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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

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ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

caros senhores da planta portugal:

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chega de troncos nus. de sorrisos bonitos. de corpos sem gordura. de olhares profundos. de toalhas de piquenique. chega. queremos elevar a planta à sua dignidade enquanto produto consumido por pessoas (homens e mulheres) que conseguem olhar para lá das aparências. queremos conteúdo, de qualidade, como aquele que há dentro das vossas embalagens.

 

ficam aqui algumas sugestões.

saúde auditiva

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para quem já anda por este cantinho há algum tempo, sabem certamente do méniere que me acompanha e da necessidade de protecção auditiva que isso acarreta. 

há umas semanas li este artigo do Pedro, no observador, sobre aos meus amigos acufenos e aqueles que são os meus melhores amigos: os isolate mini. 

depois de reunir as condições para fazer o investimento (notem: os tampões não são propriamente baratos), fiz a encomenda e testei os ditos cujos durante o festival super bock, super rock. e são confortáveis, práticos de usar e, igualmente importante, giros. 

ainda que a minha relação com os tampões tenha uma razão muito específica, a verdade é que todos nós devíamos prestar mais atenção à saúde auditiva e a cuidados que deveriam ser diários. as cidades são muito ruidosas, não são só os espaços onde acontecem concertos ou festivais. e nestas ocasiões específicas todos deviam ter mais cuidado e fazer-se acompanhar de tampões. neste momento, estes são os meus preferidos. 

 

 

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linda de suza da filosofia :: mode on

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madrid :: aveiro :: porto = uma espécie de maratona filosófica, da qual vou dando conta aqui, aqui e aqui

confesso que já sentia falta desta coisa de andar de mala de cartão na mão, entre um sítio e o outro, a "espalhar a palavra" da filosofia (para crianças). 

pelo meio, há cansaço e a pressão de ter uma tese para escrever. ao mesmo tempo, há uma espécie de serenidade estranha face a toda esta agitação: é um momento, um bom momento e como tudo o que é bom na vida, há sempre alguma dor e noites mal dormidas.

 

voltei a madrid, depois da aventura com o meu joselito, há uns anos. o congresso icpic coincidiu com o world pride e foi bonito ver tanta gente na rua, orgulhosa de ser quem é.  

 

foi a minha primeira vez num hostel (é giro isto de acordar com uma pessoa diferente no beliche ao lado, a cada dia que passa), a primeira vez que viajei para o estrangeiro em modo "all by myself". não me perdi (ok, aquela vez em que saí na estação de metro de aston martin não conta!), enfiei-me no primeiro starbucks que encontrei e comi uns donuts giros, mas giros. 

estou a ficar uma 'ssoa muito crescida, é o que é. qualquer dia apaixono-me ou coisa que o valha. e até estou apaixonada. eh pah as borboletas e essas merdas, sim.

 

 

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país em chamas

acho que há gente c demasiado tempo livre quando se discute o nível de espontaneidade dos abraços do PR e do PM. ora bem, ide limpar matas, sim?

 

por falar nisso, corre uma petição para que sejam os reclusos a limpar matas.

 

e por falar em matas, li algures que o estado possui apenas 2% do território de florestas e afins (não fixei  a fonte, so sorry). 

 

há por aí muito particular irresponsável e terreno abandonado, não?

 

é tudo o que tenho a dizer sobre os incêndios. ah. e que os bombeiros são uns heróis - todo o ano, para que conste. 

 

 

desta vez, aconteceu-me a mim

a chegar num cruzamento, carro da frente pára. eu assim fiz. carro começa a andar e eu assim fiz. mas o carro parou - e eu também, mas um pouco em cima dele, vá.

saí do carro a pedir imensas desculpas: já me bateram duas vezes por trás e o susto é gigante, pelo estrondo e pela sensação de não saber o que está a acontecer.

o carro do condutor ficou com um vinco de 4 cm, saltou um bocadinho de tinta e a tampa da luz de matrícula partiu. de resto tudo ok. foi mesmo só um encosto (se a zona não fosse a descer, creio que nem lhe teria tocado). 

bom, toca a preencher a declaração amigável. os seguros existem para estas ocasiões e há que assumir a responsabilidade do que aconteceu, sem grandes dramatismos da minha parte.

 

e claro que ninguém me olhou de soslaio pelo "à vontade com que preenchi a declaração amigável" ou "a carta de condução ainda é cor de rosa" ou "tantas tatuagens e toda vestido de preto". 

 

eu sei que é aborrecido: os senhores vão ter que agendar peritagem e deixar o carro para arranjar. já me aconteceu o mesmo e lamentei-me, na altura. mas a definição de acidente passa por isso mesmo: é algo que não se espera, que não se planeia, que acontece. é lidar.

 

e pedir desculpas pelo sucedido, mesmo que do outro lado se oiça um "mas as desculpas não se pedem, evitam-se" - sim, o senhor reagiu mesmo assim. eu continuei de sorriso nos lábios a preencher a declaração e a pensar que a vida tem destas coisas e que quando há cocó, é apanhar e pronto. 

 

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