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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

hello, geração Z!

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Hello, Geração Z é primeiro workshop que está integrado no Braga Open Weekque este ano tem uma edição totalmente dedicada à NEXT GEN, onde serão debatidos temas das mais variadas áreas acerca do impacto das Novas Gerações que ditam tendências no mercado organizacional e que implicam novos modelos de gestão e de liderança, de marketing e inovadoras formas de comunicação e partilha.

“Vou publicar”, dizia uma adolescente para as amigas, enquanto desciam as escadas do metro, cada uma com o seu smartphone em punho. As amigas não se fizeram rogadas: aguardavam a publicação para poder fazer like, para deixar “coraçãozinho”, para partilhar e comentar com #bff. Assim é a vida da geração Z,  que amanhã vai entrar no mercado de trabalho e que é a geração mais ONLIFE de sempre. E nós fazemos parte dela. Descubra o comportamento dos futuros profissionais do mercado e de como as gerações atuais se vão adaptar.

Data de realização: 2/Junho das 19h00 – 19h40
Local: Escola Profissional de Braga

 

adivinhem quem é a 'ssoa oradora, quem é? 

 

 

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a conversar é que a gente se entende

ontem tropecei num artigo do Luís Bettencourt Moniz, para o jornal de negócios, que me chamou a atenção. o motivo? digital, relações humanas e por aí fora. 

tendo em conta que é um tema sobre o qual troco ideias com o Pedro Rebelo, fiz-lhe um tag no facebook, para que o lesse. aliás, partilhei o artigo na minha página, destaquei uma frase e fiz o tag ao Pedro. porquê? para aumentar o engajamento na página, pois claro! podia ter enviado através de mensagem privada, mas não era propriamente um conteúdo... como dizer, privado. por isso, esta troca de mensagem que  significa "hey, Pedro, olha aqui este artigo que julgo ser do teu interesse, aconteceu numa rede social, de forma pública, utilizando para o efeito o meu computador, a minha ferramenta de trabalho actual. 

 

[estou a ser muito descritiva, muito eça de queirós?]

 

o Pedro enviou-me uma mensagem, privada sim, a perguntar como queria ser linkada - qual dos blogs deveria utilizar. ora, como sabem, este é o meu blog onde cabe tudo, o outro está mais focado na filosofia para crianças e o meu twitter é o meu cartão de cidadão. "usa o twitter"

 

hoje recebi na minha caixa do correio o aviso de que havia novo artigo para ler, no blog do Pedro. e eu lá fui, entre a torrada e o sumo da compal que tomei ao pequeno almoço. ainda não tinha chegado ao escritório (que acontece na minha sala) e já estava no meu ipad a ler o texto, na cozinha.

 

tanto o artigo do Luís, como o do Pedro, merecem uma leitura atenta. 

 

diz o Luís:

"Hoje fala-se na emergência do H2H ("human to human") como única relação possível. Há uma máxima nas vendas que diz que são as pessoas que vendem a pessoas. O diferenciador de valor residirá naqueles que souberem cultivar as relações humanas e perceber o ponto de vista da pessoa face ao nosso negócio."

 

diz o Pedro:

"O consumidor é, como refere Luís Bettencourt Moniz, complexo. O ser Humano é complexo. Tão complexo que, numa critica declarada às novas formas de abordagem comercial, que assumidamente passam o factor humano para segundo plano, deixando a cargo das máquinas o “trabalho” de nos conhecer e convencer, o autor escreve sobre “a emergência do H2H (“human to human”)” olvidando a tão humana expressão “cara a cara” ou simplesmente “frente a frente”. E foi aqui que ele me perdeu."

 

digo eu: 

a expressão H2H é, para mim, fundamental. pois é disso que apontam os Kotler desta vida e afins, no que ao marketing diz respeito. a questão é que este H2H não pode, nos dias que correm, não integrar o digital. e é neste ponto que não concordo com o Luís, quando diz "Hoje, o marketing caminha para ser antropocêntrico ao invés de “digitalcêntrico”. Amanhã ao invés de escrever o “post” vão visitar um cliente, só para ouvi-lo." caminhamos para o antropocentrismo, sim, mas um antropocentrismo que vai na linha do que defende o manifesto ONLIFE, que é referido por Jose Barrientos Rastrojo

"Antes había una clara diferencia entre mundo online y offline porque para entrar en internet había que estar en casa y entrar en el ordenador. Hoy todos llevamos un móvil. El profesor Luciano Floridi, que ahora está en la Universidad de Oxford, ha creado el concepto de Onlife, al entender que ya no hay diferencia entre online y offline."

não são só os centennials que já não sabem viver sem o digital: somos todos nós. cada um de nós. não são só os centennials que não sabem desligar: somos todos nós. 

