Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

#followfriday

 

follow-friday.png

hoje é sexta e por isso é dia de #ff - esta é uma frase que costumo usar no twitter, neste dia da semana.

vou criar o hábito de a partilhar também aqui, na comunidade SAPO blogs, ampliando para ideias ou projectos que conheço e que merecem a minha (e, se me permitem, a vossa atenção). irei sugerir blogs, contas twitter ou instagram ou sites que encontre. a regra é a de haver um link que seja partilhável e o meu compromisso para explicar o porquê de seguirmos ou acompanharmos a ideia, o blog, o perfil de twitter e por aí fora.

 

*

 

#1 passar a pensar micro em vez de macro - triptofano 

eis um post que vai ao encontro de algo que já pratico há algum tempo: mudar o mundo, sim, mudando o que está à nossa volta. não vamos poder terminar com a fome no mundo, pois não? mas e se for possível dar conforto e alimento a uma família com a qual nos cruzamos todos os dias?

 

#2 the minimalists 

talvez este seja um dos meus podcasts preferidos e o conceito que está na sua base tem algum peso nesta preferência. há uma "evangelização" para abdicarmos do que temos a mais e vivermos com menos, mas não há uma crítica feroz de quem tem livros "a mais" ou não se consegue livrar daquelas camisolas que não veste há  5 anos.

 

#3 rita da nova

certamente muitos de vós já conhecem a rita. conhecemo-nos no twitter, há já alguns anos, ainda a rita não tinha este blog. não sou a pessoa mais assídua nas visitas ao seu blog, mas de vez em quando vou espreitar as novidades. não sou capaz de ler tantos livros como a rita e por isso leio os seus posts. 

 

 

#cenasfixespara

COMPRAR

sako_bags_2.JPEG

 

SAKO bags

- vi esta marca no instagram e o FOLLOW foi imediato. acabei por descobrir que a Sandra José, uma 'ssoa humana que conheci no Teatro Rápido (se a memória não me falha), é uma das 'ssoas que está à frente desta marca portuguesa.

ainda não é possível comprar estes sacos que podem conhecer no twitter e no instagram da SAKO bags, uma vez que só em Setembro será lançada uma campanha de crowdfunding para possibilitar a produção de 500 sacos. ou melhor, SAKOS.

 

e o que têm os SAKO bags de tão especial? 

 

País de praias e pescadores, com uma costa de cerca de 1860Km, Sako, através das cores, materiais e referências gráficas, torna-se numa assinatura que reinterpreta as tradições do povo português e as recria num Sako.

Com materiais adaptados para intempéries de alto mar, torna-se numa mochila resistente, ao mesmo tempo que se apresenta com um design urbano e moderno capaz de satisfazer diferentes personalidades e contextos.

Sako é uma ideia inovadora sobre adaptabilidade ao uso que cada um lhe dá. Para tal, resgatámos memórias da tradição da pesca portuguesa, tão próxima de nós, que se materializaram num objeto contemporâneo de uso global.

 

sako_bags-1.JPEG

 

para quem gosta de produtos diferentes, com selo 100% português, a SAKO bags é uma das marcas às quais devem estar atentos. 

 

"Forrobodó" filosófico ou uma espécie de caos organizado

Não fazem ideia do "forrobodó[filosófico] que se vivia ali na rua de cima. Tales, Anaximandro, Anaxímenes e Empédocles em “discussão” acessa. Não conseguia perceber muito bem o que diziam, mas era evidente todo um aparato à sua volta: o carro com a bagageira aberta, malas no chão, raquetes de praia, bóias cheias (aposto que foi ideia do Anaxímenes, sabemos que ele tem aquela fixação pelo ar, o elemento que tudo invade, infinito e incessante) e toalhas de praia. Quando me aproximei, voavam chinelos. JU-RO.

Traz-me  a bomba, traz-me a bomba, gritava Anaxímenes. Bomba? Mas qual bomba, perguntei eu a Tales, que estava mais distante a assistir a tudo. Joana, não digas a ninguém, mas o Anaxímenes sofre de asma. Irónico, não é? Ele que sempre defendeu que o ar era o princípio do qual provêm todas as coisas. Foi um duro golpe para ele, como deves imaginar, respondeu Tales, com a calma que lhe é tão característica.

Fiquei estupefacta. Anaximandro abria a mochila, à procura da bomba, e atirava tudo cá para fora. Imaginem um mágico a sacar mil e um objectos de dentro de uma cartola – era mais ou menos este o cenário; e os objectos eram (basicamente) roupa interior. Vim a descobrir que Anaxímenes usava boxers com bonecos. Dispensável, este tipo de informação. Mas adiante.

