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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

tweet de ouro. quem. eu?

«Eles estão no Twitter logo que se levantam, ao pequeno almoça, no trânsito, no trabalho, no coffee Break, ao almoço, ao jantar, ao serão e ao deitar. Eles têm milhares de tweets, imensos followers, carradas de friends, em suma são os maiores do Timeline.»

«eles» também sou eu. ora, ide espreitar aqui. e votai, minha gente. votai.

(que honra. eu, lado a lado, com estas 'ssoas!)

5, 7 minutos.

2011 será o ano em que regresso ao voluntariado, depois de uma breve experiência numa instituição com a qual não me identifiquei. Sim, por vezes as instituições com uma imagem forte, são fracas e débeis na sua estrutura.

Mas o «bichinho» do voluntariado ficou adormecido, à espera da oportunidade certa.
Há algumas semanas contactei uma instituição para saber da possibilidade de me tornar voluntária. Enviei um e-mail e na resposta indicavam a necessidade de agendar uma entrevista. E assim foi. No dia e hora marcados (confesso, cheguei 9 minutos atrasada, pois não encontrava a rua!) lá estava eu. Anunciei-me e pediram-me que aguardasse. E eu esperei. Pouco tempo depois, chegou outra rapariga, que se sentou na sala de espera, ao meu lado. E esperámos as duas.

20 minutos depois, lá desceu a senhora que ia conduzir a entrevista, pedindo para aguardarmos numa sala. E nós entrámos.

- Boa tarde. Então já sei que querem desenvolver voluntariado connosco. Podem dizer-me porque é que escolheram esta instituição?

E diz a outra rapariga:

- Er… bom, eu venho mesmo para uma reunião sobre a visita de estudo…

E foi ali que eu percebi que a senhora não sabia com quem ia reunir, ou seja, nem os nossos nomes sabia, para além de não saber a que horas tinha marcado a entrevista comigo (eu pedi desculpas pelo meu atraso e acho que ela nem deu conta!).

A senhora da visita de estudo saiu da sala, a pedido da senhora da instituição.

- Então, diga-me porque escolheu a nossa instituição?

A minha resposta foi breve: conheço uma voluntária que está cá, tenho vontade de fazer voluntariado e pensei que talvez fosse uma boa ideia, uma vez que acompanho o trabalho dessa voluntária.

Perguntou-me pela minha disponibilidade. «Pós-laboral», respondi. E então foi-me dito que as acções desse horário se desenrolavam desta e daquela maneira. Ah! E que não tinha vagas. Mas que podia preencher um formulário e aguardar o contacto para uma acção de experiência e um curso inicial. Tudo isto, sem saber quando haverá vagas, claro.

E eu preenchi o papel. Deixei o campo da empresa «traçado».

- Não está a trabalhar? – perguntou-me
- Estou.
- E não indica o nome da empresa?
- Não.

Adeus e até breve.

Passaram 5, 7 minutos. Sim. A minha entrevista demorou 7 minutos. Eu desloquei-me da minha aldeia, fui de carro, de metro e a pé. Fiz um percurso de 39 minutos para uma entrevista de 7 minutos, cuja informação me poderia ter sido enviada por e-mail. E outros 39 minutos para regressar.

«Obrigada, Joana, mas neste momento não temos vagas. Podes preencher o formulário e devolver e assim que tivermos vagas, contactamos.» - isto teria bastado. Porquê? Porque não gosto de perder tempo. É-me muito precioso, tendo em conta as inúmeras actividades nas quais estou envolvida.

O que me motiva no voluntariado não é o facto de ter muito tempo livre e não saber o que fazer com ele. É a vontade de colaborar num projecto, comprometendo-me com uma instituição com a qual me identifique. Ou seja, sinto que neste processo todo, a instituição me fez perder tempo desnecessariamente. Podiam dizer: ah pretendiam que conhecesses as instalações. Pois, nem sequer isso aconteceu.

Não percebi o motivo da entrevista. Para me conhecer melhor? Não me parece, uma vez que o formulário só solicitava informação básica, nem sequer me foi perguntado se tinha experiência de voluntariado. O importante é saber para que empresa trabalho? Er…

Com tudo isto, estou em busca de outra instituição. Não significa que não vá voltar a esta. Significa, sim, que até considero ser um bom sinal que não haja vagas para voluntariado: há muita gente disposta a dar o seu tempo para ajudar os outros.