e esse nós inclui os milennials e a minha mãe, com mais de 60 anos, que, sem nunca ter trabalhado num computador, fez um mealheiro para comprar um tablet e perceber o que se passa para lá do écran. 

e todos nós somos consumidores e compramos coisas. também vendemos coisas, claro. todos os dias vendo os meus serviços através de uma montra que habita no digital: as minhas redes sociais. e se imagino a minha vida sem o digital? não. além do meu trabalho exigir esta presença digital

 

o conceito de humano necessita ser repensado e não podemos isolar o digital e ousar pensar que uma venda irá correr bem sem qualquer vestígio do digital envolvido nela. visitar os clientes é importante, o comercial que anda a fazer kms de carro, a visitar pessoas, saberá dizer muitas coisas sobre os clientes. mas esses clientes têm, na sua grande maioria, uma pegada digital, trocam e-mails, whatsapp, whatever - e isso, simplesmente, faz parte. não pode ser ignorado. 

o conceito de humano necessita ser repensado: também por isto.  e por isto

experiências como esta, que Rui Pêgo reporta, são interessantes e mostram-nos um mundo que parece muito longíquo: o mundo em que íamos ao e-mail, de vez em quando, acedendo somente através de computador, e no qual nem todos tinham internet. e, sim, faz-nos pensar nas relações humanas - o grande tópico deste artigo que agora vos escrevo. 

 

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imagem retirada da página de facebook é social media, mas 

 

 

“Asking if the internet is good or bad is like asking if talking good or bad: how can we think it's a valid question to begin with?” #IAMW17

 

e quem pergunta pela internet, pergunta pelo digital: não é bom, nem é mau. é aquilo que é. aquilo que fizermos dele.

 

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termino com um apontamento que encontrei no meu caderno de filosofia do conhecimento:

 

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para arquivar em "desafio constante"

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dar formação é algo que faço há alguns anos e com muito gosto. gosto de pensar em conteúdos, desenvolver acções "taillor made" e de partilhar o que sei fazer com as pessoas.

também aprecio a possibilidade que a formação me dá, no que ao contacto interpessoal diz respeito: conheço pessoas que trabalham em áreas próximas das minhas - ou que até fazem outras coisas completamente distintas. nunca sabemos bem quem vamos encontrar à nossa frente - e o desafio é o de manter aquelas pessoas interessadas e motivadas em aprender. 

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só na semana passada dei cerca de 14 horas de formação: entre o twitter marketing e a filosofia para crianças, duas áreas que me fazem muito feliz. 

para a semana há mais. 

 

*

 

"escolha um trabalho que você ama, abra actividade nas finanças, pague o IVA e a SS, e você terá que trabalhar todos os dias, na sua vida. 
com olheiras até aos tornozelos e um sorriso nos lábios." 

confúcio ft joana rita

 

 

 

all about lady bug's #websummit

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e lá fui eu, de badge ao peito e pulseirinha no pulso (aquela que já aqui estava desde o dia do registo (segunda-feira). 

o meu primeiro dia no #websummit foi o último desta edição de 2016. tinha algumas coisas guardadas na agenda, para não perder. e algumas pessoas em vista para beijocar. 

 

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as propostas future societies e panda eram aquelas que mais me interessavam. mal pus um pé no espaço do evento, dou de caras com o Pedro Rebelo, a quem roubei duas beijocas. e fomos até ao Zoltar para conhecer a nossa sorte para os próximos dias

 

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oh p'ra mim a dar tudo na selfie! 

encontrei ainda a Jonas, o Daniel, o Luís Grave, a Cristina Moura Rebelo, o José Sequeira, o Nuno Coelho. e o Joel Silva!

a cena fixe é que ainda que mal se conseguisse caminhar à vontade entre os pavilhões, é sempre possível rever (tropeçar em, vá) caras conhecidas.

 

larguei alguns tweets na timeline, sobre as talks às quais assisti. 

 

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a minha preferida foi a do Mike, o astronauta que em 2009 enviou o 1º tweet do espaço. foi maravilhoso ouvi-lo falar sobre as três candidaturas que fez à NASA. foi rejeitado. só o aceitaram à quarta tentativa. e o trabalho dele era "space walk". foi mesmo maravilhoso e valeu TANTO a pena! 

 

(foto: @krishaamer, twitter)

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foi um dia bem passado: havia sol e gente bonita por lá. pessoas com ideias que têm pernas para andar. pessoas cujas ideias fazem tanta falta à humanidade como um trump na presidência dos eua.

este fenómeno das startup criou a ilusão de que basta ter uma ideia e que alguém a há-de acelerar ou alavancar ou aglomerar. alguém há-de investir os euros. mas o tempo dita a qualidade da ideia - e a oportunidade do negócio, também. 

ser empreendedor passou a profissão e até hoje ainda ninguém me explicou onde é que se pede esse certificado ou se basta colocar isso na bio do twitter ou coisa que o valha.

