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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

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ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

sur·re·al

sur·re·al
(francês surréel)

adjectivo de dois géneros

1. Que apresenta características próprias do surrealismo. = SURREALISTA

2. Que causa ou denota estranheza, não pertencendo à esfera do real. = ABSURDO, BIZARRO, ESTRANHO

substantivo masculino

3. Aquilo que está para além do real


"surreal", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/surreal [consultado em 16-06-2017].

hello, geração Z!

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Hello, Geração Z é primeiro workshop que está integrado no Braga Open Weekque este ano tem uma edição totalmente dedicada à NEXT GEN, onde serão debatidos temas das mais variadas áreas acerca do impacto das Novas Gerações que ditam tendências no mercado organizacional e que implicam novos modelos de gestão e de liderança, de marketing e inovadoras formas de comunicação e partilha.

“Vou publicar”, dizia uma adolescente para as amigas, enquanto desciam as escadas do metro, cada uma com o seu smartphone em punho. As amigas não se fizeram rogadas: aguardavam a publicação para poder fazer like, para deixar “coraçãozinho”, para partilhar e comentar com #bff. Assim é a vida da geração Z,  que amanhã vai entrar no mercado de trabalho e que é a geração mais ONLIFE de sempre. E nós fazemos parte dela. Descubra o comportamento dos futuros profissionais do mercado e de como as gerações atuais se vão adaptar.

Data de realização: 2/Junho das 19h00 – 19h40
Local: Escola Profissional de Braga

 

adivinhem quem é a 'ssoa oradora, quem é? 

 

 

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voltar ao lugar onde e com quem somos felizes

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encontrar aquele amigo de sempre, partilhar estórias e novidades. tristezas e alegrias. 

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levar os totós a alcobaça e aproveitar para ouvir a minha banda portuguesa preferida de todo o sempre, "em casa". the gift, sim. foi muito, muito bom. emociono-me sempre com o "fácil de entender", danço, choro, sorrio. é tão bom ver que a banda se entrega à música, ao público. 

as músicas dos The Gift acompanharam tanto e muito alguns dos momentos mais importantes da minha vida. e depois, em palco, são sempre surpreendentes. esta tour, ALTAR, prima pela simplicidade na forma de estar em palco, mas com pormenores que são maiores, ainda que muito discretos.

e foi muito, muito bom ir ver um concerto just for the fun, sem ter que escrever reportagem.

toda uma liberdade só para sentir. sem ter que tomar notas ou prestar atenção ao alinhamento. 

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dias de puro egoísmo: livros, e o M da Mónica Mendes. 

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e aquela miúda mais gira, claro. a mais bonita. a mais doce, não fosse Mel, o seu nome

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 yoga na companhia do kendrick. a internet estava completamente louca com este DAMN.

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e a autenticidade. ser autêntico é um compromisso para connosco. não tem nada a ver com os outros. 

 

stories, everywhere

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e se de repente te convocam para falar de branding e social crm, numa turma de marketing digital? bom, isso é impulse. e é trabalho. daquele que se faz ao sábado à tarde, com sol lá fora e temperaturas quentes. e com sorriso nos lábios, claro.

para supreender a turma levei comigo um artefacto que contém histórias: não, não foi o instagram ou o facebook. foi mesmo um objecto. um livro.

e não é que fiz um brilharete? melhor ainda quando entreguei a cada um deles um cartão de visita: "um cartão a sério, nem dá para fazer scroll down"

 

pois não. é tão bom ver como esta coisa do digital é MESMO sobre pessoas. e relações. e experiências.

foi um gosto partilhar 3h de conhecimento, exemplos, humor, estratégia, planeamento com alunos motivados e interessados até mais não.

 

 

"quem és tu?"

troco cartas com o J. há uns anos. foi com ele que começou a aventura filopenpal.

conheci-o, finalmente, em pessoa, na semana passada. eu estava em casa com o pai e a irmã e ele estava no treino. quando chegou e me viu perguntou: "quem és tu?" 

sou a joana, das cartas.

o pai: então, é a joana. já te mostrei fotografias dela. 

 

"ah, mas eu nunca te tinha visto mesmo"

e lá me deu um abraço e um beijinho. 

 

ao jantar, surgiram perguntas. as tatuagens. que idade tens. tens marido? "não". mas porquê? "ainda não aconteceu casar ou juntar-me". não gostas de homens? "gosto, ainda não encontrei aquele homem com quem quero estar, assim como a tua mãe encontrou o teu pai." está bem, disse o J.

 

depois do jantar fomos brincar. fazer desafios, escrever, contar, inventar palavras.

 

"sabes o que é o dedo do meio, joana?"

sei, tenho dois.

"pronto e tu gostas do dedo do meio?"

francamente, faz-me tanta falta como os outros.

"mas sabes o que quero dizer?"

sei, por isso é que faço sempre o dedo do meio com o mindinho.

 

o J. tem 8 anos, adora jogar futebol e é uma mini-'ssoa adorável.

 

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coisas que fevereiro me ensinou

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- descobri que há diferentes formas, diferentes mapas, para ver o mundo. é tudo uma questão de perpectiva;

- a tese, senhores, a tese. há que encontrar vontade para escrever na linha mais recôndita da crítica da razão pura;

- há uma coisa chamada 3d secure. já activei, pronto! escusam de ralhar comigo;

- pode acontecer o seguinte: os projectos nos quais acreditamos são aqueles que nos desiludem. e temos que os abandonar;

- a vida reserva-nos surpresas boas. e isto não é uma gustavice santos. é isto mesmo. surpresas boas;

- às vezes ficamos fechados num sítio porque alguém fecha o portão quando sai (go figure!);

- começar é fixe. recomeçar, também;

- a minha vizinha tem um sentido de humor, como dizer, TOP: tem o marido preso e mascarou o filho de polícia;

- errar é humano: acontece na nossa vida e nas cerimónias dos óscares. banho de humanidade, hein?

 

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