Afinal o que é que se passa, Tales?, perguntei.

Nada de especial. Estamos só a tentar organizar as malas para a viagem de férias, contou Tales. Mas até está a correr bem, tendo em conta o caos organizado ao qual tens o privilégio de assistir, Joana.

Caos organizado – eis uma expressão curiosa, vinda da boca de Tales, o homem que ficou conhecido aqui na aldeia por passear a olhar para o céu, observando os astros e tropeçar nos passeios, cair a torto e a direito. Platão até escreveu num dos seus livos que “Tales, ansioso por conhecer as coisas do céu, não se dava conta do que estava atrás dele e mesmo a seus pés.”

E onde vão ser as férias?, perguntei eu a Tales. Vai ser uma road trip, Joana. Anaxímenes quer apreciar o ar, não interessa onde. Eu contento-me com algumas horas a olhar o céu; o Anaximandro fica satisfeito perto do mar; o Empédocles fica em paz em qualquer sítio onde possa apreciar os quatro elementos. Acho que isto tem tudo para correr muito bem, seja lá onde for, não achas, Joana?

Quem sou eu para discordar de ti, Tales?, respondi.  Boa viagem. Vão dando notícias, sei lá, enviem-me postais.

Ontem fui à caixa do correio e lá estava: uma fotografia, estilo polaroid, dos quatro, numa praia, à noite, com uma fogueira, a contemplar o mar, o céu. Colares de flores ao pescoço e sorriso nos lábios. Joana, estamos a divertir-nos bué – podia ler-se no verso da fotografia.

Bué? Ora essa, ninguém diria.

Já a aldeia, essa, ficou bué calma desde que os quatro filósofos do forrobodó partiram. Espero que regressem em breve, a tranquilidade pode tornar-se entediante. Bué entediante, vá.

 

 

Nicky, a Relações Públicas do albergue da #uppa_animais

Nicky_uppa.jpg

 

a Nicky é a RP do albergue da #uppa_animais: anda solta, pois é bastante assertiva e não se mete na vida de ninguém. a única excepção são mesmo os bebés:  ao entrar no albergue, rapidamente foi avó,  pois chegou-nos na companhia da sua filha adulta, que estava grávida. foi o primeiro parto ao qual assisti no albergue.  os bebés, ou seja, os netos da Nicky, foram adoptados, assim como a filha da Nicky. a Nicky é a eterna mãe e avó e sempre que há bebés no albergue ela sente o chamamento para cuidar deles. 

a Nicky continua no albergue à espera de uma família que a possa adoptar. não me interpretem mal: a Nicky merece a oportunidade de ter uma casa, ainda assim acho que ela é dos poucos cães de albergue que aprecia aquela vida. pela sua personalidade dócil para com os outros cães, a Nicky pode andar pelo albergue, fazer umas belas sestas ao sol e esconder os biscoitos que lhe dão.

acredito que será uma excelente companhia para a família que a possa adoptar. e eu vou ter saudades delas, quando isso acontecer. afinal, estamos lá para os ver ir embora.

 

Nicky_uppa_animais.jpg

 

a pensar em quem está a considerar adoptar um cão, elaborei esta check list para ajudar a tomar a decisão:

  • Olhe para a sua rotina diária e verifique se/onde poderá incluir o tempo para parar para passear;
  • Lembre-se dos cuidados a ter com a limpeza da via pública, durante o passeio (faça como eu e ande sempre com sacos para dejectos na mala ou no bolso do casaco);
  • Estabeleça as regras da casa: defina um espaço para o cão e as áreas da casa onde pode circular livremente; seja o primeiro a cumprir essas regras (por exemplo, se não quer que ele durma na sua cama, não abra excepções com uma frequência... diária!);
  • Procure um veterinário e agende as visitas regulares para vacinação;
  • Compre uma ração adequada à idade, tamanho e estado de saúde do seu patudo (o veterinário poderá aconselhar da melhor forma);
  • Caso haja crianças em casa, acompanhe-os; os animais são uma excelente companhia para a criançada mas não devemos cometer o erro de os deixar entregues a si mesmos;
  • Tenha em conta os hábitos de férias e considere a possibilidade de o levar consigo – há já alguns hóteis que aceitam hóspedes com animais, por exemplo;
  • Não ceda às influências das “raças que estão na moda”: o importante é escolher um amigo com quem crie empatia e cuja energia se complemente com a sua.

fonte: artigo publicado no site do intermarché

 

as fotografias que ilustram o artigo têm origem no arquivo da UPPA - União Para a Protecção dos Animais. para saber mais sobre os animais disponíves para adopção ou apadrinhamento, podem pesquisar no twitter / instagram por #uppa_animais. também há página no facebook. 

