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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

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ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

voltar ao lugar onde e com quem somos felizes

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encontrar aquele amigo de sempre, partilhar estórias e novidades. tristezas e alegrias. 

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levar os totós a alcobaça e aproveitar para ouvir a minha banda portuguesa preferida de todo o sempre, "em casa". the gift, sim. foi muito, muito bom. emociono-me sempre com o "fácil de entender", danço, choro, sorrio. é tão bom ver que a banda se entrega à música, ao público. 

as músicas dos The Gift acompanharam tanto e muito alguns dos momentos mais importantes da minha vida. e depois, em palco, são sempre surpreendentes. esta tour, ALTAR, prima pela simplicidade na forma de estar em palco, mas com pormenores que são maiores, ainda que muito discretos.

e foi muito, muito bom ir ver um concerto just for the fun, sem ter que escrever reportagem.

toda uma liberdade só para sentir. sem ter que tomar notas ou prestar atenção ao alinhamento. 

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dias de puro egoísmo: livros, e o M da Mónica Mendes. 

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e aquela miúda mais gira, claro. a mais bonita. a mais doce, não fosse Mel, o seu nome

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 yoga na companhia do kendrick. a internet estava completamente louca com este DAMN.

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e a autenticidade. ser autêntico é um compromisso para connosco. não tem nada a ver com os outros. 

 

a polémica markl versus pitbull

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ontem à noite falava com dois amigos via facebook sobre um pitbull que ambos (os três) conhecemos e por quem temos muita estima. um deles pergunta-me se eu tinha ouvido o markl, no programa da manhã da comercial. não, respondi. como agora a rádio acontece em directo nas redes e é gravada para o youtube, foi fácil ver o vídeo d'o homem que mordeu o cão. 

bom, a história que markl descreve é efectivamente para a rubrica "o cão que mordeu o homem" - pois é isso que acaba por acontecer à pessoa que tentou vestir a camisola tricotada com amor e carinho a um cão, que por acaso é um pitbull. portanto, começa logo mal, a inclusão desta história numa rubrica que se chama o homem que mordeu o cão. esta rubrica serve para contar histórias mais ou menos inusitadas, que por isso mesmo deveriam ser notícia. cães que mordem pessoas - hey, acontece todos os dias. agora homens que mordem cães - isso é que já é mais para o inédito. 

ora, o pitbull é um cão que pertence a uma raça considerara PP (potencialmente perigosa). uma pesquisa no google levou-me AQUI onde se diz:

"Cão potencialmente perigoso é todo aquele que devido às características da raça, ao comportamento agressivo, ao tamanho ou potência da sua mandíbula, possa causar lesão ou morte de pessoas ou outros animais. 

A Portª nº 422/2004 determina quais as raças de cães que se considera serem potencialmente perigosas. São perigosas potencialmente, isto é, podem vir a ser perigosas, causadoras de danos importantes, mas, na prática, pode até vir a verificar-se que alguns animais dessas raças se revelem extremamente dóceis. Isso não impede, no entanto, de serem considerados potencialmente perigosos, pois a lei assim os considera. Tal como uma bolota não é um carvalho, mas é um carvalho potencialmente, assim também, os cães das seguintes raças podem não vir a ser perigosos, mas são potencialmente perigosos: 

Cão de Fila Brasileiro 

Dogue Argentino 

Pit Bull Terrier 

Rottweiller

Staffordshire Terrier Americano 

Staffordshire Bull Terrier 

Tosa Inu 

São considerados potencialmente perigosos, não só os cães destas raças, mas também os seus cruzamentos, quer sejam destas raças entre si ou com outras raças." 

 

a metáfora da bolota e do carvalho é especialmente bonita. e traduz muito daquilo que acontece: se não educarmos os nossos cães, sejam eles de que "marca" forem, podem ser perigosos ou amorosos. o humano condiciona e muito o comportamento do animal que tem à sua guarda. depois, há também questões físicas às quais temos que estar atentos. um dos animais mais "perigosos" com os quais fui confrontada era um cão labrador. um histórico de agressividade e de mordidas. descobriu-se que o problema eram otites, graves e assintomáticas que causavam dores ao animal. por isso, a ideia de ter alguém a mexer-lhe na zona da cabeça era o sinal que o cão precisava para mostrar os dentes. e morder, pois.

também conheci um cão de porte mini/médio, com uma franja toda gira. não era bem um caniche, mas tinha ares disso. tem um ar super fofo - mas quando está "no ponto" agressivo e este é despoletado, parece a miúda do exorcista: só lhe falta rodar a cabeça e vomitar coisas verdes. parece que também poderá ser uma questão física a despoletar esta agressividade. 

ontem vi o programa do Cesar Millan e havia um cão estilo chiuaua que tinha um comportamento muito agressivo, sobretudo para com um dos membros da família. depois de lhe terem sido retirados 22 dentes podres, o cão mudou o seu comportamento - deixou de ter dores - e com algumas correcções de postura por parte da pessoa, conseguiu devolver-se harmonia àquela família para quem o cão era importante. 