 

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parece que para o ano há mais.

lá estarei, caso a prova de útero que me calhou este ano venha a repetir-se. caso contrário, não obrigada. ou a minha vida de empreendedora-freelancer muda MUITO ou o namoro ficará por aqui.

one day stand 

 

 

 

let's talk about #websummit

 

a minha presença na ou no web summit, em lisboa, é igual a tantas outras coisas que acontecem na minha vida: vou caminhando e tal e coiso e quando dou por mim, olha. tenho um bilhete FREE para o maior evento de cenas  da europa.*

a dada altura, os senhores decidiram oferecer bilhetes a custo zero com base no critério "mulher". ah e tal parece que as mulheres não são capazes de ir a estes eventos por iniciativa própria. bom, algumas serão. eu não seria, pois a vida custa dinheiro e não o poderia desperdiçar num bilhete que custa 900 euros. é um valor justo? será com certeza, nem sequer discuto isso. 

vejo-me agora com um bilhete na mão e com um programa cheio de talks e pitch e fan ran fan fans que summit bué, em termos de UX e design thinking e storytelling. consulto as recomendações de contactos e vejo CEO, manager, founder, entrepeneur em tudo o que é bio. eu cá sou uma pelintra. a minha bio é philosophy | social media. 

se sinto que aquilo é o meu ambiente? não. acho que vai lá andar TANTA gente que vai ser quase impossível fazer um bom contacto, apresentar ideias, trocar ideias com os outros. como eu não sou uma empresa nem uma instituição (sofro deste mal de ser só uma pessoa) a probabilidade de chegar à fala com X ou Y é escassa. 

vou tirar uma fotografia do badge e selfies com a malta amiga e conhecida que encontrar por lá. afinal, eu sou aquela que encontra gente conhecida em paredes de coura, festa do avante, teatro da trindade, residência do embaixador dos eua e na minha rua - imagine-se!

vou fazer isso tudo e escolher bem o tempo que vou lá passar. é que não me posso dar ao luxo de não trabalhar nesses dias e há oficinas de filosofia e outras coisas para dar andamento. 

estou muito agradecida aos senhores do web summit por terem privilegiado as mulheres nesta série de bilhetes gratuitos. vai ser uma experiência nova para mim (my first time at web summit) e como todas aquelas coisas em que vou caminhando e tal e coiso e quando dou por mim, olha irei aproveitar o melhor possível.

vemo-nos por lá? 

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* é um bocadinho como o voluntário na uppa: levo o cão a passear e quando dou por mim já pisei cocó quentinho, acabado de fazer. awwwww 

estar ou não estar no twitter?

 

como é do conhecimento público, sou uma fã acérrima do twitter, desde janeiro de 2009. é a rede social, a seguir aos blogs, onde me sinto como peixe na água. 

 

estou atenta ao que por lá se faz, a nível pessoal e também profissional. além de gerir redes sociais - twitter incluído - também estou a dar formação nesta área.

 

fui chamada à atenção por um kamarada do twitter de que um link da minha página de facebook, que estava a "disparar" automaticamente no twitter, não estava a funcionar. dava erro. "page not available". aconteceu com outras contas das quais assumo a gestão. 

sim, o ideal é que cada conteúdo seja lançado na sua rede, evitando ao máximo estes dispáros automáticos. a verdade é que se a conta, no twitter, não se limita a ser um depósito de links, não há mal em que um ou outro tenham esta característica. se assim for, o mais provável é que haja um seguidor a alertar-nos para esse facto: um seguidor atento e que até abre os links. 

 

a propósito de uma formação sobre twitter, verifiquei que a marca gurosan estava com este "problema". hoje apareceu-me a sumol e a compal na timeline e testei os links.

 

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às três marcas enderecei um tweet, avisando do erro. 

 

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veremos quando respondem, se respondem e/ou se alteram a sua postura nesta rede. 

 

estar no twitter, em estilo mupi, não nos leva a lado nenhum. estamos lá para questionar e para sermos questionados. depositar links - sobretudo daqueles que levam a nenhures - não é uma boa postura para uma marca.

e é colocarem-se a jeito para o unfollow. 

 

 

diz que isto no facebook é mais gatinhos...

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... e só isso explica que esta página, o facebook do MAC, tenha um gato na sua fotografia de perfil. o gato até se pode chamar nuno álvares pereira. ainda assim, talvez não se perceba bem o gato, ali, a representar uma instituilção.

 

eu sei: os gatinhos dão imensos likes. 

pois. 

e ter um profissional a tratar das redes sociais também é uma maçada...