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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

a minha vida é um intervalo entre um mayweather e um mcgregor

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dia do cão: em forma líquida e sólida - para todos os gostos

para celebrar o dia do cão, antecipei um passeio com o félix the dog. a hora escolhida foi só a pior de sempre e o passeio foi curto, devido ao calor.

à noite, a comemoração também inclui um cão de raça líquida. sim, o jovem é daqueles que coloca salada no gin. e eu respeito isso, desde que me ele me encha o copo e haja tónica de qualidade no frigorífico.

 

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passear contigo, amar e ser feliz 

o sábado estava reservado à uppa e incluiu um passeio com os miúdos mais giros do pedaço: o fred e a brave. estão ambos para adopção - e não precisam de ser adoptados em conjunto. o passeio a dois, ou melhor, a três, acontece pelo facto de eu ter dois amores e não ter a certeza de qual eu gosto mais. 

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 sem problema: cheguei a casa com os dois rins. mas duvidei.

depois de 8h em modo voluntariado, o corpo estava mesmo a pedir uma noite na discoteca. bom, não estava, mas a verdade é que quem manda aqui sou eu. e, de vez em quando, gosto de fazer de conta que sou uma jovem de 20 e poucos anos. conhecem o metropolisclub? pois eu também não conhecia. o espaço fica no centro comercial imaviz, mesmo em frente ao edifício da pt. 

entramos num edifício cheio de vazio, isto é, com lojas e lojas fechadas. temos que descer as escadas: ouve-se música muito lá ao fundo. tememos pela vida: se eu tivesse que imaginar um sítio onde fosse provável entrar > beber qualquer coisa > adormecer > acordar na rua, sem um rim - esse espaço existe e é o centro comercial imaviz, perto da meia-noite. a descrição não é exagerada. a confiança na humanidade (em particular, no a.), fez com que eu caminhasse de peito aberto, pronta para as balas que dali pudessem vir. 

enfim, nada disso aconteceu. pelo contrário: foi uma noite entre êxitos dos anos 80 e dos anos 90, com muita dança pelo meio. confesso que 2h depois já estava muito um bocadinho estafada. lembrei-me que quem tem 20 e poucos anos é ele e não eu. dei o meu melhor, acreditem. de tal forma que cheguei a casa, tomei um duche, vesti o pijama e dormi um sono muito merecido. antes disso, espreitámos o resultado do combate entre os senhores maywheater e mcgregor, uma metáfora bonita para o dia que estava a acabar: o a. cheio de energia, como é próprio de quem tinha dormido até às 14h30 ainda não tem 30 anos e eu a desejar que o último round acabasse para ir para casa.

 

voldemort e companhia (i)limitada 

na manhã tarde seguinte houve ronha e preguiça. e estivemos a ver o harry potter (pois, há um gap geracional entre nós). à noite, mais uma celebração líquida do dia do cão. 

a segunda-feira trouxe consigo uma coisa chamada realidade e cera quente (foi dia de depilação, entenda-se).

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i like to move it - mas estava mais em modo arrastaiting my ass

a dever algumas horas de sono à minha cama, com a energia de um maywheater que aniquiliou um macgregor (ou seja, a arrastar-me com calma e muito estilo), lá subi para cima da elíptica, perante uma audiência louca de entusiasmo. ou então não.

ainda não são 21h e já estou cheia de sono. escolhas  e consequências, joana rita. 

:: das vidas que são verdadeiros festivais ::

 

 

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depois de duas semanas muito intensas, entre madrid, aveiro e o porto, em modo "festival filosófico", chega a hora de retomar a rotina de verão e abraçar a primeira reportagem, em festival para o #musicfestpt 

 

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esta banda não faz parte do cartaz do SBSR: é lamentável, eu sei. mas há por lá outras coisas boas para ouvir. vou partilhando algumas sugestões por AQUI

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nas últimas semanas passei algum tempo em "salas de espera": aeroportos, estações de comboio e de metro. considero estes espaços como não lugares: na verdade, não é lá que queremos ficar. são só sítios que nos permitem chegar a outro lado. são espaços de despedida, de reencontro. de olá e de adeus. depois da terceira conferência, no porto, já estava farta de esperar. não conseguia, sequer, aproveitar só para me sentar num canto e observar as pessoas. tinha saudades das minhas pessoas, da minha almofada e dos meus cheiros.

e de quem adoça os meus dias.

