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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

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ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

ferramentas indispensáveis para um freelancer

trabalho como freelancer: entenda-se: sou uma 'ssoa recibos verdes. as minhas áreas de trabalho são a filosofia, a comunicação e social media. nesta última área tem havido uma grande procura nos últimos tempos: há empresas a investir na formação dos seus recursos humanos; há quem veja aqui uma possibilidade para mudar de vida.

 

grande parte das pessoas que conheço e que trabalham em social media têm o percurso típico: vão trabalhar para uma agência, são canivetes suiços (fazem tudo e mais um par de botas) e depois vão subindo. uns tornam-se head of qualquer coisa, outros chief of outra coisa. 

 

o meu percurso foi atípico: licenciei-me em filosofia, comecei a trabalhar num banco e durante esse tempo fui estudando outras coisas. pelo caminho criei um projecto de filosofia para crianças e criatividade e por necessidade de o comunicar acabei por criar um blog e uma presença noutras redes como o facebook ou o twitter. isso fez com que começasse a desenvolver competências para a criação de conteúdos. ao mesmo tempo, fui colaborando com alguns sites, redigindo textos. fiz muito trabalho pro bono antes de começar a ser paga para criar e gerir presenças online. esse trabalho pro bono foi fundamental, pois serviu de cartão de visita para outros projectos. 

 

quando surgiu a oportunidade de sair do banco, havia dois cenários possíveis: apostar na filosofia para crianças ou na comunicação / social media. acabei por seguir os dois. construí o meu caminho a pulso, sem cunhas; fiz uso da minha rede de contactos para passar a palavra e para me apresentar ao mercado. valeu-me todo um trabalho de networking que começou muito antes do momento de saída do banco.

 

que ferramentas são indispensáveis na vida de um freelancer? 

 

não vos vou falar de apps nem de coisas do género. fala-vos de outras coisas que, a meu ver. são bem mais importantes do que outras coisas que se podem "baixar" para o smartphone. ora tomem nota:

 

foco

é preciso saber bem o que queremos, para não dispararmos em todas as direcções. a nossa energia e o nosso tempo devem ser bem empregues. os dias só têm 24h, não é?

 

resiliência

nada acontece de um dia para o outro e é preciso persistir. não baixar os braços. se não conseguirmos aquele projecto, hey, podemos tentar outro.

 

noção

pés bem assentes na terra: isto não é chegar, fazer um curso no atelier digital e pumba já está. vão chover clientes. mais uma vez, a formação é importante, mas também os contactos que se vão construindo e a construção da nossa própria marca pessoal. 

 

ética 

não pode valer tudo só para ter mais um projecto: se não sabemos desempenhar aquelas tarefas ou corresponder ao que o cliente pede, mais vale dizer que não e passar a bola a quem domina mais do que nós.

 

humanidade

temos de nos lembrar que somos humanos e trabalhamos com humanos. a sensibilidade para comunicar, para perguntar e investigar o que esperam de nós é essencial para podermos desempenhar bem as tarefas e atingirmos resultados - depois de definidos os nossos objectivos.

 

estratégia 

sabendo bem onde querem chegar, toca a desenhar o mapa da estratégia e das consequentes tácticas. olhem para o mapa, revejam, melhorem, eliminem coisas. o mapa não é o território e há que atender ao contexto e àquilo que acontece à nossa volta. 

 

*

também ajuda dedicar umas horas ao voluntariado, para desligar e re-ligar no dia seguinte. faço isso há uns anos, no albergue da UPPA - união para a protecção dos animais. 

 

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praticar o volunteering [ainda a propósito do dia internacional do voluntariado]

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Hoje em dia ninguém corre, pratica-se o running.

Não ficamos a ver o pôr-do-sol, vamos a uma sunset party.

E o voluntariado? Já não existe. Agora chama-se volunteering.

 

Vivemos uma era em que é comum inventarmos ou adaptarmos palavras para as coisas de sempre. E isso não tem nada de mal. É, por assim dizer, trendy.

 

O voluntariado, perdão, volunteering sempre fez parte da minha vida. E não é essencial que estejamos inscritos numa instituição para que tal aconteça: basta olharmos à nossa volta e estender a mão. Ver uma pedra na calçada, fora do sítio, e afastá-la para evitar que alguém em cadeira de rodas ou de muletas seja apanhado desprevenido. Ajudar uma pessoa a usar o multibanco. Participar numa campanha de recolha de alimentos da associação lá do bairro. São tantas as opções, concordam?

