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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

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ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

"então, tudo bem?"

 

há projectos que nos apaixonam desde o primeiro minuto. quando a ideia surge só pensamos em vê-la crescer, dar os seus primeiros passos. queremos estar lá em todos os minutos. partilhar os bons e maus momentos. dar-lhe a mão. damos tempo, damos dedicação. não há "mas". é só estar lá. a ideia, pah, a ideia é tão boa e capaz de gerar tantas e muitas coisas. envolvemos os outros, aqueles de quem gostamos, nesta ideia. eles colocam as mãos na massa. e é tudo bonito. estamos felizes. estamos lá pelas 'ssoas, não é verdade? e, para o bem e para o mal: as 'ssoas. chega o momento em que essas 'ssoas fazem o que diziam que não iriam fazer. e, depois de sugarem o teu tempo e a tua energia, continuam caminho, sem ti. agora já não fazes falta. "não és a tal". e é assim que aquele projecto (que tanto me apaixonou, que me fez caminhar, que me desafiou, que me fez crescer, que me deu asas) passa da categoria de "namoro intenso" para "se passar por ti na rua, tanto me faz, mas pergunto então tudo bem porque sou uma miúda educada". 

já não sinto nada.

foi bonito, sim. deixou de ser. 

 

 

 

 

sobre a indignação para com a recente demolição das obras de Vhils

"Isto é um muro. Obrigar a olhar para o muro é importante. O muro divide-nos ou junta-nos. Partir um muro é um acto simbólico. Destruir é inerente à criação. Qualquer criação implica destruição. Transforma, mas destrói sempre."

 

- estas palavras são do Alexandre Farto, conhecido por todos como Vhils, no #cafecentral  da revista Gerador #3 (jan.2015), partilhado com a querida Luísa Cortesão 

 

fui recuperá-las após a onda de indignação perante esta notícia

 

diz que a obra efémera não dura para sempre. e se há coisa efémera, nesta vida e além da própria vida, é a arte urbana 

 

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© Rafael Espíndola, para a revista Gerador  

 

foi bonita, a festa!

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com nervos à mistura, muitos convidados em palco para gerir e uma moderação para partilhar com o Miguel Ponte em forma de Amilcar Adeusinho, o crítico contratado da revista Gerador: assim foi a apresentação da quinta revista mai'linda de todo o sempre! 

 

a fotografia é do Herberto Smith e apesar do meu dedo indicador em riste acreditem que estava a dizer coisas muito fofinhas ao Miguel Ponte.

conheci-o numa acção de divulgação do VIH/SIDA, num longíquo 1º de Dezembro, ia eu a caminho das estreias do Teatro Rápido, no Chiado.

conversámos um bocadinho até que lhe disse: vou ao TR, aparece lá. poder ver uma peça em 15 minutos. e ele falou-me que estava num grupo de teatro amador, que estudava farmácia.

uns meses depois o Miguel estava a defender uma peça no TR. uns anos depois tornámo-nos cúmplices desta aventura chamada Revista Gerador. 

 

foi bom estar contigo no palco do MusicBox Lisboa, Miguel. 

acho que foi mesmo a parte melhor da noite, para mim.

beijinho! 

 

(o laço é handmade by Zélia Évora. e as unhas foram handmaded pela Guida, na Nails & Depil System) 

 

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