Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

motivação, precisa-se. isso, ou gomas. aos kgs

:: foi a vida que eu escolhi ::

a tese, a tese. leituras, mapas mentais. ideias que surgem. e vontade de escrever? NENHUMA. zero. 

 

:: agosto e o mundo inteiro de férias :: 

o calor não ajuda: a inércia respira-se e nas redes sociais passeiam fotografias de praia, campo, malta a curtir a vida. está toda a gente de férias, não é verdade? BTW aproveito para ir fazendo unfollow nas várias redes sociais (FB, TW e IG), de forma a conseguir recuperar algum interesse na minha timeline. (ou seja, ando a procrastinar, sempre que possível).

o namorado está de férias, com a família. acorda às 13h e eu já me sinto com meio dia de trabalho em cima. "chateio" o menos possível, pois estou de mau humor e só me apetece grunhir. parecemos uns putos, no messenger, com uma diferença horária de 6h: 

olá. 

( 2h depois)

olá.

(30 min depois)

estás bem?

(2h depois)

ah sim. e tu?

(6h depois)

vou jantar.

(30 minutos depois)

beijinho e até amanhã

e sim, faz-me falta tê-lo por perto, para grunhir conversar.

esta noite foi uma daquelas com direito a insónias e a sonhos com SEO, prazos de entrega, artigos sobre cascais, os textos que vou receber para editar, tudo aquilo que tenho para fazer até ao fim do ano, os clientes que ainda não pagaram maio e julho. exacto, estamos a 17 de agosto. 

 

:: a imparável vontade de comer :: 

a verdade é que consegui ir às compras e resistir às gomas. os pacotes ficaram todos lá, no sítio deles. e a vontade de comer é imparável, nestes momentos em que tens que te focar, sentar, escrever, organizar ideias. e claro: a consequência, uma eternidade nas ancas. 

não saio de casa desde segunda feira, dia em que fui ao continente para apanhar umas promoções catitas. vingo-me no chocolate negro e no café (que, por acaso, está a acabar. f-se).  

vladislav-muslakov-261627.jpg

 

indignação, teatro ou estratégia comercial?

ligou-me uma senhora da MEO para saber quanto é que eu estava a pagar mensalmente pelos serviços que tenho (adivinhem??) na MEO. quando lhe disse o valor, ela reagiu indignada:

"mas a senhora está a pagar muito!"

não contive a gargalhada e disse:

"oiça, quem devia estar indignada, dessa forma, era eu. e quem pode resolver a questão, é a senhora."

e depois? bla bla, um pacote e o renhonhó e mais isto e aquilo. e coisas das quais não preciso, mesmo que sejam absolutamente grátis. e não, há coisas que não valem a pena o tempo ao telefone, o contrato novo e fanranfanfans.

 

os senhores da MEO deviam ter uma nota na minha ficha de cliente: a pior coisa que me podem fazer é perguntas sobre o tarifário: quanto paga, o que tem, e por aí. são coisas que decido num momento da minha vida e sobre as quais não quero pensar mais. nem sequer memorizo. há-de haver um papel onde isso está escrito. não gosto de ter que pensar sobre isto, se me puderem facilitar a vida e deixar tudo como está ou pedir-me um valor mais baixo pelo pacote já existente: sou uma pessoa feliz. não me ofereçam produtos ou pacotes com coisas que não me fazem falta e das quais não vou tirar partido: mesmo que pague menos. não é um argumento válido para mim.

desta vez, aconteceu-me a mim

a chegar num cruzamento, carro da frente pára. eu assim fiz. carro começa a andar e eu assim fiz. mas o carro parou - e eu também, mas um pouco em cima dele, vá.

saí do carro a pedir imensas desculpas: já me bateram duas vezes por trás e o susto é gigante, pelo estrondo e pela sensação de não saber o que está a acontecer.

o carro do condutor ficou com um vinco de 4 cm, saltou um bocadinho de tinta e a tampa da luz de matrícula partiu. de resto tudo ok. foi mesmo só um encosto (se a zona não fosse a descer, creio que nem lhe teria tocado). 

bom, toca a preencher a declaração amigável. os seguros existem para estas ocasiões e há que assumir a responsabilidade do que aconteceu, sem grandes dramatismos da minha parte.

