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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

pumba. missão concluída com sucesso.



e com direito a mimos da #sala4! UAU! era tudo o que precisava. 

muito obrigada à mamãe Sabel, ao manu lindu, à Ana, ao Mário, à Lia, à Isa, à Alexandra, à Vera, à Fátima, à Clara, à Marta, à Patrícia, à Xana, pelas presenças naquela (meia) hora difícil. obrigada a todos vós que via telefone ou sms marcaram presença. obrigada a quem acompanhou a #thesis via twitter. obrigada pelas mil mensagens no facebook. 

este momento também é vosso. mas agora se me permitem, 
vou comemorar como se não houvesse amanhã, 'tá? 

it's the final countdown


tenho a tese transformada em mapas mentais, em rolos. lindo não é? pena que não seja uma cena academicamente aceite. humpf. 


e está na hora de preparar a mala de cartão. ora tomem nota das coisas essenciais para uma defesa de tese:

1. a tese em si
2. a tese em forma de mapas mentais, no rolo!
3. a publicação que contém o projecto da tese publicado
4. uns livros modernos e assim
5. as ligaduras do body combat. hey, you never know!

e #vaivirrostosfamiliares na plateia. weeEEeeeeEeeee
 
 

toda uma família em movimento. porque queremos o Chico de volta


chego à sala e digo: temos que ir ali organizar uma manifestação. e preciso da vossa colaboração. e é isto.
é a melhor família do mundo. com traços de monoparentalidade e de loucura. envolve gente que começa a tatuar-se desalmadamente antes dos 30 e depois dos 50. e toda uma série de coisas muito nossas. mas é à conta destes dois seres que eu sou aquilo que sou. com erros pelo meio. com grandes momentos.

contra a ditadura da felicidade, trajando negro, envergando as cores e detestando os cinzentos.



agasta-me a ideia de que todos temos que ser felizes, sempre, a cada momento. 
não temos. e não somos. porque a vida não o permite. porque nós não estamos atentos, 
porque somos comodistas, por um sei lá de porquês e comos e quandos e quês.
agastam-me as 'ssoas cinzentas com vidinhas cinzentas, reduzidas a dias sem sal, nem sol. 
gente que vê problemas em tudo o que é situação e não pensa fora da caixa 
(e como eu gosto de pensar fora da caixa, senhores!). 
gente que não se assume (porque não sabe bem aquilo que é, nem está em vias de procurar). 
gente que se senta a ver a vida dos outros, embebida em inveja. 
gente que «não tem nada contra, mas...» ou que «eu até acho que dar sangue é importante, mas nunca fui». 
agasta-me gente que quer saber quem sou, perguntando o que faço. 
já para não falar daqueles que querem, à força toda, fazer parte da minha vida.

o que me vale são as 1001 coisas que não me agastam. 
o que me vale é que tenho um mundo com mundos por dentro.


You became light, the real meaning of my life
And then we said YES
The right time to make a change
You don't need to understand
Just do something else...
I don't know if we'll be there
We can turn our lives around
We'll do something else
And when we're old
Don't feel sad
'Cause when we die, we will lie
Full of colours...
While you said yes
I will give you all my life, oh
And if you despair
Just don't ask me to deny our love
It's easy to understand, try a different view
See the line outside of you
You can turn my life around
With something else
I will die if you say no
It will be the time
Welcome to my world
This will be the time
Welcome to my world
Once in a lifetime
Welcome to my world
This will be the time
If you're lost, sometimes we all feel down
Explode your love your feet will never
ever touch the ground...

(by the gift) 

Algo me diz que há mais amor aqui | Primavera has EXPLODEd @ CCB

The Gift | CCB | 16 de Fevereiro

De Alcobaça para o mundo: assim é o percurso musical e geográfico da banda a quem Sónia Tavares dá voz. Em conjunto com Nuno Gonçalves, Miguel Ribeiro e John Gonçalves e alguns músicos convidados, Sónia presenteou o público com um espectáculo em forma lado A e lado B, como se de um vinil se tratasse.

Nuno Gonçalves partilhou connosco a história do nascimento do álbum Primavera, que aconteceu em apenas algumas semanas, no CCB. E por falar em nascimento, folgamos em ver uma Sónia Tavares bastante grávida, em palco, a proporcionar ao seu mais fiel admirador, o Fausto, momentos de vida intra-uterina com muita e boa música. Mas voltemos ao Primavera. E à Primavera que aconteceu no dia 16 de Fevereiro e que se vai repetir no dia 17, sexta-feira, em Lisboa e conhecerá ainda mais 5 cidades portuguesas.

Primavera é um álbum a preto e branco, melodioso, sereno e de recriação. Apresenta-nos um lado melodioso da banda, contrastando com grande sucessos como Driving you slow. 

Explode é um álbum de cor, electricidade, movimento e de criação. Costumamos pensar neste álbum como o Sgt Pepper’s dos The Gift. Pela forma como a viagem e o mergulho na Índia está presente num e noutro álbum. Não, não vamos comparar os The Gift aos The Beatles – são campeonatos diferentes. Mas pode dizer-se que o efeito Explode é o efeito Sgt Pepper’s, pela surpresa que causam a quem segue os seus trabalhos e sobretudo pela forma como lhes permite chegar a outro público a quem, põe exemplo, AM FM terá passado ao lado. Explode valeu à banda a distinção pelo site Art Vinyl, como uma das melhores capas do ano 2011.

O intervalo permitiu-nos virar o disco, mas não tocar o mesmo. The Gift apresentaram-se com um suit full of colours, fazendo lembrar os concertos no Tivoli em Março de 2011. 

Na segunda parte, o momento alto explodiu (literalmente) com uma Sónia Tavares e um Nuno Gonçalves a incendiar a plateia, no final de The Singles. Já na primeira parte foi impossível resistir à densidade performativa na música Primavera, onde o preto e o branco se fundiam num cinzento suave, de quem sabe que «há mais amor aqui», mesmo que o «então hei-de chorar por ti» vingue. 

A noite de 16 de Fevereiro, no CCB, proporcionou a quem por lá passou todo um arco íris de emoções e a vontade de, no caminho para casa, continuar a trautear  um «hei-de te amar. Ou então hei-de chorar por ti…» sentido e com o sentido que cada um lhe quiser atribuir. Assim são os The Gift: uma banda que dá uma forma tão particular ao conteúdo poético que é de todos. 


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