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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

O futebol é mesmo uma coisa muito boa

 

É ver os politicamente correctos a dizer caralhadas como se não houvesse amanhã. Tudo à conta do futebol. Já eu, que não gosto da modalidade, mas apenas aprecio a possibilidade de visualizar homens giros e transpirados, agradeço muito ao euro 2012 por ter trazido à minha vida Piques, Casillas e outros que tais, cujos nomes esqueci, tendo gravado na minha memória as suas carinhas larocas para todo o sempre.

 

Piqué, Piqué...

dias cheios, a abarrotar. de cores. e sabores,

UAU! encontrei robots no jardim!
(saudades das minhas bata da escola. gostava tanto, costuradas pela mamãe Sabel!)
I'm not gay, but I love the rainbow!
e as fardas? apreciamos bastante. vá senhores, estou à espera, levem-me lá para a esquadra!
recomenda-se, após uma marcha de orgulho lgbt, a «ingestão» de cultura em forma de coisas de homem. apreciámos bastante a peça. densa, dura, mas tão cheia de verdade. a vida nem sempre é cor de rosa.
«tirando isso, está tudo bem!»
[pelo meio, visitamos o teatro rápido - ADORO! - jantámos no Nood e caminhámos por Lisboa.
família é isto: ter uma mãe que me acompanha nestas lócuras e partilha momentos com os meus (nossos) amigos.]

Este post contém a palavra foda-se

«Irreversível», disse ele. E eu não fiz um ar surpreso, porque já estava à espera. Ainda não tinha verbalizado assim a coisa, daquela maneira. Irreversível. Fez-me lembrar aquele filme da Mónica Belucci. Com a Mónica. Mulher bonita, hein. Gaspar Noé, o realizador. Filme cru, aquele, quem viu? E lembrei-me das escolhas e das consequências. Às vezes há escolhas que têm consequências que não acontecem logo. Não são da categoria causa-efeito. E não sei que escolhas fiz eu para ter que ser brindada com um irreversível. Julgava eu que, afinal, estava condenada a ser gorda, à conta de umas hormonas que fazem festas e depois ressacam, sem me dar conta disso, e depois não fazem o seu trabalho como deve ser.

Adiante.

Queria mesmo era chegar aos ouvidos [ironia esta!] do Méniere e gritar-lhe um sonoro FODA-SE. E acrescentar um puta que pariu.

Irreversível.

Enfim. E a vida não é toda ela uma puta de uma irreversibilidade.

Prometo que me vou redimir deste linguajar com um post fofinho. A emissão segue dentro de momentos. A vida, essa, também.

 


em busca d'o sonho da razão

 

partimos em direcção ao teatro do bairro alto. final do dia, temperatura quente. saímos na estação do rossio, para degustar qualquer coisa no starbucks e fazer render a caminhada. subimos as escadinhas que nos levam ao largo do carmo (FARDAS!). caminhámos até à rua luz soriano, em busca do (já vos tinha dito?) teatro do bairro alto. mas só encontrámos o teatro do bairro.
após tocar à campaínha e interromper (UPS) um ensaio, lady bug toma consciência de que não está no sítio certo.
«é praticamente do lado oposto» - disse o simpático senhor. ok, subir, ir até ao príncipe real, passar o largo de são mamede... um pouco antes do rato. aí vamos nós. sim, saímos de casa bastante cedo para nos perdermos.
caminhar e procurar as indicações para o teatro da cornucópia [explicou-nos o senhor que o teatro do bairro alto e a cornucópia são um só, vá. e que a confusão com o teatro do bairro era «normal»].
caminhar. e nada de indicações. encontrar na rua um simpático moço (actor, por sinal) que nos deu a dica de um «atalho» que nos leva ao teatro cujo edifício marca o início de uma nova rua: o teatro da cornucópia.
missão cumprida: apesar destes «desencontros», chegámos a horas para o ensaio de imprensa.
Luís Miguel Cintra, Dinarte Branco e Leonor Salgueiro dão voz e corpo ao sonho da razão.
ver esta peça foi lembrar algumas aulas de filosofia, fazer perguntas, procurar respostas, recordar o passado, imaginar o futuro.
na categoria de «recomendo vivamente».
[ e a cereja no topo do bolo? ter a oportunidade de estar à conversa com Luís Miguel Cintra. que senhor!]
valeu TÃO A PENA chegar a casa com quatro bolhas nos pés (sandálias que ainda não tinham feito a rodagem a sério, neste verão).
adormeci e sonhei. sem razão, apenas SONHEI.
e num instante, o despertador tocou.

 

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