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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

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«O meu futuro namorado ouve as músicas que lhe envio, gosta de ler o que escrevo, usa um Mac, faz planos para me levar ao cinema e ao teatro, lê-me crónicas do ricardo araújo pereira, está disposto para conhecer todos os recantos da minha alma, faz-me perguntas pertinentes, deixa-me a pensar, sai comigo para ver o mar, sabe que não gosto que me mexam no cabelo, acredita em unicórnios, cheira maravilhosamente bem, compra-me gomas, mira-me enquanto durmo, detesta as manhãs, respeita o meu mau humor matinal, tem um cão e um gato, usa barba, sabe dar palmadas, beija divinamente, faz tudo para estar comigo, adora as minhas curvas, admira-me com orgulho e deixa-se admirar por mim, exige o que posso e quero dar, sabe pôr-me no meu lugar, tem sentido de humor e não é perfeito. É isso.» 

 

a partir daqui 

 

 

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:: when the going gets tough the tough get going ::

para quem acompanha o blog, o meu twitter, instagram ou facebook, é fácil perceber onde passo alguns dos sábados da minha vida: na uppa. 

há já alguns anos que sou voluntária nesta associação. aos sábados rumo até sintra, ali para os lados da terrugem, para estar com alguns cães que ainda não tiveram a felicidade de encontrar uma família. 

vocês já conhecem a mel, o fred, a brave. e certamente se lembram da ginger, da riva e do gabriel. são CÃOpanheiros que marcam a minha relação com a uppa, pela empatia e pelos laços que se vão criando. 

 

o copo meio vazio 

 

os dias de voluntariado não são sempre bonitos: começa logo pelo facto de termos que apanhar muita merda, bem cedo pela manhã. faço parte da equipa de tratadores e essa é uma das tarefas que nos compete, além da lavagem, da medicação e da preparação da comida. depois há os imprevistos normais num albergue com quase 90 cães: uns arrufos entre patudos, uma mangueira que se estraga, uma coleira que se desaperta. há ainda as situações mais difíceis, como termos que nos despedir de um patudo, para sempre. 

 

e depois há outro tipo de imprevistos: já fui mordida, já caí e já fui picada por vespas (ou abelhas, nem sei). nem vou falar das nódoas negras que descubro ao domingo e à segunda. 

 

o copo meio cheio

 

parece muito mau, não é? fazer voluntariado e sujeitar-me a isto tudo? sim. sempre que posso, lá estou. aliás, já é mais um compromisso do que outra coisa. e há uma lista enorme de aspectos positivos que pesam sempre mais do que os negativos. quais? bom, há o exercício físico, de que fala a jonas. há o sorriso da mel quando vê o meu carro a chegar. há a alegria do fred quando vou passar uns minutos à box, para namorar com ele. há ainda o privilégio de ver cães que chegam ao albergue assustados e sem qualquer fé na humanidade, a ganhar confiança, semana após semana. há o espírito de equipa entre os voluntários. há ainda a oportunidade de partilhar uma coisa com o meu irmão, de termos algo que podemos fazer juntos. há a amizade que se cria com alguns voluntários. 

isso pesa mais do que as mordidas, as picadas ou as quedas. mesmo que estas ponham em risco a integridade das minhas tatuagens. 

 

se quiserem saber mais sobre o voluntariado na #uppa_animais informem-se através do e-mail uppa.voluntariado@gmail.com 

 

 

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:: b e i j a - m e :: i m i n e n t e ::

pela segunda vez, o jardim municipal de oeiras acolheu o festival iminente. a ideia é de alexandre farto (mais conhecido por vhils) e traduz-se num espaço onde é possível apreciar peças de arte urbana e instalações artísticas, bem como desfrutar de concertos. um dos espaços dos concertos é uma pista de carrinhos de choque - o que, só por si, torna logo o evento memorável.

 

são apenas 3000 os bilhetes que se vendem para cada um dos dias do festival: nesta edição, os bilhetes esgotaram rapidamente. comprei para sexta e sábado, com dois objectivos específicos. orelha negra e branko, respectivamente. 

 

beija-me burro

 

na sexta aproveitei aproveitámos para ir conhecer o beija-me burro, um restaurante do qual já tinha ouvido falar há algum tempo e que me ficou no ouvido pelo nome (claro!!). o espaço é muito agradável e o atendimento é 5*. quanto à carta, posso dizer que há pratos com nomes muito catitas e que as sobremesas são só divinais. eu optei pela sobremesa especial beija -me burro e fiquei a babar-me pela sobremesa que o andré carlos manuel escolheu: um cheesecake enfrascado com ananás grelhado. que maravilha. as batatinhas beija-me burro são, na verdade, batatonas (pelo tamanho). optámos por duas frigideiras (a dele, ovo escalfado com tirinhas de lulas e creme de cogumelos e cenas e camarão salteado com azeite, gengibre e lima. maravilha!) 