 

o que me preocupa nestas conversas que se tem à volta dos pitbull e dos cães classificados como PP's é que o preconceito de que "aqueles são maus" permanece. e depois temos canis e albergues cheios de cães destas "marcas" que tiveram um destino menos simpático e não são adoptados porque as pessoas os rejeitam. são maus, é melhor ver outro. 

o mesmo acontece com os cães pretos. há muito preconceito, mas súbtil, não vem na lei, perante os cães pretos. são os mais dificeis de adoptar. nos EUA até há um National Black Dog Day. pode ler-se AQUI:

 

"Black animals altogether, are the least adoptable pets in shelters because of their color. All too often, black dogs are overlooked because of many stigmas such as; the color black is evil (the same stigma that cats have), black dogs do not show up as well in photographs as muti-colored or light colored dogs and black dogs look scary and intimidating because you cannot see their facial expressions as easily, etc. They are easily overlooked when people are searching for a new dog and the first to be euthanized in overcrowded conditions.
This special day was founded by Celebrity Pet & Family Lifestyle Expert, Author and Designer, Colleen Paige, who is also the founder of National Dog Day, National Cat Day, National Puppy Day and many more philanthropic holidays to increase the greater good. National Black Dog Day is devoted to creating public awareness about these beautiful, shiny fur babies that offer just as much unconditional love as any other dog and deserve just as much love back. Black dogs also show off colorful accessories much better than any lightly colored dog! Try buying your black dog a neon green or hot pink collar!

Please adopt a black dog and show the world how much light they have inside and out!" 

 

os preconceitos, as ideias pré-cozinhadas, os rótulos, no fundo as palavras são coisas das quais precisamos no nosso dia-a-dia. precisamos de dar um nome às coisas, para nos sentirmos seguros. com isto tudo esquecemos que as generalizações são, também elas, potencialmente perigosas.

precisamos de contextualizar mais as coisas e sobretudo de dar uma oportunidade a cada cão que está num abrigo ou num canil, independentemente da raça. e de não tremer quando vemos um pitbull na rua. vamos fazer-lhe uma festa, assim do nada? não. mas não devemos fazer com outro cão qualquer: o cão não nos conhece e pode não reagir bem. e depois tem boca e dentes lá dentro. seja um PP ou não.

 

um dono de um pitbull tem que ser responsável e cumprir com as coisas todas que estão na lei. e tem que ser, sobretudo, responsável pela desmistificação do preconceito perante a raça. para isso, tem que o educar de forma correcta, de forma a que a agressividade da qual é acusado não se manifeste. mas isto, senhoras e senhores, vale para qualquer cão, seja qual for a raça, o tipo de mandíbula e o fanranfanfan afins. 

 

hoje o nuno markl voltou a explicar-se sobre a peça de ontem. aqui fica o texto que deixou na sua página de facebook. é bom ter em conta todos os lados da história. só assim compreendemos as estatísticas de ataques de cães: convinha averiguar que tipo de donos têm esses cães que foram responsabilizados por mortes, acabando no abate. e sobretudo evitar que essas pessoas possam ter outro animal, sem o saber educar. e termino com as palavras de markl, na caixa de comentários: 

 

"Foi possivelmente uma escolha radical de palavras, mas foi dirigida à irresponsabilidade de quem tem cães só porque sim, e com os quais não sabe lidar, não teve o intuito de ser depreciativo com os animais. Eu não tenho dúvidas que os incidentes que ocorrem envolvendo pitbulls são culpa dos humanos que os têm, não dos cães."

 

* já agora, uma questão: agora que os animais são classificados como seres sensíveis, não tem muito sentido falar do dono do cão, pois não? tipo uma cena de propriedade. enfim, fica aqui este pensamento avulso.  ah. e uma fotografia minha com a Riva, uma PA. sim, isso mesmo. potencialmente amorosa. 

