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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

: s : l : o : w : l : y :

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cidade do porto, duas amigas e vários dedos de conversa. um fino, uma pizza e um café. falar sobre mudança, a atitude positiva de quem não desiste, de quem persiste, de quem insiste - que é possível fazer aquilo que nos faz felizes (mesmo com dias de merda). 

andar numa cidade que não é a minha, como se a conhecesse desde sempre. apanhar o comboio e vestir uma rotina que não é minha, como se fosse. chegar a casa (à tua) e sentir que é um bocadinho minha. escolher o vinho para beber e vestir uma roupa sexy só para te agradar (entenda-se, um pijama de algodão, com unicórnios). 

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frango de churrasco, batatas fritas e uma gaveta no frigorífico cheia de super bock: o que é que uma miúda pode pedir mais, no dia de são valentim? 

nem um postal com corações, nem um ramo de flores, nem nada digno do instagram. [that's how i like it ]

 

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alinhavar ideias à volta das relações públicas. preparar formação. ler. fazer chá. ver a chuva lá fora a cair. e a vontade de voltar a casa. 

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home is where wifi is - e isso, definitivamente, não acontece nos comboios da cp. 

 

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e eis que chega o fim-de-semana, em casa, na aldeia. com um tacho de ervilhas patrocinado pela mãe Sabel, com um félix aos saltos, um friqui anti-social e um kioko cheio de sono. sair para trabalhar um bocadinho, de manhã e fazer planos com a mai'nova.

faltou a energia para visitar a mel, na uppa. 

 

devagar, devagarinho, slowly

 

the perks of being a freelancer

sou formadora há alguns anos - ainda sou do tempo do cap e dos cursos financiados, para formação pedagógica de formadores. sou mesmo antiga, hein?

 

do banco para o banco de desempregados 

 

durante 10 anos fiz de conta que era bancária até que os astros se alinharam e eu consegui sair da instituição onde fiz sempre o meu melhor e não era feliz. só gostava mesmo (e muito!) de algumas pessoas. fiz bons amigos e aprendi muito. o atendimento ao público foi uma experiência muito rica que, ainda hoje, me ajuda no trabalho de gestão de redes e gestão de comunidades. 

saí do banco sem ter um emprego ou um trabalho em vista. estive desempregada, fiz parte dessas estatísticas. visitava a junta de freguesia, de quinze em quinze dias, como se fosse uma criminosa com termo de identidade e residência. tive como propostas para a formação profissional cursos na área de estética (cabeleireiro) e nos mármores. os cursos de línguas eram demasiado básicos para o meu nível de conhecimentos. paguei formação do meu bolso para poder justificar que era uma desempregada activa e interessada em mudar.

 

de uma estatística para a outra

alguns meses depois surgiu a oportunidade de colaborar com uma agência de comunicação. não havia interesse em contratar-me. o que se pretendia era uma colaboração por projecto. podia durar dois meses, três ou apenas um. fruto dos contactos que fui fazendo e do longo networking desenvolvido numa rede social de seu nome twitter, comecei a ter propostas para trabalhos pontuais: social media management, community management, copywriting. e, ainda, formação na área da filosofia para crianças. perante estas oportunidades a minha escolha passou por visitar as finanças e abrir actividade. foi assim que passei das estatísticas do desemprego para a dos recibos verdes - ou trabalhadores independentes. 

 

a partir daí a minha vida mudou: pagamentos de IVA e segurança social. tudo "por minha conta", trabalhadora independente e assim. contratei um contabilista para me ajudar a perceber coisas e para me enviar os e-mails com as informações importantes. assumi os trabalhos que me foram propostos e que, passado uns meses, terminaram. havia que encontrar outros trabalhos - e essa pesquisa passou a consumir muito do meu tempo.

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como é que se encontra trabalho? 

esta é uma pergunta recorrente. quando dou formação e digo que sou freelancer é comum ouvir esta pergunta, do lado de lá. são pessoas que querem mudar de vida e por isso consideram os recibos verdes como fonte de rendimento. 