 

e claro que ninguém me olhou de soslaio pelo "à vontade com que preenchi a declaração amigável" ou "a carta de condução ainda é cor de rosa" ou "tantas tatuagens e toda vestido de preto". 

 

eu sei que é aborrecido: os senhores vão ter que agendar peritagem e deixar o carro para arranjar. já me aconteceu o mesmo e lamentei-me, na altura. mas a definição de acidente passa por isso mesmo: é algo que não se espera, que não se planeia, que acontece. é lidar.

 

e pedir desculpas pelo sucedido, mesmo que do outro lado se oiça um "mas as desculpas não se pedem, evitam-se" - sim, o senhor reagiu mesmo assim. eu continuei de sorriso nos lábios a preencher a declaração e a pensar que a vida tem destas coisas e que quando há cocó, é apanhar e pronto. 

 

16938828_10211093575947596_152404989404613651_n.jp

 

 

 

coisas de março - [em actualização]

 

C5BJ_oyWEAAXFjD.jpg-large.jpeg

 

a minha vida é um intervalo entre um cliente que não paga a horas e outro que não paga atempadamente. a solução tem sido suspender as tarefas até que haja regularização da dívida.

a segurança social de Lisboa sabe coisas que a segurança social da Amadora não sabe. o resultado é que ninguém me escreve, ninguém me responde - pois os e-mails que enviei para a segurança social Geral (acho eu) deixaram de funcionar (??) ou estão por abrir. resultado: acho que ainda não devo dinheiro. acho. tudo depende da segurança social que visitar.

março é o mês da primavera e traz com ele conteúdos para escrever cujo tópico é viagens. e destinos incríveis. e eu, aqui, a ver tudo em fotografias de cortar a respiração. não é justo, pois.

"como vai a tese?" - a esta pergunta eu respondo com "estás a falar daquele monte de papeis e livros que está ali em cima da mesa? pois." 

no mundo acontecem coisas incríveis: gustavo santos dá entrevista e assume que foi o cão que o ensinou a ser pai. há um responsável do coro de uma igreja que é afastado do lugar por ser homossexual - o padre diz que ele tem uma doença ou coisa que o valha.

fui ver o concerto do djodje. e já só penso no ricky martin, em maio.

contei-vos que há 3 semanas fiquei fechada numa escola onde fui dar formação? pois no passado sábado não conseguíamos entrar.

fui ver o filme são jorge e aconselho a todos que o façam: pelos actores, pelo realizador e sobretudo pelas pessoas "comuns" que dele fazem parte.

os maroon 5 têm um single novo.

e é isto.

o mês só vai a meio, certo? 

 

 

 

 

coisas que janeiro me ensinou

 

 

- é sempre bom estacionar o carro num "lugar a sério" - às vezes a bateria pifa e assim podes deixá-lo por lá, descansada;

- estamos em 2017 e é necessário ir à segurança social, entenda-se a um serviço de atendimento físico, para mostrar os prints dos e-mails aos quais não te respondem - para depois te dizerem que hão-de responder por e-mail;

- para algumas pessoas, falta de ética é não atender o telefone quando se está a trabalhar;

- ainda há pessoas capazes de cumprir promessas. exemplo: Trump;

- há adultos que são exímios na arte de fazer birra - não é tão divertido lidar com as birras dos crescidos como é com as dos mais pequenos;

- valter hugo mãe está no plano nacional de leitura - e eu que só consegui ler  a sua obra infantil "o paraíso são o outros";

- há dossiers pedagógicos que são só amontoados de folhas;

- as crianças reagem mais rápido a uma ameaça do que a um pedido;

- tenho cada vez mais haters: o que significa que só posso estar a fazer alguma coisa bem;

- já o ryan gosling, esse rapazolas, continua lindo. uh LA LA (land). 

