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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

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ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

a beleza das pequenas coisas

confesso que depois de la casa de papel não consegui pegar noutra série. decidi, por motivos de índole "profissional", investigar o mundo dos podcasts e encontrei "a beleza das pequenas coisas" com o bernardo mendonça.

comecei por ouvir o episódio do kalaf. já visitei o josé luís peixoto e o herman josé. estou deliciada com estas conversas. 

e recomendo, claro. 

eu não sei, ouvi falar disso, não é?

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há dias, numa formação sobre relações públicas, falámos de storytelling. e de histórias que funcionam, de fórmulas que se repetem. lembrem-me dos filmes porno, sim, aqueles que nunca ninguém viu. dos enredos clássicos: a miúda com ar colegial que seduz ou é seduzida pelo professor. a madrasta que ensina a namorada do enteado a fazer um fellatio. a senhora mais velha (milf) e o rapaz mai'novo. há também  a massagista e a ou o cliente.

enfim, há histórias que se repetem pois funcionam. agarram o espectador (que se pode agarrar a outra coisa qualquer enquanto vê o filme) e são de fácil consumo. 

a formação, convém explicar, acontecia com pessoas crescidas. esclareço pois sei que vocês sabem que eu trabalho com crianças. 

os produtos porno são uma daquelas coisas que todos conhecemos, todos sabemos onde arranjar e que devemos ver no recato do lar. mas não existe. 

 

nada. 

 

 

* esta imagem é do porn hub. sim, eu também não conheço, nem faço ideia do que seja. 

 

"mas queremos dizer sim"

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sentada no chão, rodeada de crianças com uns 6, 7 anos, ouvia uma das pequenas a explicar o que se queria dizer "falar ao contrário". 

nós dizemos não, mas queremos dizer sim - afirmava a pequena filósofa. por momentos viajei, na minha cabeça, para alguns dos momentos em que disse não e queria mesmo-mesmo-mesmo dizer sim. confesso: arrependo-me de um ou outro "não" desses. não me tiram o sono, mas pesam, quando vêm à memória. rapidamente pensei: agora não há nada a fazer. chorar? não vale a pena. lamentar-me? não vale a pena. voltar atrás? não vai dar. suspendi a viagem e dediquei toda a minha atenção ao presente. 

estivemos a investigar as razões para que isso aconteça.

damn it. lá viajei eu de novo. 

 

 

"então, tudo bem?"

 

há projectos que nos apaixonam desde o primeiro minuto. quando a ideia surge só pensamos em vê-la crescer, dar os seus primeiros passos. queremos estar lá em todos os minutos. partilhar os bons e maus momentos. dar-lhe a mão. damos tempo, damos dedicação. não há "mas". é só estar lá. a ideia, pah, a ideia é tão boa e capaz de gerar tantas e muitas coisas. envolvemos os outros, aqueles de quem gostamos, nesta ideia. eles colocam as mãos na massa. e é tudo bonito. estamos felizes. estamos lá pelas 'ssoas, não é verdade? e, para o bem e para o mal: as 'ssoas. chega o momento em que essas 'ssoas fazem o que diziam que não iriam fazer. e, depois de sugarem o teu tempo e a tua energia, continuam caminho, sem ti. agora já não fazes falta. "não és a tal". e é assim que aquele projecto (que tanto me apaixonou, que me fez caminhar, que me desafiou, que me fez crescer, que me deu asas) passa da categoria de "namoro intenso" para "se passar por ti na rua, tanto me faz, mas pergunto então tudo bem porque sou uma miúda educada". 

já não sinto nada.

foi bonito, sim. deixou de ser. 

 

 

 

 

: s : l : o : w : l : y :

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cidade do porto, duas amigas e vários dedos de conversa. um fino, uma pizza e um café. falar sobre mudança, a atitude positiva de quem não desiste, de quem persiste, de quem insiste - que é possível fazer aquilo que nos faz felizes (mesmo com dias de merda). 

andar numa cidade que não é a minha, como se a conhecesse desde sempre. apanhar o comboio e vestir uma rotina que não é minha, como se fosse. chegar a casa (à tua) e sentir que é um bocadinho minha. escolher o vinho para beber e vestir uma roupa sexy só para te agradar (entenda-se, um pijama de algodão, com unicórnios). 

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frango de churrasco, batatas fritas e uma gaveta no frigorífico cheia de super bock: o que é que uma miúda pode pedir mais, no dia de são valentim? 

nem um postal com corações, nem um ramo de flores, nem nada digno do instagram. [that's how i like it ]

 

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alinhavar ideias à volta das relações públicas. preparar formação. ler. fazer chá. ver a chuva lá fora a cair. e a vontade de voltar a casa. 

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home is where wifi is - e isso, definitivamente, não acontece nos comboios da cp. 

 

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e eis que chega o fim-de-semana, em casa, na aldeia. com um tacho de ervilhas patrocinado pela mãe Sabel, com um félix aos saltos, um friqui anti-social e um kioko cheio de sono. sair para trabalhar um bocadinho, de manhã e fazer planos com a mai'nova.

faltou a energia para visitar a mel, na uppa. 

 

devagar, devagarinho, slowly

 

basicamente, faço perguntas

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trabalhar em social media, comunicação, filosofia: tudo isto implica usar uma ferramenta muito útil, quotidiana e que usamos, por vezes, sem grande consciência

 

dou formação em twitter e deparo-me com a dificuldade em encontrar estudos, casos de marcas, entidades, instituições, figuras públicas que usam esta rede social. intriga-me saber o porquê desta rede, a forma como apostam e se posicionam nela, os conteúdos e os resultados 

 

resolvi começar a fazer perguntas e a recolher dados para ter casos para apresentar nas formações. cá está o estranho caso do cinema são jorge

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