é cansativo: enviei muitos cvs que ficaram perdidos numa caixa de correio. comecei a ter feedback quando comecei a definir um tom nas minhas apresentações / cartas de motivação. o humor, os trocadilhos com as palavras, o outro lado da joana que não tem nada a ver com social media. a joana que também faz outras coisas. hey, a joana que, mesmo não preenchendo todos os vossos requisitos, é filósofa. e ter um filósofo a fazer isto ou aquilo só pode ser fantástico. respondi a muitos anúncios dizendo: "não preencho todos os pontos do perfil que procuram. ainda assim, é aqui e ali que posso ser uma mais valia."

 

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enquanto trabalhava no banco, fiz muita formação, participei em eventos e conferências, o que me permitiu conhecer pessoas e alargar a rede de contactos. iniciei o meu projecto de filosofia para crianças e criatividade e foram muitas as vezes em que tirei férias no banco para ir trabalhar neste projecto. fui semeando, sem saber quando iria sair do banco, mas com a certeza de que isso aconteceria. o meu outro blog foi fundamental para divulgar o trabalho na área da filosofia para crianças e, assim, conseguir concretizar convites para fazer oficinas com as crianças e também dar formação a professores, educadores e agentes educativos. 

quando era bancária e saía do balcão onde trabalhava, no final do dia, dizia aos meus colegas da altura: vou-me embora, pois a minha vida não é isto. algures em 2013 disse isso pela última vez. 

 

é fácil ser freelancer? 

não. trabalha-se mais do que por conta de outrém, pois tudo depende de nós: temos que contactar clientes, manter relações de confiança, trabalhar, cumprir prazos, gerir a vida pessoal, ter uma agenda bem definida, combater a procrastinação e tomar decisões como coworking ou home office? 

às vezes trabalho ao domingo. e aos sábados. e dou formação em regime pós-laboral. e estou a estudar, num mestrado. tenho família, amigos e namorado. gosto de ir ao teatro e ao cinema. concertos? também. 

ainda assim, posso ir com o cão ao veterinário durante a manhã. posso tirar uma tarde e ir aos ctt, ao shopping, ao hipermercado, ao contabilista. a gestão do horário está por minha conta. 

há ainda o outro lado, de cobrador de fraque, que é necessário assumir. nem sempre se respeita o trabalho do freelancer e é necessário insistir para que nos paguem. é que a segurança social e o iva não perdoam. felizmente tenho tido bons clientes, que são parceiros, e que são cumpridores na hora de fazer a transferência bancária. 

 

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no que respeita à gestão daquilo que recebemos, não podemos esquecer que o IVA pertence ao estado e que mensalmente há a segurança social para pagar. por muito que custe retirar os 23% do recibo e ver outros 25% a serem retidos, é desta forma que temos que pensar nos nossos rendimentos.

há meses em que parece que trabalhamos só para pagar as despesas, outros corrrem melhor. organizem-se e não gastem o dinheiro do IVA: pensem sempre que não é vosso.

 

balançar para cá, balançar para lá

até agora o balanço é positivo. sobrevivi, não é verdade? se tentei trabalhar com agências? sim, tentei. e vou continuar a tentar apesar de saber que sou muito nova para ser sénior e muito velha para ser júnior. sei também que tenho um perfil atípico no que ao marketing digital / social media diz respeito. disseram-me uma vez que "sou difícil de enquadrar". 

a verdade é que sobrevivi. sobrevivo. com os recibos da cor da esperança, com o IVA, com a segurança social e as despesas normais da vida. e não troco esta vida pela vida do banco. mesmo com a angústia de não saber se amanhã vou ter trabalho, se o cliente vai desistir do projecto. mesmo com meses em que dou mais formação e as contas equilibram os meses em que não dou formação. mesmo com uma gestão apertada do orçamento (nem sempre é possível gastar dinheiro em cultura ou em extras). mesmo sem saber muito bem o  que vou estar a fazer para o ano ou daqui a dois anos. eu desenrasco-me. não tenho medo de trabalhar. foi por isso que abandonei um emprego estável, com ordenado certo, seguro de saúde e um horário porreiro. é que eu não tenho medo de trabalhar. 

