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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

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ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

que nunca me falte o teatro



depois de ver quatro peças em 1h30m, por apenas 12 euros no Teatro Rápido, ir até ao Nacional Dona Maria II ver este pukanino mai lindo a representar (e sem dizer palavrões!) foi um mega win.


a peça vem muito a propósito do que o Ruy de Carvalho falava, há dias, em conversa com o Laborinho Lúcio: a censura, as luzes vermelhas que passavam a ser roxas, as palavras que eram cortadas, as que eram alteradas; a necessidade de termos um público CRÍTICO nas salas de teatro... e esta sala, hoje, estava cheia. o que deve dar um imenso gozo a quem faz teatro.


que nunca me falte o pão, o iogurte (não sou fã de leite), o seitan (não gosto de bifes!) e o teatro. bem como a capacidade crítica de colocar em causa o que está à nossa volta, de pensar no que nos acontece, de ver mais além, de fazer tudo isso sem perder o chão e sem perder a capacidade de sonhar.

bater com a cabeça nas nuvens. acordar e ver que temos que SER a mudança que queremos ver no mundo. isto. lugares comuns? pois, talvez. mas são lugares comuns prenhes de verdade.

RiR: eu fui. mas não sei se volto.




o Parque da Bela Vista foi, ontem, a cidade do rock. e das filas. para entrar demorámos uma hora (e graças aos deuses que fomos de carro e entrámos do lado oposto do pessoal que foi de metro (um mar de gente sem fim). lá dentro havia muita gente, muitas diversões e formas de ganhar brindes. e filas. muitas filas. não havia descontos de 50% como no pingo doce, mas tudo o que cheirava a brinde estava cheio de gente em fila. conseguimos estes óculos fantásticos (para o B. e a C. que ficaram muito agastados por não ir connosco - nota: são pedaços de gente!).

e antes das 19h ainda demos uma volta, tropeçando em 'ssoas a montes, até que resolvemos procurar um poiso para avistar os concertos.


spot escolhido, limp bizkit entram em palco. e entre os muitos intervalos que fizeram, lá cantaram as músicas que me transportaram para outros tempos. mas foi mau. intervalos a mais, miúdos!

20 cl de heineken = 2 eur e 50cl = 3,50 eur. tendo em contas as filas para a bebida e para a comida, pode dizer-se que o parque da bela vista estava cheio de crise. oh uh oh.


o concerto de Offspring foi muito bom. não tinha ideia de que sabia de cor tantas músicas dos rapazes. e já que estavamos ali, convidamos os moços para jantar. e eles aceitaram!




o concerto da noite foi este AQUI. brutal. do princípio ao fim. Linkin Park não é uma banda que oiça cá em casa, mas já tinha ouvido falar da energia brutal em palco. e confirmou-se. foi bom, muito bom. de tal modo que à terceira música de Smashing Pumpkins a malta bazou. é que melhor do que aquilo não iria acontecer e nenhum de nós tem 20 anos para aguentar tanta hora de festival.


sexta feira vou ver Lenny Kravitz e Maroon 5. mas na Sic Radical ou assim. não me voltam a apanhar no RiR. não é o meu festival, de longe. é um conceito de parque de diversões que não me diz grande coisa. está confirmado: sou TEAM ALIVE :)

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