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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

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ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

uma sala cheia de ninguém

Sabes que as pessoas vivem demasiado nas, pelas e em função das redes sociais quando entram numa sala cheia de gente e perguntam:
- então mas não está cá ninguém?
(não está cá ninguém como?)
- não está cá ninguém do twitter. Pensava que viessem mais pessoas. Do twitter.

Nota: a sala estava cheia de gente. Mas da próxima vez vou exigir que apresentem as credenciais do passarinho azul à entrada.

já passou?

A ideia de que o universo conspira contra nós é muitas vezes a razão de depressões, birras, zangas e lágrimas. Atiras-te para o chão, num pranto e disparas em todas as direcções, sobretudo na direcção de quem te estende a mão para dizer «sim eu compreendo. Levanta-te».
E naquele momento é tudo mau e ninguém te pode salvar (porque não queres, óbvio). E ficas ali a espernear, qual criança que faz birra no meio do centro comercial só porque o pai não lhe comprou um brinquedo que era muito importante, mas igual a todos aqueles que andam lá em casa, aos pontapés. E esperneias, e gritas. O mundo reduz-se àquela dor, que é dilacerante e brutal e insuportável. E quando tomas consciência, estás sozinha a espernear, e ninguém te ouve. Porque não há nada para ouvir, não há dor nenhuma, nunca a chegaste a sentir.

Já passou?

estudos científicos, pah!

diz que isto do viver não tem garantias, nem nada. é «una tombola», uma montanha russa, um tanto de coisas.
well, whatever works. e que seja doce, ok?
mesmo com aptidão condicional.
(há dias alguém me confessou o seguinte: Joana, não sabia sequer o que era méniere e quando fui à net procurar e percebi do que se tratava... passei a admirar-te ainda mais. como é que tu aguentas viver com isso e ainda assim trabalhar, fazer coisas e manter o sorriso? - foi das coisas mais fantásticas que ouvi nos úlitmos tempos. obrigada, P.)

da série: dias de c'ressão cheio




obrigada.

ao Pedro, pela forma como leu os meus textos.

à Fernanda, pela generosidade das suas palavras.

ao Teatro Rápido & equipa, que me fazem SEMPRE sentir em casa.

aos Remédios do Riso, por aceitarem a parceria solidária.

à editora Mind Affair, por acreditar no projecto.


e aos amigos que passaram hoje pelo Teatro Rápido. brutal: desde amigos do secundário, do mestrado, do trabalho, do voluntariado, de todo o lado. foi muito bom reuni-los. se soubesse que era assim, já tinha feito isto há muito tempo


obrigada à mãe Sabel e ao manU lindU, as duas metades de mim sem as quais não seria o que sou hoje.

gostamos muito de dar o que de melhor há em nós




o nosso sangue. nem sempre a hemoglobina está «no ponto», mas uma vez que passei a semana a lamber portões para ter o ferro em dia... a coisa até que correu muito bem. e o senhor enfermeiro que era tão simpático e... giro?


daqui a 4 meses prometemos regressar. YEAH !


«muito obrigada por ter vindo dar sangue» - disse-me a doutora. ora, eu é que agradeço !

probabilidades

qual é a probabilidade de te ter conhecido no túnel da baixa chiado,
de termos falado sobre teatro,
de termos trocado contactos,
de nos reencontrarmos numa tertúlia,
de termos falado dos teus projectos de teatro,
de te reencontrar no túnel da baixa chiado
e de voltarmos a falar dos teus projectos de teatro? hum?
ADORO BOAS NOTÍCIAS!

e mal posso esperar por Março!
GO GO GO GO!

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