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all about little lady bug

ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

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ir, fazer acontecer, filosofar, sonhar, amar, amarfanhar, imaginar, criar, dançar, aprender e escrever - não necessariamente por esta ordem

Comunicar. Pôr em comum. É isto!

(@ Starbucks)




Sinhor: boa tarde. O que vai desejar?

Yana: é um caramel machiato!

Sinhor: de que tamanho?

Yana: não!

(o Sinhor olhou para mim e repetiu): de que tamanho?

Lady Bug: ela tem as respostas trocadas. Pergunte lá se ela quer natas.

Sinhor: quer natas?

Lady Bug: e agora tu (Yana) respondes: tall!

como é que eu hei-de dizer isto?

o professor de Sistemas de Informação [engº informático, por sinal] perdeu os ficheiros com as notas [dos trabalhos... dos exames não percebi muito bem] RESULTADO: diz que passámos todos. Ah tá bem. mas dava jeito ter uma nota. naquela onda da curiosidade, estão a ver? ou então porque é preciso ter 14 para poder sequer apresentar a tese!

Regra número 1 dos Sistemas de Informação: não percam a informação!

a auscultar-me desde mil nove e noventa e um


não gosto de ir ao médico. quando era pequena tive bronquite (desde os 7 anos) e para além das crises (que foram algumas) havia um compromisso sazonal de visita ao médico  (como fazemos com os carros, uma espécie de revisão). deveríamos ir ao médico numa de prevenção, enquanto há saúde e para nos prepararmos para o seu oposto. devíamos ir fazer destartarização 2x por ano. e análises anuais? daquelas à séria, não o básico da medicina do trabalho. eu cumpro com umas coisas, não cumpro com outras. cá vou orientando o meu equilíbrio. e hoje, que amanheci doente, foi um desses dias em que uma visita ao médico se impôs.

lady B: oh Doutor... essa ficha está amarelada... de que ano é?
Dr. V.: ora bem... é de 1991! se tivesse isto no computador não podíamos ver este amarelado..
lady B: parece que sou uma freguesa... muito antiga!
Dr. V.: mas estás na mesma!

em 1991 eu teria... 12 anos. mas se bem me lembro, foi aos 7, 8 que comecei a ser seguida pelo Dr. V. (ainda não havia twitter para as 'ssoas se seguirem... ) desde então, muita coisa mudou, mas a atenção do Dr. V. para comigo foi sempre a mesma.
sim, hoje fui auscultada. e os meus ouvidos examinados. e partilhámos as fotos da filhota dele mais nova (a C. de 5 anos), contei das minhas novidades, dos meus percursos.

e a consulta terminou com uma receita. e um abraço.

momento #estouaterumacrisedeadolescentiteagudamasjápassa



Baby: Me? I'm scared of everything. I'm scared of what I saw, I'm scared of what I did, of who I am, and most of all I'm scared of walking out of this room and never feeling the rest of my whole life the way I feel when I'm with you.

[vi e revi este filme; sim, em VHS; lembram-se dos vídeos, uma coisa arcaica que antecipou o DVD? pois bem, se a dita cuja (cassete) não estivesse entretanto cheia de humi(l)dades, vos garanto que iria rever o filme. só para lembrar esta deixa que me faz suspirar. NOTA: este post também se poderia chamar «estupidamente romântica»]

às vezes gosto (muito) do que escrevo!

Os (teus) sapatos do Van Gogh

«Há formas diferentes de se assinalar uma presença na vida de alguém. Aliás, isto da presença é uma daquelas equações complexas que deixam os génios matemáticos à beira de um ataque de nervos (cabelos em pé, unhas roídas e coisas afins). Presença presente, ausência presente, presença ausente, ausência ausente – são expressões que me deixam a mim com os cabelos em pé (porque não tenho o hábito de roer as unhas). Agora que me sentei aqui à beira da tua cama, olho para os teus sapatos ali ao fundo e pergunto-me de que forma eles representam a tua presença (ou ausência).

Engraçado! Lembrei-me agora do quadro do Van Gogh, aquele dos sapatos… tens ideia? Houve uma altura em que investiguei a essência da obra de arte, e através de lentes heideggerianas olhei e olhei e voltei a olhar aqueles sapatos.
Mas ao olhar para os teus, não há Heidegger que me valha. Porque a obra de arte que aqueles sapatos representam é alguém que me é próximo, cujo respirar eu consigo ouvir, cuja face posso tocar, cujos lábios gosto de beijar. Por isso, caro Martin, não me podes valer em toda a tua teoria e prática sobre a estética. Nem tu, nem mesmo o Hegel (mas podem continuar a enviar cupões…).
Se calhar é melhor calar os meus pensamentos, secar o cabelo e vestir-me. Está um dia inteiro lá fora, à minha espera e a marca da tua presença terá que se colocar a caminho do trabalho e da rotina.»

Projecto Olhar a Palavra

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