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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

confesso. fui a duas festinhas de aldeia para ver e ouvir este moço


i$="true" src="https://1.bp.blogspot.com/-Qstc0WQzIf0/TguECOKDxAI/AAAAAAAAIUQ/IbVMBWpsTwA/s400/angelico.jpg" width="400px" />
fotografia de Rui M Leal (retirada do facebook do fotógrafo)

corria o ano de ... bem não sei. mas a minha aprendiz é capaz de me poder ajudar com isso. houve uma festa aqui perto, em Almargem e nós fomos lá vibrar com os Dzrt.
e pronto. confessamos.
gostámos de ver o Angélico de tronco nu.
uma semana ou duas depois fomos ver o mesmo concerto noutra aldeia aqui da zona. e no meio da multidão, uns putos de 16, 17 anos perguntaram-nos: «em que escola é que vocês andam?»
gostámos do elogio: queria dizer que ainda passavámos por miúdas da secundária. mas tivémos que explicar aos piquenos que já tínhamos idade para sermos irmãs mais velhas!

Angélico. 28 anos. e uma vida com tanto para dar, colhida num acidente. para a família dele e do amigo que faleceu, ficam os meus profundos sentimentos. e as melhoras para a rapariga que está ainda a lutar pela vida.

o tempo é de luto. haja respeito.



há gelados. e há gelados panisgas. como este.


com florzinhas e cereja. vejam melhor, vá


tem mau aspecto, não tem?


é muito nham nham, que é!

lambada é que não!

Peter N. says:

ta a dar a lambada
nananananan eu nao sei chorá
Chorando se foi quem um dia só me fez chorar
Chorando se foi quem um dia só me fez chorar

lady B. says:
eu lido bem com o facto de ir ter zumbidos p'ró resto da vida
e com o facto de não saber a causa das vertigens
MAS
tu a cantar a lambada?
recuso-me

[vá. quem não se lembra DISTO que atire a primeira pedra!]

há filmes para rir. e há a ressaca.


e o filme não traz nada de novo, nem promove o estímulo intelectual.
mas lembra-nos que rir é o melhor remédio. MUITO BOM!

[ah. e aquele balde de pipocas...]


da minha experiência vertiginosa - «eu declaro morte ao sol»


a minha experiência vertiginosa teve como consequências o agudizar da sensibilidade perante focos de luz (inclui pc, lâmpadas, luzes dos carros à noite e o próprio sol) e o zumbido (acufeno).
após visita a outro otorrino, tive oportunidade de perceber como foi em vão a realização dos exames aos ouvidos, cujos relatórios se resumem à expressão «a integrar em contexto clínico». nesses relatórios repete-se a palavra «normal». ou seja, não acusam nada. nem mesmo a «lesão» que ficou no ouvido e que se traduz pelo zumbido constante, 24 sobre 24 horas. para que percebam do que estou a falar, sugiro a leitura deste artigo.
se incomoda? sim, muito. está sempre presente, mas é mais notório no momento em que me preparo para dormir. às vezes demoro mais tempo a conseguir «ignorar» este som para poder efectivamente descansar. mas, até ver, consigo dormir.
agora segue-se a visita a neurologia: estas questões estão também relacionadas com a circulação, com colesterol, com a espessura do sangue e como há «heranças» nesse sentido, vamos lá ouvir o que a xô tora tem para me dizer.
preparo-me para nova aventura no mundo das agulhas, para ver se este zumbido (que estava a desaparecer e foi altamente reavivado com a realização dos exames) acalma.

os óculos da fotografia são a minha solução alternativa para poder trabalhar. o meu posto de trabalho não recebe qualquer luz natural e o monitor do pc está relativamente próximo dos meus olhos (sim, já diminui a intensidade da luz). o que não ajuda nada são os programas, com fundos brancos, que não são muito friendly.
cá por casa, o posto de comando principal tem agora um posto secundário, onde há luz natural e um candeeiro muito bem localizado para poder estudar e trabalhar à noite.

por tudo isto, este ano haverá pouca praia. porque há por lá sol a mais. sim, eu declaro morte ao sol!



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