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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

voltar ao lugar onde e com quem somos felizes

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encontrar aquele amigo de sempre, partilhar estórias e novidades. tristezas e alegrias. 

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levar os totós a alcobaça e aproveitar para ouvir a minha banda portuguesa preferida de todo o sempre, "em casa". the gift, sim. foi muito, muito bom. emociono-me sempre com o "fácil de entender", danço, choro, sorrio. é tão bom ver que a banda se entrega à música, ao público. 

as músicas dos The Gift acompanharam tanto e muito alguns dos momentos mais importantes da minha vida. e depois, em palco, são sempre surpreendentes. esta tour, ALTAR, prima pela simplicidade na forma de estar em palco, mas com pormenores que são maiores, ainda que muito discretos.

e foi muito, muito bom ir ver um concerto just for the fun, sem ter que escrever reportagem.

toda uma liberdade só para sentir. sem ter que tomar notas ou prestar atenção ao alinhamento. 

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dias de puro egoísmo: livros, e o M da Mónica Mendes. 

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e aquela miúda mais gira, claro. a mais bonita. a mais doce, não fosse Mel, o seu nome

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 yoga na companhia do kendrick. a internet estava completamente louca com este DAMN.

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e a autenticidade. ser autêntico é um compromisso para connosco. não tem nada a ver com os outros. 

 

all about lady bug's #websummit

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e lá fui eu, de badge ao peito e pulseirinha no pulso (aquela que já aqui estava desde o dia do registo (segunda-feira). 

o meu primeiro dia no #websummit foi o último desta edição de 2016. tinha algumas coisas guardadas na agenda, para não perder. e algumas pessoas em vista para beijocar. 

 

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as propostas future societies e panda eram aquelas que mais me interessavam. mal pus um pé no espaço do evento, dou de caras com o Pedro Rebelo, a quem roubei duas beijocas. e fomos até ao Zoltar para conhecer a nossa sorte para os próximos dias

 

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oh p'ra mim a dar tudo na selfie! 

encontrei ainda a Jonas, o Daniel, o Luís Grave, a Cristina Moura Rebelo, o José Sequeira, o Nuno Coelho. e o Joel Silva!

a cena fixe é que ainda que mal se conseguisse caminhar à vontade entre os pavilhões, é sempre possível rever (tropeçar em, vá) caras conhecidas.

 

larguei alguns tweets na timeline, sobre as talks às quais assisti. 

 

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a minha preferida foi a do Mike, o astronauta que em 2009 enviou o 1º tweet do espaço. foi maravilhoso ouvi-lo falar sobre as três candidaturas que fez à NASA. foi rejeitado. só o aceitaram à quarta tentativa. e o trabalho dele era "space walk". foi mesmo maravilhoso e valeu TANTO a pena! 

 

(foto: @krishaamer, twitter)

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foi um dia bem passado: havia sol e gente bonita por lá. pessoas com ideias que têm pernas para andar. pessoas cujas ideias fazem tanta falta à humanidade como um trump na presidência dos eua.

este fenómeno das startup criou a ilusão de que basta ter uma ideia e que alguém a há-de acelerar ou alavancar ou aglomerar. alguém há-de investir os euros. mas o tempo dita a qualidade da ideia - e a oportunidade do negócio, também. 

ser empreendedor passou a profissão e até hoje ainda ninguém me explicou onde é que se pede esse certificado ou se basta colocar isso na bio do twitter ou coisa que o valha.

 

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parece que para o ano há mais.

lá estarei, caso a prova de útero que me calhou este ano venha a repetir-se. caso contrário, não obrigada. ou a minha vida de empreendedora-freelancer muda MUITO ou o namoro ficará por aqui.

one day stand 

 

 

 

#joananopaísdecoura

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a convite do musicfest.pt fui fazer a reportagem da 24ª edição do festival Paredes de Coura. 

já tinha ouvido falar - e muito - sobre este festival, com destaque para o local onde tudo acontece: um anfiteatro natural que é lindo de morrer.

perante esta oportunidade, fiz as malas e, na companhia do Marco Almeida, fiz uma mão cheia de kms até chegar a Paredes de Coura. só percebi como estavamos longe de Lisboa quando o Marco propõe um almoço em Vigo, Espanha - que ficava a 40 minutos. 