 

 

coisas que aprendi com alguém muito importante

margarita.jpg

a obsessão pela transparência. 

na verdade, a filosofia não é "apenas" o amor pela sabedoria. a tradução mais fiel será "obsessão pela transparência". a palavra obsessão traz uma conotação negativa, num primeiro momento. quando nos demoramos um pouco mais e pensamos em pessoas que foram bem sucedidas no seu caminho, reparamos que há uma obsessão. um escritor é obcecado pelas palavras ou pelas histórias. um marinheiro é obcecado pelas idas ao mar. um atleta é obcecado por fazer mais e melhor. 

também há os stalkers que se revelam obcecados com uma pessoa, por exemplo.

mas voltemos à obsessão. e à filosofia. 

nas primeiras aulas do curso de filosofia aprendi que a filosofia, mais do que um amor pela sabedoria, é uma obsessão pela transparência. está no étimo, mas não é tão popular dizer "obsessão pela transparência" como é dizer "amor pela sabedoria".

aprendi isto com um professor, mas não compreendi inteiramente as suas palavras, há 20 anos. foram precisos 20 anos de perguntas, de inquietações, de certezas, de dúvidas para poder dizer que finalmente aprendi a lição.

a filosofia é uma obsessão pela transparência e uma vez aprendida a lição não podes ficar-te pelo amor. tens de ir mais fundo, à transparência das coisas, das pessoas, das relações, dos livros, do que se diz, do que se lê, do que se vê.

 

*

 

a Carolina lançou este desafio à comunidade que a segue e para saberes mais sobre o desafio 1 + 3, basta visitar o blog Thirteen 

Acredito que, cada vez mais, precisamos de olhar para o nosso umbigo de uma forma mais crítica, de refletir sobre o que fazemos de bom e de errado, de nos conhecermos um bocadinho melhor e de termos objetivos concretos a curto prazo. Conhecermos os nossos defeitos e as nossas qualidades, percebermos quem realmente faz a diferença na nossa vida e quais os espaços onde nos sentimos mais sossegados é essencial para trabalharmos a nossa tranquilidade e a nossa paz interior.

D O M I N G A R

wittgenstein.jpg

decidi arrumar a biblioteca pessoal e assumi o compromisso de libertar espaço.

custou a escolha dos primeiros dez livros. que critérios usar? quais as razões para abdicar deste ou daquele livro? 

foi mais fácil quando o critério era "já tenho este livro, mas noutra edição". foi fácil quando percebi que tinha aqueles livros só para coleccionar e nem sequer os tinha lido. foi difícil quando os livros contam histórias para lá daquelas que estão lá impressas.

no final do processo o saldo é positivo: ganhei espaço nas prateleiras e defini as próximas leituras. dei um saco cheio de livros a uma instituição que os vai vender para angariar fundos. vou dar alguns a uns amigos. 

mariekondar a vida é uma coisa gira, sim senhor. e sparka a lot of joy. 

 

#cenasfixespara

há uns meses o fábio martins criou uma newsletter dedicada às #seriesfixesparaver. tudo começou com a divulgação da # no twitter. vai daí, sugeri os #podcastsfixesparaouvir, uma # que circula no twitter com o dinamismo e a vontade da comunidade que a integra nas suas conversas.

e, de maneiras que, surgiu esta ideia para criar uma rubrica aqui no blog sobre #cenasfixespara - ver, ouvir, beber, ler, fazer e por aí fora. a # é suficientemente aberta para integrar sugestões de páginas de IG inspiradoras, artigos, livros, podcasts, séries e monumentos.

está tudo em aberto e a frequência da rubrica vai depender das cenas fixes que vou encontrar por aí. 

e, claro, aceito sugestões na caixa de comentários. vamos a isto? 

 

cenasfixespara.png

 

a humanidade não deixa de me surpreender

a culpa é das expectativas.

esperamos que as pessoas não abram o vidro do carro para deitar fora o lixo; esperamos que as pessoas não estacionem em segunda fila because "são só 5 minutos"; esperamos que uns ténis caros possam ser devolvidos 4 meses depois da compra por terem defeito; esperamos que a faculdade te saiba dizer o dia exacto da entrega da dissertação; esperamos que os tweets sejam lidos à luz do contexto em que são escritos; esperamos que um profissional de saúde não se espante com o facto de uma pessoa tatuada ser dadora regular de sangue; esperamos que as pessoas saibam que abraçar alguém com HIV não faz com que a doença seja transmitida; esperamos que as pessoas não subam o tom de voz quando percebem que estão a falar com alguém que é surdo; esperamos que o movimento que defende que a terra é plana seja ficção; esperamos que não digam que uma mulher foi violada por ter saído à rua com decote e "estava mesmo a pedi-las"; esperamos que o preço certo nunca acabe pois é um programa puro de entretenimento; esperamos que o irs se resolva rápido, pois basta mudar um valor na declaração; esperamos que as pessoas compreendam que trabalhar no digital signifique poder estar offline durante uma parte do dia; esperamos que não nos levem o útero quando o que está a mais é só um mioma; esperamos que uma câmara não use uma fotografia de um banco de imagem, com a marca de água, na sua comunicação

a humanidade não deixa de me surpreender. e a culpa é das expectativas. 