 

Há uns dois anos o meu irmão iniciou o voluntariado num albergue de acolhimento, para cães. O voluntariado com animais era, para mim, uma novidade: nunca tinha praticado. Curiosa como sou, acabei por visitar o albergue da UPPA – União Para a Protecção dos Animais e vocês nem imaginam o que aconteceu a seguir. Primeiro que tudo fiquei agradavelmente surpreendida com as instalações e as condições em que os UPPAlianos se encontram. Acabei por amadrinhar o Fred e a Ginger, dois manos que praticamente cresceram no albergue e procuram uma família. Depois – e como não sou de ficar de braços cruzados – ajudei num passeio e apaixonei-me pelo Félix, um patudo que me conquistou na primeira troca de olhares. E comecei a visitar o albergue com frequência, para ajudar nos passeios.

 

Até que um dia, num passeio com um grupo de voluntários, alguém me pergunta “então há quanto tempo és voluntária aqui?” E eu fiquei na dúvida. Bom, não era uma voluntária oficial, com regulamento assinado e essas coisas que fazem parte do procedimento da associação. Mas era voluntária de coração. Assim, nesse mesmo dia tomei a decisão de oficializar a minha relação com a UPPA e com os seus patudos para integrar uma equipa de voluntários com quem partilho o amor pelos animais.

 

Quando desenvolvemos trabalho neste tipo de voluntariado damo-nos conta de que há, efectivamente, muitas histórias inacreditáveis de maus tratos para com os animais. Há coisas que até nos parecem tão irreais e sinónimo de ausência de humanidade que custa a acreditar que são verdade. Todavia, o olhar de dor nos patudos confirma o pior cenário. Como voluntários, o nosso papel passa por restaurar a fé na humanidade àqueles patudos que não escolheram o destino que pessoas menos humanas lhes deram. Temos de lhes provar que há pessoas, humanas, que podem proporcionar-lhes mimos, comida, conforto, passeios e um verdadeiro lar.

 

O voluntariado – desculpem, é a força do hábito… O volunteering é uma prática que faz bem à alma, aumenta os níveis de colagénio, elimina cabelos brancos, torna a pele mais firme e reforça os tecidos do coração e da alma. Deveria constar nas receitas médicas para manter os índices de boa disposição e auto estima elevados.

 

E, repito, acontece sem muitas vezes termos consciência dele, de forma “oficial”. E ainda bem que assim é.

 

Já agora, caso estejam pela zona de Sintra e tenham algumas horas livres aos sábados de manhã, juntem-se à equipa de voluntários da UPPA. Para dar início ao processo enviem um e-mail para uppa.voluntariado@gmail.com

 

texto publicado em 2015, nas Capazes 

notas avulso

[I]não tenho tido oportunidade para vir ao blog e partilhar as tantas e muitas coisas que me têm acontecido. a vida é uma correria e, quando se decide viver devagar, acaba por haver coisas que ficam em espera. 

 

[II] escrevi sobre um assunto natalício que me preocupa: as adopções, por impulso, na altura do natal because presentes. os animais não são presentes de natal e uma adopção tem de ser consciente e responsável, em qualquer altura do ano. 

 

[III] na semana passada saí para dançar. há uns meses valentes que não o fazia e percebi que isto funciona mesmo assim: quando não apareces, perdes as rotinas, o contacto com as pessoas e tens de começar de novo. 

 

[IV] no mês passado apercebi-me que estava a gastar internet para lá do meu plafond. liguei para o atendimento para saber quanto tinha gasto em demasia. a conversa com o senhor MEO foi surreal: "a senhora esteve na América?" - não, estive em Abrantes, conta? segundo o moço, o meu telemóvel estava a gastar a internet como se fosse roaming, mas havia chamadas e sms a partir de Portugal. pediu-me para desligar e voltar a ligar, pois o plafond de internet iria ser resposto. assim fiz, mas não houve lugar a reposição do plafond. liguei de novo a reportar a situação e mais uma vez a conversa do roaming e da América. "depois ligamos para avisar da regularização da factura". como não ligaram, liguei eu. parecia uma tola a dizer que para o senhor MEO o meu telemóvel estava na América e eu não, que ficaram de me ligar para regularizar a situação. e a senhora MEO dizia: "mas não esteve na América" e eu, claro que não, o seu colega é que disse que havia esse registo. há registos das chamadas que eu fiz? podemos aceder à gravação? é que isto agora parece uma conversa de gente parva. bom, liguei para o número de apoio ao cliente, falei com outra pessoa humana e reportei-lhe esta estória. confesso que estava irritada e senti que fizeram de mim parva. felizmente, a situação resolveu-se, a marca assumiu o erro e o final é feliz. 

