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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

diz a senhora que

não conhece o meu trabalho, nem aquilo que eu faço

apenas o que eu divulgo

 

é claro que eu tive que lhe dizer: compreendo, até por que eu só divulgo coisas que invento, nada daquilo é o que realmente acontece #ironia 

 

podem espreitar as minhas divulgações por aqui: joanarssousa.blogs.sapo.pt

so much to sing - 3h30 não chegam

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O fim-de-semana chuvoso estava mesmo a pedir um final em grande: e os senhores muito enormes da David Matthews Band (DMB) conseguiram essa proeza. Quando investiguei sobre a banda que iria “fazer a primeira parte” percebi que os próprios constituiriam a primeira, a segunda e a terceira parte – se houvesse – só poderiam ter um protagonista: David Mateus e a sua banda (como carinhosamente lhes chamo).

 

Havia muito movimento na zona do parque das nações o que adivinhava casa cheia. Pouco passava das 20h quando a banda subiu ao palco e ninguém suspeitava da tamanha maratona de música que se ia seguir. Para quem já tinha cedido à curiosidade de espreitar os inúmeros concertos que estão disponíveis online esperavam-se grandes momentos em palco. Ainda assim, nada iguala a possibilidade de viver o concerto e poder testemunhá-lo na primeira pessoa.

 

O arranque do concerto aconteceu ao som de Warehouse. E depois? Depois seguiu-se uma espécie de maratona musical. É de facto impressionante verificar que a banda tocou “apenas” vinte músicas, em três horas e meia de concerto. Para quem lá esteve foram mais de vinte músicas, certamente. Cada música é reinventada, em palco, de tal forma que a sensação com que ficamos é que aconteceu ali algo único, irrepetível, desenhado à medida da noite do dia 11 de Outubro.

 

Aquilo que acontece em palco, entre os músicos da banda é qualidade, entrega, generosidade, prazer e conversa. O improviso, em cada música, parece-nos uma troca de ideias inesperada. Cada músico acrescenta um ponto, partilha o momento com o ar de quem está “simplesmente” a beber um copo de água: parece tudo tão simples. E perfeito.

 

O público devolveu a entrega da banda acompanhando Dave Matthews nas letras – o “coro” esteve à altura do carinho dos músicos. E imaginando que a música “Stay or Leave”, acontecia no final do concerto, pela meia-noite, acreditamos que seriam muitos os que praticariam o “stay”.

 

E se o nome que todos sabem de cor é o de Dave Matthews – por motivos óbvios – há aqui que sublinhar e repetir até à exaustão os nomes dos homens que encheram a barriga e a alma daqueles que estiveram no MEO Arena: Carter Beauford (bateria), Boyd Tinsley (violino), o Stefan Lessard (baixo), Jeff Coffin (saxofone), Rashawn Ross (trompete) e Tim Reynolds (guitarra).

 

Na sua terceira visita a Portugal, a banda devolveu o carinho que declaradamente sente por parte dos portugueses. O baterista Carter Beauford dirigiu-se ao público e as suas luvas brancas – a lembrar o rato Mickey, uma figura igualmente simpática – foram protagonistas do atirar de inúmeros pares de baquetas para os fãs. E quando pensávamos que o concerto tinha acabado, depois do “boa noite” e “muito obrigado”, o público simplesmente não arredou pé. E pediu mais. De telemóveis ligados, em modo lanterna, a assobiar e a bater palmas, a banda não teve alternativa a não ser regressar ao palco. Ants marching foi o tema escolhido para encerrar a noite, longa, que nos deixou a todos embriagados num improviso que transpira muito trabalho, cumplicidade e amor pela música.

 

Este foi o primeiro concerto da tour europeia, que não poderia ter começado melhor. Madrid, Manchester, Zurique, Milão, Roma, Copenhaga – são alguns dos destinos da #DMBeuropeantour que irá fechar na cidade de Dublin, a 13 de Novembro.

 

 

 

"saber todas as línguas"

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ouvi eu, quando tentávamos descobrir o que era "isso" de ser curioso.

e de repente ouvi também alguém dizer "sim, línguas como a língua gestual".

alto! vamos lá ver quem falou de LGP. e a C. disse-nos: "eu tenho um sobrinho de 4 anos que é surdo e às vezes falo com ele em língua gestual".

falámos um pouco sobre o primo da C. - que oraliza algumas coisas e ouve um pouco com ajuda do aparelho e ficámos - eu e a C. - de treinar LGP sempre que possível.

 

adoro quando os meus mundos se cruzam - então numa sala de 1º ciclo... ó se adoro!

voltei à escola

à "última da escola", como diz o meu filho Santiago e à primeira escola.

regressei aos bancos da Universidade e consegui um horário pequenino, em duas escolas de 1º ciclo.

em ambas as situações é a filosofia que me move.

e tem todo o sentido quando, ao chegar ao portão da escola, vês a criançada a correr na tua direcção e a exigir que lhes explique o que é a filosofia.

 

vai ser uma aventura tão fantástica!

 

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