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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

:: doggy style ::

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espero que o título do post vos tenha feito clicar no link e possam, agora, ver estas fotografias que resumem o meu fim de semana, em modo doggy style.

incluiu baldes de merda, pêlos de cão espalhados pela roupa, passeios, lambidelas - e a melhor companhia do mundo, o mano e o morais.

e não venham cá com coisas: o título não é enganoso. se é coisa que não falta aos DOGgy da uppa é o style!

 

 

praticar yoga? eu?

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costumo dizer que não sou muito zen - mas sim muito zap.

o yoga exige dedicação e disciplina. eu sempre fui mais de body combat e outras coisas que tais.

pára! afinal... cheguei a fazer body balance no ginásio, lembrei-me agora.

não é a minha praia e tenho dúvidas que vá tornar-me numa praticante. mas quando a causa é solidária e há oportunidade para conhecer (pessoalmente) a Carla Ferraz... siga.

estive hoje no jardim da tapada das necessidades, com um grupo de gente com coração grande (e muita flexibilidade) que tirou uma hora do seu dia para praticar yoga e contribuir para a causa solidária da UPPA.

enquanto voluntária só posso agradecer.

 

aproveito para vos dar a conhecer o trabalho da Carla, a professora de yoga que também é uma #doglover. ora espreitem AQUI.  

 

éssebêésseérre

mais uma voltinha, mais uma viagem.

mais um festival de verão e uma missão #musicfestpt cumprida: falo-vos do SBSR, que aconteceu há dias no Parque das Nações. foi a minha primeira vez neste festival, desde que se mudou para aquele espaço.

não sei se estou convencida - enquanto "cliente". continuo a ser fã do Alive, mas este começa a irritar-me por ser "mais gente do que pessoas". já o SBSR tem a "vantagem" de estar limitado à lotação do MEO Arena. 

como jornalista, ambos (os dois) foram boas experiências, pela equipa com a qual trabalhei e pelas condições na sala de imprensa. 

 

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 espreitem as reportagens e galerias fotográficas em www.musicfest.pt 

 

 

 

outra forma de viver o #nosalive2016

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sou cliente assídua do Alive, desde 2008

é aquele festival para o qual compro o passe dos 3 dias, ainda o cartaz não está completo - e vais com quem? bom, vou comigo mesma. é já uma tradição tropeçar em amigos e conhecidos e por isso nem me preocupo com companhia: encontro-a por lá

gosto do espaço, do facto de ser um festival urbano, da proximidade com a minha casa, do recinto e do facto de manter um espírito efectivamente festivaleiro - ao contrário do RiR que é mais um parque de diversões

 

2016 marcou a minha estreia como jornalista e isso mudou profundamente a forma como vivo o festival: passo mais horas na sala de imprensa e as visitas aos palcos são esporádicas: agora são sete e se queremos partilhar o que acontece com os leitores, há que dar corda aos ténis

depois há o trabalho de equipa e a enorme parvoíce entre mim, o Marco e o Francisco - os dois fotógrafos que fizeram muitos kms durante estes três dias (e uma sala de imprensa bem catita, com máquina de imperial ali mesmo, à mão de semear!)

 

escrevi cerca de 3900 palavras durante estes três dias. dormi pouco: ao mesmo tempo, há que conjugar este trabalho com os outros que tenho (copywriter, community manager, formadora). 

 

andei menos pelo festival e não consegui (re)encontrar amigos - excepção feita para o Bruno Rodrigues e a sua cara-metade, ambos muito grávidos e bem dispostos! 

 

registei uma selfie em falta desde o RiR, com o Jorge Botas - e consta que me apanharam em "trabalho", ao som do Agir (ou seja, a dançar!) 

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foram três dias intensos, sim. toda uma nova experiência no que ao meu festival de música preferido diz respeito.

 

sei que hoje estão todos sintonizados na final do #euro2016: eu lembrei-me que me falta fazer um trabalho de filosofia social e política, para a pós-graduação. auch. o prazo termina... hoje!

até já! 

 

beijinho bom

depois de tantos anos a analisar relacionamentos, teresa descobriu que tudo se resumia a um beijo. já nao queria saber de como trataria os seus animais nem sequer os seus filhos, cozinhar já ela sabia fazer e sobre os filmes já tinham chegado a acordo de que não adormeceriam a meio;  ao fim do dia, o que interessava era o beijo. queria saber se era demasiado intrusivo ou se, pelo contrário, lhe deixasse espaço para ela própria descobrir o sabor da língua dele. se era demasiado húmido nos cantos ou se a humedecesse completamente sem que desse conta, se fazia parte do pacote "vou te foder" ou se era um doce sempre apetecido a qualquer hora do dia. depois de tantas experiências, o tempo morto entre o tocar a campainha e os sogros abrirem, aquele espaco entre o elevador chegar ao andar pretendido, era ali que entrava o beijo, a cumplicidade dos sabores comuns, o toque que salva e separa tanta gente. descobriu que o mais importante era mesmo o beijo, a junção dos lábios e língua com os olhos fechados e a porta aberta para novas sensações. que se lixe os cães e os miúdos que para isso está cá ela, o beijo, o prazer de ter alguém a tocar-lhe na entrada da alma, era isso que ela queria. e nao descansou até conseguir encontrar alguém que se encaixasse nela.

 

furtado DAQUI 

a fazer amigos para a vida desde mil nove e setenta e nove

detesto ir aos serviços de atendimento assim nos últimos minutos, mesmo antes de fechar. lembro-me de trabalhar no banco e fazer figas para que não entrasse ninguém no balcão nos 10 minutos antes de fechar: normalmente eram 'ssoas com coisas chatinhas para resolver.

