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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

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ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

coisas de março - [em actualização]

 

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a minha vida é um intervalo entre um cliente que não paga a horas e outro que não paga atempadamente. a solução tem sido suspender as tarefas até que haja regularização da dívida.

a segurança social de Lisboa sabe coisas que a segurança social da Amadora não sabe. o resultado é que ninguém me escreve, ninguém me responde - pois os e-mails que enviei para a segurança social Geral (acho eu) deixaram de funcionar (??) ou estão por abrir. resultado: acho que ainda não devo dinheiro. acho. tudo depende da segurança social que visitar.

março é o mês da primavera e traz com ele conteúdos para escrever cujo tópico é viagens. e destinos incríveis. e eu, aqui, a ver tudo em fotografias de cortar a respiração. não é justo, pois.

"como vai a tese?" - a esta pergunta eu respondo com "estás a falar daquele monte de papeis e livros que está ali em cima da mesa? pois." 

no mundo acontecem coisas incríveis: gustavo santos dá entrevista e assume que foi o cão que o ensinou a ser pai. há um responsável do coro de uma igreja que é afastado do lugar por ser homossexual - o padre diz que ele tem uma doença ou coisa que o valha.

fui ver o concerto do djodje. e já só penso no ricky martin, em maio.

contei-vos que há 3 semanas fiquei fechada numa escola onde fui dar formação? pois no passado sábado não conseguíamos entrar.

fui ver o filme são jorge e aconselho a todos que o façam: pelos actores, pelo realizador e sobretudo pelas pessoas "comuns" que dele fazem parte.

os maroon 5 têm um single novo.

e é isto.

o mês só vai a meio, certo? 

 

 

 

 

coisas que fevereiro me ensinou

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- descobri que há diferentes formas, diferentes mapas, para ver o mundo. é tudo uma questão de perpectiva;

- a tese, senhores, a tese. há que encontrar vontade para escrever na linha mais recôndita da crítica da razão pura;

- há uma coisa chamada 3d secure. já activei, pronto! escusam de ralhar comigo;

- pode acontecer o seguinte: os projectos nos quais acreditamos são aqueles que nos desiludem. e temos que os abandonar;

- a vida reserva-nos surpresas boas. e isto não é uma gustavice santos. é isto mesmo. surpresas boas;

- às vezes ficamos fechados num sítio porque alguém fecha o portão quando sai (go figure!);

- começar é fixe. recomeçar, também;

- a minha vizinha tem um sentido de humor, como dizer, TOP: tem o marido preso e mascarou o filho de polícia;

- errar é humano: acontece na nossa vida e nas cerimónias dos óscares. banho de humanidade, hein?

 

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coisas que janeiro me ensinou

 

 

- é sempre bom estacionar o carro num "lugar a sério" - às vezes a bateria pifa e assim podes deixá-lo por lá, descansada;

- estamos em 2017 e é necessário ir à segurança social, entenda-se a um serviço de atendimento físico, para mostrar os prints dos e-mails aos quais não te respondem - para depois te dizerem que hão-de responder por e-mail;

- para algumas pessoas, falta de ética é não atender o telefone quando se está a trabalhar;

- ainda há pessoas capazes de cumprir promessas. exemplo: Trump;

- há adultos que são exímios na arte de fazer birra - não é tão divertido lidar com as birras dos crescidos como é com as dos mais pequenos;

- valter hugo mãe está no plano nacional de leitura - e eu que só consegui ler  a sua obra infantil "o paraíso são o outros";

- há dossiers pedagógicos que são só amontoados de folhas;

- as crianças reagem mais rápido a uma ameaça do que a um pedido;

- tenho cada vez mais haters: o que significa que só posso estar a fazer alguma coisa bem;

- já o ryan gosling, esse rapazolas, continua lindo. uh LA LA (land). 

 

 

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como assim? não há pizzas de curássante?

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fomos ao cinema, eu e a B - sim, só eu e a B. já tínhamos ido algumas vezes, mas sempre com a mãe - afinal, é uma forma de fazermos coisas juntas. hoje a mãe não pôde ir e o plano era uma tarde de madrinha e afilhada. a B. nunca tinha ido ao cinema só comigo, nunca tinha andado no meu carro... era tudo novo. quando me viu, deu-me um abraço. depois do pai colocar a cadeirinha no meu carro ficámos prontas para esta aventura. 

quem me conhece sabe que os meus carros (este é o segundo que tenho) servem de "armazém" de muitas coisas. inclusivé de memórias. a B. descobriu uma máscara da Pepa, do seu segundo aniversário (nota: a B. fez 4 anos há umas semanas). ficou prometido que lhe daria a Pepa, assim como o frasco de bolinhas de sabão que anda comigo na mala (don't ask!).