 

[V] (re)descobri que o famoso funil de vendas está a falecer e que as pessoas devem ser tratadas como pessoas. podem ler tudo AQUI.

 

[VI] vou moderar o meu primeiro twitter chat, depois de ter sido convidada no #99 #socialpowwow (esta informação só tem sentido para quem participa, com assiduidade, na rede twitter). 

 

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[VII] a minha amiga Zélia Évora é muito talentosa (e vaidosa!) e tem estas fridas (e outras coisas tãoooo giras) para vender. podem encontrá-la no facebook e no instagram, ou contactá-la via e-mail zeliaevora@gmail.com

 

 

"para si tem de ser um M"

passei à porta de uma loja e vi uma camisola que "sim senhor" - e preta, para variar. entrei e comecei a ver os tamanhos:

- precisa de ajuda?

- sim, quero só abrir para ver o tamanho o XL, ou o L...

- é para si? - perguntou a senhora - se é para si tem de ser um M.

 

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do final de março até ao dia de hoje perdi 17kgs, tendo por base toda uma aprendizagem alimentar, traçando pequenos objectivos e com a certeza de que seria um percurso demorado. os primeiros 8kgs desapareceram no primeiro mês, sem me dar conta. depois disso, a perda foi mais demorada, mas continua a acontecer. em setembro não perdi nada, mas também não ganhei. é esse o registo que se pretende.

sim, tenho restrições alimentares e não posso comer tudo. é uma questão de equilíbrio e estou bem, de saúde. ainda que o impulso, ao entrar numa loja, seja pegar no L ou XL. na minha cabeça, sou sempre gorda - mas já visto um número abaixo e estou a ver que daqui a pouco é preciso de fazer mais furos no cinto. o objectivo? os 69,90. é simbólico: são menos 20kgs, face ao peso de março. eu chego lá, já só faltam 3kgs.

 

 

vá, toma lá conta da tua vida!

quinta-feira, 20h30. para muitos, a hora de jantar. eu já jantei, resolvi fazer uns douradinhos na frigideira (simples, como se fosse no forno) e tenho uma caneca de chá bem quente, por perto. 

 

para alguns dos meus amigos, que trabalham em agências, é a hora de saída do trabalho. e muitas vezes ainda levam o trabalho para casa, no seu smartphone, no seu computador. o e-mail, o messenger, o imessage, o slack acompanha-nos para todo o lado e temos dificuldades em dizer "não, a partir desta hora não respondo" ou "trato disto amanhã". 

 

aprendi a fazer isto. houve uma altura que a instabilidade típica da vida de freelancer me levava a agarrar os trabalhos que caíam, a trabalhar ao domingo à tarde e à noite, a fazer serão. a aceitar pro bono com esperança que trouxesse bons contactos. consegui bons contactos, sem dúvida. são os bons contactos, as recomendações que as pessoas dão do meu trabalho que fazem com que continue a ter projectos desafiantes. 

 

tive de aprender a dosear o ritmo de trabalho: não conseguindo ter férias, daquelas de desligar tudo e mais um par de botas, é preciso assegurar momentos de descanso. momentos para mim. e aí descobri como era fácil levar as notificações comigo e sem me dar conta, lá estava eu a ver as redes, o e-mail, as aplicações.

 

comecei por desactivar as notificações no telemóvel e no ipad. regra? respondo quando estou no pc e pronto. limpei algumas aplicações, como o messenger e o facebook, do telemóvel. não consigo desactivar o whatsapp, pois tenho lá um grupo de trabalho relevante. 

 

comprei um relógio para a mesa de cabeceira para substituir o telemóvel (alarme) ou o ipad (spotify). levo livros para ler ou revistas. assumi o compromisso de ler mais

 

há dias, o Pedro Vieira ofereceu-me a oportunidade de assistir a uma talk sobre neurociência e distracções because social media. e pude ver que as escolhas que fui fazendo "estão provadas cientificamente". se eu senti a necessidade e consegui realizar as estratégias para conseguir o equilíbrio, outras pessoas há que precisam, antes de mais, de perceber que têm de abrandar o ritmo e de tomar conta da sua vida.

