beatriz, querida beatriz

de vez em quando vou ao youtube e coloco os teus vídeos no play. divirto-me e tomo notas, só naquela da não laborar em erro.
que nunca nos faltes, beatriz.
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de vez em quando vou ao youtube e coloco os teus vídeos no play. divirto-me e tomo notas, só naquela da não laborar em erro.
que nunca nos faltes, beatriz.

julgo que já denunciei por aqui o meu amor pelo twitter. ando pela rede do passarinho azul desde 2009 e até agora o saldo tem sido muito positivo - a nível pessoal e a nível profissional. a todos os níveis (sim, esse também).
80% dos meus projectos profissionais, enquanto freelancer, têm ou tiveram origem num contacto feito via twitter. é uma rede onde o networking se pratica diariamente e onde podemos falar com as pessoas, directamente, sem hierarquias, sem e-mail para a secretária ou para um "geral" ou "info".
e depois, há tudo o resto. a vida, senhoras e senhores.
há os amigos que fazemos, pois encontramos alguém que partilha os mesmos interesses do que nós. dois desses amigos estão comigo nesta fotografia: o Pedro e o Basílio. a vida nem sempre nos permite a presença "ao vivo e a cores" e o twitter faz o favor de nos juntar, diariamente. para rir, para partilhar informação, para discordar, para concordar. e, sobretudo, para dizer muito, mas muito disparate.
o twitter é fixe. o twitter é feito de 'ssoas humanas, como estes dois.

estamos lá para os ver ir embora - mas de vez em quando rola aquele dog sitting que serve para matar saudades.

nela guardamos os medos, as memórias do que correu mal. guardamos também aquilo que gostaríamos de viver de novo. há de tudo, na bagagem emocional, desde a certeza de que cometemos erros no passado e que o mais certo é repetir alguns no futuro. faz parte. somos todos um bocadinho dory e temos memória de peixe.
tomar decisões e fechar gavetas - eis duas coisas que me aliviam o peso da bagagem emocional. a par disso, o começar. o abrir portas a quem chega de novo, seja um projecto profissional, a companhia de um amigo que não se vê há muito tempo ou conhecer alguém novo.

não era uma vingança, pois não havia cegueira.
era uma espécie de jogo para que a pessoa X pudesse provar um pouco do seu próprio veneno.
iniciei o plano. ri-me muito com as possibilidades que o plano me dava.
coloquei várias hipóteses em cima da mesa. estava a divertir-me, muito.
abandonei o plano because ricky gervais.
"what goes around comes around" - and karma is a bitch ![]()

pronto, arrisco a dizer. é O TAL. O TAL.
o companheiro ideal para as minhas viagens.
para as minhas missões secretas.
e depois? eh pah, um turbilhão de diferentes e intensas sensações.
o homem ideal.
e custa uns 40 euros.
intensas sensações, pah.
é que ESTAS COISAS acontecem, 'tá?

copy do raimundo, foto do amaral
(um post demasiado bom para ficar perdido no facebook e no instagram)

um dos meus objectivos para 2018 é trabalhar menos. sim, ser freelancer obriga-nos a trabalhar um bocadinho mais do que o emprego 9/17h. são muitas as horas passadas a criar e manter vivos os contactos que nos trazem trabalho e projectos motivadores.
assim, e como não tenho férias à séria desde 2013, tracei este objectivo. netting up: menos trabalhos, mas com mais qualidade e com honorários que me façam sentir valorizada.
o equilíbrio é difícil, pois há aqueles projectos que me falam ao coração e que não consigo recusar. e depois? bom, depois tenho ali uns dias super cheios e ando a mil. mas é um cansaço bom, sabem?
nos últimos tempos houve um pouco de tudo: oficinas de filosofia no jardim de infância, uma conferência na Universidade Nova de Lisboa, a IMSHAREConf, redacção de artigos sobre os melhores amigos, ghostwriting e o OK para dois projectos novos, aliciantes. escrevi um texto sobre o Bourdain e percebi que sou uma nódoa nisso dos obituários.
again, os dias vão parecer curtos, de tão cheios que vão ficar.
talvez não saiba viver de outra forma.
ah! descobri uma série nova que é super divertida: GIRLBOSS. claro, é netflix. tem episódios curtos e uma banda sonora "que sim senhor". a não perder.







maio é mês de maria - e não só. cá por casa é mês de aniversários: de mamãe e do mano. não somos as 'ssoas mais entusiastas com os aniversários, temos a nossa maneira de lidar com a coisa.
como se pode ver pela foto, eu lido sempre com charme e com a mão na anca.
maio trouxe consigo a necessidade de tomar uma decisão importante; de assumir que houve decisões no passado que não foram assim tão fixes. e como não posso ficar presa a isso para sempre, peguei nas minhas coisinhas e fiz-me à vida.
escolher é sempre difícil, sempre. não há volta a dar. mas só assim conseguimos seguir em frente. eu sei, é um super cliché.
a vida é um lugar estranho e proporciona-me uns encontros inesperados. e reveladores.
mais uma voltinha, mais uma viagem, mais uma "tareia" daquelas que me faz bem - ao corpo e à alma. btw, o corpo está 13 kgs mais leve. aqueles calções já servem, aquelas calças também. e já comprei calças no número abaixo.
junho é o mês do verão e do meu aniversário. chegou com pouco calor (lamentável!) e com a promessa de bastante trabalho. e formações - daquelas em que eu me sento no lugar de formanda, sabem?
"39 and single".
já reforcei os cremes com colagénio, para a cara, e amanhã vou investigar um para o corpitxo. "vai malandra" e afins - é esse o mote para os 39, como quem caminha para a ternura dos 40.
obrigada por estarem desse lado, sintonizados neste blog, a ouvir desabafos, vitórias, reclamações, elogios, coisas boas e outras que nem por isso. tudo isso faz parte da (minha) vida e este blog é dos melhores arquivos que tenho dela.
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