 

vimos o snoopy, não comprámos pipocas e no caminho para casa imaginámos pizzas daquelas que não há: pizzas de "curássante", de crocodilos, de morangos, de barbies... e acabámos por comprar uma com fiambre e cogumelos, pronto. a cara de desilusão da B. quando viu que, no continente, não havia mesmo pizza de "curássante". um pacote de gomas para fazer a surpresa ao pai e ainda uma rápida visita ao Kioko (ou Tioko) que faz cócegas com o seu bigode. 

 

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 gostanto! 

 

das grandes ideias dos últimos tempos: a #festadocinema

há muito tempo que não ia ao cinema: falta de tempo e de dinheiro foram os critérios para não investir nesta arte.

quando li sobre a festa do cinema rejubilei. 2,50 euros é mesmo um preço que motiva qualquer um a ir sentar-se em frente à grande tela.

aproveitei para ver o Vin Diesel (ai o Toretto naquela camisola branca <3 ), para ver a Idade de Adaline e o Capitão Falcão. sim, o filme português de quem tanta gente fala.

e foi muito bom: salas cheias, filas para comprar bilhete e malta de todas as idades à minha volta.

 

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(e encontrar uma aluna no shopping? delicioso! roubei-lhe logo um abraço!!) 

birdman

«Riggan Thompson tornou-se famoso no papel do super-herói Birdman emtrês grandes sucessos de bilheteira. Agora, é um ator decadente a tentar recuperar a carreira e a vida produzindo a sua própria peça na Broadway.

Na véspera da estreia, com o projeto à beira do desastre, Riggan vê-se obrigado a contratar um jovem ator que ele detesta.

O que acontece durante os três dias seguintes vai ser, ao mesmo tempo,estranho, sombrio e absolutamente hilariante, quase custando a Riggan a carreira, a família e a sanidade mental.»

 

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delicioso, divertido, gigante, brutal. o iñarritu é um realizador que tem este dom de me deixar maravilhada com os seus filmes: pela narrativa, pelos actores que escolhe, pela visão que nos permite através dos planos.

ide ver, meu povo, ide. 

um (não) filme de natal

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um filme duro, forte. real. sobre o amor de mãe, o amor de filho, as escolhas e as consequências. e sobre o modo como podemos viver as coisas que nos acontecem. e as decisões que temos que tomar. 

tem um pormenor visual simplesmente fantástico - não vou revelar, para não vos estragar a surpresa. podem até nem reparar, mas é metaforicamente belo e simbólico.

 

não é um filme de natal, mas eu também não sou uma pessoa de natal.

 

(a banda sonora é muito fixe, btw)

 

o mundo é um bidé

exhibit 1 

 

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exhibit 2

 

combino cinema com C. - que vim a descobrir conhece S., N e M., meus amigos de longa data (e mais uma mão cheia de gente). saímos do cinema, vamos beber um café. encontro, do nada, a  M. e o I., amigos da vida kizombeira. 

 

exhibit 3 

 

formação. colega do lado conhece-me do evento X - confesso que reconheci a cara mas não me lembrava de onde. outra colega conhece a C., com quem fez formação no princípio do ano. 

 

 

o mundo é mesmo muito pequeno. e gosto de pensar que neste meu pequeno mundo tenho a companhia de 'ssoas muito enormes. isso é fixe, sim. 

 

 

 

 

 

a minha escolha de 2014

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interstellar.

o filme de christopher nolan, com mcConaughey, hathaway e damon (entre outros).

foi grande o "buzz" à volta do filme - e tive mesmo que ir ver, para poder perceber do que falavam. saí da sala sem palavras, a digerir e a pensar sobre aquilo que tinha visto.

com alguma distância, posso dizer que - apesar de acusarem o filme de "dar a papinha feita" ao espectador" - a mais valia do filme é levantar questões. éticas, metafísicas.

que futuro? que passado? que presente? e o que é que faz de nós seres humanos, pessoas humanas inteiras e conscientes?

 

e "essa coisa" chamada amor - que poderes, que barreiras, que limites? 

 

com estas perguntas todas vou construir um castelo, tal como o poeta fazia com as pedras. 

 

ah. e depois o filme é também uma boa peça de cinema, que vale a pena ser visto no grande écran.