 

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ORELHA-muito-enorme-NEGRA

de barriga muito aconchegada (e a promessa de regressar ao restaurante) rumámos até ao iminente, onde ainda tocavam os throes + the shine - que são SÓ senhores para fazer uma enorme festa. 

visitámos a instalação na estufa fria e rapidamente nos arrependemos dos 3min e picos que passámos a contemplar um vídeo de um senhor que cavaca um buraco para enfiar a cabeça, qual avestruz. a nossa vida nunca mais vai ser a mesma, pois esse tempo é irrecuperável - tal como o tempo passado na fila, para entrar no espaço.

no recinto eram várias as peças de arte urbana que davam cor ao festival. bordalo II, vhils e draw são alguns dos artistas cujas obras podiam ser contempladas. 

o concerto de orelha foi mesmo muito bom. o novo álbum não desilude e os rapazes sentem-se que nem peixes na água, quando estão em palco. 

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Branko, um Draw e 'ssoas 

 

no sábado chegámos mesmo a tempo de ouvir o pequeno regula. não sendo apreciadora do estilo, deixei o andré carlos manuel a curtir a essa para ir comprar uma cerveja. 

aproveitei para dar mais um passeio pelo recinto, na companhia da mónica. e encontrei um aristóteles. *pulinhos*

 

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o concerto de branko foi muito bom: já não o via em palco desde o alive (há 3 anos?) e foi uma noite dançante e divertida. o branko divertiu-se MESMO e isso é meio caminho andado para o público se divertir também. 

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a noite terminou com enchufada, na pista, e xinobi e moulinex, no palco. pelo meio encontrámos o nuno e a maria, e ainda o draw, que fez questão de deixar mais uma obra, daquelas temporárias, na minha pele. para recordar o nosso encontro em 2015

 

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foi um super fim-de-semana: pelo meio ainda estive a filosofar com os atletas do Taekwondo SMDC e hoje, domingo, pouco ou nada fiz além de abrir uma garrafa de cabeça de toiro e fazer uma tosta mística.

:: É I S S O ::

 

«O meu futuro namorado ouve as músicas que lhe envio, gosta de ed sheeran, não se importa de conduzir o meu carro violeta, convida-me para beber uma imperial, dá-me tempo para que lhe mostre todos os recantos da minha alma, faz-me perguntas pertinentes, deixa-me a pensar, quer cozinhar para mim, respeita o que faço, vai gostar de me ver a dançar, convida-me para ir às compras, ressona, sabe que tenho dificuldade em tomar decisões, acredita em unicórnios, mira-me enquanto durmo, cheira bem, é imprudente, usa barba, sabe dar palmadas, beija divinamente, adora as minhas curvas, admira-me com orgulho e aprende a deixar-se admirar por mim, sabe pôr-me no meu lugar, tem sentido de humor e não é perfeito. É isso.»

 

a partir DAQUI 

 

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linda de suza da filosofia :: mode on

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madrid :: aveiro :: porto = uma espécie de maratona filosófica, da qual vou dando conta aqui, aqui e aqui

confesso que já sentia falta desta coisa de andar de mala de cartão na mão, entre um sítio e o outro, a "espalhar a palavra" da filosofia (para crianças). 

pelo meio, há cansaço e a pressão de ter uma tese para escrever. ao mesmo tempo, há uma espécie de serenidade estranha face a toda esta agitação: é um momento, um bom momento e como tudo o que é bom na vida, há sempre alguma dor e noites mal dormidas.

 

voltei a madrid, depois da aventura com o meu joselito, há uns anos. o congresso icpic coincidiu com o world pride e foi bonito ver tanta gente na rua, orgulhosa de ser quem é.  

 

foi a minha primeira vez num hostel (é giro isto de acordar com uma pessoa diferente no beliche ao lado, a cada dia que passa), a primeira vez que viajei para o estrangeiro em modo "all by myself". não me perdi (ok, aquela vez em que saí na estação de metro de aston martin não conta!), enfiei-me no primeiro starbucks que encontrei e comi uns donuts giros, mas giros. 

estou a ficar uma 'ssoa muito crescida, é o que é. qualquer dia apaixono-me ou coisa que o valha. e até estou apaixonada. eh pah as borboletas e essas merdas, sim.

 

 

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