 

 

ryan-gosling-on-the-set-of-la-la-land-01.jpg

 

 

a polémica markl versus pitbull

10269614_10207533697272854_8937127419603323499_n-1

 

ontem à noite falava com dois amigos via facebook sobre um pitbull que ambos (os três) conhecemos e por quem temos muita estima. um deles pergunta-me se eu tinha ouvido o markl, no programa da manhã da comercial. não, respondi. como agora a rádio acontece em directo nas redes e é gravada para o youtube, foi fácil ver o vídeo d'o homem que mordeu o cão. 

bom, a história que markl descreve é efectivamente para a rubrica "o cão que mordeu o homem" - pois é isso que acaba por acontecer à pessoa que tentou vestir a camisola tricotada com amor e carinho a um cão, que por acaso é um pitbull. portanto, começa logo mal, a inclusão desta história numa rubrica que se chama o homem que mordeu o cão. esta rubrica serve para contar histórias mais ou menos inusitadas, que por isso mesmo deveriam ser notícia. cães que mordem pessoas - hey, acontece todos os dias. agora homens que mordem cães - isso é que já é mais para o inédito. 

ora, o pitbull é um cão que pertence a uma raça considerara PP (potencialmente perigosa). uma pesquisa no google levou-me AQUI onde se diz:

"Cão potencialmente perigoso é todo aquele que devido às características da raça, ao comportamento agressivo, ao tamanho ou potência da sua mandíbula, possa causar lesão ou morte de pessoas ou outros animais. 

A Portª nº 422/2004 determina quais as raças de cães que se considera serem potencialmente perigosas. São perigosas potencialmente, isto é, podem vir a ser perigosas, causadoras de danos importantes, mas, na prática, pode até vir a verificar-se que alguns animais dessas raças se revelem extremamente dóceis. Isso não impede, no entanto, de serem considerados potencialmente perigosos, pois a lei assim os considera. Tal como uma bolota não é um carvalho, mas é um carvalho potencialmente, assim também, os cães das seguintes raças podem não vir a ser perigosos, mas são potencialmente perigosos: 

Cão de Fila Brasileiro 

Dogue Argentino 

Pit Bull Terrier 

Rottweiller

Staffordshire Terrier Americano 

Staffordshire Bull Terrier 

Tosa Inu 

São considerados potencialmente perigosos, não só os cães destas raças, mas também os seus cruzamentos, quer sejam destas raças entre si ou com outras raças." 

 

a metáfora da bolota e do carvalho é especialmente bonita. e traduz muito daquilo que acontece: se não educarmos os nossos cães, sejam eles de que "marca" forem, podem ser perigosos ou amorosos. o humano condiciona e muito o comportamento do animal que tem à sua guarda. depois, há também questões físicas às quais temos que estar atentos. um dos animais mais "perigosos" com os quais fui confrontada era um cão labrador. um histórico de agressividade e de mordidas. descobriu-se que o problema eram otites, graves e assintomáticas que causavam dores ao animal. por isso, a ideia de ter alguém a mexer-lhe na zona da cabeça era o sinal que o cão precisava para mostrar os dentes. e morder, pois.

também conheci um cão de porte mini/médio, com uma franja toda gira. não era bem um caniche, mas tinha ares disso. tem um ar super fofo - mas quando está "no ponto" agressivo e este é despoletado, parece a miúda do exorcista: só lhe falta rodar a cabeça e vomitar coisas verdes. parece que também poderá ser uma questão física a despoletar esta agressividade. 

ontem vi o programa do Cesar Millan e havia um cão estilo chiuaua que tinha um comportamento muito agressivo, sobretudo para com um dos membros da família. depois de lhe terem sido retirados 22 dentes podres, o cão mudou o seu comportamento - deixou de ter dores - e com algumas correcções de postura por parte da pessoa, conseguiu devolver-se harmonia àquela família para quem o cão era importante. 