 

ijustkant.png

 

Epicuro: a filosofia é um intervalo entre um molho de nabos e sementes de girassóis

[para ler como se fosse Março. ou Abril]

tumblr_pudhxoQD0d1qhzqx6o1_500.jpg

Finalmente a Primavera chegou e até nos contemplou com um dia de sol. Ok, um dia e meio, para ser mais precisa. E com os dias mais compridos sabe bem passear no jardim. O meu jardim preferido, aqui na aldeia, é mesmo o jardim de Epicuro que, na verdade, é uma horta. Deve ser por isso que gosto tanto deste jardim: nele posso observar o ciclo da vida e ainda oiço e participo nas conversas entre Epicuro e os seus alunos da escola, conhecidos como os filósofos do jardim.

E é nessa altura que coloco em prática uma espécie de terapia, da qual falava há dias com uma amiga ao telefone. Ela dizia-me: é importante rodeares-te de pessoas boas e positivas, porque hoje em dia é muito fácil deixar-se contagiar pelo negativo e pelo medo. Tens razão, Sofia. Tens toda a razão, respondi-lhe. Por isso, aproveitei o sol para visitar o jardim e para colocar em prática a logoterapia, ou terapia pelo discurso.

Deus não é um papão, nada há a temer, dizia Epicuro, enquanto apanhava folhas de couve que serviriam para a sopa, ao jantar. E também não há nada a temer contra a morte, porque é algo natural, acrescentou.

Epicuro e as suas palavras fazem-me lembrar as abelhas e a forma como encaram a vida: trabalham muito, de forma até bastante rigorosa, mas conseguem extrair o melhor da vida (e o mais doce, o mel). O filósofo de Samos surge num contexto muito difícil, de crise, de instabilidade [tão actual, não acham?]  e tem o desplante de defender o prazer como finalidade da vida. Dirigi-me a ele, contei-lhe da minha conversa com a Sofia. Epicuro, não é nada fácil pensar em prazer numa conjuntura destas. E sabes bem como os profetas do terror andam aí a contagiar tudo e todos, disse-lhe.

Joana, eu não tenho uma visão política do mundo, respondeu Epicuro, com um molho de nabos na mão [deliciosa esta associação entre política e nabos]. O importante é cuidares da cidade interior, da tua alma e procurar ser feliz. Usufrui da vida, daquilo que ela te dá, desta horta e do sol. Não cedas perante desejos vãos [eish, Epicuro, queres com isto dizer que não posso comprar aquela mala tãaaaao gira? Ok, pronto] e procura a justa medida. E pelo caminho, espreita aí no Borda d’Água se já é tempo de plantar os morangueiros.

Peguei no Borda d’Água e confirmei: é tempo de plantar morangueiros, espargos. Na verdade, Epicuro, há muito por onde escolher: abóboras, batatas, beterraba, melancia e tomate. Abril é um excelente mês para estas coisas hortícolas do semear, do plantar, para mais tarde colher. E usufruir, saborear aquilo que a terra nos dá; aproveitar os raios de sol para ganhar cor e energia para o dia a dia. Por falar em cor e energia, reparei que é altura para semear girassóis. Epicuro, descansa, tenho lá em casa muitas sementes. Joana, és uma boa amiga, disse-me o filósofo, venham daí essas sementes!

No final do dia, liguei à Sofia e contei-lhe da minha visita à horta epicurista. Falámos dos filhos, do pó, do monte de roupa para engomar. Falámos das dificuldades do dia a dia e da vontade em que as coisas fossem diferentes. De como queremos ver as pessoas de quem gostamos com um sorriso no rosto. Como sempre, despedi-me com um até já, Sofia.

Tenho aprendido muito com as minhas visitas ao jardim de Epicuro; aprendi, sobretudo, que a amizade nos permite gozar a nossa própria existência. Permite-nos ser felizes.  E sorrir. Obrigada, Epicuro, visitar-te é sempre um prazer!

 

 

Pág. 1/3

Mais sobre mim

foto do autor

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2008
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D