 

mas pronto, hoje faltavam 15 minutos para a estação dos ctt em óbidos fechar. e eu tinha mesmo umas coisas para despachar. lá fui eu.

duas senhoras simpáticas receberam-me com um sorriso.

entreguei os envelopes. um deles era quadrado e preto. "este aqui paga como não normalizado. pelo tamanho e pela cor". ah sim, perguntei. não fazia ideia. não se pode ser diferente, nem um envelope pode ser diferente!

ela sorriu. "quer contribuinte na factura?"

respondi que sim, número, nome. "e localidade? óbidos?"

não, sintra. ela olhou com um ar admirado.

sabe, respondi, disseram-me que o atendimento aqui era mesmo muito bom e lá vim eu, A8 acima...

 

espero ter aliviado os últimos minutos de trabalho da sexta feira das simpáticas senhoras dos ctt de óbidos. 

vou falar-vos de 24h da 'nha vida

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em junho/julho do ano passado estive na ilha terceira, a propósito de um encontro de filosofia para crianças. encontrei a dina mendonça e como eu tinha uma oficina combinada na ilha do faial, desafiei-a a partilhar a oficina comigo. foi a primeira vez que trabalhei em parceria com a dina, a gerir uma oficina de filosofia. foi difícil, pois havia ali várias linhas de pensamento para gerir - até aí tudo normal - mas uma outra com o mesmo papel do que eu. 

quando terminámos, a rosa - que tinha assistido à oficina - sorriu e deu-nos os parabéns. perguntou há quanto tempo trabalhavamos em conjunto. disse: começámos há uma hora, no mesmo momento em que esta oficina começou. ela sorriu. a sério? parece que fazem isto assim há anos. e então, querem ir a outra sala? (entenda-se, querem fazer outra oficina)

eu disse: não, obrigada. quero um gin tónico com vista para o pico, pode ser?

 

estava exausta. acumulava 5 dias de seminários, oficinas e conferências no encontro de filosofia, na ilha de terceira + a viagem de avião entre a terceira e a horta. e uma oficina de filosofia.

na viagem para lisboa comentava com a dina: já viste? acho que fazemos transparecer que isto é muito fácil. reparaste como a rosa estava entusiasmada com a possibilidade de irmos para outra sala, logo a seguir?

 

conversamos as duas sobre o gozo que isto nos dava - e o cansaço que se segue a uma oficina destas, em que tens que ter um foco, uma linha de pensamento que é a tua e gerir a das cabecinhas que tens à volta, preocupando-te sempre com a necessidade de aprofundamento filosófico. caso contrário, isto seria uma conversa de café em que as pessoas falam, falam, falam... e não dizem nada. e não é.

 

há dias estive a fazer oficinas em três complexos escolares. propus-me a isso: agendem uma oficina em cada complexo, de uma hora, a começar às 9h, com um intervalo entre cada uma. reparem no calendário:

9h-9h45 oficina 1

9h45-10h30 oficina 2

11h-11h45 oficina 3

11h45-12h30 oficina 4

13h-13h45 oficina 5 

 

nota: com cerca de 18/20 crianças por oficina. na última eram perto de 30.

perguntei à sabina (uma querida, note-se bem) se ela contemplava o facto de eu ter necessidade de um intervalo para ir ao wc, beber água... comer qualquer coisa e almoçar. é que pelo meio tínhamos 15/20 min de viagem entre as escolas - sim, o intervalo que ali indico é o tempo de viagem.

ela olhou para mim  e disse: mas ainda no outro dia fizeste isso! estiveste numa sala e depois foste para outra! demoraste 1h30m nas duas.

exacto. 

conclusão da estória: dina, nós damos a entender que isto é mesmo muito fácil. 

 

ah! e como terminou a maratona filosófica?

com olheiras até aos tornozelos e com a sensação de que me tinham passado com um cilindro por cima. é que as oficinas aconteceram na zona das caldas da rainha. 192 km depois, cheguei a casa com a sensação de dever cumprido e com a certeza de que a sabina não iria repetir um calendário deste tipo - eu, pelo menos, irei recusá-lo. só não o fiz desta vez, pois queria experimentar o desafio. e sobrevivi! 

 

o meu livro de elogios

 

 

 

"aproveito e digo-to agora: és uma pessoa, para além de muito humana (ahah!), carismatica, convicta, e isso é inspirador ! Aprendi muito contigo. Obrigado!"

 

 

"Tenho que te compensar por o teu trabalho :) tem sido excelente!! como queres fazer?"

 

 

"Obrigada por este começo de amizade!!!!!! Devolveu-me o lúdico no mundo adulto como há muito não tinha!!!! "

 

 

"Obrigada pelo teu excelente trabalho!!!" 

 

 

"a Joana é filosofa, ótima comunicadora e muito simpática.  Gosto imenso da forma como comunicas, Joana, nas tuas redes sociais. Muito antes de saber que iríamos trabalhar juntas já ficava agarrada a muitos dos teus posts."

 

 

"Obrigado pelo dia espectacular de ontem! Nós adorámos, como é óbvio, mas acima de tudo conseguiste transportar os nossos fãs para um sentimento de casa, como se tivessem mesmo a beber um café connosco na varanda!"

 

 

 

 

 

 

até já, 24 [+10]



antes de comemorar o 25º aniversário [+10] vou celebrar o último dia dos 24 [+10]


não se preocupem, irei instagramar tudo e facebookar bué. se tiver tempo, até interajo com as 'ssoas à 'nha volta. que tal?


(nota: obrigada, oh deuses, pela família (dis)funcional com que me presentearam!)