 

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"eu quero disso que vocês estão a fumar"

o local? o martim moniz, a praça central. havia noite de kizomba e eu arrastei o Marco comigo. fomos buscar uma cerveja, escolhemos um sítio para nos sentarmos e toca de pôr a conversa em dia. muita risada, boa disposição. ok, parvoíce à mistura.

uma senhora aproxima-se de nós. pede desculpas por estar a incomodar, foi muito educada: "desculpem e não me levem a mal, mas preciso muito de vos fazer uma pergunta. não me levem a mal, sim?"

e eis que surge a pergunta: "vocês têm ganza? é que estão tão bem dispostos que eu achei que podiam ter ganza..."

e nós rimos, ainda mais. "não, não temos."

a senhora voltou a pedir desculpas pelo incómodo e seguiu caminho.

"Marco, ouviste o mesmo que eu, certo?" perguntei.

 

a verdade é que não é preciso ganza para rir. a sério, não é. e não é uma imperial que provoca boa disposição. a verdade é que também não tardou muito para se sentir todo um cheiro a erva, naquela praça. sim, ao ar livre.

a minha vontade foi chamar a senhora e dizer-lhe: "não temos ganza, mas olhe que por aqui parece que basta respirar!"

 

 

 

num intermarché perto de si

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os senhores do intermarché convidaram-me para falar sobre animais e sobre o voluntariado na UPPA - União para a Protecção dos Animais 

 

além disso, resolveram fazer algumas perguntas sobre a minha "vida de blogger" - e eu respondi!

a entrevista pode ser encontrada numa das lojas intermarché, no folheto dos mosqueteiros :)

 

as fotografias são da autoria da Marta Poppe -  projecto Profile Me 

 

(as fotografias do artigo chegaram-me via twitter - obrigada @roy3d ) 

és muito musical, tu!

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sou. lembro-me de passar horas de volta do gira-discos dos meus pais, sentada no chão do quarto a ouvir tudo o que havia cá em casa. lembro-me de acompanhar programas de música na tv, quando era miúda. 

do gira-discos ficaram-me na memória músicas dos ABBA, do Demis Roussos, do Marco Paulo, o Vítor Espadinha e tantas outras coisas boas. Stevie Wonder. 

por essas e por outras, quando entrei para a 1ª classe já sabia dizer muitas coisas em inglês. foi assim que aprendi, com música. 

não dispenso o rádio ligado, durante todo o dia. sim, gosto que escolham as músicas por mim, ponho-me a par das novidades  e depois tenho o youtube à mão para explorar aquilo que quero conhecer melhor.

e tenho muitas, muitas músicas que adoro. até me custa escolher.

 

e tu? tens uma música preferida? 

"onde estás?"

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"onde estás?" - foi a pergunta que mais li no meu iHeraclito, companheiro no trabalho e na vadiagem.

já expliquei várias vezes que o alive é o meu festival de eleição. faço mealheiro durante o ano e assim que posso compro o bilhete - muitas vezes sem ter o cartaz fechado. gosto do ambiente, do local e sobretudo da parte social do festival - tem-se tornado num ponto de encontro entre amigos e conhecidos.

e sim, vou sozinha, sem combinanços prévios e isso não me preocupa. preocupa-me ficar sem bateria ou sem internet e é por isso que levo uma bateria extra e um router, para além do iHeraclito a 100%. 

através do twitter, whatsapp, imessage ou sms deixo de estar sozinha em três tempos. combinar pontos de encontro nem sempre é fácil, mas os anos de prática já me deram alguma experiência nesse campo. bebemos cerveja, brindamos a nós, rimos no palco comédia, visitamos os amigos que estão por lá a trabalhar e fazemos o nosso próprio festival. o bom de haver vários palcos é que facilmente consegues ir daqui para ali, caso a música não te agrade. 