 

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a UPPA faz 9 anos!

sim, amanhã é dia de festa ali para os lados do albergue da UPPA 

vai haver poop collecting e passeios - isto se o São Pedro colaborar connosco!

 

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conheço a UPPA há alguns anos e foi lá que me apaixonei pelo Félix, que faz parte dos canídeos cá de casa.

conheci o Fred e a Ginger, afilhados caninos e muito enormes em ternura.

vi a Ginger ser adoptada e acolhida numa família 

conquistei o olhar indiferente do Gaby e assisti à relação única que tinha com o meu mano. vi o Bruno e a Cláudia a apaixonarem-se pelo Gaby - e a "meterem os papéis" para a adopção. não podia estar melhor, o princípe charmoso!

tornei-me cúmplice da Riva, graças à Joana 

ganhei a confiança da Mel, graças ao Morais, que um dia me confiou a trela gigante para os passeios 

limpei muitos cocós, fiz muitos kms de galochas e com as botas quechua (que estão a precisar de reforma, verdade seja dita!) 

na UPPA também há lugar para a amizade e boa disposição. fiz bons amigos - nem todos têm muito pêlo ou andam nas quatro patas. 

 

amanhã é dia de festa, mas nós celebramos todas as semanas, em cada dia V, de Voluntariado. celebramos e trabalhamos para que haja adopções felizes, semana após semana. com amor, mimo e cuidado: são tantas as vezes em que temos que devolver a fé aos patudos. 

à Filipa e à Sandra, que fundaram a UPPA, aos sócios, aos padrinhos, aos adoptantes e a todos os voluntários: parabéns e venha daí mais um ano a conjugar o verbo UPPAliar 

 

 

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palavras & gestos que dizem tanto

há dias, o pet publicou um artigo meu intitulado "10 razões para adoptar um cão adulto". baseada na minha própria experiência como adoptante e após alguma pesquisa, estabeleci dez bons motivos para escolhermos um cão adulto em vez do ai-oh-pah-que-fofo-tão-pequenino-uma-bola-de-pêlo 

nada tenho contra a adopção de cães bebés: também há muitos e precisam de carinho e amor. a questão é que os canis e os albergues estão "atulhados" de bolas de pêlo que já foram pequeninas e fofas e que agora são cães jovens ou adultos. são várias as circunstâncias que levam um cão a conhecer um canil ou um albergue: fogem e perdem-se, são abandonados, são encaminhados pelas famílias por questões de desemprego, doença ou mudança de residência/país. são vários os motivos - e acreditem que cada vez mais evito julgamentos prévios sobre estas coisas. como voluntária na UPPA - União Para a Protecção dos Animais o meu foco é na solução - não nos problemas do passado. esses que fiquem no passado.

 

a propósito do texto Associação 4 por 1 enviou-me este e-mail:

 

"Este e-mail é puramente para agradecer, de coração, o seu artigo com o título ''10 razões para adoptar um cão adulto'', que foi publicado no jornal Público.
Num país assolado pela falta de empatia entre seres humanos e animais, cujos direitos e espaço próprio no mundo são constantemente subjugados e abafados pela sociedade, ler um artigo, tão belo como o seu, que lhes dê voz e que procura abrir a mente portuguesa ainda tão fechada, é reconfortante. Partilhamos o seu artigo na nossa página. É uma outra forma de lhe agradecer, um pequeno tributo, pelo poderoso gesto que teve. Se todos tivessem a sua e nossa abertura de pensamento, a vontade de compreender, de cuidar, de agir e mudar, este mundo seria um lugar melhor e a presença de associações com uma missão como a nossa, não teria (felizmente) razões para existir."

 

tenho vários amores na UPPA - partilho alguns deles aqui, neste meu blog "à beira-mar plantado". é inevitável criarmos laços com os patudos. há empatias difíceis de explicar. umas são imediatas, à primeira vista ou ao primeiro passeio. outras são construídas com amor, tempo e confiança. a minha relação com a Mel começou com um passeio durante o qual eu era apenas o ser humano na ponta da trela. e o culpado é o Morais, que me deu a conhecer a Mel e confiou em mim.

 e agora é isto: 

 

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não conheço a Associação 4 por 1. percebi, pela página do facebook, que se encontram algures por Vila do Conde. não será fácil para mim visitá-los, mas quem sabe desse lado não está alguém que tenha umas horas por semana, paixão por animais e queira investir algum tempo com cães como a Mel - e que esteja pela zona. contactem a Associação 4 por 1 e colaborem.

