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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

como por exemplo, eu

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há uns anos houve uns senhores que me fizeram um favor, convencidos de que me estavam a prejudicar imenso e que eu ia, sei lá, deprimir com isso.

 

queria só deixar-lhes um beijinho bom e dizer OBRIGADA por serem como são. 

"me diz o que é que eu faço"

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depois do dia 12 de junho, sem estes abraços e "anda cá, quero um beijinho".

ou um "cheiras tão bem, professora"

"joana, posso levar o livro para ler em casa?"

"joana, adoro os teus ténis!"

 

e hoje o D. (um menino difícil, que às vezes me boicota a aula) disse quando subíamos as escadas "joana, hove vou portar-me bem".

e cumpriu. e eu no final chamei-o. ele pensou que eu ia ralhar com ele (às vezes acontece, eles nem ouvem o que temos para dizer) e disse "Nãaaao". Não?, perguntei. quero um abraço sff. e amarfanhei-o muito. e fiz-lhe cócegas. e roubei-lhe um mega sorriso.

 

a sério. e depois do dia 12 de junho? como vai ser? 

"viste aquele vídeo, dos miúdos da figueira da foz?"

não consegui ver mais do que 2 minutos.

apareceu-me no feed de notícias do facebook e cliquei no play. arrependi-me logo.

insuportável ver aquilo.

e pensei: como é que é possível aqueles jovens agirem assim, uns para os outros? onde é que, no seu processo de educação, de crescimento, estão os seus pais, os avós, os tios - a família - e os professores?

nem há muito tempo foi denunciado um caso de bullying, numa escola do concelho de sintra, que foi detectado através de um hashtag que entrou para os trending topics, no twitter. um dos utilizadores foi ver a origem daquele tag e rapidamente a escola e a escola segura foram alertadas para o caso.

nesse processo, lembro-me que eu e vários utilizadores trocámos tweets com os jovens que estavam a promover o tag e foi incrível ler o que escreviam. na sua óptica, o amigo que estava a ser alvo de chacota e humilhação, até gostava e só não respondia às mentions por estar fora e sem net.

portanto, tudo normal, segundo eles. e ainda se indignaram contra quem os chamava à atenção para a situação. 

assim como os agentes daquele vídeo acham normal aqueles actos, acham normal filmar e partilhar nas redes, como se fosse um troféu.

durante esta semana assisti a uma aula que terminou com um puxão de orelhas por parte da professora para com o aluno. perguntei-lhe:

desculpa, puxaste mesma a orelha ao menino?

sim, mas não foi com força. ele não ia sair dali e com ele tem que ser assim.

eu devolvi um ar de choque, só pode. a professora disse: não percebo o teu dramatismo, não foi com força.

eu disse: acho isso horrível. isso que fizeste é horrível e não pode voltar a acontecer. 

por muito difíceis que sejam os meninos - e eu trabalho com alguns que têm comportamentos desadequados e que desrespeitam as regras da sala - nada justifica um puxão de orelhas. já acho que gritar é uma coisa horrível, mas tendo em conta o número de alunos em sala, as condições acústicas... às vezes é a única alternativa. mas antes de gritar podemos experimentar outras estratégias. há tantas!

 

arrependi-me de ter visto os dois minutos daquele vídeo. não acho que os agressores mereçam o mesmo tratamento. acho que estas situações merecem que se páre para pensar, que se questione os porquês da jovem agressora e do jovem agredido que, segundo consta, se sujeita àquele tratamento durante cerca de 15 minutos.

e que não se ache isto normal. isto não nos torna mais fortes nem nos ajuda a crescer, sim?

 

 

 

das grandes ideias dos últimos tempos: a #festadocinema

há muito tempo que não ia ao cinema: falta de tempo e de dinheiro foram os critérios para não investir nesta arte.

quando li sobre a festa do cinema rejubilei. 2,50 euros é mesmo um preço que motiva qualquer um a ir sentar-se em frente à grande tela.

aproveitei para ver o Vin Diesel (ai o Toretto naquela camisola branca <3 ), para ver a Idade de Adaline e o Capitão Falcão. sim, o filme português de quem tanta gente fala.

e foi muito bom: salas cheias, filas para comprar bilhete e malta de todas as idades à minha volta.

 

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(e encontrar uma aluna no shopping? delicioso! roubei-lhe logo um abraço!!) 

apelo da #uppa

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caso possam ajudar monetariamente: o NIB (ou NIVEA como dizem algumas 'ssoas) está ali mesmo, à "pata de semear"

 

e se conhecerem uma farmácia ou laboratório que possa contribuir... ainda melhor! o calor está a apertar e com ele chegam as carraças - e queremos proteger os amigos UPPAlianos!

 

façam o favor de partilhar, vá! 

dia da mãe

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mamãe Sabel, filha da Dália e do Chico

a Dália era uma mãe e mulher muito à frente do seu tempo: vivia do e no campo, ousou não casar pela igreja, apenas pelo registo e não usou vestido

a Sabel ousou lutar pelo seu bem estar e pelos dos seus filhos

nós, os netos da Dália e os filhos da Sabel, aprenderam que a coisa mais difícil da vida não é viver, mas saber viver e ser fiel a nós mesmos, aprendendo a viver com o que se tem e lutando pelo que se quer

os netos ainda não têm filhos - mas não é por isso que a nossa casa está vazia, como se pode ver pela fotografia

 

obrigada, mãe Sabel. gostamos de pensar que também aprendeste alguma coisa connosco 

 

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