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falta-me a estabilidade que permite dar outros passos, aqueles que as pessoas da minha idade dão: comprar casa, casar e ter filhos. só que eu não sou as pessoas da minha idade: comprei, há uns anos, um carro a pronto. não quero comprar casa. casar não é uma prioridade e ter filhos também não. portanto, a estabilidade que me falta não é idêntica à das outras pessoas da minha idade. é por isso que não posso aconselhar alguém a embarcar nesta aventura de ser freelancer, pois há demasiadas coisas em jogo e nada como medir bem os prós e os contras. 

é preciso ter um perfil de persistência e de optimismo para conseguir lidar com este estilo de vida. há que saber vender o nosso trabalho, trabalhar a marca pessoal e, muito-muito-importante, estabelecer boas relações com os clientes e os parceiros. evitar caminhos fáceis que vão de encontro a estratégias de médio prazo e só resolvem no imediato.

às vezes temos que dizer que não a um trabalho, pois não temos perfil para ele ou até conhecemos alguém que sabe fazer aquilo melhor do que nós. temos que estabelecer limites com os clientes. erramos muito até encontrar o modelo de proposta mais acertado. tentamos, tentamos. fazemos acontecer. 

 

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o meu festival preferido de sempre...

...aconteceu em abrantes e levou-me até àquela cidade maravilhosa, onde tive a oportunidade de filosofar com crianças do 1º ciclo. revi o alves jana, um amigo de longa data, e a renata sequeira, a minha colega da licenciatura em filosofia que (re)encontrei "à conta" da filosofia para crianças. 

 

foi uma semana intensa, com uma paisagem bonita a emoldurar os dias. houve humor, amor, filosofia e muitas perguntas e porquês. o regresso aconteceu embrulhado em cansaço e numa constiapação que me ia tirando a voz. 

 

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 passei pela rádio antena livre onde o alves jana me entrevistou para o programa disto & daquilo. vão poder ouvir no dia 28 de novembro, entre as 22h e as 24h  em www.antenalivre.pt

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o félix e o diagrama de venn: pensamentos que acontecem nas cabeças das crianças do 1º e 2º ano, do 1º ciclo 

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e o mais bonito, ali mesmo em frente ao castelo de almourol. e fardas, fardas all around us!

 

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e a semana de trabalho terminou na flag, com uma turma de twitter marketing. venha o descanso! 

 

 

 

:: dias que passam rápido demais ::

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dias de web summit, com ideias, provocações e (re)encontros felizes. 

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sushi e o evangelho segundo são mateus (rosé), na companhia de um afilhado adepto do gaming e de uma afilhada que me segue no twitter 

 

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sol, azul, vento, comida indiana e imperial, na companhia dele  

tão simples e tão bom

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dias que passam rápido demais. que haja calor. 

 

:: when the going gets tough the tough get going ::

para quem acompanha o blog, o meu twitter, instagram ou facebook, é fácil perceber onde passo alguns dos sábados da minha vida: na uppa. 

há já alguns anos que sou voluntária nesta associação. aos sábados rumo até sintra, ali para os lados da terrugem, para estar com alguns cães que ainda não tiveram a felicidade de encontrar uma família. 

vocês já conhecem a mel, o fred, a brave. e certamente se lembram da ginger, da riva e do gabriel. são CÃOpanheiros que marcam a minha relação com a uppa, pela empatia e pelos laços que se vão criando. 

 

o copo meio vazio 

 

os dias de voluntariado não são sempre bonitos: começa logo pelo facto de termos que apanhar muita merda, bem cedo pela manhã. faço parte da equipa de tratadores e essa é uma das tarefas que nos compete, além da lavagem, da medicação e da preparação da comida. depois há os imprevistos normais num albergue com quase 90 cães: uns arrufos entre patudos, uma mangueira que se estraga, uma coleira que se desaperta. há ainda as situações mais difíceis, como termos que nos despedir de um patudo, para sempre. 

 

e depois há outro tipo de imprevistos: já fui mordida, já caí e já fui picada por vespas (ou abelhas, nem sei). nem vou falar das nódoas negras que descubro ao domingo e à segunda. 

