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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

é proibido deitar a toalha ao chão

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o desafio mantém-se, de pé, firme e hirto - e até dá para torcer a camisola e as calças. mais 4km, praticamente sempre em nível 3 (elíptica), concluídos nos 45 min que fazem parte do meu objectivo, para estes 21 dias.

 

no sábado, ainda que fosse dia de folga, houve lugar a mais 4 km, a caminhar pelo albergue da uppa, because voluntariado. quem contou tudo foi o iwittgenstein (o meu smartphone), tendo calculado 8600 passos.

 

COME ON, LET'S SWEAT BABY 

 

 

a verdade é que...

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 ...já tinha saudades disto: de ir para um festival, em modo reportagem. preparar os artigos, investigar as bandas, ler press release, trabalhar em equipa. e o bónus? SBSR, com RHCP e London Grammar. sim, vou ter que levar com os Capitão Fausto - mas, hey, ninguém disse que era fácil, certo? 

é mais uma missão musicfest.pt, na companhia do marco. avizinham-se dias com poucas horas de sono e muita parvoíce à mistura.

 

a fotografia é do Morais @ SBSR 2016

:: das vidas que são verdadeiros festivais ::

 

 

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depois de duas semanas muito intensas, entre madrid, aveiro e o porto, em modo "festival filosófico", chega a hora de retomar a rotina de verão e abraçar a primeira reportagem, em festival para o #musicfestpt 

 

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esta banda não faz parte do cartaz do SBSR: é lamentável, eu sei. mas há por lá outras coisas boas para ouvir. vou partilhando algumas sugestões por AQUI

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nas últimas semanas passei algum tempo em "salas de espera": aeroportos, estações de comboio e de metro. considero estes espaços como não lugares: na verdade, não é lá que queremos ficar. são só sítios que nos permitem chegar a outro lado. são espaços de despedida, de reencontro. de olá e de adeus. depois da terceira conferência, no porto, já estava farta de esperar. não conseguia, sequer, aproveitar só para me sentar num canto e observar as pessoas. tinha saudades das minhas pessoas, da minha almofada e dos meus cheiros.

e de quem adoça os meus dias.

 

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linda de suza da filosofia :: mode on

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madrid :: aveiro :: porto = uma espécie de maratona filosófica, da qual vou dando conta aqui, aqui e aqui

confesso que já sentia falta desta coisa de andar de mala de cartão na mão, entre um sítio e o outro, a "espalhar a palavra" da filosofia (para crianças). 

pelo meio, há cansaço e a pressão de ter uma tese para escrever. ao mesmo tempo, há uma espécie de serenidade estranha face a toda esta agitação: é um momento, um bom momento e como tudo o que é bom na vida, há sempre alguma dor e noites mal dormidas.

 

voltei a madrid, depois da aventura com o meu joselito, há uns anos. o congresso icpic coincidiu com o world pride e foi bonito ver tanta gente na rua, orgulhosa de ser quem é.  

 

foi a minha primeira vez num hostel (é giro isto de acordar com uma pessoa diferente no beliche ao lado, a cada dia que passa), a primeira vez que viajei para o estrangeiro em modo "all by myself". não me perdi (ok, aquela vez em que saí na estação de metro de aston martin não conta!), enfiei-me no primeiro starbucks que encontrei e comi uns donuts giros, mas giros. 

estou a ficar uma 'ssoa muito crescida, é o que é. qualquer dia apaixono-me ou coisa que o valha. e até estou apaixonada. eh pah as borboletas e essas merdas, sim.

 

 

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hello, geração Z!

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Hello, Geração Z é primeiro workshop que está integrado no Braga Open Weekque este ano tem uma edição totalmente dedicada à NEXT GEN, onde serão debatidos temas das mais variadas áreas acerca do impacto das Novas Gerações que ditam tendências no mercado organizacional e que implicam novos modelos de gestão e de liderança, de marketing e inovadoras formas de comunicação e partilha.

“Vou publicar”, dizia uma adolescente para as amigas, enquanto desciam as escadas do metro, cada uma com o seu smartphone em punho. As amigas não se fizeram rogadas: aguardavam a publicação para poder fazer like, para deixar “coraçãozinho”, para partilhar e comentar com #bff. Assim é a vida da geração Z,  que amanhã vai entrar no mercado de trabalho e que é a geração mais ONLIFE de sempre. E nós fazemos parte dela. Descubra o comportamento dos futuros profissionais do mercado e de como as gerações atuais se vão adaptar.

Data de realização: 2/Junho das 19h00 – 19h40
Local: Escola Profissional de Braga

 

adivinhem quem é a 'ssoa oradora, quem é? 