 

há várias formas de ajudar as associações: participando em recolhas nos supermercados, com donativos - e até doando a sua própria roupa: foi o que fez o Luís Franco-Bastos no evento hang in there que acontece, hoje, no mercado time out (cais do sodré, lisboa). 

o Luís é um assumido dog lover e há algum tempo que descobrimos que a Júlia - uma UPPAliana - é uma espécie  de "irmã gémea" do cão que o Luís adoptou, o Balotelli

 

há palavras e gestos que dizem tanto: o e-mail da associação 4 por 1, o gesto do Luís, a brincadeira com a qual a Mel me brinda quando abro a porta da box dela. às vezes as palavras são pequeninas para dizer esse tanto.

 

a todos vós que colaboram a favor da causa animal, fica o meu obrigada. sois grandes!

hi5!

 

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no domingo, os UPPAlianos "invadem" o centro da vila de Sintra

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A UPPA - União para a Protecção dos Animais é uma associação sem fins lucrativos que abraça a causa animal desde 2007. É fruto da realização de um sonho de um grupo de pessoas que, depois de muitos anos de atividades individuais em defesa dos animais, decidiram congregar esforços numa associação, com o objetivo principal de reforçar a capacidade de intervenção.
 

É a elevação e responsabilização social da Condição e Direito Animal que move o grupo - bem como os enormes corações dos seus voluntários. 

Os donativos que recebemos são totalmente aplicados nos cuidados dos animais que tem à sua guarda, seja para alimentação, cuidados veterinários, entre outros, até que sejam encontrados novos donos. 

Para fazer face às despesas veterinárias causadas pelo acolhimento de alguns cães que necessitavam urgentemente de tratamento médico, a UPPA irá levar a cabo um evento solidário, para angariação de donativos. Será no próximo domingo, dia 25 de Setembro, entre as 9h30 e as 17h30, em Sintra, em frente ao Palácio Nacional. Vamos ter uma banca, para venda de alguns artigos e ainda a presença de alguns dos nossos UPPAlianos de quatro patas.

Caso não possa comparecer no dia 25, em Sintra, poderá ajudar com um donativo através do IBAN PT50 0033 0000 4534 7808 946 05 - um euro poderá fazer toda a diferença. Também poderá apadrinhar um dos nossos patudos, contribuindo com o mínimo de um euro por mês. 

Para saber um pouco mais sobre o nosso trabalho, sugerimos que nos visitem em  www.uppa.pt e também nas redes sociais: facebook,  twitter  e  instagram

 

 

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Mel & cumplicidade

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namoro à distância: cada uma de nós na ponta oposta da trela.

aproximação? só com biscoito.

depois alguns mimos e brincadeiras.

festas ao entrar na box.

e jogos com duas bolas de ténis - agora com três.

e passeios longos em que eu falo com a Mel e ela vai lá na vida dela, a explorar o mundo e, de vez e quando, pára, olha para trás e corre na minha direcção: quer mimo.

 

never dog walk alone 

estou apaixonada por esta miúda e a culpa é do Morais. olha, é uma relação a três. e resulta! 

 

(fotografia: Pedro da Rosa) 

a seguir os passos do Mestre

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que é como quem diz: a imitar o mano mai'velho, desde mil nove e setenta e nove.

as fotografias foram tiradas com 2 ou 3 anos de diferença. mas a personagem principal é a mesma. chama-se Mel e é uma miúda que conquistou um lugar no meu tempo de voluntariado, na #uppa_animais. rendi-me aos seus encantos e graças ao Morais tive a oportunidade de me aproximar dela. é uma cadela com um temperamento especial - mas acreditem em mim: é doce, como o Mel (à sua maneira).

todos os dias são um desafio e cada passeio revela um lado da Mel que eu desconhecia - só e apenas por que ainda não tinha parado para investir algum tempo nela. acho que estamos a ficar amigas e acredito que posso restaurar-lhe a fé que ela um dia perdeu na humanidade. tudo isto é possível pelo trabalho em equipa que se faz na UPPA, em que os voluntários mais experientes vão passando conhecimento aos mais  maçaricos - eu era uma maçarica até há uns tempos atrás. lá está, aprendi com os "Mestres" e também eu tenho evoluído muito, no que à relação com os animais diz respeito.

ainda tenho muito para aprender - sobretudo a respeitar regras e assim. e a ser assertiva. estou a fazer o meu melhor, acreditem. 

 

obrigada, Morais: se não fosses tu e o desafio que me lançaste eu hoje não estaria tão contente por conhecer "essa miúda linda...."