 

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para além das pessoas com quem acabo por me encontrar por lá, há ainda os tropeções inesperados: na Mónica, que só reconheci depois dela me enviar um tweet  a dizer "acabei de dar duas beijocas à joana", na Rita MArrafa de Carvalho que entrou no palco comédia e disse: "com essa franja cor de rosa só podias ser tu", na Rosa Villa com quem não estava desde os tempos do teatro rápido, no Pedro Esteves com quem me encontro sempre neste festival - é já uma espécie de tradição nossa. 

 

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o concerto dos Muse foi memorável - mas para quem já os tinha visto no Dragão, há um ano e picos, pareceu um concerto pequenino, só de garagem. Prodigy rebentaram com a noite de sexta. Dead Combo cumpriram e encantaram, como sempre (gosto TANTO destes pukaninos). os Blasted Mechanism mereciam um concerto nocturno, para ficar perfeito. e mais? Jesus and the mary chain, Future Islands, Capicua, Alt J, James Bay, Mumford and Sons foram momentos bem passados na companhia dos amigos.

 

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levei um amigo comigo que teve manifestas dificuldades em acompanhar o meu ritmo de socialização. juro que tentei colocá-lo à vontade com os meus amigos, mas no regresso a casa ele só perguntava "mas de onde é que conheces estas pessoas?" e eu lá fui tentando contextualizar: "o Marco e a Mafalda conheci no twitter e trabalho com eles num site. o Frederico é voluntária na UPPA. conheci a Miriam na kizomba. o Hugo e os outros dois amigos? esses não sei quem são, eram amigos do Marco. o Carlos? conheci no twitter. e o amigo dele? bom, fomos ao cinema todos juntos uma vez." 

 

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 "e o que é que eles fazem na vida?" perguntava o meu amigo João. eis uma pergunta difícil. o facto é que isso não é um critério para mim, para poder estar e conversar com as pessoas. gosto de estar com as 'ssoas e não quero nem preciso saber muito acerca delas para poder estar. e se for difícil ou boring, eu não me demoro com elas. 

a páginas tantas, o Carlos dizia-me: "tu pareces o Zé dos Plásticos, toda a gente te conhece e conheces toda a gente". e contou-me a anedota do Zé dos Plásticos - e assim nasceu o tag #joanadosplásticos no instagram.

 

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o Filipe ofereceu-se para servir de pau de selfie e sacou esta fotografia da praxe: na multidão e com o palco #nosalive lá ao fundo. note-se que eu conheci o Filipe uma hora antes desta fotografia e não sabia exactamente o que é que ele fazia - ou faz. sei, sim, que saca vídeos para o periscope. e depois descarrega para o you tube - e faz com que a minha coreaografia ecoe pela eternidade fora. 

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obrigada ao João (prometo que na próxima vez peço os cv's a todos os potenciais amigos com quem me possa cruzar no alive), ao Marco, à Mafalda, ao Carlos (que foi incapaz de ir sacar um brinde para mim, humpf), ao Paulo, ao Nuno, à Maria, ao Hugo e amigos cujo nome não fixei, à Miriam (que combinou comigo sem compromisso), ao Frederico, à Joana, à Marrafa e amigo cujo nome não fixei (sorry!), ao Tiago, à Rosa e filhota Rafa, ao Pedro, à Vanessa, aos geradores Miguel, Tiago e Pedro, ao Frederico Draw, à Lara, ao Bruno e à sua cara metade, ao Hugo e à Fátima, ao Filipe, à Filipa, ao Nuno, à Mónica e a tantas outras 'ssoas com quem me cruzei no alive, que sorriram para mim, mesmo sem saber ao certo o que é que eu faço - além de coreografias parvas.