E é isso que eu vou fazer.

jantar das divorciadas, solteiras & felizes


homens? só foram chamados para a conversa. tipo... all the time!


comidinha boa: daquela que enche a alma, fica 30 segundos na boca e dura uma eternidade nas ancas. ah poizé!


por estas é por outras é que a frase da noite foi «bebe, amiga, bebe


mais um contributo para as nosssas ancas. obrigada, camembert, 'tás cá dentro (mas de uma forma extraordinariamente literal...)



conversa, espinafres, desabafos, partilhas, bacalhau, atum, soja, massa, vinho, água e um Moet qualquer coisa, original, que custou apenas 30 euros...


pudim nouvelle cuisine... coisas chiques, dignas da Quinta de Mós Ká Vide!


e um café. um café e um ponto final na conversa.

jantar de 4 + 1.
de tesourinhos deprimentes que só nos animam e dão cor.
obrigada, meninas.
por me acolherem na vossa LÓCURA durante uma noite.
beijinnhos (bons, claro!)


wanna be my valentine?


perguntei, hoje, a meia dúzia de 'ssoas se queriam ser o meu valentino.
as respostas foram diversas:

«não tens mesmo outra opção?»

«o teu valentino trabalha hoje à noite»

«em que posição me encontro na lista dos candidatos?»

«Valentina? Torres?»

«nop»

«u know I love you»

e a minha vida é isto:
pleno de valentinos e valentinas,
que dançam e cozinham coisas com caril. 

a magia da rádio


E lá fui eu à Prova Oral, com a Ana, falar de filosofia para crianças e criatividade. Sim, sabia ao que ia, pois sou ouvinte habitual da Prova Oral e gosto do estilo informal e do «caos» que se instala com as intervenções do Alvim e das pessoas que ligam para falar.

Gosto sobretudo da variedade de temas que por lá passa e da forma como dão voz aos conhecidos e aos desconhecidos.

Já lá tinha estado em 2006 ou 2007, para falar dos seis chapéus do pensamento, com o Alvim e a Marisa Jamaica. Desta vez, tive a companhia da Xana Alves e levei comigo a Ana Dominguez, com quem partilho o projecto de filosofia e criatividade.

A conversa teve de tudo um pouco: o amor, o espanto, as perguntas, as respostas, o brincar, o aprender… foi interessante ouvirmos como é que a Ana utiliza o twitter em sala de aula, abrindo as portas do mundo das crianças da #sala3.

O motivo da presença na Prova Oral é um evento denominado Sentir Pensamentos
Pensar Sentidos, que vai ter lugar no Colégio D. José I, em Aveiro. Trata-se de um encontro que surgiu da ideia partilhada de duas pessoas que se sentaram à frente de um computador, algures em Coimbra e disseram: «em 2011 vamos organizar um encontro de filosofia.» E do pensar à acção foi um instante e é com muito prazer que contamos com convidados como o Tomás Magalhães Carneiro e a Dina Mendonça para dar forma a uma manhã de comunicações direccionadas para pais, educadores e professores. O evento tem entrada livre e já temos a lotação da sala esgotada desde há algumas semanas. Todas as pessoas desta equipa, desde o designer do flyer aos comunicadores, participam de forma voluntária e com imensa vontade de partilhar o seu saber. É algo que tenho que assinalar, esta participação pro bono, pois esta ideia surgiu sem qualquer tipo de orçamento a suportá-la e acabámos por receber apoios de índole não monetária. Em tempos de crise, consideramos que o «saldo» é muito positivo. E a presença da Prova Oral também contribuiu para a «positividade» do saldo.

E agora? Agora é tempo dos últimos preparativos para o Encontro, para que nada falhe ou falte a quem vai estar presente.

O press release do Encontro pode ser lido aqui. E sim, podem partilhá-lo com quem entenderem. Podem, ainda, visitar as facebook pages Filosofia e Criatividade e Sentir Pensamentos | Pensar Sentidos e acompanhar, no twitter, através das contas @pensarcriarser ou @joanarssousa.



[no dia 07 de Fevereiro fui aos tops do twitter! - para quem não sabe, eu sou conhecida como Purzi, lá na aldeia do passarinho azul. thanks guys!]


[notem como o meu Arturinho esteve tão atento e captou a essência da coisa!]

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