há muito tempo que não ficava hospedada numa pousada da juventude - e foi uma boa experiência, aquela que tivemos em Vila Nova de Cerveira: um quarto fixe, com o essencial, wc privativo, um pequeno almoço simples e funcionários super simpáticos.

ainda estou com algum sono para colocar em dia: afinal, depois do festival terminar há textos para redigir e/ou concluir e fotografias para editar, bem como redes sociais para alimentar. isso implica que a malta se deite pelas 4h ou 5h, para depois levantar entre as 10h e as 11h 

 

um dos momentos mais bonitos foi vivido no quintal da D. Laurinda, que abriu as portas da sua casa aos Crocodiles e ao público que assistiu a uma das Vodafone Music Sessions. não resisti a tirar esta fotografia com a D. Laurinda, o marido e o irmão. 

 

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foi uma aventura bonita, com óptimos momentos, para recordar. há sempre caras conhecidas na sala de imprensa  e isso dá-nos a sensação de que somos uma grande família

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não sei se volto a Paredes de Coura: nem sequer penso muito nisso. esta experiência já foi maravilhosa e, até ver, não fui sequer afectada pela gastroenterite de que todos falam, o que é uma mega win.

 

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agora é altura de detox: nestas lides, come-se muito pão com tudo e batata frita - além de abusar um pouco no alcóol. faz parte da aventura.

 

e o festival seguinte? o Avante, em Setembro. vemo-nos por lá?

 

work, work, work

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& dance, dance, dance!

dos melhores investimentos nos útlimos tempos: a nomada desk. trabalho em pé, em casa, no home office e posso dançar enquanto escrevo, crio, agendo, invento, estudo. é mesmo muito bom. as contraturas musculares nem dão sinal de vida e sinto-me mais activa, com melhor postura durante todo o dia. 

 

quem disse que passar 8 ou 9 horas por dia, sentados numa cadeira, dá saúde à pessoa humana? hum? tudo em pé, a abanar a anca, vamuláver 

a maior mentira do mundo: "está tudo bem"

 

 

"então, joana, tudo bem?" - perguntou o vizinho quando me viu chegar.

pensei em responder: nem por isso. tenho a tiróide lenta, bateram-me no carro e o félix teve que ir fazer uma visita inesperada ao veterinário. já paguei a segurança social do mês passado, mas ainda estou à espera de um pagamento de um RV de dezembro de 2015. 

pensei. mas disse só: tudo bem, obrigada! está frio, hein? até amanhã!

 

é a maior mentira do mundo. quem pergunta não quer realmente saber e quem responde raramente diz a verdade.

 

e a (minha) verdade é que isto de sobreviver é mesmo assim: uns dias bons, outros menos bons. faço o melhor que posso - até porque não consigo fazer melhor. humana, demasiado humana. 

sobrevivi

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os últimos tempos foram mesmo "de loucos" - e até incluiu uma passagem no júlio de matos, para 12h de formação. e outras 4h noutro centro de formação, uma oficina de filosofia, umas quantas horas de voluntariado, as aulas diárias com a criançada.

e ainda, aquilo que faz parte da vida do freelancer: receber um e-mail a cancelar trabalho que estava apalavrado, um outro a apalavrar umas horas de formação, (re)negociar um trabalho que já está em curso, enviar e-mail a solicitar um pagamento em atraso. cenas. 

no meio de tudo isto, vejo-me a braços com um desafio irrecusável. aceitei. passei a semana a dormir 6h para levar isto tudo avante e ter a cabeça minimamente fresca para dar formação - é das coisas que mais gosto de fazer - e que cansam mais. e o desafio foi aumentando de grau de dificuldade. e eu lá, sem baixar os braços. insegura e confiante, simultaneamente. não sei qual vai ser o desfecho deste desafio. tenho as expectativas baixas, pois a vida tem-me ensinado que é o melhor a fazer: dar tudo, fazer o melhor possível - e esperar pouco ou nada. 

e como nem tudo é mau, a entidade que me contratou para dar uma formação de segunda a quarta, pagou-me logo na sexta. uma 'ssoa nem está habituada a isto - normalmente é tudo a 30 ou 60 dias. portanto, beijinho bom para os senhores, 'tá?

 

(e perguntam-me vocês: o que é que a fotografia tem a ver com isto? nada e tudo. é uma questão de manter viva a ideia de que é necessário ver, olhar e reparar. há sempre cor à nossa volta)