoptada.

o seu olhar é fora do comum, concordam? o Ice é um cão com muita energia e aconselho a sua adopção por parte de alguém que também tenha bastante energia e que queira um CÃOpanheiro para passear e dar umas corridas. o Ice é um cão de porte grande, tal como se pode ver na fotografia que se segue. 

Ice regua.png

se procura um cão com um olhar invulgar e muita energia para dar, o Ice é uma companhia a considerar.  

 

fotografias de arquivo da UPPA - União Para a Protecção dos Animais / pesquisem no twitter / instagram por #uppa_animais

para adoptar: uppa.adoptantes@gmail.com / para apadrinhar: uppa.apadrinhamento@gmail.com 

D O M I N G A R

cadernos_ideias.jpg

 

So context, of course, matters. The answer to being happy won't always be, at all times, meditation, fasting, reading more, exercising more, knowing all the latest brunch spots, getting smashed every week, asking if things bring you joy, getting married ("to fix the relationship"), having a baby ("to fix the marriage") or quitting your job (to "double down on my blog"). And the answer to a strategy isn't always to find our purpose, be disruptive (what is that), be more authentic (what is that), invest in micro-influencers (what is that) or quote Byron Sharp like he was Jesus Christ. But equally, the answer won't be to shit all over any or all of these things by default.

 

salmon theory > rob estreitinho

ontem assinalou-se o dia internacional do animal abandonado

uppa_murphy_belinha-1024x673.jpg

 

a Fátima Lopes (a da televisão, sim) convidou duas associações para partilhar o quotidiano de  associações dedicadas à causa animal: a Animais de Rua e a UPPA

 

eis um pouco do meu testemunho que podem ler na íntegra no artigo onde Fátima Lopes partilha a sua experiência de adopção do Brownie: 

Uma das maiores recompensas do voluntariado na UPPA é o agradecimento que os animais manifestam. Durante a sua estadia na UPPA e também no “depois da UPPA”, quando já estão com a família que os adoptou. Esse agradecimento acontece quando, inesperadamente, encontras a Groselha numa rua de Lisboa, com a adoptante, chamas pelo seu nome, ela levanta as orelhas e te recebe com muitos beijinhos e abraços caninos. Ou quando vais visitar o Gaby à sua casa e ele te recebe com o mesmo entusiasmo de sempre. Estes momentos são valiosos e mostram-nos como a sua estadia na UPPA foi feliz e lhes traz boas recordações. 

 

o que fazer se encontrar um animal abandonado?

 

esta é uma pergunta que me fazem algumas vezes e por isso escrevi este artigo com algumas sugestões e que podem ler no site do Intermarché: encontrei um animal perdido - e agora? 

 

 

leituras de verão

o tópico leituras de verão ou leituras de férias é um clássico do mês de agosto. agosto traz a silly season, traz o bailarico na aldeia, os dias em que a pele fica com sabor a sal * e gin tónico ao final do dia ** 

 

as minhas leituras de verão trouxeram-me o wittgenstein e a vontade enorme de organizar os blogs (este, o outro e o do website). 

ECAFHTAWkAEUzMZ.jpg

 

ECANkpOXsAEIl9U.jpg

 

tenho estado a tuítar a minha leitura do livro do witt. podem acompanhar por lá, seguindo esta thread

 

* escrevi só porque fica bonito, não sou fã de praia. 

** se preferirem favaios, moscatel ou outra coisa, também pode ser.

Podíamos filosofar sem festivais de verão? Podíamos, mas não era a mesma coisa.

 

mora_na_filosofia_festival.jpeg

Verão rima com festivais de música: eles andam aí, fim de semana após fim de semana, a invadir o país e a proporcionar emoções (estéticas) aos festivaleiros.  A aldeia Filosofia não fica atrás: sim, também há um festival de verão. Mas um festival com algumas particularidades: apenas uma banda que toca  todo o tipo de músicas, em ode aos filósofos que por cá moram.