 

o que me preocupa nestas conversas que se tem à volta dos pitbull e dos cães classificados como PP's é que o preconceito de que "aqueles são maus" permanece. e depois temos canis e albergues cheios de cães destas "marcas" que tiveram um destino menos simpático e não são adoptados porque as pessoas os rejeitam. são maus, é melhor ver outro. 

o mesmo acontece com os cães pretos. há muito preconceito, mas súbtil, não vem na lei, perante os cães pretos. são os mais dificeis de adoptar. nos EUA até há um National Black Dog Day. pode ler-se AQUI:

 

"Black animals altogether, are the least adoptable pets in shelters because of their color. All too often, black dogs are overlooked because of many stigmas such as; the color black is evil (the same stigma that cats have), black dogs do not show up as well in photographs as muti-colored or light colored dogs and black dogs look scary and intimidating because you cannot see their facial expressions as easily, etc. They are easily overlooked when people are searching for a new dog and the first to be euthanized in overcrowded conditions.
This special day was founded by Celebrity Pet & Family Lifestyle Expert, Author and Designer, Colleen Paige, who is also the founder of National Dog Day, National Cat Day, National Puppy Day and many more philanthropic holidays to increase the greater good. National Black Dog Day is devoted to creating public awareness about these beautiful, shiny fur babies that offer just as much unconditional love as any other dog and deserve just as much love back. Black dogs also show off colorful accessories much better than any lightly colored dog! Try buying your black dog a neon green or hot pink collar!

Please adopt a black dog and show the world how much light they have inside and out!" 

 

os preconceitos, as ideias pré-cozinhadas, os rótulos, no fundo as palavras são coisas das quais precisamos no nosso dia-a-dia. precisamos de dar um nome às coisas, para nos sentirmos seguros. com isto tudo esquecemos que as generalizações são, também elas, potencialmente perigosas.

precisamos de contextualizar mais as coisas e sobretudo de dar uma oportunidade a cada cão que está num abrigo ou num canil, independentemente da raça. e de não tremer quando vemos um pitbull na rua. vamos fazer-lhe uma festa, assim do nada? não. mas não devemos fazer com outro cão qualquer: o cão não nos conhece e pode não reagir bem. e depois tem boca e dentes lá dentro. seja um PP ou não.

 

um dono de um pitbull tem que ser responsável e cumprir com as coisas todas que estão na lei. e tem que ser, sobretudo, responsável pela desmistificação do preconceito perante a raça. para isso, tem que o educar de forma correcta, de forma a que a agressividade da qual é acusado não se manifeste. mas isto, senhoras e senhores, vale para qualquer cão, seja qual for a raça, o tipo de mandíbula e o fanranfanfan afins. 

 

hoje o nuno markl voltou a explicar-se sobre a peça de ontem. aqui fica o texto que deixou na sua página de facebook. é bom ter em conta todos os lados da história. só assim compreendemos as estatísticas de ataques de cães: convinha averiguar que tipo de donos têm esses cães que foram responsabilizados por mortes, acabando no abate. e sobretudo evitar que essas pessoas possam ter outro animal, sem o saber educar. e termino com as palavras de markl, na caixa de comentários: 

 

"Foi possivelmente uma escolha radical de palavras, mas foi dirigida à irresponsabilidade de quem tem cães só porque sim, e com os quais não sabe lidar, não teve o intuito de ser depreciativo com os animais. Eu não tenho dúvidas que os incidentes que ocorrem envolvendo pitbulls são culpa dos humanos que os têm, não dos cães."

 

* já agora, uma questão: agora que os animais são classificados como seres sensíveis, não tem muito sentido falar do dono do cão, pois não? tipo uma cena de propriedade. enfim, fica aqui este pensamento avulso.  ah. e uma fotografia minha com a Riva, uma PA. sim, isso mesmo. potencialmente amorosa. 