 

o copo meio cheio

 

parece muito mau, não é? fazer voluntariado e sujeitar-me a isto tudo? sim. sempre que posso, lá estou. aliás, já é mais um compromisso do que outra coisa. e há uma lista enorme de aspectos positivos que pesam sempre mais do que os negativos. quais? bom, há o exercício físico, de que fala a jonas. há o sorriso da mel quando vê o meu carro a chegar. há a alegria do fred quando vou passar uns minutos à box, para namorar com ele. há ainda o privilégio de ver cães que chegam ao albergue assustados e sem qualquer fé na humanidade, a ganhar confiança, semana após semana. há o espírito de equipa entre os voluntários. há ainda a oportunidade de partilhar uma coisa com o meu irmão, de termos algo que podemos fazer juntos. há a amizade que se cria com alguns voluntários. 

isso pesa mais do que as mordidas, as picadas ou as quedas. mesmo que estas ponham em risco a integridade das minhas tatuagens. 

 

se quiserem saber mais sobre o voluntariado na #uppa_animais informem-se através do e-mail uppa.voluntariado@gmail.com 

 

 

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hit me, baby, one more time

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procurar trabalho é uma tarefa diária. os projectos chegam e desaparecem, sem compromissos, sem contratos. ser 100% recibo verde é lidar com essa certeza: nada dura para sempre. bolas, assim de repente, parece uma coisa chamada vida. mas adiante.

há uns meses escrevi este artigo sobre recrutamento enquanto ritual de namoro. e a saga continua: a meados de agosto participei num recrutamento, para uma posição de social media. fui recomendada - nem sequer foi uma candidatura enviada por mim. em 48h tive três entrevistas. tive que mostrar o que sabia de estratégia, de inglês, explicar o meu percurso profissional a-normal a três pessoas diferentes. "o mais tardar na segunda semana de setembro vamos dizer alguma coisa".

até hoje.

e hoje fui a uma outra entrevista. candidatei-me a um lugar, na área da educação, a 80km da minha casa. e, sim, estava disposta a mudar-me para lá se as condições assegurassem a minha vida. para além de não responderem à pergunta que fiz no seguimento da convocatória para uma entrevista, onde alertei que iria deslocar-me de longe e precisava perceber até que ponto o projecto era viável - para além disso, a entrevista demorou uns 10, 15 minutos. teria bastado uma chamada via skype, para dizer quais eram as motivações para a candidatura. quando me apresentaram o valor mensal para a prestação de serviços perguntei: e esse valor inclui iva? "ah pois, a joana é que tem que pagar as despesas da segurança social". não está a perceber, isso eu sei. a questão é que os meus recibos estão sujeitos a iva e eu preciso saber se a esse valor posso acrescentar o iva ou se é o valor final que querem pagar.

a senhora não sabia.

era a primeira vez que tal pergunta surgia - e ela já estava no final de um longo dia de entrevistas. agora que me lembro, a senhora nem se apresentou, nem disse o seu nome. e eu esqueci-me de perguntar.

e não sabe também qual será o horário de trabalho, as horas diárias, isto e aquilo. repito: 80km para lá, 80 km para cá. 

como devem imaginar tive que parar no continente para me atestar de gomas e chocolate negro. há coisas que não se aguentam de outra forma - e eu não posso passar os dias a beber gin.

aproveitei para comprar isto. diz que uma 'ssoa fica feliz. olha, mal não há-de fazer.

 

daqui a "uma semana, 15 dias" digo-vos o resultado da entrevista de hoje. "dizemos qualquer coisa, seja positivo ou negativo".

 

"han han"

 

 

 

 

 

 

  

 

 

:: olha que isso não se faz ::

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há muito que digo e defendo que a minha vida tem uma banda sonora eclética, infindável, com uma música a tocar na minha cabeça, em cada momento. e depois essa música fica marcada com cheiros, imagens e memórias. 

 

rompi eu as minhas calças
esfolei mãos e joelhos
e tu reduziste o acordo
a um montão de cacos velhos

 

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