 

 

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"joana, o que é que fazes?" - pelo olhar da Bárbara, a 'nha mai'nova

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a Bárbara tem 5 anos e é a minha afilhada mais nova. nasceu em 2012 e sempre conviveu com o lado digital da vida: os pais tem computador, smartphone, tablet. e sim, lá em casa também há livros e brinquedos - aliás, ainda ela não tinha nascido e eu já lhe tinha comprado um livro com um nome altamente sugestivo. desde sempre que a Bárbara aprendeu a fazer scrool down, a entrar em aplicações, a jogar no telemóvel ou no tablet. desde sempre, assim como aprendeu a brincar às cozinhas, às bonecas, a pintar com lápis de cor ou de cera e tudo aquilo a que uma criança tem direito.

há dias veio visitar-me cá a casa. pediu-me as canetas que lhe tinha emprestado "da outra vez". óbvio que, tendo em conta o caos que está o meu home office, a tarefa de encontrar aquelas canetas não foi bem sucedida. mas encontrei uma caixa de lápis de cor e um puzzle, em branco, para ela pintar. a Bárbara gosta muito de conversar e de fazer perguntas. às tantas olhou para a minha mesa de trabalho e disse: "tu trabalhas num sítio qualquer, não é? levas o computador e sentas-te. até podes ir para a rua e sentar-te a trabalhar."

e é isto mesmo. para a Bárbara é natural que alguém possa ter um trabalho "no computador" e que o possa fazer em qualquer lado, desde que se possa sentar (parece ser um critério para ela, esta coisa de trabalhar sentado). e sabe, também, que eu trabalho nas escolas, na filosofia, com crianças da idade dela. para a Bárbara o mundo é feito de pessoas diferentes: aquelas que têm um emprego fixo, num sítio e aquelas que têm muitos trabalhos e trabalham onde calha. 

a Bárbara faz parte daquela geração, que alguns chamam de Z, que já não se deslumbra com o digital, pois ele faz parte da sua vida. e ponto final. eu, millennial assumida, tive que me adaptar e lutar contra a resistência à mudança.

os desafios da Bárbara são outros, como é natural.

todas as gerações conhecem desafios, mudanças, alegrias, tristezas.

ainda vou ver a Bárbara a ajudar a minha mãe a trabalhar no tablet - é que a mamãe Sabel, nascida em mil nove e cinquenta e quatro, tendo apenas a quarta classe decidiu agora ter um tablet e aprender a navegar na internet. tem a cana e está a aprender a pescar: já comenta as minhas stories no instagram e já percebeu que o facebook é enjoativo, pois as pessoas só dizem mal. daqui a uns tempos é vê-la no twitter, a trocar tweets com o cesar millan. 

 

estranha-se e depois entranha-se - o fernando pessoa foi genial (como sempre) ao escrever este slogan para a coca cola. disse tantas coisas sobre as nossas vidas. 

 

stories, everywhere

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e se de repente te convocam para falar de branding e social crm, numa turma de marketing digital? bom, isso é impulse. e é trabalho. daquele que se faz ao sábado à tarde, com sol lá fora e temperaturas quentes. e com sorriso nos lábios, claro.

para supreender a turma levei comigo um artefacto que contém histórias: não, não foi o instagram ou o facebook. foi mesmo um objecto. um livro.

e não é que fiz um brilharete? melhor ainda quando entreguei a cada um deles um cartão de visita: "um cartão a sério, nem dá para fazer scroll down"

 

pois não. é tão bom ver como esta coisa do digital é MESMO sobre pessoas. e relações. e experiências.

foi um gosto partilhar 3h de conhecimento, exemplos, humor, estratégia, planeamento com alunos motivados e interessados até mais não.

 

 

coisas de março - [em actualização]

 

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a minha vida é um intervalo entre um cliente que não paga a horas e outro que não paga atempadamente. a solução tem sido suspender as tarefas até que haja regularização da dívida.

a segurança social de Lisboa sabe coisas que a segurança social da Amadora não sabe. o resultado é que ninguém me escreve, ninguém me responde - pois os e-mails que enviei para a segurança social Geral (acho eu) deixaram de funcionar (??) ou estão por abrir. resultado: acho que ainda não devo dinheiro. acho. tudo depende da segurança social que visitar.

março é o mês da primavera e traz com ele conteúdos para escrever cujo tópico é viagens. e destinos incríveis. e eu, aqui, a ver tudo em fotografias de cortar a respiração. não é justo, pois.

"como vai a tese?" - a esta pergunta eu respondo com "estás a falar daquele monte de papeis e livros que está ali em cima da mesa? pois." 

no mundo acontecem coisas incríveis: gustavo santos dá entrevista e assume que foi o cão que o ensinou a ser pai. há um responsável do coro de uma igreja que é afastado do lugar por ser homossexual - o padre diz que ele tem uma doença ou coisa que o valha.

fui ver o concerto do djodje. e já só penso no ricky martin, em maio.

contei-vos que há 3 semanas fiquei fechada numa escola onde fui dar formação? pois no passado sábado não conseguíamos entrar.

fui ver o filme são jorge e aconselho a todos que o façam: pelos actores, pelo realizador e sobretudo pelas pessoas "comuns" que dele fazem parte.

os maroon 5 têm um single novo.

e é isto.

o mês só vai a meio, certo?