 

não sou nada a favor do detox, de olhar as redes sociais como coisas muito malvadas. é preciso ter mão na nossa vida, ter consciência do tempo que dedicamos às redes, aos amigos, ao estudo, ao trabalho, ao voluntariado. e o equilíbrio, esse, é uma tarefa de todos os dias.  é como a alimentação: eu sei que não devo comer pão todos os dias, por isso não o faço. mas foi preciso ter 17kgs a mais do que aqueles que tenho hoje para perceber isso. foi preciso chegar praticamente aos 90kgs. e quando decidi mudar, foquei-me, procurei apoio médico e cá estou, a vestir um M. 

 

mudar é difícil, é um processo doloroso. a comida, os likes, o alcóol - tudo isso são fontes de dopamina. sentimo-nos bem. durante quanto tempo? exacto. é no imediato. prefiro um bem estar a médio, longo prazo. investir no que é importante para mim. trabalhar para que o equilíbrio aconteça, diariamente. 

 

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quatro anos

 

em janeiro de 2014 o Félix adoptou-nos. uns meses depois, em novembro, o Kioko passou a fazer parte da nossa família. chegou-nos algo raquítico, com as orelhas murchas. aprendeu a ser um rafeiro, na companhia do Félix. cresceu e pesa agora 17kgs. 

 

2014 foi o ano em que a família cresceu pois estes dois "passarinhos" decidiram adoptar-nos.

ambos têm feito alguns disparates: o Félix roeu uma casota, nos primeiros meses. coisas que acontecem, não é? 

 

nesta época festiva se sentires um impulso muito grande para adoptar because natal: não o faças. deixa que o impulso passe. adoptar é um acto de responsabilidade e não deverá ser, a meu ver, uma decisão leviana. sim, os cães que estão nos albergues querem muito passar o natal numa casa: mas não é só este, é este e os próximos. 

também por este motivo, a rubrica #terceiraoportunidade vai regressar em janeiro, partilhando estórias de cães que aguardam pela sua família-metade, há mais de 3 anos, num canil ou num albergue. 

 

adoptar um cão adulto tem muitas vantagens. vive o natal com a tua família, celebra o ano novo e depois em janeiro falamos melhor sobre isso. combinado? 

 

 

 

"na filosofia não temos pressa"

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essa é uma frase que repito muitas vezes na oficina de filosofia: na filosofia não temos pressa. a vida é toda acelerada e a verdade é que as crianças, desde muito cedo, manifestam a atitude de "pus o dedo no ar primeiro" ou "quero responder primeiro". chamem-lhe sede de competição, se quiserem. é algo que acontece e que procuro contrariar, para que se possa experimentar o pensamento, devagar. 

 

não sou uma pessoa muito zen e sempre tive pressa neste sentido: quanto tenho uma ideia, quando a avalio e quero colocar em prática - aí, tenho pressa. quero ver as coisas a acontecer.

 

com o tempo percebi que isso não tem sentido, sobretudo por envolver outras pessoas que não têm o mesmo ritmo do que eu e que não têm a mesma urgência perante as coisas. talvez nem estejam mesmo "preparadas" para isso. 

 

ainda manifesto essa pressa, numa ou noutra situação. tenho consciência que é um treino diário, que exige tomar uma decisão e depois agir, pensar, sentir de acordo com essa decisão.

 

ajudou-me aprender a dizer não e procurar uma estrutura de trabalho assente no netting up. este artigo, que defende o tempo para fazer nada, vai ao encontro disto. 

 

por não ter pressa tenho escrito menos aqui  no blog. tenho andado mais pelo filocriatiVIDAde, a partilhar as aventuras filosóficas com crianças e jovens. também escrevi umas coisas para o shifter, sobre influenciadores, na companhia do Pedro Rebelo. 

 

e agora tenho uma série de e-mails para colocar em dia. até já! 

 

 

#makingamurderer

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making a murderer é a série que me tem servido de apoio nesta ressaca pós-tese. além de ter passado uma semana sem restrições de horário no que respeita ao acordar (o despertador ficou desligado), recomecei a minha vida de netflixer. 

além disso, fui à praia, com o meu afilhado Fred (da #uppa_animais) e acreditem que foi mesmo bom para recarregar energias.

mas voltando às séries: li este artigo no shifter sobre a segunda temporada e fiquei muito curiosa, pois eu gosto muito de documentários. 

não vou pronunciar-me muito sobre a série, apenas deixo aqui a minha sensação profunda de WHAT THE FUCK perante aquilo que é uma história verdadeira e que ainda não está resolvida.

 

e por aí, o que andam a ver? 

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