 

13412901_10208764294277010_3647308556110728334_n.j

 

na verdade, o recrutamento é uma espécie de ritual de namoro

vês o anúncio. 

ele parece-te interessante, culto. giro. até tem bom humor.

envias e-mail com o teu melhor cv.

aproximas-te e enrolas os dedos nos cabelos. sorris e mostras que estás disponível. passas por ele e entregas um cartão com o teu número. ele pisca o olho.

 

e depois? 

bom. depois, podem acontecer várias coisas:

 

tens resposta ao e-mail. pedem mais alguns dados, links e/ou cartas de recomendação.

ele convida-te para um café. falam sobre coisas banais, mas não consegues perceber bem se ele também está interessado. não menciona filhos, namorada, família. tudo muito sóbrio. fica no ar um possível convite. 

envias o e-mail com a informação adicional.

na manhã seguinte, envias uma mensagem no whatsapp, a agradecer o café (foi ele que pagou).

és chamada para uma entrevista. 

convida-te para um café e cinema. preparas o teu look mais casual e caprichas no cabelo e no perfume. 

a entrevista corre bem, sentes que há empatia e um certo alinhamento nas perspectivas de trabalho. "até ao final da semana dizemos alguma coisa"

o filme era interessante e ele até comentou como o teu perfume é agradável. "vamos falando, talvez para a semana possamos combinar alguma coisa"

 

e depois?

depois?

bom, é como diz o cantor "depois de ti mais nada". NADA. nem um telefonema, nem um e-mail, nem uma mísera mensagem. NADA. nem um "obrigado, mas o teu perfil não se encaixa". NADA.

 

nos últimos tempos tenho INVESTIDO tempo no envio de cv e também em deslocações para entrevistas. invisto tempo e dinheiro. organizo a vida de freelancer para poder comparecer a tempo e horas. e depois fico à espera de resposta. negativa ou positiva, era TÃO MAS TÃO SIMPÁTICO dizer alguma coisa às pessoas que - repito - investem tempo, dinheiro e organizam a sua vida para estar presente numa ou em várias fases de recrutamento. 

talvez isto seja uma daquelas coisas "normais" dos dias de hoje, às quais nunca me vou habituar. vá.

 

(nem um telefonema. bolas, o meu melhor perfume - dos originais e tudo, não era cá aquelas coisas da equivalenza!) 

 

 

kyle-broad-29486.jpg

 

 

 

 

"coisas que acontecem"

tumblr_o5kiv9h4lc1qhzqx6o1_500.jpg

 

na segunda feira parei num STOP - e o carro que vinha atrás de mim também parou, mas na minha traseira. salvo seja, na do ornatos violeta.

e pronto, lá saímos do carro para ver os danos. "pensava que a senhora não ia parar", disse-me o senhor. "pois, mas temos stop e este cruzamento é sempre muito chato, passo aqui todos os dias", respondi-lhe.

 

declarações amigáveis, documentos, croqui, ah não sabemos o nome da rua, vamos ver na net e depois preenchemos. nesse dia deixei os telemóveis em casa. 

 

foi tudo muito rápido: o acidente aconteceu pelas 16h10 e pouco passava das 16h30 e eu já estava na escola. uma colega passou por mim e informou os alunos que talvez eu chegasse atrasada.

 

e depois?

marcar peritagem, levar carro para  a oficina, ver horários do bus, organizar com o mano para eu ficar com o carro dele. ligam da oficina: peritagem feita, venha buscar o carro, fica condicional e quando tivermos ok da companhia agendamos a reparação. 

combinar para ir buscar o carro: levo o twingo do mano, deixo estacionado perto da oficina, pego o ornatos, vou dar a aula, vou buscar o mano e vamos buscar o twingo dele. 

 

são coisas que acontecem, sim. mas lá que perturbam e consomem tempo e dinheiro... a única coisa fixe é poder andar com um twingo limpo e arrumado - ao contrário do meu que vai para dois anos que não vê uma lavagem.