 A banda é constituída por Nietzsche, na bateria, Sartre no baixo, Wittgenstein na voz, Peirce no contrabaixo, Montaigne na viola, estando os coros a cargo de Pascal, Espinosa e Montesquieu. Um luxo. Durante dois dias estes filósofos espalham magia no coreto da aldeia. O festival é preparado com muito cuidado de forma a que (quase) todos os habitantes (re)vejam a sua perspectiva filosófica numa das músicas.

Convidei alguns amigos para o festival, que é, acima de tudo, uma oportunidade de convívio. Além disso, no final, Nietzsche destrói sempre a bateria, numa performance altamente zaratustriana e divertida.

É a primeira vez que venho ao  ζωντανός confessou o André. Mas estou muito curioso. A nós juntaram-se a Ana, a Xana, a Lili, o Hugo, a Fátima, a Cláudia, o Carlos Miguel, o Pedro e a Sandra. Ah, e a Madalena, que veio expressamente de Luanda para assistir ao festival. Podia lá eu perder uma oportunidade destas? Só espero que não me calhe na rifa um bailarico qualquer, dizia a Madalena, enquanto trocávamos os passes de dois dias pela pulseira.

Vários foram os êxitos (filosóficos)  que fizeram eco pela aldeia. O utilitarismo, de Stuart Mill com o êxito Use somebody, dos Kings of Leon. A provocação a Santo Agostinho, com uma cover de Putos a roubar maçãs, dos Dead Combo. A referência ao motor imóvel de Aristóteles com Running to stand still, dos U2.

E várias canções de amor: Somebody that I used to know, de Gotye, assumindo a perspectiva de Schopenhauer, o Love me do dos Beatles a fazer lembrar o amor platónico. E tantas foram as questões éticas que nos surgiram com temas como Hedonism, dos Skunk Anansie e o Try walking in my shoes, dos Depeche Mode. Aristipo de Cirene e Epicuro, que estavam a trabalhar no festival, a vender cerveja com um barril às costas, foram encontrados a discutir as questões do prazer em vez de circular entre as pessoas. Parece que para o ano não serão contratados.

A  segunda e última noite terminou com uma fartura na roulote da Santa Teresa d’Àvila, que desta forma tentar angariar fundos para as Carmelitas. E não houve melhor forma de celebrar dois dias de filosofia e música: saboreando uma fartura (mística). Para o ano há mais.  

e o amor onde é que 'tá?

Papillon é uma das promessas da mais recente geração de músicos... urbanos, será que posso chamar assim? 

Papillon promete e cumpre: camadas é o seu mais recente som e é uma espécie de gin tónico, fresco, amargo, dançante e que apetece beber (ouvir) de novo.

e adivinhem onde descobri esta pérola? na antena 3, pois claro!

regresso ao passado

- e às crónicas de uma aldeia que se chama Filosofia

em 2013 colaborei com uma revista online que se chamava Papel.  durou pouco tempo, pois era um daqueles projectos que se fazem "just for fun" e que, sem apoios financeiros ou formas de subsistência, acabam por ter os dias contados. foi o que aconteceu com a Papel.

na altura eu tinha ficado desempregada e estava a atravessar uma fase muita criativa: tinha tempo para ler e para escrever. sim, o desemprego não é uma coisa 100% negativa e é possível aproveitar o tempo e a ausência de compromisso das 9 às 5 e canalizar a energia para projectos que, ainda que não se traduzam em retorno financeiro, acabam por ser uma plataforma de experimentação e de networking.

 

não há rasto da revista Papel, mas há o rasto dos e-mails trocados com a responsável do projecto, a Lucy Pepper. e há rasto dos textos! YEAH. 

 

 

 

vou publicar por aqui essas crónicas. talvez comece já hoje.

e talvez vá ler as crónicas e pensar: "se fosse hoje não escrevia assim". 

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