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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

guia para um final feliz




um café, um livro, um bilhete para o cinema. algo leve, inspirador q.b., sem grandes moralismos ou pedagogias. e o Bradley, o Bradley que é giro que dói. oh pah. gostamos tanto dele! e o filme tem uma excelente banda sonora, um actor giro (já tinha referido?) e não nos compromete com lamúrias e coisas renhonhós. não é um must see, mas distrai. e o Bradley é muito giro.

desses 365...




...4 foram assinados por mim. YEAH!


muito obrigada à Rua de Baixo pelo convite para a curadoria do ciclo de teatro da Baixa Chiado PT BlueStation, no mês de Novembro.


(posso fazer isto todos os meses, posso? ADOREI conhecer os actores, os humoristas, a produção da WHO, e todos aqueles que passaram pelo túnel nas «minhas» terças feiras! estes dias vão direitinhos para a gaveta das coisas extremamente positivas)

a day in the life

get up! pequeno almoço, banho e make up (ups esqueci-me do rimel e só dou por isso quando estou a chegar ao metro). ADIANTE! metro, eléctrico e uma Lisboa fria, mas CHEIA de sol. GOSTO!

Livraria Ler Devagar (na Lx Factory, sítio muito cOOl)
«vestir a camisola Rua de Baixo» para a entrevista para o programa Sociedade Civil (vejam no dia 27, terça feira, o tema é cultura e o consumo da cultura). ouvir a expressão «dar ar à esquerda» e sorrir. falar, trocar ideias.
comprar um livro que há muito perseguia: Jesus Cristo bebia cerveja. tropeçar em gente conhecida «olá, tudo bem»?».  almoçar (batido de proteína) e partir rumo ao museu da electricidade. perceber que apanhei o eléctrico no sentido oposto e não me importar. mudo de planos. sair no cais do sodré e caminhar até à Pensão Amor. cappuccino e um livro. organizar a #ToDoList, preparar uma entrevista. adiar um café, marcar dois. encontrar outro rosto conhecido e beijocar um estranho (olá, sou a Joana, tudo bem?)
comer castanhas assadas enquanto observo quem passa, em Lisboa. tomar um café com um amigo (jornalista d'A Bola). pôr a conversa em dia antes que o jogo do sporting comece. passar pelo túnel onde se fala sobre cinema (agenda RdB). rumar até ao estádio da luz para orientar um bilhete para levar o afilhado à bola (wish us luck). tempo, ainda, para um café com um amigo (jornalisa do Record. damn, tenho que fazer amigos n'O Jogo!). rumar até casa e jantar, ler a Visão, ligar o pc. recordar a #ToDoList
e pensar que este dia valeu por dois. ou três.

 

 

agonia irreversível - em cena n'a Comuna




Agonia Irreversível é a proposta do teatro Comuna durante os próximos meses de Novembro e de Dezembro. João Tempera e Carlos Paulo estão em cena com um texto de Juan Benet. fomos à estreia e tivemos que pedir a uma senhora que parasse de comentar a peça a cada momento e aplaudimos de pé. e no final, fomos dar beijinho bom aos actores, que são grandes e enormes.


e às quartas e quintas feiras o preço do bilhete é de amigo: apenas CINCO euros!


prometemos regressar!





os ornatos SÃO brutais. sim, SÃO.





o billhete foi comprado a 9 de Abril (hey, está lá carimbado e assim). estava algures pela fnac do chiado e pensei: hummm será que ainda há bilhetes? na bilheteira disseram-me: já só temos UM bilhete para dia 26. e eu: bem, sou só uma. embrulhe, é para levar. e junte o seguro de bilheteira, sff.

e na sexta feira aconteceu. nunca tinha visto os ornatos ao vivo. adoro o cão, e acho mesmo que o monstro precisa de amigos. tinha comprado a caixa com as raridades e os inéditos e acho que a música destes rapazes é assim qualquer coisa de muito bom. exacto, é. porque eles provaram em palco que SÃO muito bons. «já foram, disseram-me ontem». e eu repliquei: são, porque agora, juntos, movem multidões, divertem-se em palco. e são músicos com uma qualidade invulgar. «ah mas juntaram-se para fazer dinheiro» er... acho que se não fosse divertido para eles, não se teriam juntado para estes concertos. se fosse frete não tinham feito três encores por noite, em Lisboa. não tinham tocado 3h sem parar, em cada um dos concertos. sim, óbvio que vão ganhar dinheiro com isto, mas um deles dizia na Blitz: «dizem que nos estamos a vender, porque nos juntamos para fazer estes concertos. mas se não nos juntássemos só por causa dessa ideia, estamos a vender-nos a essa ideia, também».

não quero saber nada disso. foram 3h de grande, grande música. passei parte delas com tampões nos ouvidos, mas isso é a minha condição de méniere a falar mais alto.

dancei. cantei, curti à brava. saí do coliseu com a alma cheia e comprei castanhas assadas para me aquecer. teria voltado no dia seguinte para repetir a dose. sem hesitar.

podem juntar-se de dez em dez anos, se fizer sentido para vós. e se ganharem dinheiro com isso, também. a sério, não me importo. se me for possível, lá estarei.


«sorrir não é pêra doce, diz-me quem eu sou como se o não fosse»



ah! uma boa notícia, vejam só



lembram-se de vos falar da pequena Mariana, uma princesa que precisava de um «empurrão» para subir e descer as penosas escadas do prédio da sua casa? ei-la, já na cadeira que conseguimos com a ajuda da Junta de Freguesia de Campolide, a Thyssen e a ajuda de tantas pessoas que contribuíram como lhes foi possível para que este sonho se tornasse realidade.


os finais felizes acontecem. e não é só nos contos de fada. beijinhos, Mariana


(para saber quem é a Mariana espreita aqui!)

do verbo avantar

com o Che Guevara ao peito partimos para mais um dia de festival, de festa, de avante
a falta que faz um h, não acham?
as kamaradas em luta: mãe e filha, a curtir Diabo na Cruz, na companhia dos amigos do twitter. sim, a minha mãe não tem conta no twitter (ainda!) mas já participa nos encontros com a malta. e até recebeu props e tudo!
debaixo do céu estrelado fizemos um piquenique, bebemos cerveja e moscatel, falámos das coisas que nos preocupam, mas também daquilo que nos dá ânimo. foram dias de festa, naquele que pode muito bem ser apenas um festival de música ou de política (tu é que escolhes!)
voltamos para o ano?

 

mercado biológico - em Loures




uma joaninha na área é promessa de «cólidade», senhoras e senhores.







eu, ignorante, me confesso. abóboras? UAU. tão fashion, não acham?





e levámos coentros (porque há um caracol ou uma lesma a alimentar-se dos nossos, que estão ali no quintal) e rúcula, para ensaladar o almoço (a 3). e aconselhamos vivamente uma visita a este mercado, que ocupa a praça da liberdade, em loures (em frente à Câmara), todos os sábados das 9h às 14h.

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